Notizen
Kant, Mill, Rawls
Inhalt der Notizen (5)
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Desenvolver a conceção Kantiana sobre a dimensão ética do agir, tendo por base:
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Desenvolver a conceção Kantiana sobre a dimensão ética do agir, tendo por base:
o critério de determinação do valor moral (O valor moral das ações é determinado pelas INTENÇÕES que lhes presidem ou que estão na origem das mesmas)
o Imperativo Categórico (1ª FORMULAÇÃO: Age de tal modo que a máxima da tua ação se transforme numa lei universal–age de tal modo que o motivo que te leva a agir seja incondicional e universalmente aceite./ 2ª FORMULAÇÃO: Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim e nunca simplesmente como um meio –age de tal forma que trates o outro como um fim em si mesmo e não como um meio para atingir um outro fim. Nunca instrumentalizes o outro para atingires outros fins, em teu benefício)
autonomia da vontade – sujeito legislador/liberdade (Quando o cumprimento do dever é motivo suficiente para agir, a vontade não se submete a outra autoridade que não a razão.)
heteronomia da vontade (Quando o cumprimento do dever não é motivo suficiente para agir e invocamos razões externas, ou seja, a vontade submete-se a autoridades que não a razão)
distinção entre ações morais, amorais e imorais (– Ações por Dever, ações que cumprem as regras ou normas morais e que ocorrem por total respeito pela lei moral. Decorrem de uma exigência puramente racional;
– Ações Conformes ao Dever, movidas por inclinações sensíveis, ações que cumprem as regras ou normas morais, mas que ocorrem por interesse ou vantagem pessoal ou qualquer sentimento;
– Ações Contra o Dever, ações imorais, que não cumprem as regras ou normas morais e que surgem sempre por inclinação sensível)
distinção entre legalidade e moralidade (– Legalidade:• Respeito pelas normas legais instituídas na sociedade.
• A obrigatoriedade das normas depende de quem as faz cumprir.– Moralidade:• Respeito pelas normas instituídas na sociedade.
• A obrigatoriedade das normas depende da intencionalidade do agente (da sua consciência, das razões que justificam as suas ações))
finalidade do agir moral (
Críticas à moral Kantiana:
– Não resolve conflitos entre deveres, a teoria não nos permite decidir no caso de o dever, pelo imperativo categórico e a regra da generalização, nos obrigar a uma ação e a outra incompatível com ela, pois os deveres são sempre categóricos.
– Desculpa a negligência bem-intencionada, ignorar as consequências das ações para a sua classificação moral é contraintuitivo quando o agente, apesar da sua intenção boa, a do cumprimento do dever, é tão descuidado que origina consequências desastrosas devido à sua incompetência e ignorância.
– Ignora o papel das emoções na moralidade, a teoria considera moralmente irrelevantes os aspectos emocionais das nossas ações, sentimentos, como a piedade, a generosidade, que, para algumas pessoas, são claramente morais.
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. Desenvolver a conceção sobre a moralidade defendida por Stuart Mill, tendo por base:
critério de validação da ação moral (O valor moral das ações é determinado pelas CONSEQUENCIAS ou impactos das ações)
Princípio da moralidade (Princípio da maximização da felicidade e minimização da dor. É à luz deste princípio que se determina o valor moral das ações. Teremos que avaliar as mesmas pelos impactos resultantes)
finalidade do agir moral (
Críticas à conceção utilitarista defendida por Mill
a previsibilidade nunca é absoluta (nem sempre as consequências ocorrem como o previsto);
argumento do bode expiatório ( em prol da felicidade da maioria, o recurso ao bode expiatório pode não passar de um dano colateral).
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Desenvolver a conceção proposta por J.Rawls, no âmbito da filosofia social e política, tendo por base :
a questão à qual procura responder (
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- 10º ano Filosofia Notiz am Kant, Mill, Rawls , erstellt von Diogo Costa am 18/05/2021.
- Erstellt von
- Diogo Costa · Mai 2021
- Aktualisiert
- 18 Mai 2021
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