Quiz
AGÊNCIA ESTADUAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MARANHÃO
Fragen in diesem Quiz (30)
1A Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão definiu como pragas prioritárias aquelas de interesse econômico ou social que não estejam enquadradas como pragas quarentenárias, para as quais haja regulamentação e/ou ações em âmbito local.
Considere:
I. Ferrugem Asiática da Soja.
II. Nematoide do Cisto da Soja.
III. Ferrugem Alaranjada da Cana-deAçúcar.
IV. Bicudo do Algodoeiro.
V. Vespa da Galha do Eucalipto.
( ) Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Provoca desfolha precoce, impedindo a completa formação dos grãos, com
consequente redução da produtividade.
( ) Nematoide de Cisto de Soja − NCS (Heterodera glycines), foi detectado pela primeira vez no Brasil na safra de
1991/1992.
( ) Causada pelo fungo Puccinia kuehnii. Ataca certas variedades de Saccharum spp., interferindo na fotossíntese e na
produtividade da planta.
( ) O Anthonomus grandis tem grande potencial de dano, com alta capacidade reprodutiva, elevado poder destrutivo, de
difícil controle.
( ) Leptocybe invasa foi identificada no Brasil em meados de 2008. Desde de então se espalhou pelos principais Estados
produtores, inclusive o Maranhão.- AV − I − II − III − IV
- BI − II − III − IV − V
- CIII − II − I − IV − V
- DIV − I − II − V − III
- EII − III − I − IV – V
2Atualmente, cerca de 500 espécies de pragas quarentenárias apresentam potencial para causar danos significativos à agricultura brasileira. Delas, 221 já ocorrem em pelo menos um país da América do Sul [...]. Para viabilizar métodos e tecnologias para reduzir os riscos de entrada e dispersão e os impactos econômicos dessas pragas quarentenárias no País, foi organizado um Arranjo para Prevenção e Manejo de Pragas Quarentenárias, pela Embrapa, iniciado em 2016,
abrangendo um conjunto de 40 projetos, sendo os eixos de atuação:- AI. Conhecimento: obtenção de informações sobre as pragas quarentenárias. II. Priorização: estabelecimento de método que permita priorizar, entre as pragas quarentenárias vigentes, aquelas que serão alvo de ações de detecção, contenção e/ou mitigação. III. Detecção: desenvolvimento de metodologias e técnicas de identificação rápida para agilizar a detecção
precoce de pragas. IV. Mitigação: busca por métodos e ações para minimizar os impactos de
pragas quarentenárias pós-entrada e erradicação da praga-alvo. - BI. Inteligência quarentenária, com uso de técnicas para evitar que uma praga invada e se dissemine em uma região. II. Técnicas avançadas de melhoramento aplicadas à sanidade vegetal. III. Visão multitrófica dos agroecossistemas, que considera a complexa interação entre as plantas e outras espécies de seres vivos e toda a diversidade incluída em cada situação. IV. Manejo em paisagens agrícolas.
- CI. As pragas quarentenárias que, mesmo sob controle permanente, constituem ameaça à economia agrícola de um país ou região. II. A presença delas em determinado local pode comprometer a comercialização de produtos e implicam no impedimento de exportações.
- DI. Aperfeiçoar e promover sistemas, cadeias e arranjos produtivos locais. II. Promover a melhoria da qualidade ambiental. III. Aumentar a apropriação dos processos de desenvolvimento pelas comunidades. IV. Integrar ações e políticas públicas para o meio rural.
- EI. Programas de defesa agropecuária. II. Caravana Embrapa de alerta às ameaças fitossanitárias: Fase I e Fase II. III. Programa Nacional de Melhoramento Preventivo (Agropreventivo). IV. Portfólios de Projetos de Pesquisa em Sanidade Vegetal e em Sanidade Animal.
- AI. Conhecimento: obtenção de informações sobre as pragas quarentenárias. II. Priorização: estabelecimento de método que permita priorizar, entre as pragas quarentenárias vigentes, aquelas que serão alvo de ações de detecção, contenção e/ou mitigação. III. Detecção: desenvolvimento de metodologias e técnicas de identificação rápida para agilizar a detecção
3Em razão das medidas fitossanitárias internacionais e nacionais, observa-se a criação de três diferentes níveis de Estações de Quarentena (ou Quarentenárias), a partir de critérios que abrangem desde a adequação das infraestruturas físicas, capacitação e qualificação profissional, metodologias, análises, vistorias in loco, etc. É correto afirmar que a Estação Quarentenária Nível 2.
- ATêm áreas destinadas à realização de programas e atividades de pesquisas científicas, dispondo
muitas vezes de importantes coleções de espécies florestais nativas e viveiro de mudas. - BTem capacidade de detectar e identificar pragas quarentenárias em nível de espécie e que dispõe
de instalações adequadas e especialistas renomados nas áreas de virologia, acarologia,
nematologia, micologia, bacteriologia, entomologia, e plantas invasoras. - CÉ a estação para acompanhamento de campo de materiais de propagação vegetal harmonizadas
pelo MERCOSUL, em local de realização de ensaios de pesquisa em melhoramento genético de
vegetais, com laboratório de fitopatologia e responsável técnico com capacidade para a
realização das análises e o monitoramento das ocorrências fitopatológicas, entomológicas e de
plantas invasoras. - DTem capacidade de detectar e identificar algumas espécies de pragas quarentenárias, dispondo
de especialistas renomados em uma ou mais das seguintes áreas: virologia, acarologia,
nematologia, micologia, bacteriologia, entomologia ou plantas invasoras. - EÉ área representativa de ecossistema Brasileiro, a Estação Ecológica tem como objetivo a
preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. Apresentam, no mínimo, 90%
da área destinada à preservação integral da biota. É de posse e domínio públicos, sendo que as
áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe
a lei.
- ATêm áreas destinadas à realização de programas e atividades de pesquisas científicas, dispondo
4Há três componentes principais, indicados nas Normas Internacionais para Medidas Fitossanitárias − NIMF no 4 (FAO, 1995-2009; MAPA, 2010), em conformidade com as diretrizes da Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais concernentes ao estabelecimento e à manutenção de uma Área Livre de Pragas − ALP são eles:
- AI. Local de produção livre de pragas. II. Área livre de pragas. III. Zona tampão.
- BI. Dados compilados para estabelecer a ALP. II. Detalhes técnicos de vigilância ou levantamento.
III. Sistemas de monitoramento utilizados. - CI. Um país inteiro. II. Uma parte não infestada de um país no qual está presente uma área
infestada limitada no qual está presente uma área. III. Uma parte não infestada de um país
situada em uma área no geral infestada. - DI. Sistemas para estabelecer uma área livre de uma praga. II. Medidas fitossanitárias para
manutenção. III. Controles para verificar a manutenção destas áreas. - EI. Identidade do produto. II. Integridade do envio. III. Segurança fitossanitária.
5No Decreto no 5.741, de 30 de março de 2006, consta que: As atividades do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária serão executadas pelas Instâncias Central e Superior, Intermediárias e Locais. Entre as competências da Instância Central e Superior do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, são observadas algumas atividades, tais como,
- Acoordenação e execução de programas e campanhas de controle e erradicação de pragas dos
vegetais e doenças dos animais; manutenção dos informes nosográficos; coordenação e execução das ações de epidemiologia; coordenação e execução dos programas, dos projetos e das atividades de educação sanitária em sua área de atuação. - Bestabelecimento de procedimentos de amostragem, métodos e técnicas de controle, interpretação dos resultados e decisões decorrentes; desenvolvimento de programas de acompanhamento dos controles oficiais e da vigilância agropecuária; verificação da conformidade dos métodos de amostragem, dos métodos de análise e dos testes de detecção.
- Cvigilância agropecuária de portos, aeroportos e postos de fronteira internacionais e aduanas
especiais; fixação de normas referentes a campanhas de controle e de erradicação de pragas
dos vegetais e doenças dos animais; realização de estudos de epidemiologia e de apoio ao
desenvolvimento do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária. - Dcadastro das propriedades; cadastro dos profissionais atuantes em sanidade; cadastro das casas
de comércio de produtos de usos agronômico e veterinário; cadastro dos laboratórios de diagnósticos de doenças; inventário das doenças e pragas diagnosticadas. - Ecoordenação e compilação das informações referentes às atividades de sanidade agropecuária
em seu âmbito de atuação; controle da rede de diagnóstico e dos profissionais de sanidade
credenciados; educação e vigilância sanitária; participação em projetos de erradicação de
doenças e pragas.
- Acoordenação e execução de programas e campanhas de controle e erradicação de pragas dos
6Na esfera do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente − SINIMA, o registro público eletrônico de âmbito nacional é obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Este sistema de informações é denominado de:
- APrograma de Regularização Ambiental.
- BPlano de Manejo Florestal Sustentável.
- CPlano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno.
- DPrograma de Reforma Agrária.
- ECadastro Ambiental Rural.
7O Decreto no 24.114, de 12 de abril de 1934, aprova o regulamento de Defesa Sanitária Vegetal e trata da importação de vegetais e partes de vegetais e:
- Ada erradição e combate das doenças e pragas das plantas.
- Bdo comércio de vegetais e parte de minerais e exportação de vegetais.
- Cda fiscalização de inseticidas com aplicação na vegetação orgânica.
- Dda discriminação dos fungicidas em aplicação em vegetais para exportação.
- Edo trânsito de minerais e partes de vegetais contaminados por pragas.
8A Lei no 9.712, de 20 de novembro de 1998, dispõe sobre política agrícola, acrescentando-lhe dispositivos referentes à defesa agropecuária, com os objetivos: assegurar a sanidade das populações vegetais; a saúde dos rebanhos animais; a idoneidade dos insumos e dos serviços utilizados na agropecuária; a identidade e a segurança higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos agropecuários finais destinados aos consumidores. Considere:
I - Para alcançar estes objetivos, o Poder Público desenvolverá as atividades:
II - Vigilância e defesa sanitária vegetal; vigilância e defesa sanitária animal; inspeção e classificação de produtos de origem vegetal, seus derivados, subprodutos e resíduos de valor econômico; inspeção e classificação de produtos de origem animal, seus derivados, subprodutos e resíduos de valor econômico; fiscalização dos insumos e dos serviços usados nas atividades agropecuárias.- AA primeira afirmação é verdadeira, e a segunda afirmação é falsa e contradiz a primeira.
- BAs duas afirmações são corretas, mas não apresentam relação entre si.
- CAs duas afirmações são falsas, e não estabelecem relação entre si.
- DA primeira afirmação é falsa, e a segunda afirmação é uma justificativa da primeira.
- EAs duas afirmações são corretas, sendo a segunda afirmação uma complementação da primeira.
9Uma “Área de Baixa Prevalência de Pragas", de acordo com a legislação nacional e conforme a Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais − CIVP, é considerada uma área:
- Aregulamentada que a Organização Nacional de Proteção Fitossanitária − ONPF determinou
como a área mínima necessária para a proteção efetiva de uma área em perigo. - Bna qual uma praga específica não ocorre como demonstrado por evidência científica e na qual,
quando apropriado, esta condição é mantida oficialmente. - Cdelimitada pelas autoridades competentes, que pode corresponder à totalidade de um país,
parte de um país ou à totalidade ou partes de vários países, em que uma determinada praga se
encontra em baixo nível e que está sujeita a medidas de efetiva vigilância, controle ou
erradicação. - Dsob vigilância contínua, caracterizada pela ausência da praga, quando os registros indicarem
sua ocorrência no passado e sua erradicação após a realização de programa documentado com
essa finalidade. - Edentro da qual uma praga quarentenária está presente e está sendo oficialmente controlada.
- Aregulamentada que a Organização Nacional de Proteção Fitossanitária − ONPF determinou
10A Instrução Normativa no 33, de 24 de agosto de 2016, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento − MAPA, diz respeito à exigência, uso e controle de documentos cuja emissão na origem atestam as condições da partida de plantas ou de produtos vegetais de acordo com as normas de sanidade vegetal do MAPA. Neste contexto, o Certificado Fitossanitário de Origem − CFO refere-se:
- Aao código de conduta para a importação e liberação de agentes de controle biológico exóticos, e certificado fitossanitário de origem consolidado.
- Bà origem, sendo relacionado à Unidade de Produção, de propriedade rural ou de área de agro
extrativismo, a partir da qual saem partidas de plantas ou de produtos vegetais certificados. - Cà análise do risco com o objetivo de erradicação ou contenção de pragas quarentenárias ou para
manejo de pragas não quarentenárias regulamentadas. - Dao Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, e aos efeitos dos níveis de tolerância e ao Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado.
- Eà Unidade de Consolidação, que poderá ser beneficiadora, processadora ou embaladora, a partir da qual saem partidas provenientes de lotes de plantas ou de produtos vegetais
certificados.
11Sobre a Permissão de Trânsito de Vegetais − PTV, considere:
I. É o documento emitido para acompanhar o trânsito da partida de plantas ou produtos vegetais.
II. Serve para subsidiar a emissão do Certificado Fitossanitário.
III. Serve para subsidiar a emissão do Certificado Fitossanitário de Reexportação.
IV. Apenas servirá para trânsito de plantas ou de produtos vegetais envolvendo o transporte interno rodoviário.
V. No caso de emissão manual, somente poderá ser emitida e assinada por um Engenheiro de Minas.
Está correto o que se afirma APENAS em:- AI, II e V.
- BI, II e III.
- CI, IV e V.
- DIII, IV e V.
- EII, III e V.
12A Instrução Normativa no 16, de 18 de março de 2003, proíbe a saída de material propagativo de citrus produzido em viveiros telados e a céu aberto dos municípios onde for constatada a ocorrência de:
- AMorte súbita dos citrus.
- BVírus da tristeza dos citrus.
- CCancro cítrico.
- DPinta preta.
- ERubelose cítrica.
13A Instrução Normativa no 6, de 7 de fevereiro de 2013, proíbe o trânsito de vegetais das espécies Citrus spp., Cocos nucifera, Acacia sp., Azadirachta indica, Melia azedarach e Sorghum bicolor, hospedeiras do Ácaro:
- ATexano.
- Bda Falsa Ferrugem.
- Cda Leprose.
- DPurpúreo.
- EHindu dos Citrus.
14A Instrução Normativa no 14, de 6 de abril de 2010, estabelece as normas de controle do trânsito de plantas, exceto material in vitro, hospedeiras do ácaro vermelho das palmeiras (Raoiella indica). São plantas hospedeiras deste ácaro aquelas das famílias:
- AHeliconiaceae − Strelitziaceae − Zingib eraceae − Palmae (Arecaceae) e Basellaceae.
- BPosidoniaceae − Heliconiaceae − Strelitziaceae − Zingiberaceae e Palmae (Arecaceae).
- CMusaceae − Heliconiaceae − Strelitziaceae − Zingiberaceae e Palmae (Arecaceae).
- DTurneraceae − Posidoniaceae − Heliconiaceae − Strelitziaceae e Zingib eraceae
- ENymphaeaceae − Musaceae − Heliconiaceae − Strelitziaceae e Zingib eraceae
15A mosca-da-carambola é uma das espécies de moscas-das-frutas de maior gravidade para a economia da fruticultura brasileira. Atualmente, ela é considerada a febre aftosa do setor, pela capacidade de afetar a produtividade, a qualidade do produto e, consequentemente, de colocar em risco as exportações do país. Assim, foi estabelecida a Instrução Normativa SDA no 9, de 9 de março de 2011 que proíbe a saída de frutas frescas de espécies hospedeiras da mosca da carambola (Bactrocera carambolae), com exceção das espécies Citrus aurantium, Citrus paradisi, Citrus reticulata e Citrus sinensis, do Estado:
- AAmapá
- BRondônia
- CTocantins
- DRoraima
- EAcre
16A Instrução Normativa no 1, de 5 de janeiro de 2009, aprova os Critérios e Procedimentos para Aplicação das Medidas Integradas em um Enfoque de Sistemas para o Manejo de Risco − SMR da Praga Mancha Preta ou Pinta Preta dos Citros − MPC Guignardia citricarpa Kiely (Phyllosticta citricarpa Van der Aa) em espécies do gênero Citrus destinadas à exportação e quando houver exigência do país importador. Os critérios e procedimentos do SMR previstos nesta Instrução Normativa NÃO se aplicam aos frutos de citrus:
- Alatifólia Tanaka (lima-ácida Tahiti)
- Bparadisi Macfadyen.
- Caurantifolia Swingle.
- Dreticulata.
- Elimon L. Burmann f
17Considere as duas afirmações.
I. A Portaria no 125, de 3 de agosto de 1998 − Regulamenta o trânsito de madeira bruta, serrada e beneficiada de Pinus sp entre os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e as demais Unidades da Federação.
II. Art. 1o − O trânsito de madeira bruta, serrada e beneficiada de Pinus sp entre os Estados acima citados e desses para as demais unidades da Federação deverá, não obrigatoriamente, estar acompanhado de Permissão de Trânsito.
É correto afirmar:- AAs duas afirmações estão incorretas, mas tratam de assuntos coerentes.
- BAs duas afirmações estão corretas, mas tratam de assuntos díspares.
- CA primeira afirmação é correta, e a segunda incorreta.
- DA primeira afirmação é incorreta, e a segunda é correta.
- EA primeira afirmação complementa a segunda e ambas estão corretas.
18O Sistema Campo Limpo − SCL possibilitou, em 2017, a correta destinação para pouco mais de 44.512 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Em 15 anos de atuação, o SCL já retirou dos campos mais de 450 mil toneladas do material. No país, 94% das embalagens plásticas primárias são destinadas de forma ambientalmente correta, contribuindo com a sustentabilidade do agronegócio brasileiro, segundo dados do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, núcleo de inteligência do SCL. Neste caso, correlaciona as atividades aos conteúdos, conforme a Lei no 9.974, de 6 de junho de 2000, pois promovem um sistema de logística reversa, ao atenderem determinados requisitos, tais como,
- Aa fiscalização de competência do Poder Público sobre a devolução e destinação adequada de embalagens vazias de agrotóxicos, seus componentes e afins, de produtos apreendidos pela ação fiscalizadora e daqueles impróprios para utilização ou em desuso e o armazenamento, transporte, reciclagem, reutilização e inutilização de embalagens vazias e produtos referidos.
- Binformações sobre os equipamentos a serem usados e a descrição dos processos de tríplice lavagem ou tecnologia equivalente, procedimentos para a devolução, destinação, transporte, reciclagem, reutilização e inutilização das embalagens vazias e efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada dos recipientes.
- Cas empresas produtoras e comercializadoras de agrotóxicos, seus componentes e afins, são responsáveis pela destinação das embalagens vazias dos produtos por elas fabricados e
comercializados, após a devolução pelos usuários, e pela dos produtos apreendidos pela ação
fiscalizatória e dos impróprios para utilização ou em desuso, com vistas à sua reutilização, reciclagem ou inutilização, obedecidas as normas e instruções dos órgãos registrantes e sanitário-ambientais competentes. - Dpara serem vendidos ou expostos à venda em todo o território nacional, os agrotóxicos e afins são obrigados a exibir rótulos próprios e bulas, redigidos em português, que contenham, informações sobre os equipamentos a serem usados, descrição dos processos de tríplice lavagem ou tecnologia equivalente, procedimentos para a devolução, destinação, transporte, reciclagem, reutilização e inutilização das embalagens vazias e efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada dos recipientes.
- Eas embalagens dos agrotóxicos e afins devem ser projetadas e fabricadas de forma a impedir qualquer vazamento, evaporação, perda ou alteração de seu conteúdo e de modo a facilitar as operações de lavagem, classificação, reutilização e reciclagem.
19De acordo com o Decreto no 4.074, de 4 de janeiro de 2002, o Registro Especial Temporário − RET é:
- Aa obtenção do registro ou da reavaliação de registro de produtos técnicos, pré-misturas, agrotóxicos e afins, quando o interessado deve apresentar, em prazo não superior a cinco dias úteis, a contar da data da primeira protocolização do pedido, a cada um dos órgãos responsáveis
pelos setores de agricultura, saúde e meio ambiente, requerimento em duas vias, acompanhado
dos respectivos relatórios e de dados e informações exigidos, por aqueles órgãos, em normas
complementares. - Bo ato dos órgãos competentes estaduais, municipais e do Distrito Federal que autoriza o funcionamento de um estabelecimento produtor, formulador, importador, exportador, manipulador ou comercializador, ou a prestação de serviços na aplicação de agrotóxicos e afins.
- Ca mistura de substâncias remanescentes ou existentes em alimentos ou no meio ambiente decorrente do uso ou da presença de agrotóxicos e afins, inclusive, quaisquer derivados específicos, tais como produtos de conversão e de degradação, metabólitos, produtos de reação
e impurezas, consideradas toxicológica e ambientalmente importantes. - Da concessão do registro de agrotóxicos, produtos técnicos e pré-misturas e afins destinados ao
uso em ambientes hídricos, na proteção de florestas nativas e de outros ecossistemas, atendidas
as diretrizes e exigências dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Saúde. - Eo ato privativo de órgão federal competente, destinado a atribuir o direito de utilizar um
agrotóxico, componente ou afim para finalidades específicas em pesquisa e experimentação,
por tempo determinado, podendo conferir o direito de importar ou produzir a quantidade
necessária à pesquisa e experimentação.
- Aa obtenção do registro ou da reavaliação de registro de produtos técnicos, pré-misturas, agrotóxicos e afins, quando o interessado deve apresentar, em prazo não superior a cinco dias úteis, a contar da data da primeira protocolização do pedido, a cada um dos órgãos responsáveis
20A Lei dos Crimes Ambientais é fundamental para defender a natureza e combater a impunidade e atividades ilegais no setor. A Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Dos Crimes Contra a Flora, no artigo 38, consta: Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção, tem pena de detenção de:
- Aum a cinco anos, ou multa, somente.
- Bum mês a quatro anos e multa.
- Ccinco anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.
- Dseis anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.
- Eum a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.
21A Resolução CONAMA no 465, 5 dezembro de 2014, dispõe sobre os requisitos e critérios técnicos para o licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados ao recebimento de embalagens de:
- Aagrotóxicos e afins vazias ou contendo resíduos.
- Bfarmacêuticos e afins vazias ou contendo rejeitos.
- Ctransgênicos e afins vazias ou contendo bagaços
- Dorgânicos e afins vazias ou contendo sedimentos.
- Etransgênicos e afins vazias ou contendo sobras.
22A Portaria AGED no 681 de 4 de setembro de 2017, estabelece em seu artigo 1o: Determina que máquinas, veículos transportadores e implementos agrícolas provenientes de outras Unidades da Federação só poderão ingressar em território maranhense nas seguintes condições:
I. Portando a Nota Fiscal válida para trânsito.
II. Acompanhados de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.
III. Mediante recolhimento da taxa de emissão de Atestado de Desinfestação.
É correto afirmar:- AA primeira afirmação é incorreta, a segunda incompleta e a terceira é desconexa ao contexto.
- BAs duas primeiras afirmações estão incorretas, mas a terceira é parcialmente correta.
- CAs duas afirmações são corretas e a terceira é complementar.
- DTodas as afirmações estão incorretas, entretanto, tratam de assuntos correlatos.
- ETodas as afirmações estão corretas, mas tratam de assuntos díspares.
23Um agrotóxico é considerado extremamente toxico, com base nos valores correspondentes à DL50, por via oral. Quanto à esta classificação toxicológica dos agrotóxicos, é correto afirmar que pertence à classe:
- AIII, apresentando DL50 entre 50 mg − 500 mg/kg de peso vivo e a cor da faixa no rótulo da embalagem for vermelho vivo.
- BI, apresentando DL50 < que 50 mg/kg de peso vivo e a cor da faixa no rótulo da embalagem for preta.
- CIV, apresentando DL50 entre 50 mg/kg de peso vivo e a cor da faixa no rótulo da embalagem for azul intenso.
- DI, apresentando DL50 < que 50 mg/kg de peso vivo e a cor da faixa no rótulo da embalagem for
vermelho vivo. - EII, apresentando DL50 < que 50 mg/kg de peso vivo e a cor da faixa no rótulo da embalagem for
amarelo intenso.
24A Instrução Normativa no 42, de 9 de dezembro de 2014, exclui da Lista de Pragas Quarentenárias Presentes − (A2) o inseto Aleurocanthus woglumi. Segundo a Fundecitrus este inseto de origem asiática, causa danos diretos e indiretos aos citros, prejudicando tanto o desenvolvimento como a produção, sendo que as espécies de citros são os hospedeiros primários, mas podem infestar mais de 300 espécies de plantas, incluindo abacateiro, cajueiro, videira, lichiera, goiabeira, mamoeiro, pereira e roseira, plantas ornamentais e daninhas, sendo transportadas facilmente entre regiões, representando riscos constantes. Este inseto é conhecido popularmente como:
- AMosca negra.
- BMosca das frutas.
- CMinador dos citros.
- DEscama farinha.
- EPulgão preto.
25A Resolução CONAMA no 465, de 5 de dezembro de 2014, considera que a destinação inadequada de embalagens causa danos ao meio ambiente e à saúde humana, instituindo expressamente a responsabilidade compartilhada pelos resíduos de produtos agrotóxicos e a obrigação do consumidor de devolver as embalagens contendo resíduos, além das embalagens vazias. Assim, a Resolução define “Posto” como:
- Aunidade que se destina ao recebimento, controle, redução de volume, acondicionamento e armazenamento temporário de embalagens de agrotóxicos e afins, vazias ou contendo resíduos,
que atenda aos consumidores, estabelecimentos comerciais e postos, até a retirada das embalagens e resíduos para a destinação final ambientalmente adequada. - Bunidade que se destina ao recebimento, controle e armazenamento temporário das embalagens
de agrotóxicos e afins, vazias ou contendo resíduos, até que as mesmas sejam transferidas à
central ou diretamente à destinação final ambientalmente adequada. - Clocal onde se realiza a comercialização de agrotóxicos e afins, responsável pelo recebimento,
controle e armazenamento temporário das embalagens de agrotóxicos e afins, vazias ou contendo resíduos. - Dcoleta regular de embalagens de agrotóxicos e afins, vazias ou contendo resíduos, para posterior
entrega em locais ambientalmente adequados. - Elocal de execução de programas de prevenção de riscos ambientais, assim como, de monitoramento periódico da saúde de todos os trabalhadores de acordo com as normas vigentes do Ministério do Trabalho e Emprego e Ministério da Saúde.
- Aunidade que se destina ao recebimento, controle, redução de volume, acondicionamento e armazenamento temporário de embalagens de agrotóxicos e afins, vazias ou contendo resíduos,
26A Portaria MAPA no 1.177, de 22 de dezembro de 2014, estabelece em seu artigo 11-A: Ficam priorizadas as análises técnicas dos pleitos dos produtos agrotóxicos e afins aplicáveis no controle, supressão ou erradicação da praga Helicoverpa armigera enquanto vigente a emergência fitossanitária. No âmbito da referida Portaria, há a necessidade de requerer a habilitação para controle emergencial da praga quarentenária, no uso do agrotóxico com o ingrediente ativo:
- AChlorantraniliprole.
- BIndoxacarb.
- CChlorfenapyr.
- DEmamectin Benzoate.
- EBacillus thuringiensis.
27A Portaria MAPA no 1.177, de 22 de dezembro de 2014 estabelece normas para o uso emergencial de agrotóxicos para controle, supressão ou erradicação da praga Helicoverpa armigera. A autorização de uso emergencial destes agrotóxicos deve obedecer às várias etapas, sendo correto afirmar:
- AComprovar registro do produto em pelo menos 3 países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
- BAs empresas interessadas em importar produtos para atender às necessidades do estado de
emergência fitossanitária poderão requerer, paralelamente, junto ao setor competente da
Secretaria de Defesa Agropecuária − DAS do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
− MAPA, a solicitação emergencial temporária para importação do produto de interesse. - CPara adquirir o produto e prescrever a aplicação do produto, o Responsável Técnico deve entregar à empresa autorizada a comercializar o produto uma segunda via do pedido de habilitação, uma cópia do comunicado e apresentar, em duas vias, prescrição de uso dos produtos indicados na referida Portaria.
- DElaborar um plano de segurança e controle no transporte, armazenamento, aplicação e
eliminação de resíduos e sobras ao final da vigência do estado de emergência fitossanitária, e
destinação final das embalagens vazias, devidamente aprovado pelo Órgão Estadual ou Distrital
de Defesa Agropecuária. - EResponsabilidade da Vigilância fitossanitária para realização dos levantamentos para detecção,
delimitação e monitoramento das pragas quarentenárias presentes, delimitando a área de
ocorrência e a sua importância econômica.
28A Portaria no 165, de 23 de março de 2012 classifica o fungo Fusarium guttiforme, tendo o abacaxizeiro seu principal hospedeiro como praga prioritária para o Estado:
- AParaná
- BMaranhão
- CSanta Catarina
- DEspírito Santo
- ESergipe
29De acordo com o Decreto Estadual no 23.118, de 29 de maio de 2007, que regulamente a Lei no 8.521, de 30 de novembro de 2006, considere:
I. O manejo integrado é um conjunto de práticas agronômicas baseadas no manejo das populações de pragas, patógenos e plantas invasoras.
II. As práticas agronômicas do manejo integrado visam minimizar a utilização de agrotóxico, manter a população dos agentes abaixo do nível de dano econômico.
III. As práticas agronômicas do manejo buscam viabilizar a conservação do equilíbrio do agroecossistema, com maior produção e menor custo.
IV. O manejo integrado é feito, exclusivamente, no pós-colheita para maximizar os benefícios do agrotóxico.
V. O manejo integrado é um conjunto de práticas agrárias que procura distribuir melhor as embalagens e resíduos de fertilizantes.- AII e V.
- BI e II.
- CI e III.
- DIV e V.
- EI, II e III.
30A Portaria AGED-MA no 638, de 19 de agosto de 2011, encontra-se fundamentada no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento − MAPA, visto que a cultura da soja (Glycine max) apresenta-se como uma atividade socioeconômica de relevância para várias regiões produtivas do estado, embora os focos da praga da Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi) representem um agravo severo na propagação do patógeno, exigindo medidas fitossanitárias, técnicas e administrativas visando a prevenção, controle e erradicação. Deste modo, os produtores autorizados ficam obrigados a seguir, rigorosamente, as medidas de controle da Ferrugem Asiática da Soja estabelecidas oficialmente:
- Apelo Escritório Regional da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão.
- Bpela Assistência Técnica e Extensão Rural.
- Cpela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão.
- Dpela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.
- Epelo Comitê Estadual do Controle da Ferrugem Asiática da Soja.
Informationen
- Beschreibung
- FCC - 2018
- Autor
- Marks Moura
- Sprache
- Português
- Aufrufe
- 33
- Schlagwörter
- Bewertung
- Noch keine Bewertungen Bewerte dieses Quiz