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Diagrama de flujo

Sin título

victoria oliveira Portugués

Contenido del diagrama

  1. Ácidos Graxos Essenciais (AGE)

  2. Composição

  3. Indicação

  4. Mecanismo de ação

  5. Tipos de Feridas

  6. Modo de usar

  7. Contra indicação

  8. Periodicidade de troca

  9. óleo vegetal composto por ácido linoleico, ácido caprílico, ácido cáprico, vitamina A, E e lecitina de soja

  10. Prevenção de úlceras de pressão, feridas abertas superficiais com ou sem infecção

  11. promove a quimiotaxia e a angiogênese, mantém o meio úmido e acelera o processo de granulação tecidual

  12. Úlcera por pressão, úlcera venosa de estase, com ou sem infecção

  13. Espalhar o AGE no leito da ferida ou embeber gazes estéreis de contato o suficiente para manter o leito da ferida úmido até a próxima troca. Ocluir com cobertura secundária estéril de gaze e fixar.

  14. Hipersensibilidade, feridas com cicatrização por 1 intenção

  15. sempre que o curativo secundário estiver saturado ou, no máximo, a cada 24 horas

  16. Hidrogel

  17. gel transparente, incolor, composto por: água (77,7%), carboximetilcelulose (CMC-2,3%) e propilenoglicol (PPG-20%)

  18. feridas superficiais moderada ou baixa exsudação. Remover as crostas, fibrinas, tecidos desvitalizados ou necrosados

  19. amolece e remove tecido desvitalizado através de desbridamento autolítico. A água mantém o meio úmido, o CMC facilita a re-hidratação celular e o desbridamento. O PPG estimula a liberação de exsudato

  20. Feridas com crostas, fibrinas e tecidos necrosados

  21. lavar o leito da ferida. Espalhar o curativo ou introduzi-lo na cavidade assepticamente. Ocluir a ferida com cobertura secundária estéril

  22. pele íntegra e incisões cirúrgicas fechadas

  23. a cada um a três dias, dependendo da quantidade de exsudato

  24. Hidrocolóide

  25. camada externa de espuma de poliuretano e outra interna composta de gelatina, pectina e carboximetilcelulose sódica

  26. estimula a angiogênese e o desbridamento autolítico. Acelera o processo de granulação tecidua

  27. feridas abertas não infectadas, com leve a moderada exsudação. Prevenção ou tratamento de úlceras de pressão não infectadas

  28. Feridas abertas não infectadas

  29. Lavar a ferida. Escolher o hidrocolóide, com diâmetro que ultrapasse a borda da ferida pelo menos 3 cm.

  30. feridas colonizadas ou infectadas. Feridas com tecido desvitalizado ou necrose e queimaduras de 3o grau

  31. a cada um a sete dias, dependendo da quantidade de exsudação.

  32. Papaína

  33. composta por enzimas proteolíticas e peroxídases: papaína, quimiopapaína A e B e papayapeptidase.

  34. Tratamentos de feridas abertas, limpas ou infectadas. Desbridamento de tecido

  35. Atua como desbridante químico, facilitando o processo cicatricial. Tem ação bacteriostática, bactericida e antiinflamatória

  36. Feridas abertas, limpas ou infectadas

  37. na presença de tecido de granulação a concentração deverá ser de 2%. Na presença de necrose de liquefação a ferida deverá ser lavada em jatos com solução de papaína de 4 a 6% diluída em solução fisiológica. Na presença de necrose de coagulação na concentração de 8 a 10%, após efetuar a escarectomia

  38. pacientes com sensibilidade à substância ou outro componente da formulação

  39. em média a cada 12 horas

  40. Sulfadiazina de Prata

  41. álcool cetoestearílico, cetomacrogol 1.000, petrolato líquido, propilenoglicol, metilparabeno, propilparabeno, butil-hidroxitolueno e água purificada

  42. Prevenção e tratamento de feridas com grande potencial de sepse: queimaduras, úlceras venosas, úlceras de decúbito e feridas cirúrgicas infectadas. Ação profilática contra infecções em cateterismos venosos e arteriais

  43. membrana citoplasmática da célula bacteriana, exercendo ação bactericida imediata, e ação bacteriostática residual, pela liberação de pequenas quan- tidades de prata iônica

  44. feridas causadas por queimaduras ou que necessitem ação antibacteriana.

  45. Após a limpeza da lesão, aplicar uma camada de Sulfadiazina de Prata (substância ativa)

    Fazer um curativo com gaze

  46. Em caso de gravidez a termo, crianças prematuras e recém-natos nos dois primeiros meses de vida.

    O seu uso deve ser cuidadosamente observado em pac que apresenta hipersensibilidade às Sulfas e aos demais componentes da formulação, também não é recomendado em mulheres que estejam amamentando.

  47. 1 vez ao dia. Caso a lesão seja muito exsudativa, aplicar o creme uma segunda vez ao dia

  48. Bandagem impregnada com pasta a base de óxido de zinco, glicerol, álcool ceto-estearílico, óleo de rícino, goma acácia, conservantes e água

  49. Bota de Unna

  50. Indicada para tratamento ambulatorial de úlcera venosa e edema linfático dos membros inferiores

  51. Restabelecimento da circulação sanguínea normal

  52. Ulceras venosas e edemas linfáticos

  53. Iniciar a aplicação da bandagem pela base do pé, mantendo o pé e o calcanhar em ângulo reto. Aplicar a bandagem ao longo da perna até a altura do joelho

    Aplicar uma bandagem elástica ou faixa de crepe para fixação da Bota. Manter a pressão uniforme recobrindo completamente a Bota de Unna

  54. Para tratamento de úlceras arteriais/mistas (comprometimento venoso e arterial).

    Não deve ser utilizado em pessoas com sensibilidade conhecida ao produto ou aos seus componentes

  55. A bandagem pode ser mantida intacta por até 7 dias, a menos que haja desconforto, vazamento de exsudato, sinais clínicos de infecção, dormência e latejamento dos dedos ou em caso de quaisquer outras irritações locais.

  56. Colagenase

  57. colagenase clostridiopeptidase A e enzimas proteolíticas

  58. feridas com tecido desvitalizado

  59. age degradando o colágeno nativo da ferida

  60. a cada 24 horas

  61. aplicar a pomada sobre a área a ser tratada. Colocar gaze de contato úmida. Cobrir com gaze de cobertura seca e fixar

  62. desbridamento enzimático suave e não invasivo de lesões

  63. feridas com cicatrização por primeira intenção

  64. Carvão Ativado

  65. tecido carbonizado e impregnado com nitrato de prata a 0,15%, envolto por camada de tecido sem carvão ativado

  66. feridas infectadas exsudativas com ou sem odor

  67. o carvão ativado absorve o exsudato e filtra o odor. A prata exerce ação bactericida

  68. feridas fétidas, infectadas e exsudativas

  69. remover o exsudato e o tecido desvitalizado. Colocar o curativo de carvão ativado sobre a ferida.e oclui-la com cobertura secundária estéril

  70. feridas limpas e lesões de queimaduras

  71. a cada 1-4 dias, dependendo da quantidade de exsudação

  72. Protonsan Gel

  73. 0,1% de undecilaminopropil betaína, 0,1% de polihexanida, glicerol, hidroxietilcelulose, água purificada

  74. Indicado para limpeza, descontaminação e umidificação do leito da feridas agudas ou crónicas, principalmente cavitárias. Pode ser usado em feridas colonizadas, criticamente colonizadas e infectadas, bem como em queimaduras de grau I e ll

  75. remove revestimentos, biofilmes e prepara a ferida para receber o curativo

  76. feridas de espessura parcial a total, úlceras por pressão de estágio I a IV, úlceras arteriais, venosas e mistas, úlceras pós- cirúrgicas, queimaduras de 1º e 2º graus, áreas doadoras de enxerto, úlceras infectadas ou não

  77. em feridas superficiais e lisas o prontosan deve ser aplicado diretamente a ferida. Cobrindo a mesma com curativo secundário de escolha.

    Para feridas cavitárias ou em forma de fistula, cobrir com uma camada de prontosan gel. Não exercer pressão sobre a ferida na colocação do curativo secundário

  78. Queimaduras grau III e IV

  79. uso contínuo e repetitivo todas as vezes que fizer a troca do curativo

  80. Hidropolímero

  81. almofada de espuma composta de camadas sobrepostas de não tecido e hidropolímero e revestida por poliuretano

  82. feridas abertas não infectadas com leve a moderada exsudação

  83. proporciona um ambiente úmido e estimula o desbridamento autolítico. Absorve o exsudato e expande-se à medida que a absorção se faz

  84. feridas abertas não infectadas com leve a moderada exsudação

  85. posicionar o curativo sobre o local de forma que a almofada de espuma cubra a ferida e a parte central lisa fique sobre ela

  86. feridas infectadas ou com tecidos necrosados

  87. trocar o curativo sempre que houver presença de fluído nas bordas da almofada de espuma ou, no máximo, a cada 7 dias

  88. constituído por uma membrana de poliuretano, coberto com adesivo hipoalergênicos.

  89. Filme Transparente Semi Permeável

  90. indicado como curativo primário, curativo secundário e para fixação de catéter.

    Este produto é semi-permeável, ou seja, permite a passagem de gases e vapores, permitindo a respirabilidade da pele e, ao mesmo tempo, é impermeável à bactérias e à água

  91. mantém o ambiente úmido entre a lesão e o curativo. Favorece o desbridamento autolítico, protege contra traumas, ajudando na cicatrização.

  92. feridas cirúrgicas fechadas e limpas, proteção da pele íntegra em pacientes com propensão para escaras, úlceras de primeiro estágio, fixação de curativos primários em geral, fixação de curativos primários que requeiram proteção e sejam barreiras contra fluidos, fixação de catéteres periféricos e centrais não contaminados

  93. retirar molduras e abas e aplicar o curativo sobre a ferida bem rente à lesão, sobre cateter ou tatuagem.

  94. Não usar sobre catéteres e feridas infectados, feridas profundas ou altamente exsudativas.

  95. Trocar quando perder a transparência ou houver sinais de infecção

  96. Substância utilizadas em curativos

Información

Descripción
Diagrama sobre Sin título, creado por victoria oliveira el 10/06/2019.
Creado por
victoria oliveira · jun 2019
Actualizado
11 jun 2019
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