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INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
1914 - 1918 (1934)
Foi principalmente a partir da primeira Guerra Mundial que o país passou por um significativo desenvolvimento industrial e maior diversificação do parque fabril pois em virtude do conflito na Europa houve uma redução da entrada de mercadorias estrangeiras no Brasil.
Embora tenha passado por importantes períodos de crescimento com a primeira Guerra. A industrialização brasileira sofreu o seu maior impulso a partir de 1929 com a crise econômica mundial decorrente da quebra da bolsa de valores de Nova York.
INÍCIO
ECONOMIA
Agricultura cafeeira, principal atividade econômica então, exigia a construção de eficiente rede de transporte, assim as ferrovias foram se desenvolvendo-se no país, para escoar a produção do interior para os portos também se estabeleceu um sistema bancário integrado a economia mundial e um comércio para atender as necessidades crescentes na cidades.
O Brasil tinha forte comércio de importação e exportação com a Europa.
Com a primeira Guerra o Brasil perdeu seu principal importador e exportador até então a Europa, que focava na produção vinculada à guerra. E era o principal fornecedor de produtos industrializados.
Outro acontecimento que contribuiu do para o desenvolvimento industrial brasileiro, foi revolução de 1930 que tirou a oligarquia agroexportadora paulista do poder.
Já como fundo privado, os barões do café, que residiam no centros urbanos, sobretudo na cidade são Paulo, para cuidar da comercialização da produção nos bancos investir na bolsa de valores, aplicavam enorme quantidade de capital no sistema financeiro, capital que ficou em parte disponível para montar indústrias e investir em infraestrutura.
ERA VARGAS
ESTATAIS
O governo agia diretamente na economia realizando uma política de industrialização por substituição de importações.
Nessa política de substituições, o Estado seria responsável por apoiar o crescimento da indústria a partir da criação das indústrias de base. Tais indústrias dariam suporte para que os demais setores industriais se desenvolvessem, fornecendo importantes matérias-primas. Várias indústrias estatais e institutos de pesquisa foram criados no período. Entre as empresas estatais criadas por Vargas, podemos citar a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Companhia Vale do Rio Doce (1942), a Fábrica Nacional de Motores (1943) e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945).
ERA JK
INVESTIMENTOS
O governo agia diretamente na economia realizando uma política de industrialização por substituição de importações. Fazendo empréstimos em fundações como FMI e o BM.
Com investimento em multinacionais automobilista, fez com que novas empresas vinhesse pra o Brasil.
Mas o Brasil era um país rural, com a chegada de multinacionais automobilística, gerou a necessidade de novas vias de transporte, e desta forma aconteceu o êxodo rural.
Com a substituição das ferrovias para as novas Rodovias que cortavam todo o território nacional
AUMENTO DA DÍVIDA EXTERNA
PERÍODO MILITAR
Crise do petróleo + juros do FMI e BM de 10% ao ano
Criação da zona Franca de Manaus, com intuito de alavancar a economia e populacionar a Amazônia, abrir suas novas indústria de bens não duráveis
A zona Franca de Manaus é uma área industrial criada pelo governo brasileiro na região amazônica com o objetivo de atrair fábricas para uma região pouco povoada no país e promover uma maior integração territorial na, Região Norte.
Prática ocorreu durante o período da ditadura
militar, que via com bons olhos a ocupação do território da Amazônia para garantir ali a
soberania nacional sob o lema: "Integrar para não
entregar".
DÉCADA DE 80 E 90
ESTAGNAÇÃO ECONÔMICA
INFLAÇÃO
No Brasil, a hiperinflação ocorreu nos anos 80 e início dos anos 90, quando a inflação galopante chegou a superar os 80% ao mês – sim, ao mês. Ou seja, o mesmo produto chegava a quase dobrar de preço de um mês para o outro. Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostram que entre 1980 e 1989, a inflação média no país foi de 233,5% ao ano. Na década seguinte, entre os anos de 1990 e 1999, a variação anual subiu para 499,2%.
ARROCHO SALARIAL
Arrocho salarial é a consequência de uma política salarial cujos reajustes não acompanham a inflação. Pode ocorrer como política de governo ou decorrente da livre negociação entre empresas e trabalhadores. Pode atingir tanto o salário mínimo de um país como os salários acima dele.
FERNANDO COLLOR DE MELLO
Congelamento de preços e aumento das
taxas de juros; Cortes de despesas públicas, elevação de
impostos e demissão de funcionários
públicos; Privatizações de empresas estatais, como,
por exemplo, as Usinas Siderúrgicas de
Minas Gerais; Facilitou a entrada de mercadorias estrangeiras, com a redução de impostos
sobre mercadorias importadas;
Dentre outras medidas mais polêmicas que
afetaram, sobretudo, a classe média. como o
bloqueio da retirada de depósitos bancários
superiores ao valor de 50 mil cruzados novos.
PLANO REAL
O programa foi a mais ampla medida econômica já realizada no Brasil e tinha como objetivo principal o controle da hiperinflação que assolava o país. Utilizou-se de diversos instrumentos econômicos e políticos para a redução da inflação que chegou a 46,58% ao mês em junho de 1994, época do lançamento da nova moeda. A idealização do projeto, a elaboração das medidas do governo e a execução das reformas econômica e monetária contaram com a contribuição de vários economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso.
NEOLIBERALISMO
Privatização da telefonia estatal como a Telebras, Telerj, Telesp, Telemig, etc. e da empresa nacional Embratel;
Venda dos bancos estaduais como Banerj, Banestado, Banesp, etc.
Privatização de empresas como Embraer, Vale do Rio Doce e Companhia Siderúrgica Nacional, entre outras;
Redução de 20% dos funcionários públicos em nível federal e estadual por meio da aposentadoria antecipada ou demissão;
Terceirização de trabalhadores e vários serviços do estado;
Abertura do mercado nacional para empresas estrangeiras;
GUERRA FISCAL
Denomina-se por Guerra Fiscal a prática econômica de administrações estaduais e municipais a fim de atrair a instalação de uma determinada empresa ou fábrica para dinamizar a economia local e gerar empregos. No Brasil, essa prática intensificou-se a partir da década de 1990.
A guerra fiscal funciona do seguinte modo: prefeituras ou governos estaduais, na busca por dinamizar as suas economias locais, oferecem incentivos fiscais, terrenos, fácil acesso a matérias-primas e outras vantagens para atrair a instalação de empresas – geralmente multinacionais. Os incentivos mais praticados são as isenções de impostos durante um determinado período.
As desvantagens da guerra fiscal é que isso faz com que o Brasil em geral, deixe de arrecadar volumosos recursos, em virtude da disputa, sendo que de qualquer forma, ela se instalaria no Brasil. Além disso, quem adquire bens ou serviços de outro estado, quando usufrui de incentivos fiscais no seu estado de origem, pode sofrer sanções, como restrições ao crédito do ICMS.
LULA
ACABA COM AS GUERRAS FISCAIS.
ESCOLA: COLÉGIO ESTADUAL HORÁCIO DE MATOS
ALUNO: CÍCERO GUSTAVO
PROFESSOR: JUNIOR
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- 3º ano Geografia Diagrama sobre Sin título, creado por Guilherme Back el 29/03/2020.
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- Creado por Guilherme Back · 29 mar 2020
- Copiado por Guilherme Back · 29 mar 2020
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