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Ramon Barbosa Portugués 28 fichas

Fichas del conjunto (28)

  1. 1Arteria iliaca interna irriga oq?Pelve, gluteo e parte medial da coxa
  2. 2iliaca externa irriga oq?membro inferior majoritariamente
  3. 3O que passa no canal obturatorio? Essas estruturas são provenientes de onde e quais suas funções?Passa nervo obturatorio e arteria obturatoria. N obturatorio vem do plexo lombar e a arteria vem da iliaca interna. Inerva e irriga parte medial da coxa.
  4. 4Qual origem do nervo isquiatico?L4 a S3
  5. 5Quais musculos formam o diafragma pelvico?isquiococcigeo e levantador do anus
  6. 6O que é bartolinite?Bartolinite é causada pela obstrução com inflamação de uma ou ambas as glândulas de Bartholin,
  7. 7Quais estruturas podem ser lesadas no parto?m. levantador do anus, clitoris, centro tendineo do perineo.
  8. 8O que é episiotomia?é a incisão da parede posterior da vagina e da parte adjacente do períneo, ampliando-se a abertura para a passagem da cabeça do feto, de forma controlada e de fácil correção, a qual é feita imediatamente após o parto.
  9. 9Nervo pudendo é originario de onde e qual sua função?S2, s3 e 24. Inervar glande e clitoris
  10. 10O que forma diafragma urogenital?Esfincter da uretra e transverso profundo do períneo
  11. 11Qual o ramo mais distal do nervo femoral? e sua função?Nervo safeno. Inervação parte medial da perna e do pé. Pode ser lesado em caso de retirada da safena magna.
  12. 12Qual origem do obturatório e qual sua função?Os nervos espinhais de L2, L3, L4 (ramo anterior) dão origem ao nervo terminal obturatório. É um nervo motor e sensitivo. As duas porções inervam região medial da coxa.
  13. 13Quais são os musculos do jarrete?semitendineo, semimenbranaceo e cabeça longa do biceps femoral
  14. 14Quais os musculos do triplo esfincter vaginal?Levantador do anus, transverso profundo do perineo e bulboesponjoso
  15. 15O nervo obturatório é vulnerável à lesão durante cirurgia (p. ex., durante a retirada de linfonodos cancerosos da parede lateral da pelve).A lesão desse nervo pode causar espasmos dolorosos dos músculos adutores
    da coxa e déficits sensitivos na região medial da coxa.
  16. 16Cistocele | Hérnia da bexiga urináriaA perda da sustentação vesical em mulheres por lesão do assoalho pélvico durante o parto (p. ex., laceração dos
    músculos do períneo [ver Figura B3.5B] ou lesão dos nervos que os suprem, ou ainda por ruptura da sustentação
    fascial da vagina, o paracolpo [ver Figura 3.14B]), pode acarretar o colapso da bexiga urinária sobre a parede
    anterior da vagina. Quando a pressão intra-abdominal aumenta (como durante a “força expulsiva” na defecação), pode haver
    protrusão da parede anterior da vagina para o vestíbulo através do óstio da vagina (Figura B3.8).
  17. 17Fístulas vaginaisEm virtude da proximidade entre a vagina e os órgãos pélvicos adjacentes, o traumatismo obstétrico durante o
    trabalho de parto longo e difícil pode ocasionar fraquezas, necrose ou rupturas na parede da vagina e, às vezes,
    além. Estas podem dar origem ou se transformar depois em passagens anormais (fístulas) entre o lúmen vaginal e o
    lúmen da bexiga urinária, uretra, reto ou períneo, em posição adjacente (Figura B3.24). A urina entra na vagina pelas fístulas
    vesicovaginal e uretrovaginal, mas o fluxo é contínuo na primeira e ocorre apenas durante a micção na última. No caso de
    uma fístula retovaginal, pode haver eliminação de fezes pela vagina.
  18. 18Inanição e prolapso retalOs corpos adiposos das fossas isquioanais estão entre as últimas reservas de tecido adiposo a desaparecerem na
    inanição. Na ausência da sustentação assegurada pela gordura isquioanal, o prolapso retal é relativamente comum.
  19. 19Infecção das glândulas vestibulares maioresAs glândulas vestibulares maiores geralmente não são palpáveis, mas tornam-se palpáveis quando infectadas. A
    oclusão do ducto da glândula vestibular pode predispor o indivíduo à infecção das glândulas vestibulares maiores. A
    glândula é o local de origem da maioria dos adenocarcinomas vulvares. A bartolinite, inflamação das glândulas
    vestibulares maiores (de Bartholin), pode ser causada por vários organismos patogênicos. As glândulas infectadas podem
    aumentar até um diâmetro de 4 a 5 cm e invadir a parede do reto. A oclusão do ducto da glândula vestibular sem infecção
    pode resultar no acúmulo de mucina (cisto da glândula vestibular maior [de Bartholin]) (Figura B3.34).
  20. 20Dissecção da veia safena e lesão do nervo safenoMesmo quando não é visível em lactentes, em pessoas obesas ou em pacientes em choque cujas veias estão
    colapsadas, a veia safena magna sempre pode ser localizada por uma incisão cutânea anterior ao maléolo
    medial (Figura 5.14A). Esse procedimento, chamado dissecção da veia safena, é usado para introduzir uma
    cânula para administração prolongada de sangue, expansores plasmáticos, eletrólitos ou fármacos.
    O nervo safeno acompanha a veia safena magna anteriormente ao maléolo medial. Caso seja seccionado durante a
    dissecção da veia safena ou preso em uma sutura durante o fechamento da incisão, o paciente pode queixar-se de dor ou
    dormência ao longo da margem medial do pé.
  21. 21trígono femoralLimites e conteúdo do trígono femoral. O trígono é limitado pelo ligamento
    inguinal superiormente, o músculo adutor longo medialmente e o músculo sartório lateralmente. O nervo e os vasos femorais
    entram na base do trígono superiormente e saem de seu ápice inferiormente
  22. 22Lesão do nervo glúteo superiorA lesão desse nervo acarreta perda motora característica, com claudicação do músculo glúteo médio incapacitante,
    para compensar o enfraquecimento da abdução da coxa pelos músculos glúteos médio e mínimo, e/ou marcha
    glútea, uma inclinação compensatória do corpo para o lado em que o glúteo está enfraquecido. Essa compensação
    coloca o centro de gravidade sobre o membro inferior que sustenta o peso. Também há comprometimento acentuado da
    rotação medial da coxa. Quando uma pessoa é instruída a ficar de pé sobre uma perna só, os músculos glúteos médio e
    mínimo normalmente se contraem assim que o outro pé deixa o solo, evitando inclinação da pelve para o lado sem apoio
    (Figura B5.18A e B).
    Quando uma pessoa que sofreu uma lesão do nervo glúteo superior é instruída a ficar de pé sobre uma perna, há queda
    da pelve sobre o lado sem apoio (Figura B5.18C), indicando fraqueza ou inatividade dos músculos glúteos médio e mínimo
    no lado apoiado. Na clínica, esse sinal é denominado teste de Trendelenburg positivo.
  23. 23Lesão do nervo isquiáticoA dor na nádega pode resultar da compressão do nervo isquiático pelo músculo piriforme (síndrome do piriforme).
    Os praticantes de esportes que exigem o uso excessivo dos músculos glúteos (p. ex., patinadores no gelo, ciclistas e
    alpinistas) e as mulheres são mais propensos a desenvolver essa síndrome. Em aproximadamente 50% dos casos, os
    relatos indicam traumatismo da nádega associado a hipertrofia e espasmo do músculo piriforme. Em cerca de 12% das
    pessoas nas quais a divisão fibular comum do nervo isquiático atravessa o músculo piriforme (Figura 5.43B), esse músculo
    pode comprimir o nervo.
  24. 24Injeções intraglúteasAs injeções na nádega só são seguras no quadrante superolateral ou acima de uma linha que se estende da EIPS até a
    margem superior do trocanter maior (aproximando-se da margem superior do músculo glúteo máximo).
  25. 25Lesão do nervo tibialA lesão do nervo tibial é rara devido à sua posição profunda e protegida na fossa poplítea; entretanto, pode haver
    lesão do nervo nas lacerações profundas da fossa poplítea. A luxação posterior da articulação do joelho também
    pode lesar o nervo tibial. A secção do nervo tibial causa paralisia dos músculos flexores da perna e dos músculos
    intrínsecos na planta do pé. As pessoas com lesão do nervo tibial não conseguem realizar flexão plantar do tornozelo ou de
    fletir os dedos dos pés. Também há perda da sensibilidade na planta do pé.
  26. 26Lesão do nervo fibular comum e pé em gotaEm virtude de sua posição superficial, o nervo fibular comum é lesado com maior frequência no membro inferior,
    principalmente porque se espirala sob a pele ao redor do colo da fíbula, o que o deixa vulnerável ao traumatismo
    direto (Figura 5.57A). Esse nervo também pode ser seccionado durante a fratura do colo da fíbula ou muito
    distendido quando há lesão ou luxação da articulação do joelho. A secção do nervo fibular comum resulta em paralisia flácida
    de todos os músculos nos compartimentos anterior e lateral da perna (dorsiflexores do tornozelo e eversores do pé). A perda
    da dorsiflexão do tornozelo causa o pé em gota, que é ainda mais exacerbado pela inversão do pé sem oposição. Isso tem o
    efeito de tornar o membro “muito longo”: os dedos não saem do solo durante a fase de balanço da marcha (Figura B5.20A).
  27. 27Compressão do nervo fibular profundoO uso excessivo de músculos supridos pelo nervo fibular profundo (p. ex., na prática de esqui, corrida e dança) pode
    resultar em lesão muscular e edema no compartimento anterior.
  28. 28Compressão do nervo fibular superficialAs entorses crônicas do tornozelo podem causar estiramento recorrente do nervo fibular superficial, o que pode provocar dor
    na face lateral da perna e no dorso do tornozelo e do pé. Pode haver dormência e parestesia (agulhadas ou formigamento),
    que aumentam com a atividade.

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Fichas sobre Sin título, creado por Ramon Barbosa el 06/12/2019.
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Ramon Barbosa
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