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Fichas

SAUDE DA MULHER

Liliana Innocencio Portugués 64 fichas

SAUDE DA MULHER

Fichas del conjunto (64)

  1. 1CONSULTA GINECOLÓGICA DE ENFERMAGEM PROCESSO DE ENFERMAGEMANAMNESE, EXAME FÍSICO GERAL E ESPECÍFICO
    Coleta de dados/histórico de
    enfermagem
    Diagnóstico de enfermagem
    Avaliação, Planejamento, implementação
  2. 2Consulta de EnfermagemÉ uma atividade desenvolvida para uma melhor assistência a saúde, em
    nível ambulatorial que utiliza componentes do método cientifico para
    identificar situações de saúde-doença, prescrever e implementar medidas de
    Enfermagem que contribuam para a proteção, promoção, recuperação e
    reabilitação da saúde do indivíduo.
  3. 3A Lei nº 7.498 artigo 11, inciso I, alínea “i”consulta de enfermagem como atividade privativa do Enfermeiro.
  4. 4A IMPORTÂNCIA DO REGISTRO NA CONSULTA DE ENFERMAGEMFornecer à equipe de saúde dados sobre a evolução da cliente
    Facilitar a comunicação entre a equipe de saúde
    Documentar as ações realizadas com a cliente
    Fornecer subsídios para a conduta diagnóstica e terapêutica
    Testemunhar as ações de enfermagem em processos legais
    Avaliação dos cuidados de enfermagem prestados
    Fonte de conhecimento e pesquisa
  5. 5CONSULTA GINECOLÓGICA DE ENFERMAGEM Anamnese
     Exame físico geral
    Exame das mamas
    Exame ginecológico
    Exame dos órgãos genitais externos – vulva
    Exame dos órgãos genitais internos
     Exame especular
  6. 6Queixa Principal Descrever o motivo que leva a paciente à consultaAs principais queixas:
    • Alterações menstruais; Corrimento vaginal; Dor abdominal ou pélvica;
    Sexualidade
  7. 7ANTECEDENTES PESSOAISCirurgias prévias ou Uso de medicações
    Tratamentos realizados-DST, endometriose
    Comorbidades: Tabagismo, etilismo, hábitos e vícios.
  8. 8ANTECEDENTES FAMILIARESCondições de saúde e doenças de familiares próximos
     Ênfase no histórico familiar para câncer ginecológico,
    Osteoporose
  9. 9ANTECEDENTES GINECOLÓGICOSIDADE DA TELARCA, PUBARCA, MENARCA, MENOPAUSA.
    COMPORTAMENTO SEXUAL
    MENSTRUAÇÃO
    CORRIMENTO
    SINTOMAS MAMÁRIOS, URINÁRIOS, INTESTINAIS
    ANTECEDENTES OBSTÉTRICOS
  10. 10EXAME FÍSICOMedidas antropométricas
    REGULAÇÃO NEUROLÓGICA
    REGULAÇÃO VASCULAR
    REGULAÇÃO RESPIRATORIO
    INTEGRIDADE FÍSICA/CUTÂNEO MUCOSA/CUIDADO CORPORAL
    REGULAÇÃO TÉRMICA
    SISTEMA DIGESTÓRIO
    SONO E REPOUSO
    ELIMINAÇÃO
  11. 11AVALIAÇÃO GENITAL Descrever as observaçõesAVALIAÇÃO GENITAL Descrever as observações
  12. 12MONTE DE VÊNUSÉ composto de tecido adiposo
    Tem a função protetora do osso pubiano
    Recobre a sínfise pubiana cuja
    a pele é recoberta por pelo
    Diminuí o impacto na relação sexual
  13. 13Glândulas de Bartholin ou vestibularessob a ação de estímulos sexuais,
    produzem um líquido que lubrifica a vagina;
  14. 14CICLO MENSTRUAL28ª DIAS
     MENSTRUÇÃO 3 A 7 DIAS
     1º DIA DO CICLO - 1 DIA DE MENSTRUAÇÃO
     OVULAÇÃO 14ª DIA
  15. 15PRODUZIDOS PELA HIPÓFISE (ADENOHIPOFISE)FSH HORMÔNIO
    FOLICULO ESTIMULANTE LH –
    HORMÔNIO LUTEINIZANTE
  16. 16PRODUZIDOS PELA OVARIOESTRÓGENO
    PROGESTERONA
  17. 17Exame físico das mamas ANATOMIA DAS MAMASExame físico das mamas ANATOMIA DAS MAMAS
  18. 18Divisão anatômica Em quatro quadrantes + o central (aréola e o mamilo)Supero-lateral / superior externo (QSL).
     Supero-medial / superior interno (QSM).
     Infero-lateral / inferior externo (QIL).
     Infero-medial/ inferior interno (QIM).
     Quadrante central/ retro-areolar.
  19. 19INSPEÇÃO ESTÁTICA DA MAMA PT. 1Posição: sentada ou em pé, com os braços ao longo do corpo, dando preferência que esteja sentada para conforto da paciente.
    Observar: (mamas e mamilo).
    Tamanho da mama (pequena, média, grande)
  20. 20INSPEÇÃO ESTÁTICA DA MAMA PT. 2 Simetria (simétricas ou assimétricas).
     Formato ( pendular volumosa).
     Formato da papila (protusas, semi-protusas, planas, invertidas, retraídas).
    Cor da aréola (rosa, marrom, preta).
    Pele (se possui edema, eritrema, cicatriz ou se é normal).
     Presença de nódulos visíveis (tumores superficiais acima de 1 cm)
  21. 21INSPEÇÃO DINÂMICA PT. 1Posição: em pé ou sentada - pedir para paciente realizar 4 movimentos:
    Dois deles alteram a tensão nos ligamentos suspensores da mama, que são:
    Erguer os braços a 90º.
    Erguer os braços a 180º
  22. 22INSPEÇÃO DINÂMICA PT. 2Observar:
    Abaulamentos.
     Retrações (são retrações do tecido fibroso, e podem significar tumor).
    Mobilidade da glândula mamária (normal, diminuída ou ausente).
  23. 23INSPEÇÃO DINÂMICA PALPAÇÃOPosição: em pé ou decúbito dorsal com as mãos na cabeça.
    Melhor período para fazer a palpação: logo após o fim da menstruação, em
    mulheres não histerectomizadas em menacme.
    Apesar de existir um período mais favorável, a palpação deve ser feita em todas as consultas. Essa informação torna-se útil quando há dúvida diagnóstica. Técnicas:
    pode ser feita com uma ou duas mãos e vários sentidos, desde que palpa-se todos os quadrante.
  24. 24INSPEÇÃO DINÂMICA OBSERVAÇOESObservar:
    Consistência do parênquima (homogêneo ou granuloso).
    Presença de condensações ou nódulos.
    Temperatura e volume do panículo adiposo
  25. 25INSPEÇÃO DA MAMA Achados:Aspecto granuloso (grãos de areia): é um achado comum e normal.
    Fibroadenoma: móvel, limites bem definidos e consistência fibroelástica
    (benigno).
    Pedir ultrassom e acompanhar (pode ter consistência endurecida em caso de
    fibroadenoma calcificado).
    Nódulos fixos ou aderidos, com limites mal definidos e consistência pétrea:
    sugestivo de neoplasia.
  26. 26Na presença de nódulos ou condensação, sempre analisar e descrever suas características:Limites (se não for definido, é indicativo de malignidade, se for bem delimitado,
    tende a ser benigno).
     Consistência (a consistência mais endurecida é sugestiva de malignidade).
     Mobilidade (pouco indica malignidade).
     Aderência a estruturas subjacentes (que pode ser vista pela baixa mobilidade na
    inspeção dinâmica).
     Diâmetro (pode auxiliar no estadiamento da neoplasia)
  27. 27PALPAÇÃO DE GÂNGLIOS (linfadenomegalia)Descrever: tamanho, número, forma, mobilidade, bordas delineadas e se dor à
    palpação.
    Na ordem: Gânglios axilares:
    Posição: sentada, com antebraço fletido e braço em abdução. Mãos sustentadas
    no ombro do médico. O exame é feito com a mão contralateral, espalmada.
     Linfonodos aumentados: podem ser decorrentes de processos inflamatórios nos
    membros superiores.
     Linfonodos volumosos e aderidos: podem ser decorrentes de processos malignos
  28. 28Palpação sequencial dos linfonodos(A) supraclaviculares,
    (B) infraclaviculares,
    (C) paraesternais
    (D) axilares.
    Paciente: virar a cabeça e levantar o ombro para o lado que está sendo palpado, pra relaxar a musculatura.
  29. 29EXPRESSÃO exame vaginalexpressão da uretra e das glândulas parauretais, através da introdução do
    dedo indicador no um terço externo da vagina e compressão da parede vaginal
    anterior com observação da saída de secreção purulenta através do óstio da uretra e de glândulas parauretrais.
  30. 30EXAME ESPECULARrealizado na posição de litotomia, com as mãos enluvadas (luvas de procedimento), deve-se realizar a introdução do espéculo. O examinador sentado.
  31. 31Programa de Atenção Integral à Saúde da MulherEm 1984, foi implantado o (PAISM)
    atividades de prevenção do câncer do colo do útero.
    INCA passou a ser o órgão responsável pela formulação da política nacional do
    câncer, incorporando o PRO-ONCO.
  32. 32Art. 1° Instituir a Política Nacional de Atenção OncológicaPromoção, Prevenção, Diagnóstico,
    Tratamento, Reabilitação e Cuidados Paliativos, a ser implantada em todas as unidades federadas,
    respeitadas as competências das três esferas de gestão
  33. 33O rastreamento do câncer do colo do útero:teste de Papanicolaou (exame citopatológico do colo do útero).
    ➢População alvo: 25 e 64 anos
    ➢Periocidade: a cada três anos após 2 exames negativos consecutivos;
    ➢Meta: cobertura superior a 80%.
  34. 34O êxito das ações de rastreamento depende dos seguintes pilares:➢Informar e mobilizar a população e a sociedade civil organizada;
    ➢Alcançar a meta de cobertura da população alvo;
    ➢Garantir acesso a diagnóstico e tratamento;
    ➢Garantir a qualidade das ações;
    ➢Monitorar e gerenciar continuamente as ações.
  35. 35CÂNCER GINECOLÓGICOÉ um tumor que se desenvolve e atinge os órgãos reprodutores femininos (o colo
    uterino ou cérvix) localizados na parte inferior do útero, próximo ao canal vaginal.
  36. 36CÂNCER GINECOLÓGICO Sintomaspode não apresentar sintomas na fase inicial
    Sangramento vaginal
    ➢Dor vaginal após relações sexuais
    ➢Dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais
    ➢Corrimento ou secreção
  37. 37CÂNCER GINECOLÓGICO Prevenção do câncer do colo uterino➢Vacina conta HPV
    ➢Tipos : 6 e 11 e 16 e 18 ( 70% de desenvolver câncer)
    ➢São duas doses
    ➢A vacina está disponível na rede pública para meninas de 9 a 14 anos e meninos de
    11 a 14 anos.
    ➢O uso de preservativos nas relações sexuais também é recomendado.
  38. 38CÂNCER GINECOLÓGICO frequenciaÉ o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal, sem contar o câncer de pele não melanoma), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil,
    segundo o INCA.
  39. 39CÂNCER GINECOLÓGICO TRATAMENTO mama, útero, ovárioCIRURGIA parcial/total/radical
    RADIOTERAPIA
    QUIMIOTERAPIA
    BRAQUITERAPIA
    TERAPIA ALVO
    MASTECTOMIA
  40. 40câncer de ovárioo tumor ginecológico menos frequente, porém o mais difícil de ser
    diagnosticado e o com maior agressividade.
  41. 41Existem três tipos principais de tumores de ovárioTumores Epiteliais: tipo mais comum, surge no tecido da superfície externa do
    órgão.
    • Tumores de Células Germinativas: começam nas células que produzem os óvulos.
    • Tumores Estromais: aparecem nas células que produzem os hormônios femininos.
  42. 42FATORES DE RISCO câncer de ovárioHistórico familiar da doença e alterações nos genes BRCA 1 e BRCA 2 são os
    principais fatores de risco para o câncer de ovário.
  43. 43CÂNCER GINECOLÓGICO TRANMISSÃOATIVIDADE SEXUAL PRECOCE
    PRÁTICA SEXUAL COM VÁRIOS PARCEIROS
    SEXO SEM PRESERVATIVO
    DOENÇAS SEXUALMENTE
    TRANSMISSÍVEIS
  44. 44CÂNCER GINECOLÓGICO Fatores de risco• AINDA...........MULHERES QUE:
    ➢Nunca tiveram filhos
    ➢ Começou a menstruar antes dos 12 anos
    ➢ Não pode engravidar
    ➢ Fez terapia hormonal na menopausa
    ➢ Fumar
    ➢ Tem síndrome dos ovários policísticos
  45. 45CÂNCER GINECOLÓGICO ❑SINAIS E SINTOMAS➢Sangramento vaginal
    ➢Náusea e azia
    ➢Dor abdominal, lombar ou na região pélvica
    ➢Aumento da frequência e urgência urinária
    ➢Prisão de ventre
    ➢Aumento de volume abdominal
  46. 46CÂNCER GINECOLÓGICO PREVENÇÃOAlgumas medidas podem diminuir a probabilidade de desenvolver o tumor de ovário, como:
    ➢ Gravidez anterior
    ➢Amamentação
    ➢ Ter usado anticoncepcionais por mais de 5 anos
    ➢ Ter feito ligadura de trompas, remoção dos ovários ou histerectomia
  47. 47CÂNCER GINECOLÓGICO DIAGNOSTICOEXAME FISICO
    EXAME PÉLVICO
    BIOPSIA
    ULTRASSOM
    EXAME DE SANGUE
  48. 48CÂNCER DE MAMA ❑FATORES DE RISCO➢Não-Modificáveis: Histórico familiar, Menopausa tardia, Ausência de gestação, Primeira gravidez depois dos 30, Envelhecimento
    ➢Modificáveis: Tabagismo, Consumo de Álcool, Excesso de Peso, Sedentarismo
  49. 49CÂNCER DE MAMA PREVENÇÃO➢Fatores Protetores
    ➢ Atividade física
    ➢ Aleitamento materno exclusivo
    • Estilo de vida • Dieta mais saudável e balanceada • Exercícios físicos regulares e persistentes • Perda de peso • Redução do consumo de álcool
  50. 50CÂNCER GINECOLÓGICO DIAGNOSTICO exame de mamaEXAME FISICO
    ULTRASSOM
    RESSONÂNCIA
    BIOPSIA
    MAMOGRAFIA - mais importante
  51. 51CÂNCER GINECOLÓGICOTRATAMENTO E DETERMINADO
    PELO TIPO DE ESTADIAMENTO
  52. 52DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ sintomas➢ Presunção;
    ➢ Probabilidade;
    ➢ Certeza.
  53. 53SINAIS DE PRESUNÇÃO DE GRAVIDEZ (4 semanas):Atraso menstrual;
    ➢ Manifestações clínicas (náuseas, vômitos, tonturas, salivação excessiva, mudança de apetite, aumento da frequência urinária e sonolência);
    ➢ Modificações anatômicas (aumento do volume das mamas, hipersensibilidade
    nos mamilos, tubérculos de Montgomery, saída de colostro pelo mamilo, coloração violácea vulvar, cianose vaginal e cervical, aumento do volume abdominal).
  54. 54DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ SINAIS DE PROBABILIDADE:Amolecimento da cérvice uterina, com posterior aumento do seu volume;
    ➢ Paredes vaginais aumentadas, com aumento da vascularização (pode-se observar pulsação da artéria vaginal nos fundos de sacos laterais);
    ➢ Positividade da fração beta do HCG
  55. 55DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ SINAIS DE CERTEZAPresença dos batimentos cardíacos fetais (BCF), que são detectados pelo sonar a
    partir de 12 semanas e pelo Pinard a partir de 20 semanas;
  56. 56DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ acompanhamento da gestante➢O Cartão da Gestante com a identificação preenchida, o número do Cartão Nacional da Saúde, o hospital de referência para o parto e as orientações sobre este;
    ➢ O calendário de vacinas e suas orientações;
    ➢ A solicitação dos exames de rotina;
    ➢ As orientações sobre a participação nas atividades educativas (reuniões e visitas
    domiciliares).
  57. 57DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ consultas do pré natalAs consultas deverá ser de, no mínimo, 6
    ➢. Sempre que possível, as consultas devem ser realizadas conforme o seguinte cronograma:
    ➢Até 28ª semana – mensalmente;
    ➢Da 28ª até a 36ª semana – quinzenal;
    ➢Da 36ª até a 41ª semana – semanal
  58. 58DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ Exames complementares de rotina e condutas - 1º tri❖1 trimestre Hemograma
    ➢ Tipagem sanguínea e fator Rh Coombs indireto (se for Rh negativo)
    ➢Glicemia em jejum
    ➢Teste rápido ISTS: sífilis, HIV
    ➢Toxoplasmose IgM e IgG
    ➢Sorologia para hepatite B (HbsAg)
  59. 59DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ Exames complementares de rotina e condutas - 2ºtri2º trimestre
    ➢Teste de tolerância para glicose com 75g, e a glicemia estiver acima de 85mg/dl ou se houver fator de risco (realize este exame preferencialmente entre a 24ª e a 28ª semana).
    ➢Coombs indireto (se for Rh negativo)
  60. 60DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ Exames complementares de rotina e condutas - 3ºtri3º trimestre Hemograma
    • Glicemia em jejum Coombs indireto (se for Rh negativo)
    • VDRL Anti-HIV Sorologia para hepatite B (HbsAg)
    • Repitir o exame de toxoplasmose se o IgG não for reagente
    • Urocultura + urina tipo I (sumário de urina – SU)
    • Bacterioscopia de secreção vaginal (a partir de 37 semanas de gestação)
  61. 61DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ exames complementares➢Urocultura + urina EAS
    ➢Ultrassonografia obstétrica Citopatológico de colo de útero (se for necessário)
    ➢Exame da secreção vaginal (se houver indicação clínica)
    ➢Parasitológico de fezes (se houver indicação clínica)
  62. 62DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ Fatores de risco que podem indicar encaminhamento ao pré natal de alto riscoCardiopatias;
    ➢ Pneumopatias graves (incluindo asma brônquica);
    ➢ Nefropatias graves (como insuficiência renal crônica e em casos de transplantados);
    ➢ Endocrinopatias (especialmente diabetes mellitus, hipotireoidismo e
    hipertireoidismo);
    ➢Hipertensas
  63. 63DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ Cálculo da data provável do parto ( Regra de Naegele).+ SOMA 7 NO DIA
    - DIMINUI 3 NO MÊS
    (DUM): 13/09/04
    (DPP): 20/06/05
  64. 64DIAGNÓSTICO GRAVIDEZ Cálculo idade gestacionalUso do calendário: some o número de dias do intervalo entre a DUM e a data da
    consulta, dividindo o total por sete (resultado em semanas).

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Fichas sobre SAUDE DA MULHER, creado por Liliana Innocencio el 12/04/2022.
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