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Fichas

Contabilidade avançada

Bernardo Marques Contabilidade Concursos Públicos Inglés 91 fichas

Contabilidade avançada

Fichas del conjunto (91)

  1. 1Demonstrações contábeis exigidas pela lei 6.4041. Balanço Patrimonial
    2. Demonstração do Resultado do Exercício
    3. Demonstração de lucros e prejuízos acumulados (dispensada se elaborada a Demonstração de Mutação do PL)
    4. Demonstração de Valor Adicionado (somente para SAs de capital aberto)
    5. Demonstração de Fluxo de Caixa (dispensada para companhias fechadas com PL inferior a 2 milhões)
  2. 2Demonstrações contábeis obrigatórias segundo o CPC 261. Balanço patrimonial
    2. DRE
    3. Demonstração do resultado abrangente
    4. DMPL
    5. DFC
    6. DVA
  3. 3O que se encaixa no ativo circulante para a Lei 64041. As disponibilidades
    2. Ativos realizáveis no curso do exercício social seguinte ao do Balanço Patrimonial, ou no ciclo operacional subsequente, se maior que 1 ano
    3. As despesas antecipadas do exercício seguinte
  4. 4O que se encaixa no ativo não circulante - realizável a longo prazo1. Ativos realizáveis depois do exercício seguinte
    2. Direitos decorrentes de transações não usuais com pessoas ligadas a entidade, como coligadas, acionistas ou diretores
  5. 5O que se encaixa no conceito de ativo não circulante - investimentosParticipações permanentes em outras sociedades e direitos não classificáveis no AC e que não se destinem à manutenção da atividade da empresa
  6. 6O que se encaixa no ativo não circulante - imobilizadoBens corpóreos destinados à manutenção das atividades da empresa
  7. 7O que se encaixa no ativo não circulante - intangívelBens incorpóreos destinados à manutenção das atividades da empresa
  8. 8Qual o caminho feito na DRE para se chegar ao lucro líquido partindo do faturamento bruto1. Faturamento bruto - IPI = receita operacional bruta
    2. Receita bruta - descontos incondicionais, impostos sobre vendas e devoluções = receita operacional líquida
    3. Receita operacional líquida - CMV = Resultado operacional bruto
    4. Resultado operacional bruto - Despesas operacionais + Receitas operacionais = Resultado operacional líquido
    5. Resultado operacional líquido - Outras despesas + outras receitas = resultado antes do IRPJ e CSLL
    6. Resultado antes do IRPJ e CSLL - IRJP - CSLL = Resultado do exercício antes das participações
    7. Resultado antes das participações - Participações (Debentures, empregados, administradores, partes beneficiarias) - contribuição para fundo de assistencia e previdencia de empregados = Lucro líquido
  9. 9O que se encaixa no ativo circulante segundo o CPC 261. O ativo que espera-se ser realizado no ciclo operacional normal da entidade
    2. Ativo mantido essencialmente com o propósito de ser negociado
    3. Espera-se que seja realizado até 12 meses da data do balanço
    4. É caixa ou equivalente de caixa
  10. 10O que se encaixa no passivo circulante segundo o CPC 261. Espera-se que seja realizado no ciclo operacional normal da entidade
    2. Mantido essencialmente para venda
    3. Deve ser realizado em até 12 meses da data do balanço
    4. A entidade não tem o direito incondicional de diferir a liquidação do passivo durante pelo menos 12 meses da data do balanço
  11. 11Na DFC, como se classificam: 1. Juros sobre capital próprio e dividendos recebidos 2. Juros sobre capital próprio e dividendos pagos 3. Juros pagos ou recebidos1. Atividade operacional
    2. Atividade de financiamento
    3. Atividade operacional
  12. 12Fórmula para o custo da mercadoria vendida e saldo da conta clientes e fornecedoresCMV = Estoque inicial + compras - estoque final
    Saldo final (fornecedores) = Saldo inicial + compras - pagamentos
    Saldo final (clientes) = Saldo inicial + vendas - recebimentos
  13. 13Diferencie o método direto e indireto para elaboração da DFCDireto: Analisa-se as entradas e saídas de caixa diretamente, somando e subtraindo uma das outras até chegar ao resultado
    Indireto: Parte do lucro líquido e corrige quaisquer elementos das demonstrações que não afetam diretamente o caixa
  14. 14Estrutura da DVA1. Receitas
    2. Insumos adquiridos de terceiros (CMV, materiais, energia, impostos recuperáveis)
    3. Valor adicionado bruto = 1-2
    4. Depreciação
    5. Valor adicionado líquido = 3-4
    6. Valor adicionado recebido em transferência (receita financeira, REP)
    7. Valor adicionado a distribuir = 5 + 6
  15. 15DIferencie o UEPS e o PEPS, incluindo seus efeitos em economias inflacionárias e deflacionáriasPEPS: primeiro que entra, primeiro que sai. Inflacionária: valor de estoque maior, CMV menor
    Deflacionaria: valor de estoque menor, CMV maior
    UEPS: ultimo que entra, primeiro que sai. Proibido pela legislação brasileira
    Inflacionária: Valor do estoque menor, CMV maior
    Deflacionária: Valor do estoque maior, CMV menor
  16. 16Princípios contábeis 1. Entidade 2. Continuidade 3. Oportunidade 4. Registro pelo Valor Original 5. Competência 6. Prudência1. A contabilidade estuda o patrimônio e a entidade não se confunde com seus sócios. A agregação de patrimônios distintos não resultado em nova entidade, mas em unidade econômico-financeira
    2. As demonstrações contábeis são elaboradas considerando que a entidade continuará em operação num futuro previsível
    3. A mensuração e divulgação das informações contábeis devem ser íntegras e tempestivas
    4. Um ativo ou passivo deve ser registrado, em regra, pelo valor de sua transação de aquisição
    5. As transações devem ser reconhecidas no período a que se referem, independentemente do fluxo de caixa
    6. Cautela na hora de realizar avaliações; visa evitar que o ativo seja superavaliado e o passivo, subavaliado
  17. 17Bases de mensuração de ativos 1. Custo histórico 2. Custo corrente 3. Valor justo 4. Valor realizável 5. Valor presente 6. Atualização monetária1. Valor na data da aquisição
    2. Valor necessário para adquirir o ativo em sua condição atual na data do balanço
    3. Valor que seria adquirido negociando o ativo em uma transação sem favorecimentos
    4. Valor obtido pela venda de forma ordenada
    5. Valor presente do fluxo de entradas esperado no curso normal das operações
    6. Refletir os efeitos da inflação mediante reajustamento formal dos valores no balanço
  18. 18Quais principais custos integram e não integram o valor do ativo imobilizadoIntegram:
    a) Custo de aquisição
    b) Custos incorridos para trazer o ativo ao local e condições de operação (inclusive testes e honorários profissionais)
    c) Estimativa inicial de desmontagem e restauração do local
    Não integram:
    a) Gastos com abertura de nova instalação
    b) Gastos com lançamento de novo produto ou serviço
    c) Transferência para novo local
    d) Custos administrativos e outros indiretos
  19. 19Diferencie o tratamento contábil dos gastos subsequentes do ativo imobilizado entre manutenção periódica e parada programadaManutenção periódica: só beneficia um exercício, consta como despesa na DRE
    Parada programada: inspeções ou reposição de peças significativas, são gastos de capital que afetam mais de um exercício e acrescidos ao valor do ativo imobilizado
  20. 20Quando um software deve ser reconhecido como ativo intangível e quando como imobilizadoEntra no imobilizado se for parte integrante do hardware, como um software indispensável ao funcionamento de uma máquina ou SO de computador
    Entra no intangível se for separável do hardware
  21. 21Como é feita a depreciação ou amortização de benfeitoria em imóvel de terceiros 1. Contrato com prazo indeterminado ou maior que o tempo de vida útil do bem 2. Contrato com prazo menor que a vida útil do bem1. Deprecia normalmente conforme a vida útil
    2. Amortiza com base no tempo do contrato
  22. 22Método das somas acumuladas para depreciaçãoAtravés deste método, somamos os dígitos da vida útil e dividimos cada algarismo pela soma.
    Por exemplo: Se temos em nossa empresa uma máquina cuja vida útil é de 5 anos, tomaremos os seguintes
    procedimentos:
    Somamos: 5 + 4 + 3 + 2 + 1 = 15.
    Depreciação: Ano 1 = 5 / 15; Ano 2 = 4/15; Ano 3 = 3/15; Ano 4 = 2/15 e Ano 5 = 1/15.
  23. 23Depreciação: Taxas permitidas pelo fisco para efeito de IR: 1. Veículos 2. Máquinas 3. Móveis e utensílios 4. Imóveis 5. Tratores- Veículos: 5 anos ou 20% ao ano
    - Máquinas e equipamentos: 10 anos ou 10% ao ano
    - Móveis e utensílios: 10 anos ou 10 % ao ano
    - Imóveis: 25 anos ou 4 % ao ano.
    - Tratores: 4 anos ou 25%.
  24. 24Art. 322. A taxa anual de depreciação de bens adquiridos usados será fixada tendo em vista o maior dos seguintes prazos:1. O restante da vida útil do bem
    2. Metade da vida útil do bem adquirido novo
  25. 25Onde serão lançadas a diferença de valor de um ativo decorrente de reavaliação 1. Aumento 2. Diminuição1. Em regra, lançado direto no patrimônio líquido, na reserva de reavaliação. Se for reversão de outra, lançado na receita
    2. Em regra, lançado no resultado. Se houver saldo positivo em reserva de reavaliação, é direto no PL
  26. 26Qual deve ser o tratamento da depreciação do ativo caso: 1. Valor justo > valor contábil 2. Valor residual > valor contábil 3. Valor justo < valor contábil1. Continua a depreciar normalmente
    2. Para a depreciação até o valor residual igualar o valor contábil
    3. Teste de recuperabilidade
  27. 27Onde devem ser classificados: 1. Peças de reposição de uso específico e vida útil comum 2. Peças e material de consumo e manutenção1. Devem ser reconhecidas junto do ativo imobilizado
    2. Devem constar no ativo circulante
  28. 28Quando se deve reconhecer uma perda por ajuste ao valor recuperável e como é tratada a desvalorização caso haja perdaQuando o valor contábil do ativo exceder o maior entre o valor justo líquido de venda e o valor em uso
    Deve ser feito um lançamento a crédito na conta redutora do ativo e um débito na despesa
  29. 29Quais ativos devem ser avaliados para teste de recuperabilidade no final de cada período, mesmo que não haja indícios de desvalorização1. Goodwill
    2. Intangível com vida indefinida
    3. Intangível que ainda não está em uso
  30. 30Fórmula do valor em usoFórmula do valor em uso
  31. 31Caso cessem as condições que fizeram a entidade reavaliar um ativo em teste de recuperabilidade, como deve ser feito o lançamento do aumento do valor Exemplo: valor contábil 100.000, valor recuperável 80.000. Reconheceu 20.000 como despesa. Depois, o valor recuperável foi estimado em 110.000Não pode fazer com que o valor contábil do ativo exceda o original. Aqui, haverá um débito de 20.000 no ativo e um crédito de 20.000 na receita, ou na reserva de reavaliação, se existir
  32. 32Requisitos para algo ser considerado ativo intangível1. Identificável (pode ser separado da entidade e é protegido por algum direito contratual ou legal)
    2. Controlável (entidade pode restringir o acesso de terceiros, mesmo que não decorra expressamente de contrato ou lei)
    3. Gere benefícios econômicos futuros
    4. Ativo não monetário sem substância física
  33. 33Caracterize as fases de pesquisa e desenvolvimento para criação de ativos intangíveis e o tratamento contábil dos gastos em cada uma delasFase de pesquisa: busca por novo conhecimento, procura por alternativas e seleção de alternativas. Todos os gastos dessa fase são despesas
    Fase de desenvolvimento: aqui ocorrem testes, protótipos, fabricação-piloto, etc. Se a entidade demonstrar a viabilidade do ativo e sua capacidade de gerar benefícios econômicos futuros, já pode capitalizar os gastos dessa fase no valor contábil do intangível
  34. 34Fórmula do valor presenteValor nominal = Valor presente * (1 + i) ^ n
  35. 35Defina: 1. Provisão 2. Passivo contingente 3. Ativo contingente1. Passivo de prazo ou valor incertos. Deve ser reconhecida na contabilidade se for provável uma saída de recursos para liquidar
    2. Uma obrigação possível que só se confirmará por eventos futuros incertos fora do controle da entidade; ou uma obrigação presente que não é reconhecida porque não é provável uma saída de recursos ou não se pode mensurar seu valor com confiança. Apenas divulgado em notas explicativas
    3. Um ativo possível que só se confirmará como resultado de eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. Apenas divulgado em notas explicativas
  36. 36Condições para reconhecimento de uma provisão1. Seja uma obrigação presente derivada de eventos passados, seja por força de lei, contrato ou criação de expectativas válidas em terceiros
    2. Seja possível mensurar com confiança seu valor
    3. Seja provável uma saída de recursos para liquidá-la
  37. 37Como se dá, através do cheque: 1. O pagamento 2. O recebimento1. Bancos conta movimento
    2. Tesouraria, ou seja, conta caixa
  38. 38Como tratar questões relativas a encargos de empréstimos1. Subtrair do principal os custos de transação
    2. Usar a taxa efetiva para calcular os juros sobre principal - custos de transação
    3. Somar os juros do período e subtrair as parcelas
  39. 39Como deve ser tratada a variação cambial de: 1. Passivos, disponibilidades e ativos em geral 2. Ativo importado, do momento da compra até o efetivo recebimento1. Deve ser corrigido pelo câmbio na data do balanço, e a diferença lançada como receita ou despesa financeira
    2. Essa variação é capitalizada como custo do ativo
  40. 40Como deve ser contabilizado: 1. o prêmio na emissão de debêntures 2. O deságio na emissão de debêntures1. É feito um lançamento a crédito na conta de despesas financeiras, reduzindo o custo financeiro da operação
    2. Uma conta retificadora do passivo, apropriada como despesa financeira ao longo do tempo
  41. 41Quais são as reservas de capital e para quê podem ser usadas1. Reserva de ágio na emissão de ações
    2. Reserva especia de ágio na incorporação
    3. Reserva do produto da alienação de partes beneficiárias
    4. Reserva do produto da alienação de bônus de subscrição
    Podem ser usadas para:
    1. Compensar prejuízos acumulados
    2. Subscrever ações
    3. Incorporação ao capital social
    4. Distribuição de dividendos para ações preferenciais, se assim previsto
    5. Resgate de partes beneficiárias
  42. 42Como se tratam os ganhos e perdas na alienação de ações em tesourariaGanhos: Vão para reserva de capital
    Perdas: Retira-se o valor da reserva de lucros que serviu como lastro para compra
  43. 43Quais reservas de lucros, somadas, não podem ultrapassar o capital socialLegal
    Estatutária
    Orçamentária
    Especial para pagamento de dividendos
  44. 44Limites e usos possíveis da reserva legal1. Constituída por 5% do lucro líquido do exercício
    2. Limitada a 20% do capital social
    3. Pode deixar de ser constituída se: reserva legal + reservas de capital > 30% do CS
    Pode ser usada para:
    1. Compensar prejuízos
    2. Aumentar capital
  45. 45Defina 1. Reservas estatutárias 2. Reserva de contingência 3. Reserva de incentivos fiscais 4. Reserva de lucros a realizar 5. Reserva especial para dividendos não distribuídos 6. Reserva De Prêmio Na Emissão De Debêntures 7. Reserva de retenção de lucros ou orçamentária1. Podem ser criadas no Estatuto, desde que indiquem claramente a finalidade, prevejam critérios para a porcentagem de lucro destinada e limite do capital social
    2. Podem ser criadas para destinar parte do lucro atual para compensar prejuízo futuro
    3. Composta pela parcela do lucro líquido advinda de doações ou subvenções governamentais
    4. Quando o dividendo obrigatório excede a receita realizada no exercício (MEP ou vendas a prazo), a companhia pode destinar o excesso à reserva de lucros a realizar. No dividendo imediatamente posterior à realização dos lucros, deve ser revertida em dividendos
    5. Quando a companhia deve distribuir dividendos obrigatórios, mas a situação financeira não permite. Deve ser revertida assim que a situação melhorar
    6. Quando a companhia apropria o prêmio no resultado, pode transferí-lo para essa reserva
    7. Destinada a orçamento de capital de prazo até 5 exercícios, salvo investimento de prazo maior
  46. 46Ordem prioritária para absorção de prejuízos acumulados1. Lucros acumulados
    2. Reservas de lucro
    3. Reserva legal
    4. Reservas de capital (facultativamente)
  47. 47Qual o valor dos dividendos obrigatórios se o Estatuto for omissoNo mínimo 50% do lucro ajustado, que é obtido subtraindo do lucro líquido:
    Reserva legal, reserva de contingências, reserva de incentivos fiscais, reserva de prêmio na emissão de debêntures
    Se fixar depois, não pode fixar menos de 25% do lucro líquido
  48. 48Quais contas se classificam como resultados abrangentes1. Variações em reserva de reavaliação
    2. Ganhos e perdas atuariais com benefícios a empregados
    3. Ganhos e perdas da conversão de demonstrações contábeis do exterior (empresa coligada, por exemplo)
    4. Ganhos e perdas de ativos financeiros disponíveis para venda (título mensurado ao valor justo por meio de outros resultados abrangentes, por exemplo)
    5. Ganhos e perdas com hedge
  49. 49Os ajustes de exercícios anteriores devem ser lançados diretamente em lucros ou prejuízos acumulados, para não influenciar o resultado. Quais são as duas hipóteses para lançar ajustes de exercícios anteriores1. Mudança de critério contábil
    2. Retificação de erro anterior que não possa ser atribuída a fato subsequente
  50. 50Finalidade da propriedade para investimento e a que elas não se destinamDestinadas a auferir lucro com a valorização do imóvel ou aluguel, e não para:
    1. Venda no curso ordinário do negócio
    2. Uso na produção da empresa ou para atividades administrativas
  51. 51Como se classifica o imóvel mantido tanto para investimento quanto para uso operacional1. Se for possível separar os dois, serão contabilizados separadamente
    2. Se não for possível, só será propriedade para investimento em caso de parte insignificante estar em uso operacional
  52. 52Como devem ser tratados contabilmente os seguintes casos: 1. Propriedade investimento avaliada pelo custo se torna imobilizado ou estoque 2. Imobilizado ou estoque se torna propriedade para investimento avaliada ao valor justo 3. Estoque vira propriedade para investimento1. Não há alteração, continua com o mesmo valor e depreciação
    2. Caso haja perda, deve ser reconhecida no resultado ou reverter a reserva de reavaliação no PL. Caso haja ganho, deve ir para o PL, exceto se tivesse sido reconhecida uma perda por redução ao valor recuperável, em que deve ser reconhecido como reversão no resultado, mas limitada ao valor anteriormente reconhecido como perda
    3. Qualquer diferença entre valor justo e valor contábil vai para o resultado
  53. 53Conceito contábil e empresarial de 1. Controle 2. Coligadas1. Titular de direitos que assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações da empresa e escolha da maioria dos administradores (50% das ações ordinárias)
    2. Detém o poder de influenciar nas decisões da coligada, sem controlá-la. É presumido a partir de 20% das ações ordinárias
  54. 54A existência de influência significativa por investidor geralmente é evidenciada por um ou mais das seguintes formas:1. Representação no conselho de administração ou diretoria
    2. Participação nas políticas, inclusive em como distribuir dividendos
    3. Operações materiais entre investidor e investida
    4. Intercâmbio de diretores e gerentes
    5. Fornecimento de informação técnica assistencial
  55. 55Como deve ser reconhecido o goodwill negativoTambém chamado compra vantajosa, deve ser reconhecido imediatamente no resultado como receita
  56. 56Como se processam os lucros não realizados em: 1. Coligadas 2. Controladas1. Elimina só a parcela do lucro correspondente à participação. Ou seja, elimina o lucro não realizado e então aplica a porcentagem
    2. Elimina todo o lucro não realizado. Primeiro aplica a porcentagem e depois subtrair o lucro não realizado inteiro
  57. 57Em cada combinação de negócios, o adquirente deve mensurar, na data da aquisição, os componentes da participação de não controladores na adquirida que representem nessa data efetivamente instrumentos patrimoniais e confiram a seus detentores uma participação proporcional nos ativos líquidos da adquirida em caso de sua liquidação, por um dos seguintes critérios:a) pelo valor justo (confere participação no goodwill)
    (b) pela participação proporcional atual conferida pelos instrumentos patrimoniais nos montantes
    reconhecidos dos ativos líquidos identificáveis da adquirida. (confere participação apenas na mais-valia)
  58. 58Em que situação a entidade deve reconhecer um passivo contingente, em contrário a norma geralQuando o adquirente em combinação de negócios identificar:
    1. uma obrigação presente que surge de eventos passados e
    2. Puder mensurar seu valor com confiabilidade
  59. 59Fórmula de cálculo do goodwill conforme o CPC 15Goodwill= (Valor pago na operação + Participação de não controladores + participação da
    adquirente antes da combinação) – (Valor dos Ativos Líquidos)
  60. 60Como deve ser mensurada a participação na investida no caso de combinação de negócios em estágios. Exemplo: Companhia A tinha 50% da companhia B, valor avaliado em 100.000. Meses depois compra mais 50%, pagando 120.000Deve reavaliar sua participação a valor justo e reconhecer o ganho ou perda no resultado. Nesse caso, reavalia a participação anterior para 120.000 e reconhece 20.000 de receita
  61. 61Defina aquisição reversa e quem deve ter seus ativos mensurados pelo valor justoA aquisição reversa é uma operação de combinação de negócios, caracterizada pelo fato de que a entidade que emite os títulos e detém a forma jurídica de compradora (adquirente legal) é identificada, na realidade, como a entidade adquirida para fins contábeis (adquirida contábil). Esse fenômeno ocorre porque a outra empresa envolvida na transação, cujas ações foram tecnicamente "compradas" (adquirida legal), é quem detém o poder de controle sobre a entidade resultante, sendo, portanto, a verdadeira adquirente contábil.
    Os ativos da ADQUIRIDA CONTÁBIL (adquirente legal) devem ser mensurados a valor justo
  62. 62Os custos diretamente relacionados à aquisição são custos que o adquirente incorre para efetivar a combinação de negócios. Esses custos incluem honorários de profissionais e consultores, inclusive custos decorrentes da manutenção de departamento de aquisições; e custos de registro e emissão de títulos de dívida e de títulos patrimoniais Como devem ser contabilizados esses custosComo despesa no período em que foram incorridos
  63. 63De acordo com o CPC 47: 1. Quando a entidade deve reconhecer a receita 2. O que se considera um contrato com cliente 3. Quando se considera transferido um ativo1. À medida que satisfizer a obrigação de desempenho de entregar o bem ou serviço
    2. Contrato de compra e venda de bens e serviços de atividade habitual da entidade
    3. Quando o cliente obtém o controle do ativo
  64. 64CPC 47: A entidade deve contabilizar os efeitos de um contrato com um cliente que esteja dentro do alcance deste pronunciamento somente quando todos os critérios a seguir forem atendidos:1. Deve ser aprovado pelas partes e estas devem estar dispostas a cumprí-lo
    2. For possível identificar os direitos de cada parte
    3. For possível identificar as condições de pagamento
    4. Substância comercial
    5. O cumprimento do contrato deve ser provável
  65. 65Para quais ativos o arrendatário pode escolher não aplicar o CPC 061. Ativos de baixo valor
    2. Arrendamento com prazo menor que 12 meses e sem opção de compra
  66. 66Como se dá o reconhecimento de um arrendamento pelo arrendatárioDeve reconhecer um ativo do direito de uso e um passivo pelo pagamento
    O ativo é mensurado ao custo, que compreende:
    1. O valor do passivo trazido a valor presente (a diferença fica como redutora do passivo, em encargos a transcorrer)
    2. Pagamentos efetuados até a data do início
    3. Custos iniciais
    4. Custos a valor presente de desmontagem e remoção do ativo
  67. 67O que diferencia o arrendamento operacional do financeiro e cite as 5 indicações de que um arrendamento é financeiroSerá financeiro quando transferir substancialmente todos os riscos e benefícios do ativo ao arrendatário. Será operacional se não
    1. A propriedade é transferida ao arrendatário no final do contrato
    2. O arrendatário pode comprar por preço bem menor que o valor justo
    3. O arrendamento dura pela maior parte da vida econômica do ativo
    4. O valor presente do arrendamento equivale ao valor justo do ativo
    5. O ativo é especializado
  68. 68Como o arrendador deve reconhecer: 1. Arrendamento operacional 2. Arrendamento financeiro1. Deve ser reconhecido como receita a cada período
    2. Reconhece um recebível no valor presente dos pagamentos que serão feitos a título de arrendamento
  69. 69Disposições sobre o cálculo do valor justo 1. Qual mercado é considerado 2. Deve considerar ou não custos de transporte e transação1. Deve considerar o mercado principal, ou, na ausência dele, o mais vantajoso
    2. Os custos de transação não devem ser ajustados
    3. Se a localização for uma característica do ativo, deve ajustar pelo custo de transporte
  70. 70Hierarquia das informações para avaliar valor justoNível 1: informações observáveis em mercados ativos para ativo idêntico
    Nível 2: informações sobre ativo idêntico em mercado não ativo; ou sobre ativo similar em mercado ativo
    Nível 3: informações não observáveis
  71. 71Como se processam as transações de filiais no exterior, se: 1. Não tiverem autonomia 2. Tiverem autonomia1. Variação cambial vai pro resultado
    2. Variação cambial vai pra conta ajuste acumulado de conversão, no PL, e só vai pro resultado quando da baixa ou alienação do investimento
  72. 72Como avaliar as transações em moeda estrangeira: 1. Itens monetários 2. Itens não monetários mensurados ao custo histórico 3. Itens não monetários mensurados ao valor justo1. Devem ser convertidos pela taxa de câmbio na data do balanço
    2. Devem ser reconhecidos em moeda funcional convertida na data da transação e depois depreciados normalmente
    3. Usa-se a taxa da data de mensuração
  73. 73Na data de fechamento das demonstrações, qual taxa de câmbio deve ser usada para: 1. Ativo e passivo (inclui o registro de uma venda a prazo, por exemplo) 2. Patrimônio líquido 3. Resultado1. Taxa da data do balanço
    2. Taxa histórica (a do começo)
    3. Taxa da data de cada transação, podendo ser usada a taxa média
  74. 74O que se considera como ativo qualificável e: 1. Como devem ser tratados os custos dos empréstimos contraídos para seu desenvolvimento 2. E se a entidade aportar os recursos temporariamente e obtiver receitas 3. Quando a entidade deve interromper a capitalização 4. Quando a entidade deve encerrar a capitalização 5. Quais itens do ativo podem ser ativo qualificável (exemplos)Ativo qualificável é um ativo que demanda tempo substancial para ficar pronto para uso ou venda
    1. Devem integrar o custo do ativo à medida que são incorridos
    2. Essas receitas devem ser deduzidas do custo do ativo
    3. Quando há períodos extensos em que o ativo não esteja sendo desenvolvido, a não ser que sejam pausas necessárias (parar de construir no inverno, por exemplo)
    4. Quando o ativo estiver pronto para uso ou venda
    5. Estoque, planta para manufatura ou portadora, usina, intangível, propriedade para investimento
  75. 75Como se dá o lançamento contábil de uma subvenção governamental: 1. Sem ônus correspondente 2. Onerosa1. Registrada imediatamente como receita de doações no resultado
    2. Existem dois caminhos. Imagine um ativo recebido do governo:
    1. Reconhece a subvenção como um passivo e o ativo recebido no ativo
    2. Quando cumprir as condições, zera o passivo e credita na receita diferida
    3. Conforme reconhecer a depreciação do ativo, reconhece a receita no resultado
    Também pode registrar a subvenção como redutora do ativo e registrar a receita conforme apropria a depreciação
  76. 76Defina e diga como devem ser tratados: 1. Mudanças nas políticas contábeis 2. Mudanças nas estimativas contábeis 3. Erros materiais ou decorrentes de fraude1. São princípios, bases e regras utilizadas para elaboração das demonstrações. Devem ter aplicação retrospectiva
    2. São montantes monetários sujeitos a incerteza; Devem ter aplicação prospectiva
    3. Devem ter aplicação retrospectiva
  77. 77CPC 23: 14. A entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança:(a) for exigida por Pronunciamento, Interpretação ou Orientação; ou
    (b) resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos das
    transações, outros eventos ou condições acerca da posição patrimonial e financeira, do desempenho ou dos
    fluxos de caixa da entidade.
  78. 78Em que situações se encaixam cada tipo de instrumento financeiro e como são contabilizados 1. Custo amortizado 2. Valor justo por meio de outros resultados abrangentes 3. Valor justo por meio do resultado1. Quando o ativo é mantido para receber juros até seu vencimento. Lança juros no resultado e desconsidera o valor justo
    2. Quando o ativo é mantido para receber juros até o vencimento, mas também pode ser negociado. Os juros vão para o resultado e a diferença entre o valor justo e o principal + juros vai pra outros resultados abrangentes
    3. Quando o ativo é mantido para negociação. Tanto juros quando ajuste a valor justo vão pro resultado
  79. 79Cite e descreva as características qualitativas fundamentais da informação contábil1. Representação fidedigna: representa a essência do fenômeno. Deve ser completa, neutra e livre de erros
    2. Relevância: capacidade de influir nas decisões dos usuários. Valor preditivo ou confirmatório
  80. 80Cite e descreva as características qualitativas de melhoria da informação contábil1. Comparáveis: podem ser comparadas a informações de outra entidade similar ou da mesma entidade em outro período
    2. Verificáveis: observadores externos e independentes podem chegar a um consenso de que a informação é uma representação fidedigna
    3. Tempestivas: são disponibilizadas aos usuários a tempo de influenciar suas decisões
    4. Compreensíveis: apresentadas de modo claro e conciso
  81. 81Como deve ser tratado a conta ajustes de conversão quando da alienação de um investimento se o seu saldo for: 1. Credor 2. Devedor1. É somado ao resultado
    2. É subtraído do resultado
    Quando o investimento for alienado, os ajustes acumulados de conversão NÃO INTEGRAM o valor contábil do investimento. Eles só devem ser somados ou subtraídos diretamente do resultado
    Quando for em controladas, os ajustes acumulados NÃO AFETAM O RESULTADO da controladora. Mas afetam o valor total registrado do investimento
  82. 82Com base no capital, nas reservas de lucro e nos dividendos a pagar, como calcular: 1. Dividendo declarados 2. Dividendos pagos 3. Efeito das despesas financeiras1. Reserva de lucros final = Reserva de lucros inicial + lucro líquido - incorporação ao capital - dividendos declarados
    2. Dividendos declarados final = dividendos declarados iniciais + dividendos declarados - dividendos pagos
    3. As despesas financeiras integram o custo dos empréstimos. Se não foram pagas, deve-se deduzir o seu valor do montante considerado no caixa dos empréstimos
  83. 83Independentemente do método escolhido para mensuração, a propriedade para investimento deve ser inicialmente reconhecida pelo _____Custo de aquisição
  84. 84NBC TA 00 Se informações financeiras devem ser úteis, elas devem ser _______ e ________. A utilidade das informações financeiras é aumentada se forem ________Relevantes
    representar fidedignamente aquilo que pretendem representar
    comparáveis, verificáveis, tempestivas e compreensíveis.
  85. 85Como calcular a Receita Financeira mensal de uma venda a prazoMultiplicar a taxa de juros mensal pelo valor presente da venda a prazo
  86. 86Como deve ser tratado o ativo ajustado a valor recuperável: 1. Quanto ao resto de sua depreciação ou amortização 2. Qual valor do ativo deve ser considerado em novo teste de impairment, depois do primeiro1. Se ele for ajustado ao valor recuperável, a sua depreciação futura deve ser baseada no seu saldo contábil, já deduzido o valor perdido por impairment
    2. O saldo contábil que já considera o impairment anterior. Por exemplo, se um ativo tem valor original de 100.000, depreciação de 10.000 e impairment de 5.000, e o valor recuperável for de 87.000, pode-se reverter 2.000, tendo como base o saldo contábil de 85.000
  87. 87o estoque deve ser mensurado pelo menor entre ________ e _______ Se houver uma perda, deve ser realizada um lançamento ______o custo de aquisição e o valor realizável líquido
    Na conta redutora de estoques
  88. 88O que entra na parcela do valor adicionado destinado a impostos, taxas e contribuições?1. INSS patronal
    2. INSS dos funcionários
    3. IR e CSLL
    4. Impostos sobre vendas, menos recuperáveis
    FGTS NÃO ENTRA, É VALOR DISTRIBUÍDO AOS FUNCIONÁRIOS
  89. 89§ 5o As notas explicativas devemI – apresentar informações sobre a base de preparação das demonstrações financeiras e das práticas contábeis específicas selecionadas e aplicadas para negócios e eventos significativos;
    II – divulgar as informações exigidas pelas práticas contábeis adotadas no Brasil que não estejam apresentadas em nenhuma outra parte das demonstrações financeiras;
    III – fornecer informações adicionais não indicadas nas próprias demonstrações financeiras e consideradas necessárias para uma apresentação adequada;
  90. 90Como é o tratamento contábil na controladora caso uma empresa controlada distribua dividendos1. Afeta o Saldo do Investimento no Ativo. O valor dos dividendos deve ser deduzido do ativo
    2. NÃO AFETA O RESULTADO. O MEP continua sendo calculado pela porcentagem multiplicada pelo lucro líquido
  91. 91Desconto COMERCIAL (concedido antes da finalização da venda, pela quantidade, por exemplo) é considerado no cálculo da receita bruta

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Concursos Públicos Contabilidade Fichas sobre Contabilidade avançada, creado por Bernardo Marques el 30/04/2026.
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