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Diagrama de flujo

Sin título

Gisele Cardoso Portugués

Fluxograma sobre curativos e hidratação de feridas: composição, mecanismo de ação, indicação e modo de uso

Fluxograma: curativos e hidratação de feridas

Contenido del diagrama

  1. Hidrogel

  2. Hidrocolóide

  3. Colagenase

  4. AGE

  5. Bota de unna

  6. Carvão ativado

  7. Hidropolímero

  8. Potasan gel

  9. Papaína

  10. Filme transparente semipermeável

  11. Sulfadiazina de prata

  12. COMPOSIÇÃO

  13. MECANISMO DE AÇÃO

  14. INDICAÇÃO

  15. CONTRAINDICAÇÃO

  16. TIPO DE FERIDA

  17. MODO DE USO

  18. PERIODICIDADE DA TROCA

  19. Óleo vegetal composto de ácido linoleico, ácido caprílico, ácido cáprico, vitamina A, E e lecitina de soja.

  20. A hidratação é feita de maneira indireta, com a aplicação de substâncias lipídicas, evita-se a perda de água do meio interno para o externo, vedando-se os poros, na camada córnea da epiderme, consequentemente aumentando a microcirculação sanguínea.

  21. Hidratação oclusiva para pele integra, prevenção de rompimento cutâneo, processo de granulação da ferida.

  22. Lesões abertas de qualquer etiologia, lesões desvitalizadas, Feridas muito exsudativas, alergia a um dos componentes, feridas infectadas ou com necrose.

  23. Feridas agudas ou crônicas com perda de tecido superficial ou parcial.

  24. Limpar a lesão com SF 0,9% morno, utilizando o método de irrigação em jato; Aplicar na pele ou associar a um hidratante ativo para manter a integridade da pele; Ocluir com cobertura secundária de gaze, fixar com atadura, fita hipoalergênica ou esparadrapo.

  25. Trocar no máximo a cada 24 h ou sempre que o curativo secundário estiver saturado.

  26. ,Álcool cetoestearilico, cetomacrogol 1.000, petrolato liquido, propilenoglicol, metilparabeno, propilparabeno, butil-hidroxitolueno e água purificada.

  27. Queimaduras; Úlceras de membros inferiores; Úlceras de pressão; Feridas cirúrgicas;

  28. Elas inibem enzimas bacterianas. DNA bacteriano não é replicado e proteínas não são sintetizadas , como as bactérias não conseguem absorver são afetadas nas doses e param de se reproduzir

  29. Creme – o seu uso deve ser cuidadosamente observado em pacientes que apresentam hipersensibilidade às sulfas e os demais componentes da formulação. Por existirem poucos dados sobre a sua passagem pelo leite materno, também não é recomendado em mulheres que estejam amamentando

  30. Queimaduras; Úlceras de pressão; Úlceras infectadas; Feridas cirúrgicas

  31. Aplicar uma camada e cobrir com curativo secundário, gase ou outro, aplicar uma vez ao dia, pode ser aplicado duas vezes ao dia no caso de lesões exsudativas ou a critério médico. Utilizar até a cicatrização da ferida

  32. A cada sete dias ou sempre que houver presença de fluidos

  33. Gel transparente, incolor, composto por: água (77,7%), carboximetilcelulose (CMC-2,3%) e propilenoglicol (PPG-20%).

  34. Amolece e remove tecido desvitalizado através de desbridamento autolítico. A água mantém o meio úmido, o CMC facilita a re-hidratação celular e o desbridamento. O PPG estimula a liberação de exsudato

  35. Feridas abertas com tecido vitalizado ou desvitalizado; Queimaduras de 2º e 3º grau; Úlceras venosas e ulceras por pressão.

  36. Pele íntegra; Feridas operatórias fechadas; Feridas muito exsudativas; · Fístula

  37. Lesões com pouca exsudação ou seca

  38. Aplicar fina camada do gel sobre a ferida ou introduzir na cavidade assepticamente;

  39. Quando utilizado com gaze como cobertura troca a cada 24hs. Pode permanecer por até 7 dias quando associado com algumas coberturas como por exemplo hidrocolóide ou hidrofibra. Feridas infectadas troca no máximo a cada 24hs. Feridas com necrose troca no máximo cada 72hs.

  40. Camada externa de espuma de poliuterano e outra interna composta de gelatina, pectina e carboximetilcelulose sódica.

  41. Estimula a angiogênese e o desbridamento autolítico. Acelera o processo de granulação tecidual.

  42. Feridas abertas não infectadas, com leve a moderada exsudação. Prevenção ou tratamento de úlceras de pressão não infectadas.

  43. Feridas colonizadas ou infectadas. Feridas com tecido desvitalizado ou necrose e queimaduras de 3o grau.

  44. Lesões vitalizadas ou com necrose com pouco/médio exsudato. Ex: escoriações, queimaduras de 1º e 2º grau e skin tears (lesões por fricção e pequenos traumas em pele). *Prevenção ou tratamento de úlceras por pressão não infectadas.

  45. Recortar o hidrocolóide com diâmetro que ultrapasse a borda da lesão pelo menos 2 a 3 centímetros; Aquecer o hidrocolóide entre as mãos, retirar o papel protetor e aplicar o hidrocolóide segurando-o pelas bordas da placa; Pressionar firmemente as bordas e massagear a placa, para perfeita aderência. Se necessário, reforçar as bordas com fita hipoalergênica.· Realizar escarificação em tecido necrótico, antes de aplicar

  46. A cada um a sete dias, dependendo da quantidade de exsudação.

    Em caso de necrose a troca deverá ser realizada em até 3 dias.

  47. tecido carbonizado e impregnado com nitrato de prata a 0,15%, envolto por camada de tecido sem carvão ativado.

  48. o carvão ativado absorve o exsudato e filtra o odor através do mecanismo de adsorção. A prata exerce ação bactericida.

  49. feridas fétidas ou não, infectadas e exsudativas

  50. feridas limpas e secas, lesões de queimaduras, hipersensibilidade a prata, feridas com sangramento e aplicação direta em tumores.

  51. Feridas altamente colonizadas ou infectadas, neoplásicas, pé diabético, crônicas ou agudas. Feridas profundas ou superficiais. Feridas com exsudato e odor.

  52. realizar limpeza da ferida com soro fisiológico 0,9%, morno; após remover o exsudato e o tecido desvitalizado se necessário e não secar o leito da ferida; colocar o curativo de carvão ativado sobre a ferida e oclui-la com cobertura secundária estéril.

  53. a cada 1-4 dias, dependendo da quantidade de exsudação, podendo permanecer até 7 dias. Trocar a cobertura secundária sempre que estiver saturada.

  54. Gaze impregnada com óxido do zinco, glicerina e gelatina

  55. Compressão no membro, aumenta o retorno venoso, melhora a drenagem linfática e mantem o meio úmido para cicatrização

  56. tratamento de úlceras venosas e edema linfático de membros inferiores, recomendada a pacientes que deambulam.

  57. não ter pé contraindicado para úlceras arteriais e ulceras mistas (comprometimento venoso e arterial).

    Não deve ser utilizada em pessoas com sensibilidade conhecida ao produto ou seus componentes.

  58. úlceras venosas.

  59. Enrolar a bota logo acima dos dedos, na região metatársica até chegar 3cm abaixo do joelho.

  60. todos os dias podem ser trocados a cobertura secundaria e a atadura externa.

    Troca da bota a cada 7 dias.

  61. membrana de poliuretano, coberto com adesivo hipoalergênico. Possui um certo grau de permeabilidade ao vapor-d’água, dependendo do fabricante. Não adere à superfície úmida da ferida; é uma cobertura fina, transparente, semipermeável e não absorvente.

  62. Alta permeabilidade; Realiza trocas gasosas; Reduz os riscos de infecções; Atua como barreira contra líquidos e bactérias.

  63. Fixação de cateteres vasculares, proteção de pele íntegra, prevenção de úlceras por pressão, cobertura de incisões cirúrgicas com pouco ou nenhum exsudato.

  64. Não usar sobre feridas infectadas, feridas profundas ou altamente exsudativas.

  65. Feridas cirúrgicas fechadas e limpas; Proteção da pele íntegra em pacientes com propensão para escaras.

  66. Escolher filme transparente de tamanho adequado para a ferida e aplicar sobre a pele.

  67. Os curativos podem permanecer até sete dias.

  68. Almofada de espuma composta de camadas sobrepostas de não tecido e hidropolímero e revestida por poliuretano.

  69. Proporciona um ambiente úmido e estimula o desbridamento autolítico. Absorve o exsudato e expande-se à medida que a absorção se faz.

  70. Feridas abertas não infectadas com leve a moderada exsudação.

  71. Feridas infectadas ou com tecidos necrosados.

  72. Feridas crônicas ou agudas, úlceras venosas, úlceras por pressão estagio III ou IV, pé diabético, deiscências, traqueostomia.

  73. Posicionar o curativo sobre o local de forma que a almofada de espuma cubra a ferida e a parte central lisa fique sobre ela.

  74. Trocar o curativo sempre que houver presença de fluído nas bordas da almofada de espuma ou, no máximo, a cada 7 dias.

  75. A papaína é uma enzima proteolítica retirada do látex do vegetal mamão papaia (Carica Papaya), no qual são comercializadas na forma de pó, pasta, creme e gel, sendo que o pó deve ser diluído no momento do uso, em concentrações que irão variar conforme as características da ferida

  76. A papaína é como desbridante químico, facilitando o processo cicatricial. Tem ações bacteriostáticas, bactericidas e anti-inflamatórias e proporciona alinhamento das fibras de colágeno, promovendo crescimento tecidual uniforme

  77. A sua indicação é para o tratamento de úlceras abertas, infectadas e desbridamento de tecidos desvitalizados ou necróticos

  78. É contraindicada em pacientes com sensibilidade à substância ou outro componente da formulação

  79. úlceras abertas, infectadas e desbridamento de tecidos desvitalizados ou necróticos

  80. Deve se usar na presença de tecido de granulação a concentração deverá ser de 2%. Na presença de necrose de liquefação a ferida deverá ser lavada em jatos com solução de papaína de 4 a 6% diluída em solução fisiológica. Na presença de necrose de coagulação na concentração de 8 a 10%, após efetuar a escarectomia

  81. A substituição do curativo está indicada em média, a cada 12 horas (Grau C) (3). Na avaliação da lesão é importante que os profissionais de saúde classifiquem a ferida e identifique o estágio da cicatrização, para que possa realizar uma estimativa do processo cicatricial e quais os fatores que irão interferir neste processo.

  82. Água purificada, 0,1% de undecilaminopropil betaina, 0,1% de polihexanida, glicerol, hidroxietilcelulose.

  83. Remove o biofilme e outros debris de forma suave;reduz significavamente o tempo cicatrização;regula o ph da lesão.

  84. Indicado para limpeza, descontaminação e umidificação do leito da feridas agudas ou crónicas, principalmente cavitárias. Pode ser usado em feridas colonizadas, criticamente colonizadas e infectadas, bem como em queimaduras de grau I e II. Remove revestimentos, biofilmes, prepara o leito da ferida para receber curativo.

  85. Queimaduras grau III e IV; Aplicação em carlilagem hialina; Não usar o produto em caso ou suspeita de alergia a qualquer um dos seus componentes

  86. feridas cutâneas com ou sem necrose,com contaminação ou cronicidade.Ulcera por pressão estágio 1 a v ,úlcera arteriais,venosas e mistas,ulceras pós cirúrgicas,queimaduras de 1º e 2º grau.

  87. As feridas devem ser primeiramente irrigadas e limpas de forma a retirar as crostas de fácil remoção antes de se prosseguir o tratamento. As superfícies das feridas devem estar sempre cobertas com uma camada de gel de, pelo menos, 3 a 5 mm de espessura., aplica-se sobre a ferida plana ou nas cavidades da ferida. Também pode-se umedecer ou pulverizar compressas, gazes, ou outros materiais absorventes e cobrir, ou preencher com eles, a ferida.

  88. Gel pode permanecer sobre a ferida até à mudança seguinte do curativo.

  89. Colagenase,Cloranfenicol, vaselina líquida, vaselina sólida

  90. Atua seletivamente degradando colágeno nativo e provocando a necrólise. É pouco efetiva em grandes áreas necróticas.

  91. Usada como agente desbridante em lesões superficiais, promovendo a limpeza enzimática das áreas lesadas e retirando ou dissolvendo, enzimaticamente, necroses e crostas.

  92. Pacientes com hipersensibilidade a colagenase ou a qualquer componente da formulação.

  93. Escaras, úlcerar varicosas, gangrena

  94. Deve fazer rigorosa higiene local antes da utilização. Recomenda-se aplicar a pomada cuidadosamente dentro da área lesada. Uso tópico. Evitar contato com os olhos e mucosas da cavidade oral

  95. O curativo com colagenase deve ser trocado diariamente em alguns casos para aumento da atividade enzimática a aplicação da pomada duas vezes ao dia, pode ser necessário.

  96. Nome: Gisele Cardoso

    Matéria: Práticas IV

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Diagrama sobre Sin título, creado por Gisele Cardoso el 12/06/2020.
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