Diagrama de flujo
MAPA MENTAL Washington Costa Gomes
Contenido del diagrama
Introdução à Filosofia
Moral
Natureza
Esses dois livros segurados pela mulher da pintura nos ajudam a compreender “o quê” a filosofia estuda.
Filosofo
Folosofia
Filosofo: o que ama a sabedoria tem amizade pelo saber, deseja saber.
Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber.
Racionalidade: a razão é usada como principal critério na busca da verdade. A razão está acima da experiência imediata e acima da fantasia mítica.
Busca de respostas: a solução de um problema deve ser sempre submetida à análise crítica, em vez de ser dogmaticamente aceita.
Princípios lógicos: para se pesquisar um assunto, deve ser usado um pensamento organizado, de modo que pensamento e discurso sejam aceitos como verdadeiros.
Investigação: para se responder aos problemas, deve-se usar a investigação e abrir mão das explicações preestabelecidas.
Generalização: as explicações encontradas pelo pensamento lógico devem ter um alcance geral.
A filosofia é um modo de pensar, é uma postura diante do mundo. A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. Ela é, antes de tudo, um modo de se colocar diante da realidade, procurando refletir sobre os acontecimentos a partir de certas posições teóricas. Essa reflexão permite ir além da pura aparência dos fenômenos, em busca de suas raízes e de sua contextualização em um horizonte amplo que abrange os valores sociais, históricos, econômicos, políticos, éticos e estéticos
O NASCIMENTO DA FILOSOFIA
A reflexão filosófica nasceu na Grécia no século VI a.C., com os filósofos que antecederam a Sócrates. A passagem da consciência mítica e religiosa para a consciência racional e filosófica não foi feita de um salto. Esses dois tipos de consciência coexistiram na sociedade grega, assim como, dentro de certos limites, coexistem na nossa.
MITOLOGIA GREGA
COSMOGONIAS x COSMOLOGIAS
COSMOGONIA - EXPLICAÇÃO DO UNIVERSO DE FORMA MITOLÓGICA, SOBRENATURAL, EM FORMA DE NARRATIVAS.
COSMOLOGIA - EXPLICAÇÃO RACIONAL DO UNIVERSO.
ARCHÉ
A busca da arché
Com base na razão e não na mitologia, os primeiros filósofos gregos tentaram encontrar o princípio substancial ou substância primordial (a arché, em grego) existente em todos os seres, a “matéria-prima” de que são feitas todas as coisas.
Dentre os objetivos desses primeiros filósofos, destaca-se a construção de uma cosmologia – explicação racional e sistemática das características do universo – que substituísse a antiga cosmogonia – explicação sobre a origem do universo baseada nos mitos
ANAXÍMENES
Anaxímenes (c. 588 -524 a.c.), era discípulo de Anaximandro. Ele concordava que a origem de todas as coisas era indeterminada, mas recusou-se a atribuir a essa indeterminação o caráter de arché. Para Anaxímenes, a substância primordial não poderia ser um elemento situa do fora dos limites da observação e da experiência sensível, como o ápeiron de Anaximandro.
PITÁGORAS
Resposta bastante distinta na busca da arché veio de Pitágoras de Samos (c. 570-490 a.c.). Profundo estudioso da matemática, Pitágoras defendeu a tese de que todas as coisas são números.
Conta-se que, para chegar a essa tese, primeiro teria percebido que à harmonia dos acordes musicais correspondiam certas proporções aritméticas.
Se para Pitágoras “tudo é número”, isso quer dizer que o princípio fundamental (a arché) seria a estrutura numérica, matemática, da realidade.
SOFISTAS
Geralmente eram estrangeiros;
Professores da retórica (cobravam para ensinar)
Iniciavam os jovens na arte da retórica;
Contribuíram para o sistema de ensino;
Primeiros advogados da Humanidade: eram pagos para defender os seus clientes (grande capacidade de argumentação/contra-argumentação)
Elaboraram um ideal democrático;
Utilizavam-se da persuasão como elemento principal do convencimento;
SÓCRATES
Nascido em Atenas, Sócrates (469-399 a.C.) é tradicionalmente considerado um marco divisório da história da filosofia grega. Por isso, como vimos antes, os filósofos que o antecederam são chamados de pré-socráticos e os que o sucederam, de pós-socráticos. o próprio Sócrates, porém, não deixou nada escrito. o que se sabe dele e de seu pensamento vem dos textos de seus discípulos e de seus adversários.
Sócrates era filho de um escultor e de uma parteira – dupla herança que o levou a buscar esculpir, simbolicamente, uma representação autêntica do ser humano e a ajudar seus discípulos a dar à luz suas próprias ideias.
INTRODUÇÃO A PLATÃO
Nascido em Atenas, Platão (427-347 a.C.) pertencia a uma das mais nobres famílias atenienses.
Seu nome verdadeiro era Arístocles, mas, devido a sua constituição física, recebeu o apelido de Platão, termo grego que significa “de ombros largos”.
Foi discípulo de Sócrates, a quem considerava o mais sábio e o mais justo dos homens.
Depois da morte de seu mestre, Platão empreendeu inúmeras viagens, período em que ampliou seus horizontes culturais e amadureceu suas reflexões filosóficas.
Por volta de 387 a.C. Retornou a Atenas, onde fundou sua própria escola filosófica, a Academia, nos jardins construídos por seu amigo Academus.
A maior parte do pensamento platônico nos foi transmitida por intermédio da fala de Sócrates nos diálogos socráticos, escritos pelo próprio Platão.
A VIDA DE ARISTÓTELES
Filho de Nicômaco, médico do rei da Macedônia, provavelmente herdou do pai o interesse pelas ciências naturais.
Aos 18 anos foi para Atenas e ingressou na Academia de Platão, onde permaneceu cerca de vinte anos
Com a morte de Platão, em 347 a.C., a destacada competência de Aristóteles o qualificava para assumir a direção da Academia. Seu nome foi preterido, ou seja, não foi aceito como diretor por ser considerado estrangeiro pelos atenienses.
Decepcionado com o episódio, deixou a Academia e partiu para a Ásia Menor;
Foi convidado pelo rei da Macedônia para ser professor de seu filho Alexandre "o grande".
Por volta de 335 a.C., Aristóteles regressou a Atenas, fundando sua própria escola filosófica, que passou a ser conhecida como Liceu.
Em 323 a.C., após a morte de Alexandre, os sentimentos antimacedônicos ganharam grande intensidade em Atenas. Devido a sua notória ligação com a corte macedônica, Aristóteles passou a ser perseguido. Foi então que decidiu abandonar Atenas, dizendo querer evitar que os atenienses “pecassem duas vezes contra a filosofia”
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Hilemorfismo teleológico
Para explicá-la, é preciso relacionar conceitos de sua física com os de sua metafísica.
Se observarmos a natureza como fazia esse pensador, veremos que ela tem ciclos constantes e regulares. As plantas e os animais nascem, crescem e morrem. Cada organismo constitui um todo orgânico, ordenado e coeso. Apesar da diversidade e multiplicidade de entes, parece haver uma ordem interna e externa a cada um deles que conduz à sucessão dos acontecimentos.
O CONHECIMENTO DAS CAUSAS PRIMEIRAS
Mas o quê esse filósofo grego queria dizer com isso?
Quais são essas causas primeiras?
Antes de começarmos a entender isso é importante sabermos que Aristóteles enumera quatro causas diferentes:
causa material,
causa formal,
causa eficiente
causa final.
Escolas Filosóficas Helenísticas
Com a conquista da Grécia pelos macedônios (322 a.C.), teve início o chamado período helenístico.
Devido à expansão militar do império macedônico, efetuada por Alexandre Magno, o período helenístico caracterizou-se por um processo de interação entre a cultura grega clássica e a cultura dos povos orientais conquistados.
O mesmo processo se deu no campo filosófico. As escolas platônica (Academia) e aristotélica (liceu) – dirigidas, respectivamente, pelos discípulos de Platão e Aristóteles – continuaram abertas e em plena atividade, mas os valores gregos começaram a mesclar-se com as mais diversas tradições culturais.