Mapa mental
A PRÁTICA EDUCATIVA (PE)

Mapa mental: Prática Educativa: Análise, Ensino e Sala de Aula
Contenido del mapa
A PRÁTICA EDUCATIVA (PE)
- o livro propõe alguns critérios que contribuam para articular uma reflexão sobre a prática. pretende mostrar que a resolução dos problemas da prática educativa exige o uso de referenciais que permitam interrogá-la e que ao mesmo tempo apontem parâmetros para as decisões a serem tomadas.
1. unidades de análise
- 1.objetivo: melhorar a prática pela análise do que se faz e pelo contraste com outras práticas. 2.precisamos de critérios para atuar com segurança: referênciais teóricos validados na prática - descrever, explicar, compreender. 3.na educação não há marcos teóricos tão fiéis e precisos e comparados empiricamente - complexidade das variáveis que intervém nos processos educativos 4. É necessário uma atuação profissional baseada no pensamento prático, mas a partir da reflexão.
- Sabemos pouco sobre os processos de ensino/aprendizagem , das variáveis que intervém e como se interrelacionam . 2. Parâmetros organizativos, metodologias, possibilidades dos professores, condições físicas etc. / Flúida, complexa, multifacetada 3. Nela intervém numerosas variáveis que devem ser entendidas sob perspectiva reflexiva e processual: planejamento/aplicação/avaliação. 4. a unidade de análise que represnta esse processo é a sequência didática.
- Variáveis metodológicas que configuram a PE
- 1. sabemos pouco sobre os processos de ensino/aprendizagem , das variáveis que intervém e como se inter relacionam . 2. A PE apresenta parâmetros organizativos, metodologias, possibilidades dos professores, condições físicas etc. / Flúida, complexa, multifacetada 3. nela intervém numerosas variáveis que devem ser entendidas sob perspectiva reflexiva e processual: planejamento/aplicação/avaliação.
- sequências de atividades, relações interativas, org, social
- espaço e tempo, org. conteúdos
- materiais, curriculares, critérios de avaliação
- Sequências Didáticas
- 1. UNIDADE PREFERENCIAL PARA ANÁLISE DA PRÁTICA - permite o estudo e avaliação numa visão processual, que inclua as fases de planejamento, aplicação e avaliação 2. mantèm o caráter unitário e reúnem toda a complexidade da prática 3. instrumentos que permitem reunir toda a intervenção reflexiva: planejamento/aplicação/avaliação.4. CONCEITO - São um conjunto de atividades ordenadas , estruturadas, e articuladas para a realização de certos objetivos educacionais, que têm um princípio e um fim conhecidos pelo professor e pelos alunos. 5. inclui todas as variáveis metodológicas.
- Referenciais para análise da prática
- função social do ensino
- para quê / por quê ensinar, educar? O sentido e papel da educação define os objetivos e conteúdos
- objetivos e conteúdos
- fonte epistemológica
- a função do saber, das disciplinas, das matérias serão segundo o sentido e a função social que se atribua ao ensino
- fonte epistemológica
- fonte sociológica
- determinada pela concepção ideológica da resposta ao para quê educar/ensinar condiciona e delimita o papel e o sentido da fonte epistemológica
- concepção de ensino aprendizagem
- É ponto de partida para se estabelecer os critérios para as decisões em aula.
- fonte psicológica
- conhecimento sobre os níveis de desnvolvimento, os estilos cognitivos, ritmos de aprendizagem, estratégias - essenciais para referenciar as ações didáticas.
- critérios de ensino
- fonte didática
- a resposta ao como ensinar implica saber como as aprendizagens se produzem.
- fonte didática
- condicionantes do Contexto educativo
- 1. espaços, estrutura da escola, características dos alunos, pressões sociais, recursos disponíveis, trajetória profissional dos professores, ajudas externas - interferem e/ou impossibilitam a realização dos objetivos estabelecidos no modelo teórico. 2. a prática na aula marcada por esses condicionantes, corresponde àquilo que se pode fazer levando em conta a globalidade do contexto educacional em que ocorre a prática educativa. 3. argumentar sobre a impossibilidade de mudanças em algumas das variáveis é desvalorizar os referenciais teóricos que aconselhariam essas mudanças. É negar a finalidade do ensino ou a concepção pedagógica em vez de procurar os motivos que impossibilitam as mudanças.
- função social do ensino
2. A função social do ensino e as concepções de aprendizagem:Instrumentos de análise
- qual a finalidade do sistema educativo? Papel da escola seletivo e propedêutico? Que intenções educacionais? o que pretendemos que nossos alunos consigam?
- Qual o papel dos objetivos educacionais? os objetivos devem visar à formação integral do aluno. professor deve estar consciente de que as experiências educativas incidem na formação dos alunos. Consciência de que a intervenção pedagógica é sempre ideológica.Preocupação com a condição de cidadão ou cidadã e quanto à sociedade em que o aluno vai viver.
- conteúdos
- o que ensinamos? conteúdo é tudo quanto se tem que aprender para alcançar determinados objetivos abrangendo capacidades cognitiva, motora, afetiva,de relação interpessoal, inserção social. - currículo oculto.. o que se deve aprender? - conteúdos natureza variada.
- conceituais
- fatos , conceitos e princípios
- procedimentais
- procedimentos, técnicas e métodos
- atitudinais
- valores, atitudes e normas
- modelo teórico tradicional
- função social do ensino
- concepção aprendizagem
- Acumulativa
- critérios ensino
- uniformizador transmissivo
- fonte didática
- critérios ensino
- fonte psicológica
- Acumulativa
- seletiva propedêutica
- objetivos conteúdos
- capacidades cognitivas conteúdos conceituais
- fonte epistemológica
- objetivos conteúdos
- fonte sociológica
- concepção aprendizagem
- variáveis metodológicas
- aula magistral, diretivas, grande grupo
- sequencia didática relações interativas org,. social
- espaço e tempo fixos disciplinares livro didático sanção e centrado em resultados
- org, conteúdos materiais curriculares critérios de avaliação
- aula magistral, diretivas, grande grupo
- função social do ensino
- modelo teórico global
- função social do ensino
- concepção aprendizagem
- connstrutivista
- critérios ensino
- atenção diversidade construtivista
- fonte didática
- critérios ensino
- fonte psicológica
- connstrutivista
- compreensiva formação geral
- objetivos conteúdos
- todas as capacidades todo tipo de conteúdo
- fonte epistemológica
- objetivos conteúdos
- fonte sociológica
- concepção aprendizagem
- variáveis metodológicas
- interpreta as variáveis de forma mais flexível. não existe modelo geral. objetivo é a melhora da prática baseada em marcos teóricos que permitam reflexão sobre a prática.
- sequência didática relações interativas org. social
- org conteúdos materiais curriculares critérios de avaliação
- função social do ensino
- conclusões
- não é possível estabelecer um modelo único de ensinar. è preciso introduzir em cada momento as ações que se adaptem às novas necessidades formativas fugindo dos estereótipos. a busca deve ser a melhora da prática e isso só é possível com a reflexão sobre ela de forma a permitir que a nossa intervenção pedagógica seja coerente com nossas intenções e nosso saber profissional.
3. SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS (SD) E SEQUÊNCIAS DE CONTEÚDO (SC)
- Análise de sequências didáticas
- OBJETIVO - VER INSTRUMENTOS QUE NOS PERMITAM INTRODUZIR NAS DIFERENTES FORMAS DE INTERVENÇÃO ATIVIDADES QUE POSSAM MELHORAR NOSSAS AULAS. modelo trdicional - circuito didático dogmático (BINI, 1977) apresenta 4 fases: 1. comunicação da lição 2. estudo individual sobre o L Didático 3. repetição do conteúdo aprendido, sem discussão nem ajuda recíproca 4. julgamento ou sanção (nota) do professor ESSE MODELO CORRESPONDE À SEQUENCIA ESTEREOTIPADA DO MODELO EXPOSITIVO E É O PONTO DE PARTIDA, COM VARIAÇÕES SIGNIFICATIVAS, DE MUITAS FORMAS DE ENSINO
- CRITÉRIO: OS CONTEÚDOS DE APRENDIZAGEM
- análisar se os conteúdos trabalhados são os mais aprorpriados para a consecução dos objetivos
- conceituais
- saber os temas, determinados conhecimentos
- procedimentais
- saber fazer - algorítmos de fração ou velocidade, análise sintática, resolução de problemas
- atitudinais
- aprender a ser (tolerantes, cooperativos, organizados)
- Conclusões
- 1. considerando que a tipologia dos conteúdos é reflexo da função do ensino: 3 das SD analisadas apontaram um modelo tradicional de formação - propedêutica - mais baseadas no saber e no saber fazer. apenas 1 , tende a uma formação + integral por diversificar os conteúdos. 2. refletir sobre o que implica aprender o que propomos, e o que implica aprendê-lo de maneira significativa pode nos levar a estabelecer propostas mais fundamentadas para ajudar nossos alunos e a nós mesmos. 3. as diferentes propostas didáticas que oferecemos, têm diferentes potencialidades, precisamos dispor de critérios para para considerar o que é mais conveniente para determinados objetivos.
- CRITÉRIO: ATENÇÃO À DIVERSIDADE E A CONCEPÇÃO CONSTRUTIVISTA
- conhecimentos prévios
- na SD existem atividades que permitem determinar os conhecimentos prévios dos alunos em relação aos novos conteúdos de aprendizagem?
- conteúdos significativos e funcionais
- na SD há atividades cujos conteúdos são propostos de forma funcional e significativa para os meninos e as meninas?
- nivel de desenvolvimento, conflito cognitivo,
- As atividades da SD são adequadas ao nível de desenvolvimento dos alunos? representam um desafio alcançável? permitem criar zonas de desenvolvimento proximal e intervir? provocam conflito cognitivo e promovem a atividade mental do aluno relacionando novos conteúdos e conhecimentos prévios?
- auto-estima e autoconceito, habilidades de aprender a aprender?
- Promovem atitudes favoráveis a novas aprendizagens? estimulam a auto-estima? ajudam a adquirir habilidades que lhe tornam mais autônomos?
- conhecimentos prévios
- Análise de sequências de conteúdos
- CONCEITO: SD é conjunto ordenado de atividades estruturadas e articuladas para a consecução de um objetivo educacional em relação a um conteúdo concreto. OBJETIVO: focar naquelas atividades que podem incidir na aprendizagem de um determinado conteúdo, estas podem se concretizar em apenas uma unidade didática ou se estender ao longo de várias ou todas. análise: identificar a sequência de conteúdo e relacionar com o conhecimento sobre os processos subjacentes à aprendizagem dos diferentes conteúdos segundo sua tipologia.
- Ensinar conteúdos factuais, conceitos, princípios, conteúdos procedimentais, conteúdos atitudinais,
- Conclusões
- 1. os diferentes conteúdos apresentados exigem esforços de aprendizagem e ajudas específicas. o professor deve discernir o que pode ser objeto de uma unidade didática daquilo que exige um trabalho continuado em várias SD.
- Análise de sequências didáticas
4. RELAÇÕES INTERATIVAS EM SALA DE AULA: O PAPEL DOS PROFESSORES E DOS ALUNOS
- 1. As sequências didáticas, como conjuntos de atividades, permitem inúmeras oportunidades comunicativas. 2. as atividades são o meio de mobilizar as relações que se estabelecem em sala entre profs e alunos. 3. as relações que se estabelecem definem os diferentes papéis dos pros e dos alunos. 4. modelo tradicional : prof, transmissor do conhecimento (informa, explica) - aluno (repete, reproduz, automatiza)5. também os objetivos e os tipos de conteúdos influem e determinam o tipo de participação de prof e alunos na sala de aula.
- objetivo do tópico: as relações em sala de aula na perspectiva construtivista.
- Construtivismo e as interações educativas na aula
- funções do professor a partir do planejamento: 1. Planejar e adaptar às necessidades dos alunos. (intervenção bem elaborada x plasticidade na aplicação) 2. Contar com as contribuições e conhecimentos dos alunos. (clima adequado e atividades que promovam o debate sobre suas opiniões.) 3. estabelecer metas ao alcançe dos alunos, 4. oferecer ajudas adequadas para superação dos obstáculos. 5. ajudar os alunos a encontrar sentidos na aprendizagem. 6. Promover atividade mental auto-estruturante.
- 7. Criar ambiente que promova auto-estima e autoconceito 8. Potencializar a autonomia 9. avaliar conforme capacidade e esforço e estimular a auto-avaliação.- estímulo progressivo `ao controle e regulação da própria atividade
- Tipos de conteúdo e as interações educativas
- PROCEDIMENTAIS
- CONDIÇÃO ATIVA - deve levar em conta diferenças de estilo e ritmos diferentes de aprendizagem entre meninos e meninas - oferecer modelos adequados, apoio na realização das técnicas/passos e promoção da autonomia.
- ATITUDINAIS
- reflexão mais profunda a respeito das relações interativas devido à relevância da afetividade. 2. articula ações formativas nas quais os conteúdos devem ser vividos pelos alunos. - exige desenvolvimento das tarefas concretas e formas específicas de desenvolvê-las em clima e relações adequadas entre professor & aluno & aluno. o ambiente, as avaliações e as relações devem traduzir os valores que se quer ensinar:justiça, solidariedade, tolerância, cooperação, liberdade, respeito, diversidade, responsabilidade...
- CONCEITUAIS
- Todos os tipos de relaçôes que incentivam os processos de apredndizagem são adequadas para o ensino dos conteúdos conceituais.
- PROCEDIMENTAIS
Información
- Descripción
- mapa sobre o livro À PRÁTICA EDUCATIVA - ZABALA
- Creado por
- DINALVA SANTOS SILVA
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