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Mapa mental

FEBRE E DOR

Gabriela Lorrane Portugués

Contenido del mapa

FEBRE E DOR

  1. Tratamento Adjuvante - *Antidepressivos: Os pacientes com dor crônica frequentemente sofrem de depressão esta condição deve ser prontamente tratada.

  2. - Relaxantes Musculares: Os fármacos relaxantes musculares podem ser utilizados apenas por curto período em casos de dor crônica agudizada. O uso crônico é desaconselhado. Diazepam, por exemplo, foi igualmente eficaz à acupuntura no tratamento da dor aguda de pacientes com osteoartrose.

  3. Tratamento não Medicamentoso - A maioria dos pacientes com dor nociceptiva e fibromialgia beneficia-se da prática regular de exercícios físicos, conforme ensaios clínicos bem conduzidos. Uma meta-análise concluiu que terapia cognitiva DOR CRÔNICA comportamental, massagem, reabilitação e calor local são alternativas eficazes no tratamento de dores musculares ou nociceptivas. Com relação à dor neuropática, há evidência sugerindo benefício da atividade física em pacientes pré-diabéticos. Nos casos de dor miofascial, a prática de acupuntura e agulhamento a seco sobre os pontos-gatilho é eficaz, além da atividade física regular. Assim, atividade física regular, terapia cognitiva comportamental, terapia com calor local ou fisioterapia podem ser utilizadas em pacientes com todos os tipos de dor (nociceptiva, neuropática ou mista) conforme a capacidade física do doente e sob supervisão de profissional habilitado.

  4. Tratamento Medicamentoso - inclui analgésicos, antiinflamatórios, fármacos adjuvantes e opióides (fracos e fortes).

    • Escala analgésica da OMS: Degrau 1 - Analgésicos e anti-inflamatórios + fármacos adjuvantes / Degrau 2 - Analgésicos e anti-inflamatórios + fármacos adjuvantes + opióides fracos / Degrau 3 - Analgésicos e anti-inflamatórios + fármacos adjuvantes* + opióides fortes .
    • Analgésicos: A dipirona é um analgésico eficaz no tratamento de dores miofasciais e viscerais agudas, tais como dor pósoperatória, cólica renal e dor de cabeça, conforme meta-análises. O paracetamol pode ser utilizado para a analgesia da maior parte das síndromes dolorosas. Ele é eficaz nas dores pós-operatórias, especialmente quando associado a AINES.
      • AINES: Todos são igualmente eficazes no alívio da dor lombar crônica, sendo em geral superiores ao paracetamol no tratamento da dor devida a osteoartrose . Conforme meta-análise envolvendo 42 ensaios clínicos e 3.084 pacientes, a dor oncológica também é eficazmente tratada com AINES. Nas dores nociceptivas crônicas em geral, o ibuprofeno é tão ou mais eficaz do que paracetamol e é muito eficaz no controle de dor pós-operatória.
        • Antidepressivos: Estudos concluem não haver vantagens do uso de antidepressivos sobre placebo no tratamento da dor lombar inespecífica. Exemplo de medicamentos antidepressivos: fluoxetina, amitripitlina, nortriptilina, desipramina e outros.
          • Antiepiléticos: Exemplo de medicamentos: carbamazepina, pregabalina, fenitoína, ácido valpróico, gabapentina, topiramato e outros.
            • Opióides: São fármacos analgésicos potentes e de boa eficácia no tratamento prolongado de pacientes com dor oncológica, mista ou neuropática, sendo superiores a antidepressivos tricíclicos e a AINES. O uso de opioides, independentemente da potência, por tempo prolongado não é recomendado para pacientes com dor nociceptiva (osteoartrose, artrite reumatoide e lombalgia entre outros), pois, além dos efeitos adversos limitantes, tais como retenção urinária, constipação e sonolência , não existem evidências convincentes de seus benefícios nessa população. De todos os opioides disponíveis, a melhor evidência de eficácia na dor é a da morfina, tanto nas dores oncológicas quanto nas neuropáticas.
              • Opióides fracos: codeína e tramadol.
              • Opióides fortes: morfina, oxicodona, metadona, fentanila e hidromorfina.
                • A morfina é um opioide de eficácia reconhecida no tratamento das dores oncológicas, neuropáticas e nociceptivas agudas ou crônicas agudizadas. A segurança e a experiência do uso de morfina ao longo de décadas fazem com que esse fármaco seja o mais representativo da classe dos opioides.
  5. A seleção do tratamento sintomático adequado, para o manejo de febre, deve ter por base evidências de efetividade, segurança, comodidade e custo, considerando as preferências do paciente.

  6. A febre é geralmente benigna e autolimitada. O tratamento sintomático é o principal aspecto do cuidado e visa a aumentar a sensação de conforto do paciente. Tratamentos farmacológicos devem ser prudentemente utilizados somente se os sinais/sintomas incomodam ou perturbam as atividades diárias.

  7. 1° Linha

    • Crianças: paracetamol, ibuprofeno.
      • Adultos: paracetamol e ibuprofeno.
        • Idosos: e grávidas: paracetamol
  8. 2° Linha

    • Adultos: ácido acetilsalicílico.
  9. 3° Linha

    • Adultos: naproxeno sódico e dipirona.

Información

Descripción
Mapa Mental sobre FEBRE E DOR, creado por Gabriela Lorrane el 08/10/2018.
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