Mapa mental
EXAMES COMPLEMENTARES NO PRÉ-NATAL
Contenido del mapa
EXAMES COMPLEMENTARES NO PRÉ-NATAL
Sorologia HIV
- - No 1° e 3°trimestre da gravidez; - Ao oferecer o teste, deve-se informar os possíveis resultados; - Aconselhamento do pré-teste ○ Negativo; ○ Positivo (falso depois da vacina da gripe); Indeterminado (médico e paciente decidem juntos se faz a profilaxia ou não).
Sorologia sífilos
- Típica na palma das mãos e na planta dos pés (no pênis é limpa, lesão única e indolor); Mãe que teve e não tratou durante a gravidez - bebe nasce com sífilis congênita (atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, problemas na formação dentária, manchas, hepatomegalia);
- Diagnóstico: VDRL não é específico para sífilis, mas é muito sensível para o rastreamento dessa doença, se der positivo, deve-se fazer o FTA-Abs (teste treponêmico) que é específico e se der positivo é confirmado o caso de doença e se der negativo, ou a paciente já teve ou deu falso positivo;
- Tratamento: penicilina Benzatina (bezetacil) é a única droga que tem capacidade de alcançar o feto e trata-lo de maneira adequada (sífilis 1° - 1 dose, de 2400000 UI 2° - 2 com intervalo de 7 dias, e 3° - 3), obrigatório o tratamento do parceiro;
- Diagnóstico: VDRL não é específico para sífilis, mas é muito sensível para o rastreamento dessa doença, se der positivo, deve-se fazer o FTA-Abs (teste treponêmico) que é específico e se der positivo é confirmado o caso de doença e se der negativo, ou a paciente já teve ou deu falso positivo;
- Típica na palma das mãos e na planta dos pés (no pênis é limpa, lesão única e indolor); Mãe que teve e não tratou durante a gravidez - bebe nasce com sífilis congênita (atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, problemas na formação dentária, manchas, hepatomegalia);
Sorologia hepatite B
- O que devemos pedir: HBsAg - antígeno de superfície; Anti-HBSAg - anticorpo do antígeno da superfície (vacina); Anti-HBc - anticorpo do antígeno do core (infecção com ou sem replicação viral); HbeAg - antígeno de replicação (cicatriz); Anti-Hbe - anticorpo do antígeno de replicação;
Sorologia toxoplasmose
- Transmissão através de águas e alimentos, fezes de felinos e pode ser passado de forma congênita para os bebes;
- Manifestação clínica: toxoplasmose ocular e auditiva, prematuridade, retardo de crescimento fetal, surdez e crise convulsiva;
- Diagnóstico: teste de avidez se for alto é sinal de IGG e consequentemente crônica (paciente já está imune), se for baixo é sinal de IGM e infecção aguda; Prevenir a transmissão para o feto → espiramicina 500 mg, 2 comprimidos de 8/8 horas até o parto, se confirmada a infecção fetal: sulfadiazina, pirimetamina, ácido folínico.
- Manifestação clínica: toxoplasmose ocular e auditiva, prematuridade, retardo de crescimento fetal, surdez e crise convulsiva;
- Transmissão através de águas e alimentos, fezes de felinos e pode ser passado de forma congênita para os bebes;
Urina tipo 1
- - Se tem sintomas, deve tratar tanto grávida ou não - Tratamento: cefalexina, nitrofurantoína; Assintomático se a urocultura der > 100000 deve -se tratar igual
Pesquisa de estreptococo B
- - Fazer acima de 35 semanas - Feito na mucosa da vagina e do reto evita a sepse neonatal precoce ; Se der positivo, deve fazer tratamento com antibiótico no momento que a gestante entra em trabalho de parto;
Tipagem ABO/Rh
- Mãe negativo e filho positivo; Quando o sangue do feto entra em contato com o sangue da mãe (durante o parto, sangramento na gestação), o organismo da mãe tem contato com o antígeno D. Dessa forma, o sistema imunológico da mãe desenvolve o anticorpo anti D (anti Rh positivo) para destruir esse antígeno. Se nada for feito, vai ocorrer o fenômeno de sensibilização, ou seja, cria uma memória contra o antígeno do bebe. Na primeira gravidez, isso não terá nenhum impacto com a mãe ou com essa gravidez. Porém, o corre o fenômeno de sensibilização, se nada for feito. O problema se encontra na segunda gravidez com criança Rh positivo.
- As complicações aconteceram na segunda gravidez através da eritroblastose fetal na qual a mãe já tem o anticorpo anti D (anti Rh positivo), oque faz a destruição das hemácias, com uma tentativa de recuperação da MO que gera mais hemácias e consequentemente hepato e esplenomegalia, comprometendo a oxigenação fetal e levando a óbito;
- Pode-se evitar dando Imunoglobulina antiantígeno D de dose única, durante a gravidez que destrói as células Rh positiva na circulação materna para não desenvolver anticorpos anti-D. Coombs indireto avalia no plasma materno se há anticorpos anti-D ○ No caso de gestante sensibilizada, devem-se determinar os títulos de anticorpo anti-D a cada quatro semanas e, após 28 semanas, a cada duas semanas; Quando atingem valores ≥1:16 em técnica de diluição em tubo, há risco aumentado de anemia fetal.
- As complicações aconteceram na segunda gravidez através da eritroblastose fetal na qual a mãe já tem o anticorpo anti D (anti Rh positivo), oque faz a destruição das hemácias, com uma tentativa de recuperação da MO que gera mais hemácias e consequentemente hepato e esplenomegalia, comprometendo a oxigenação fetal e levando a óbito;
- Mãe negativo e filho positivo; Quando o sangue do feto entra em contato com o sangue da mãe (durante o parto, sangramento na gestação), o organismo da mãe tem contato com o antígeno D. Dessa forma, o sistema imunológico da mãe desenvolve o anticorpo anti D (anti Rh positivo) para destruir esse antígeno. Se nada for feito, vai ocorrer o fenômeno de sensibilização, ou seja, cria uma memória contra o antígeno do bebe. Na primeira gravidez, isso não terá nenhum impacto com a mãe ou com essa gravidez. Porém, o corre o fenômeno de sensibilização, se nada for feito. O problema se encontra na segunda gravidez com criança Rh positivo.
Glicemia em jejum
- Pedimos para rastreamento de diabetes desenvolvidos na gestação, que está relacionada com a má formação cardíaca e pulmonar do bebê. Glicemia > 92 → diabetes gestacional Glicemia > ou igual 126 → diabetes prévia a gestação Glicemia < ou igual a 92 + fator de risco → TTOG imediato Glicemia < ou igual a 92 sem fator de risco → TTOG 24-28 semanas
- TTOG: teste de tolerância oral a glicose ○ Jejum → < 92 ○ 1 hora → 180 2 hora → 153
- Pedimos para rastreamento de diabetes desenvolvidos na gestação, que está relacionada com a má formação cardíaca e pulmonar do bebê. Glicemia > 92 → diabetes gestacional Glicemia > ou igual 126 → diabetes prévia a gestação Glicemia < ou igual a 92 + fator de risco → TTOG imediato Glicemia < ou igual a 92 sem fator de risco → TTOG 24-28 semanas
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre EXAMES COMPLEMENTARES NO PRÉ-NATAL, creado por Emille Viana el 16/04/2020.
- Creado por
- Emille Viana
- Visitas
- 6
- Valoración