Mapa mental
Ensaio Marshall
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Ensaio Marshall
DNIT 178/2018
DNER-ME 043/95
Procedimento para se determinar a estabilidade e a fluência de misturas de cimento asfáltico
- Misturas a quente
- Feito para uso em pavimentação com agregados de tamanho máximo de 25,4mm
- Misturas a quente
Estabilidade Marshall: resistência máxima à compressão do corpo de prova ensaiado no equipamento
- Obtida através da compressão
Fluência Marshall: aferida através da deformação total apresentada pelo corpo de prova, desde a aplicação de carga nula até a máxima
Procedimentos
- 1) Preparação dos corpos de prova, seguindo os critérios de temperatura, viscosidade , pesagem e controle de tempo
- 2) Compactação atendendo critérios
- 3) Determinação da estabilidade e fluência através da coleta de dados (fórmulas e correções dos valores obtidos no ensaio)
- Os corpos-de-prova serão imersos em banho-maria a 60 ± 1 ºC, para misturas com cimento asfáltico ou a 38 ± 1 ºC, para misturas com alcatrão, por um período de 30 a 40 minutos.
- Em seguida, cada corpo-de-prova é colocado no molde de compressão, que deve ser estar nas temperaturas de 21 a 38 ºC.
- O molde de compressão, contendo o corpo-de-prova, é posicionado na prensa segundo a geratriz e o medidor de fluência é colocado e ajustado na posição de ensaio.
- A prensa opera a 5cm/min até romper o corpo de prova. Após romper, faz-se a leitura "máxima" do deflectômetro e converte-se a leitura em N utilizando gráfico (estabilidade lida).
- . E faz-se a correção dessa estabilidade lida usando a tabela (ver fator encontrado), baseando-se na espessura
- ? = 〖927,23∗ℎ〗^(−1,64)
- O valor da fluência é obtido simultaneamente ao da estabilidade.
- Durante a aplicação da carga, a luva-guia do medidor de fluência será firmada, com a mão, contra o topo do segmento superior do molde de compressão, diretamente sobre um dos pinos-guia.
- A pressão da mão sobre a luva do medidor de fluência deve ser relaxada, no momento em que ser o rompimento do corpo-de-prova, ocasião em que será lido e anotado o valor da fluência.
- A fluência pode também ser obtida pela substituição do medidor de fluência por um deflectômetro.
- A pressão da mão sobre a luva do medidor de fluência deve ser relaxada, no momento em que ser o rompimento do corpo-de-prova, ocasião em que será lido e anotado o valor da fluência.
- Durante a aplicação da carga, a luva-guia do medidor de fluência será firmada, com a mão, contra o topo do segmento superior do molde de compressão, diretamente sobre um dos pinos-guia.
- O valor da fluência é obtido simultaneamente ao da estabilidade.
- ? = 〖927,23∗ℎ〗^(−1,64)
- . E faz-se a correção dessa estabilidade lida usando a tabela (ver fator encontrado), baseando-se na espessura
- A prensa opera a 5cm/min até romper o corpo de prova. Após romper, faz-se a leitura "máxima" do deflectômetro e converte-se a leitura em N utilizando gráfico (estabilidade lida).
- O molde de compressão, contendo o corpo-de-prova, é posicionado na prensa segundo a geratriz e o medidor de fluência é colocado e ajustado na posição de ensaio.
- Em seguida, cada corpo-de-prova é colocado no molde de compressão, que deve ser estar nas temperaturas de 21 a 38 ºC.
- 4) Resultados
- A estabilidade é dada pela carga média, em N (kgf), de pelo menos três corpos-de-prova.
- A fluência é a média dos valores obtidos em pelo menos três corpos-de-prova, expressa em 0,25 mm.
- Indicar o tipo de amostra ensaiada (amostra de laboratório ou corpo-de-prova extraído de pavimento).
- Temperatura de ensaio.
- Apresentação dos resultados em tabelas
- Os corpos-de-prova serão imersos em banho-maria a 60 ± 1 ºC, para misturas com cimento asfáltico ou a 38 ± 1 ºC, para misturas com alcatrão, por um período de 30 a 40 minutos.
- O molde de compactação e a base do soquete devem estar limpos e aquecidos em água fervente, em estufa ou placa a 90 a 150 ºC.
- Colocar o molde em posição no suporte de compactação (bloco de madeira) e introduzir nele uma folha de papel-filtro, cortado conforme a seção do molde.
- Colocar no molde a mistura, de uma só vez durante dois minutos
- Acomodar a mistura quente com 15 golpes vigorosos de espátula com uma colher ligeiramente aquecida.
- Recolocar o anel superior e aplicar com soquete determinado o número de golpes sobre a mistura, com altura de queda livre de 45,72 cm.
- Remover o anel superior e inverter o anel inferior e forçar com o soquete a mistura até atingir a placa-base e aplicar o mesmo número de golpes no corpo-de-prova invertido.
- Após a compactação, o corpo-de-prova é retirado do anel inferior e cuidadosamente colocado numa superfície lisa e plana e deixado em repouso durante, no mínimo 12 horas, à temperatura ambiente.
- A altura do corpo-de-prova deve ser de 63,5 ± 1,3 mm, medida com o paquímetro em quatro posições diametralmente opostas. Adota-se como altura o valor da média aritmética das quatro leituras.
- Após a compactação, o corpo-de-prova é retirado do anel inferior e cuidadosamente colocado numa superfície lisa e plana e deixado em repouso durante, no mínimo 12 horas, à temperatura ambiente.
- Remover o anel superior e inverter o anel inferior e forçar com o soquete a mistura até atingir a placa-base e aplicar o mesmo número de golpes no corpo-de-prova invertido.
- Recolocar o anel superior e aplicar com soquete determinado o número de golpes sobre a mistura, com altura de queda livre de 45,72 cm.
- Acomodar a mistura quente com 15 golpes vigorosos de espátula com uma colher ligeiramente aquecida.
- Colocar no molde a mistura, de uma só vez durante dois minutos
- Colocar o molde em posição no suporte de compactação (bloco de madeira) e introduzir nele uma folha de papel-filtro, cortado conforme a seção do molde.
- 3) Determinação da estabilidade e fluência através da coleta de dados (fórmulas e correções dos valores obtidos no ensaio)
- Alcançar temperatura de mistura, usando viscosímetro
- Alcançar a temperatura da compactação, usando viscosímetro
- Secar os agregados até a massa constante em estufa a 105 a 110 ºC e separá-los nas seguintes frações: 25 a 19 mm; 19 a 9,5 mm, 9,5 a 4,8 mm, 4,8 a 2,0 mm, e passando na peneira de 2,0 mm
- Pesar os agregados para um corpo-de-prova, de cada vez, em recipientes separados, nas quantidades de cada fração que após mistura com o ligante produza corpo-de-prova com cerca de 1,2 kg e 63,5 ± 1,3 mm de altura.
- colocar os recipientes em placa quente ou em estufa e aquecer à temperatura de aproximadamente 10ºC a 15ºC acima da temperatura de aquecimento do ligante, não devendo ultrapassar a temperatura de 177ºC.
- Efetuar a mistura rapidamente, de 2 a 3 minutos, até completa cobertura dos agregados, preferencialmente através de mistura mecânica, para ser colocada no molde de compactação.
- colocar os recipientes em placa quente ou em estufa e aquecer à temperatura de aproximadamente 10ºC a 15ºC acima da temperatura de aquecimento do ligante, não devendo ultrapassar a temperatura de 177ºC.
- Pesar os agregados para um corpo-de-prova, de cada vez, em recipientes separados, nas quantidades de cada fração que após mistura com o ligante produza corpo-de-prova com cerca de 1,2 kg e 63,5 ± 1,3 mm de altura.
- 2) Compactação atendendo critérios
- 1) Preparação dos corpos de prova, seguindo os critérios de temperatura, viscosidade , pesagem e controle de tempo
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre Ensaio Marshall, creado por Fillipe Oumori Barbosa el 28/04/2020.
- Creado por
- Fillipe Oumori Barbosa
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