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HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
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HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
CHINESES
- NOVE CAPÍTULOS DA ARTE MATEMÁTICA
- Fang Tian (Medição de Terrenos):: O primeiro capítulo lida principalmente com cálculo de áreas de terrenos planos ou não e apresentam também problemas envolvendo frações e regras para operar com elas. Sumi (Milho, Miúdos e Arroz) e Cui Fen (Distribuição por Proporções)
- Segundo e terceiro capítulos apresentam a regra de três, porcentagem e problemas sobre distribuição.
- Shao Guang (Largura pequena) O quarto capítulo apresenta problemas que buscam calcular a largura de retângulos em função da área e do comprimento e o cálculo do lado de quadrados e de comprimento de circunferências a partir de suas áreas e de lados de cubos a partir de seus volumes.
- Shanggong (Consultas sobre construções) O quinto capítulo é dedicado a construção civil, cuja preocupação central é o cálculo da força de trabalho necessária para efetuar obras como escavações ou construções. Utilizando dados como volumes e certas condições determinantes.
- Junshu (Impostos justus) O sexto capítulo trata de como distribuir o cereal e o trabalho a diferentes setores da população.
- Ying Buzu (Excesso e déficit) O sétimo capítulo utiliza o método da falsa posição para resolver diferentes tipos de problemas como determinar incógnitas em equações.
- Fang Cheng (Tabelas Retangulares) O oitavo capítulo apresenta a solução de sistemas lineares utilizando os números dispostos em linhas e colunas, algo semelhante a matrizes, inclusive admitindo a existência de números negativos durante os cálculos.
- Gougu (Triângulos Retângulos) O nono capítulo introduz a regra de Gougu, o teorema de Pitágoras Chinês e traz problemas de semelhança de triângulos e resoluções de equações do segundo grau.
- Utilizavam cascas de árvore e bambu
- Foi a primeira a ter o sistema de numeração posicional de base dez, a reconhecer os números negativos, a obter valor expressivo do número Pi, a desenvolver a geometria descritiva e finalmente foi a China que apresentou a primeira versão do triângulo de pascal.
- NOVE CAPÍTULOS DA ARTE MATEMÁTICA
MESOPOTÂMIA
- MATEMÁTICA DA BABILÔNIA
- O início da matemática. Os egípcios e babilônios tinham uma álgebra e geometria que conseguia somente atender suas necessidades práticas.
- Sistema numérico sexagesimal, origem à divisão das horas em 60 minutos e cada minuto em 60 segundos, bem como a divisão do círculo em 360 graus.
- O sistema de numeração utilizada era o sistema de agrupamento simples de base 10 para números menores do que sessenta e um sistema posicional que podia ter base 10 ou base 60 para números maiores. zero? Os babilônios já tinham o conceito do zero e, como esse não era nenhuma quantidade, indicavam-no com um espaço vazio.
- Responsáveis pela aquisição do sistema numérico posicional
- Muitos processos aritméticos eram efetuados com a ajuda de tábuas: de multiplicação, de inversos multiplicativos, de quadrados e cubos e de exponenciais. As tábuas de inversos eram usadas para reduzir a divisão à multiplicação.
- Conhecimento em Teorema de Pitagoras; Geometria e Algebra. A marca principal de geometria é o seu caráter algébrico.
- Dentre as tábuas matemáticas babilônicas encontramos a chamada Plimpton
- Utilizavam placas de barro cozido
- A escrita era cuneiforme, as tábuas eram escritas quando a argila ainda estava úmida, e depois cozinhadas em fornos ou sob o calor do sol.
- MATEMÁTICA DA BABILÔNIA
HINDUS
- A MATEMÁTICA INDIANA
- Os primeiros vestígios de matemática apareceram nos Sulvasutras, no “apêndice” dos textos sagrados Vedas. Continham aplicações do teorema de Pitágoras, ternos pitagóricos, quadratura de retângulos e regras empíricas de geometria necessárias para construir templos sagrados e altares.
- SIstema numérico decimal posicional onde são usados dez símbolos/algarismos do zero ao dez, baseado no sistema Brahmi
- Conhecimento da raiz quadrada e cúbica; Influenciou álgebra onde os problemas aritméticos eram resolvidos por falsa posição ou pelo método de inversão
- Criação do ZERO
- A MATEMÁTICA INDIANA
ZAPOTECAS
- Criação do seu próprio sistema de escrita (Glifos).
- Uso de dois calendários próprios.
- Invenção do seu sistema de numeração.
MAIAS
- Conheciam apenas os números inteiros
- Desenvolveram um sistema de numeração que podia representar qualquer número com apenas três símbolos. Uma concha representava o zero, um ponto representava o número 1 e uma barrinha o número 5.
- Sistema vigésimal até o número 19. A partir do 20, os números eram representados considerando a posição do algarismo, parecido com o sistema de numeração que nós utilizamos, com uma diferença importante, eram escritos na vertical,
- Desenvolveram um sistema de numeração que podia representar qualquer número com apenas três símbolos. Uma concha representava o zero, um ponto representava o número 1 e uma barrinha o número 5.
- Conheciam apenas os números inteiros
INCAS
- Desenvolveram uma maneira de registrar quantidades e representar números utilizando um sistema de numeração decimal posicional: um conjunto de cordas com nós denominado quipus. O quipus era feito de uma corda matriz, ou principal (mais grossa que as demais), na qual eram penduradas outras cordas, mais finas, de diferentes tamanhos e cores (cordas pendentes). De acordo com a sua posição, os nós significavam unidades, dezenas, centenas e milhares. Na Figura 1, o quipus representa o número decimal 2 453. Para representar o “zero” em qualquer posição, não se coloca nenhum nó.
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- Matemática Mapa Mental sobre HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, creado por Kamila Lisboa el 20/04/2022.
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- Kamila Lisboa
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