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HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
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HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
Matemática na Mesopotâmia
- Havia por volta do final do IV milênio a.C., milênio este de notável progresso cultural (é nele que se desenvolve a escrita, o domínio dos metais e o uso da roda), uma civilização bastante avançada, até bem pouco tempo, o que se sabia da Matemática babilônica se restringia às informações existentes na literatura grega clássica e aos escritos dos matemáticos e astrônomos caldeus, O conhecimento sobre a Matemática dos babilônios foi bastante ampliado com as descobertas, em meados do século XX, de O. Neugebauer e F. ThureauDangin, que conseguiram decifrar inúmeras placas de argila, deixando claro que a matemática babilônica atingiu um nível mais elevado do que o obtido pela matemática egípcia, com evidências de grande habilidade para o cálculo. (HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, Professora Dra. Clélia Maria Ignatius PAG. 33, 34)
Matemática dos Chineses;
- A China sempre esteve isolada, o que explica a imutabilidade e estagnação dos seus conhecimentos, bem como a tradição arraigada e que só recentemente vem recebendo influências externas. Assim, a matemática chinesa goza de um estatuto excepcional, pois pela sua tradição – praticamente intacta até tempos recentes, Entretanto, apesar de seu isolamento e longevidade, não é possível estabele - cer uma homogeneidade absoluta tanto do povo como da cultura chinesa, uma vez que nas artes e nas indústrias primitivas é possível detectar traços da cul - tura da Mesopotâmia e, ainda mais, a cerâmica neolítica da região dos vales do Huang-Ho e Yang Tsé é quase idêntica à encontrada em Susa. Além disso, o atual tipo predominantemente “mongólico” do povo é uma mistura bastante com - plexa de elementos primitivos com povos invasores ou migrados da Mongólia, da antiga Rússia e da Ásia Central.
- Os principais textos acerca da antiga matemática chinesa são os Chiu chang suan shu, ou Nove Capítulos da Arte Matemática e o Chou Pei Suang Ching, que datam, na sua forma atual, da época da dinastia Han (206 a.C. – 220 d.C.), mas, pelas razões anteriormente expostas, devem conter material bem mais antigoOs Nove Capítulos são inteiramente dedicados à matemática chinesa e tratam de cálculo aritmético, raiz cúbica, sistemas de equações utilizando matrizes e números negativos, que aparecem pela primeira vez na história apresentando, enfim, as características gerais da Matemática chinesa que perduraram por milhares de anos. (HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, Professora Dra. Clélia Maria Ignatius PAG. 40, 41, 42)
- A China sempre esteve isolada, o que explica a imutabilidade e estagnação dos seus conhecimentos, bem como a tradição arraigada e que só recentemente vem recebendo influências externas. Assim, a matemática chinesa goza de um estatuto excepcional, pois pela sua tradição – praticamente intacta até tempos recentes, Entretanto, apesar de seu isolamento e longevidade, não é possível estabele - cer uma homogeneidade absoluta tanto do povo como da cultura chinesa, uma vez que nas artes e nas indústrias primitivas é possível detectar traços da cul - tura da Mesopotâmia e, ainda mais, a cerâmica neolítica da região dos vales do Huang-Ho e Yang Tsé é quase idêntica à encontrada em Susa. Além disso, o atual tipo predominantemente “mongólico” do povo é uma mistura bastante com - plexa de elementos primitivos com povos invasores ou migrados da Mongólia, da antiga Rússia e da Ásia Central.
Matemática dos os Hindus
- Por volta do ano 300 a.C., os indianos usavam um sistema de numeração decimal, não posicional, chamado numerais brahmi, que utilizava um sinal espe - cial para cada número, com a maior parte dos historiadores situando “[...] o final do desenvolvimento do sistema, com uso pleno e sistemático do zero e do princípio do valor relativo, provavelmente em alguma época entre o século IV d.C. e o século VII. A criação do zero para marcar uma posição vazia e a variação do valor de um algarismo em função de sua posição no numeral conferem ao vantagens sobre os demais sistemas. (HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, Professora Dra. Clélia Maria Ignatius PAG. 46, 48)
Matemática dos Zapotecas
- A cultura zapoteca, datada de cerca de 800 a.C., localizava-se em uma série de colinas do monte Alban, nas redondezas de Oaxaca. Sua principal cidade foi construída – a exemplo da maioria das cidades da antiguidade – em torno de uma praça circundada por um pátio que sobreviveu à ação do tempo e onde podem ser encontradas inscrições em glifos indicando o domínio de uma escrita. Além das inscrições, esse pátio é ornamentado por esculturas de relevos em lajes de arenito, bem confeccionadas no que se refere às proporções das figuras e utilização da luz. Os escritos registrados em glifos descrevem localidades ocupadas pelos zapotecas e também um calendário circular de 52 anos, com dias e meses expressos num sistema de numerais de traço e ponto, semelhante aos “algarismos” maias, e que já deixava claro que o período de 365 dias para o ano solar não era exato e que, só após o período de 365 dias repetir-se por 52 vezes é que um determinado dia ocorreria na mesma posição do ano.
- Este foi o primeiro calendário da Meso-América de que se tem notícia, e foi adotado e aperfeiçoado pelos maias. (HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, Professora Dra. Clélia Maria Ignatius PAG. 52, 53)
- A cultura zapoteca, datada de cerca de 800 a.C., localizava-se em uma série de colinas do monte Alban, nas redondezas de Oaxaca. Sua principal cidade foi construída – a exemplo da maioria das cidades da antiguidade – em torno de uma praça circundada por um pátio que sobreviveu à ação do tempo e onde podem ser encontradas inscrições em glifos indicando o domínio de uma escrita. Além das inscrições, esse pátio é ornamentado por esculturas de relevos em lajes de arenito, bem confeccionadas no que se refere às proporções das figuras e utilização da luz. Os escritos registrados em glifos descrevem localidades ocupadas pelos zapotecas e também um calendário circular de 52 anos, com dias e meses expressos num sistema de numerais de traço e ponto, semelhante aos “algarismos” maias, e que já deixava claro que o período de 365 dias para o ano solar não era exato e que, só após o período de 365 dias repetir-se por 52 vezes é que um determinado dia ocorreria na mesma posição do ano.
Matemática dos Maias
- De todas as antigas culturas da América Central, a civilização maia é certamente a mais importante de todas. Seus estudos astronômicos, embora não fazendo uso de nenhum instrumento óptico, desconheciam o vidro , tinham uma ideia precisa dos movimentos do Sol, da Lua, Vênus e, provavelmente também, de Marte, Mercúrio e Júpiter. o cálculo do tempo, o seu calendário, ultrapassam, inclusive, as observações e cálculos feitos na Europa durante o mesmo período. A título de exemplo da sua precisão, estimaram em 584 dias a revolução sinódica de Vênus, um erro absolutamente irrelevante, já que as medições atuais revelam que esse ciclo é de 583,92 dias. (HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, Professora Dra. Clélia Maria Ignatius PAG. 54)
Matemática dos Incas
- Como eles não possuíam nenhum sistema de escrita não existem registros que possam comprovar a história dos incas, e tudo o que hoje se conhece a seu respeito é proveniente de pesquisas arqueológicas, Os incas podem ser descritos como uma civilização de considerável tecnologia, pois dominavam a fundição de metais e da cera e os processos de mumificação. Formas geométricas constituíam seus principais motivos artísticos, aparecendo tanto em sua cerâmica (fabricada sem torno) quanto em seus têxteis. (HISTÓRIA DA MATEMÁTICA, Professora Dra. Clélia Maria Ignatius PAG. 58, 59)
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- -A Matemática na Mesopotâmia; - A Matemática dos Chineses; - A Matemática dos os Hindus; - A Matemática dos Zapotecas; - A Matemática dos Maias; - A Matemática dos Incas.
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- julio souza
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