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VIROSES
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VIROSES
ESTRUTURA VIRAL
- O que é uma estrutura viral?
- Definição de vírus e sua estrutura básica. Composição de uma partícula viral. Diferenças entre vírus e células.
- Tipos de estruturas virais:
- Vírus envelopados: presença de envelope lipídico externo. Vírus desnudos: ausência de envelope. Capsídeo: invólucro protéico que protege o material genético do vírus.
- Morfologia viral:
- Capsídeo
- Proteção do material genético viral. Composto por subunidades protéicas chamadas capsômeros. Pode ter diferentes formas, como helicoidal, icosaédrica ou complexa.
- Envelope viral:
- Camada lipídica externa presente em alguns vírus. Derivado da membrana da célula hospedeira. Possui glicoproteínas virais que desempenham papéis importantes na entrada do vírus na célula hospedeira.
- Fibras, caudas ou espículas:
- Estruturas adicionais presentes em certos vírus. Podem auxiliar na ligação e entrada do vírus na célula hospedeira. Exemplos incluem as fibras presentes nos adenovírus ou as caudas presentes em bacteriófagos.
- Morfologia do capsídeo:
- Vírus helicoidais: possuem forma de espiral, como o vírus do mosaico do tabaco. Vírus icosaédricos: apresentam uma forma poliédrica com 20 faces triangulares, como o vírus herpes simplex. Vírus complexos: combinam características helicoidais e icosaédricas, como os bacteriófagos.
- Tamanho
- Os vírus variam em tamanho, podendo ter diâmetros que vão de cerca de 20 nanômetros a várias centenas de nanômetros. Exemplos incluem o vírus da hepatite A (27-32 nm) e o vírus da varíola (200-250 nm).
- Capsídeo
- Diferenças entre as estruturas virais:
- Envelope lipídico: presença ou ausência. Capsídeo: forma e arranjo dos subunidades protéicas. Estruturas adicionais: fibras, caudas, espículas, etc. Capacidade de resistência a fatores ambientais.
- Exemplos de vírus e suas estruturas:
- Vírus influenza: possui envelope lipídico e estrutura helicoidal. Vírus herpes: envelopado e possui estrutura icosaédrica. Bacteriófagos: vírus que infectam bactérias, com estrutura complexa. Vírus da imunodeficiência humana (HIV): possui envelope e capsídeo icosaédrico.
- O que é uma estrutura viral?
Replicação Viral:
- O que é a replicação viral?
- Definição do processo de replicação viral. Importância da replicação para a sobrevivência do vírus. Papel da replicação viral na disseminação da infecção.
- Tipos de replicação viral:
- Replicação lítica: o vírus infecta a célula hospedeira, replica-se rapidamente e, em seguida, causa a lise da célula para liberar novas partículas virais.
- Replicação latente: o vírus infecta a célula hospedeira e seu material genético é mantido em um estado inativo por um período de tempo, sem causar doença ou sintomas. Em determinadas condições, o vírus pode reativar-se e iniciar a replicação.
- Exemplos de vírus e seus tipos de replicação:
- Vírus influenza: replicação lítica, causando a destruição das células hospedeiras. Vírus herpes: replicação latente, podendo reativar-se após um período de latência e causar recorrência de sintomas. Vírus da imunodeficiência humana (HIV): replica-se dentro de células do sistema imunológico, levando à destruição gradual do sistema imunológico.
- Como funciona a replicação viral:
- Biossíntese: o material genético viral utiliza os mecanismos da célula hospedeira para produzir novas proteínas e material genético viral.
- Montagem: os componentes virais são reunidos para formar novas partículas virais.
- Liberação: as novas partículas virais são liberadas da célula hospedeira, podendo infectar outras células.
- Penetração: o vírus é internalizado na célula hospedeira, liberando seu material genético.
- Adsorção: o vírus se liga à superfície da célula hospedeira por meio de interações específicas.
- O que é a replicação viral?
Viroses Congenitas
- O que são
- São infecções virais que durante a gravidez apresenta risco de transmissão intrauterina ao qual pode resultar em danos fatais ao embrião ou feto.
- Sintomas
- Alterações no sistema respiratório Febre Mialgia Fadiga Mal-estar Eritema infeccioso Artropatia Anemia hemolítica crônica associado a doenças autoimune, dentre outros.
- Exemplos de doenças congênitas perinatais, associados a agentes infecciosos :
- Vírus da rubéola, HIV, vírus da zika, Citomegalovírus, Treponema Pallidum ,Toxoplasma Gondii, dentre outros.
- Medidas de prevenção e controle
- Garantir o atendimento precoce e adequado de gestantes em serviços de assistência pré-natal; Assegurar triagem sorológica (sífilis, toxoplasmose e HIV) na gestação e no parto; Encorajar modificações no comportamento de risco da mulher e uso de preservativos; Não consumir bebida alcoólica ou qualquer tipo de droga; Não utilizar medicamentos, principalmente controlados (antidepressivos, anticonvulsivantes e ansiolíticos) sem a orientação médica; Evitar contatos com pessoas com febre, rash cutâneo ou infecções; Se houver qualquer alteração no estado de saúde da gestante, principalmente até o 4º mês de gestação, comunicar ao profissional de saúde para as devidas providências; Adotar ações que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doenças (Aedes aegypti), eliminando os criadouros (retirada de recipientes que tenham água parada e cobertura adequada de locais de armazenamento de água);
- Empregar medidas de proteção contra mosquitos com manutenção de portas e janelas fechadas ou utilizar redes de proteção, usar calça comprida e camisa de manga longa e utilizar repelentes indicados para gestantes (ex. Icaridina exposis, DEET adulto 15% e IR3535). Vacinas que mulheres grávidas devem tomar : Tríplice bacteriana, ou dTpa-difteria, tétano e coqueluche, Hepatite B, Influenza (gripe), conjugada,ACWY, Meningocócica B, Febre amarela, Vacinas pneumocócicas e Hepatite A.
- Garantir o atendimento precoce e adequado de gestantes em serviços de assistência pré-natal; Assegurar triagem sorológica (sífilis, toxoplasmose e HIV) na gestação e no parto; Encorajar modificações no comportamento de risco da mulher e uso de preservativos; Não consumir bebida alcoólica ou qualquer tipo de droga; Não utilizar medicamentos, principalmente controlados (antidepressivos, anticonvulsivantes e ansiolíticos) sem a orientação médica; Evitar contatos com pessoas com febre, rash cutâneo ou infecções; Se houver qualquer alteração no estado de saúde da gestante, principalmente até o 4º mês de gestação, comunicar ao profissional de saúde para as devidas providências; Adotar ações que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doenças (Aedes aegypti), eliminando os criadouros (retirada de recipientes que tenham água parada e cobertura adequada de locais de armazenamento de água);
- Transmissão das infecções congênitas:
- A maioria das infecções é transmitida via transplacentária, mas em algumas pode ocorrer via vertical, no parto, como o HIV, hepatite B e C, herpes simples, Coxsackie e malária.
- Tratamento
- A partir de cada caso é que se define o tratamento. Pode haver necessidade de fazer fisioterapia, pois pode ter alteração nos músculos. Pode ser necessário acompanhamento de um fonoaudiólogo, por ter problema para falar, entre outras especialidades médicas.
- O que são
Viroses respiratórias
- O que são
- Uma virose respiratória pode ser qualquer tipo de infecção do sistema respiratório causada por um vírus, resultando em sintomas clássicos. Elas podem acontecer o ano todo, mas são mais comuns quando o clima está frio e seco, como no outono e inverno.
- Sintomas
- Febre. Espirros. Coriza. Sinusite. Tosse. Conjuntivite. Dor de cabeça. Dor de garganta. Dor no corpo. Cansaço. Mal-estar generalizado.
- Tipos de vírus
- Vírus Influenza, Rinovírus, Adenovirus, Vírus sincicial respiratório, Coronavirus, Parainfluenza.
- Complicações causadas por vírus :
- Miocardite. Pericardite. Meningite. Pneumonia.
- Formas de prevenção
- Evitar tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos após contato com superfícies, Lavar as mãos, com água e sabão, principalmente depois de Tossir ou espirrar,após usar o banheiro,antes das refeições, de tocar os olhos, boca e nariz. Estabelecer um plano de limpeza e desinfecção diária de todas as superfícies de mobílias, corrimãos, puxadores de porta e outros equipamentos. Após a limpeza e desinfecção, secar completamente todas as superfícies. Caso tenha algum sistema de refrigeração de ar, deixá-lo com a máxima entrada de ar fresco, bem como manter o sistema com limpeza adequada e realizar a manutenção periódica das redes de filtros.Dentre outras formas de prevenção.
- A prevenção de doenças respiratórias, através de imunização, constitui-se numa das principais medidas para controle das infecções respiratórias. O acesso da população a estas novas vacinas, principalmente contra Haemophilus influenza, o que já ocorre há alguns anos com reconhecida eficácia, e agora contra o Streptococcus pneumoniae (vacina heptavalente) apontam para uma nova perspectiva, direcionada para o manejo da doença respiratória infantil. Em populações de risco, o controle da doença de etiologia viral através da imunização de forma ativa contra o vírus influenza, e de forma passiva para o vírus respiratório sincicial, também constituem medidas eficazes na redução da doença respiratória.
- Evitar tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos após contato com superfícies, Lavar as mãos, com água e sabão, principalmente depois de Tossir ou espirrar,após usar o banheiro,antes das refeições, de tocar os olhos, boca e nariz. Estabelecer um plano de limpeza e desinfecção diária de todas as superfícies de mobílias, corrimãos, puxadores de porta e outros equipamentos. Após a limpeza e desinfecção, secar completamente todas as superfícies. Caso tenha algum sistema de refrigeração de ar, deixá-lo com a máxima entrada de ar fresco, bem como manter o sistema com limpeza adequada e realizar a manutenção periódica das redes de filtros.Dentre outras formas de prevenção.
- Formas de tratamento
- Na maioria dos casos o tratamento de virose é simples e feito em casa, com muito repouso e hidratação, a fim de auxiliar o corpo a expulsar o vírus. Também, alguns medicamentos para os sintomas podem ser inseridos no tratamento, ajudando a diminuir dores e febre. Ainda, manter uma dieta com alimentos leves ajuda a tratar a virose, pois auxilia na digestão e assim a tirar o vírus do corpo.
- Sobre as suas vacinas:
- De notoriedade histórica, devido à trágica pandemia de gripe ocorrida em 1918-1919, o vírus da influenza segue tendo importância universal, e sendo motivo de constante preocupação para a Organização Mundial de Saúde (OMS). É o único vírus respiratório para o qual se dispõe de vacinas. São vacinas de vírus inativados, inteiros ou divididos, e compostas de duas cepas do vírus influenza A e uma do influenza B1, composição está determinada pela prevalência dos vírus circulantes na comunidade.
- O que são
Viroses dermotrópicas
- Oque é?
- • São doenças virais que afetam a pele do infectado
- Tipos
- 1. Virus Herpes simples tipo 1 e 2
- Transmissão: pela saliva ou contato direto ou íntimo Sintomas: lesões na região, vermelhidão, coceira, mal-estar…. Família: herpesviridae, gênero: simpexvirus Prevenção: hábitos de higiene pessoal e o uso de preservativos na relação sexual Tratamento: não possui cura, porém é possível amenizar com alguns medicamentos.
- 2. Virus da varicela zóster
- Transmissão: contato físico com alguém infectado Sintomas: erupção cutânea por toda a pele, coceira e febre Família: herpesviridae gênero: varicellovirus Prevenção: vacina (varicela: 12 meses e 4-6 anos/ varicela-zoster: acima de 50 anos) ou isolamento. Tratamento: antibiótico
- 3. Virus molucoso contagios
- Transmissão: contaro direto ou fômites Sintomas: lesões em qualquer área do corpo, indolores, lesões agrupadas. Família: Poxviridae gênero: molluscipoxvirus Prevenção: higiene pessoal, contato com infectados (diretamente e indiretamente) Tratamento: não há tratamento, é possível a retirada dos nódulos por opção estética.
- 1. Virus Herpes simples tipo 1 e 2
- Oque é?
Viroses entéricas
- Oque é?
- • São viroses virais que afetam o gastrointestinal, principalmente o intestino delgado.
- Tipos
- Rotavírus
- Transmissão: fecal-oral Sintomas: enjoos, diarreias, febres… Família: Reoviridae gênero: Rotavírus Prevenção: Rotarix Tratamento: leite materno, reposição de fluidos
- Adenovírus
- Transmissão: contato com alguém infectado Sintomas: vômitos, diarreias e febres. Família: adenoviridae gênero: mastadenovírus Prevenção: não existe vacina, porém a higiene pessoal é essencial. Tratamento: reidratação
- Astrovírus
- Transmissão: contato Sintomas: enjoos, diarreias, febres, dores… Família: astroviridae gênero: mamastrovirus Prevenção: higiene pessoal e saneamento básico Tratamento: reidratação
- Calicívírus
- Transmissão: contato Sintomas: enjoos, diarreia, vomitos, dores de cabeça, dores no corpo e febre. Família: caliciviridae genero: norovírus/ sapovírus. Prevenção: higiene pessoal e higiene dos alimentos Tratamento: reidratação, não é necessário o uso de medicamentos.
- Rotavírus
- Oque é?
Viroses Multissistêmicas
- Oque é?
- Os vírus apresentam uma ampla gama de tipos morfológicos sendo a grande maioria de morfologia regular com seus elementos organizados segundo estruturas helicoidais ou icosaédricas. Entre as viroses exantemáticas mais conhecidas podemos citar a catapora (varicela), a rubéola e o sarampo. A dengue, a febre Chicungunha e a zica
- Morfologia
- Os vírus apresentam uma ampla gama de tipos morfológicos sendo a grande maioria de morfologia regular com seus elementos organizados segundo estruturas helicoidais ou icosaédricas. Entre as viroses exantemáticas mais conhecidas podemos citar a catapora (varicela), a rubéola e o sarampo. A dengue, a febre Chicungunha e a zica
- Tratamento
- Descanse; alimentação saudável e leve; use medicamentos prescritos pelo seu médico; equilibre sua flora intestinal. Para pacientes com diarreia, a reidratação com soro caseiro é importante.
- Prevenção
- Evite compartilhar itens pessoais como toalhas, copos e talheres; tenha cuidado ao tossir, espirrar ou falar com outras pessoas, principalmente se estiver com sintomas do vírus; vacine-se imediatamente
- VACINA TETRAVALENTE
- Observação
- Viroses multisissistemicas vão para cada local (pele) após se disseminarem (varicela) sistematicamente pelo corpo (z0ster).
- Oque é?
Hebres Hemorrágicas Virais
- Oque é?
- A febre hemorrágica é uma complicação grave que ocorre frequentemente com infecções virais, especialmente a febre hemorrágica da dengue e a febre amarela. No entanto, a febre hemorrágica também pode ser causada por outros tipos de vírus, como o Ebola ou o Hantavírus.
- Diagnóstico
- O diagnóstico da doença pode ser feito por um clínico geral, avaliando os sintomas e fazendo exames de sangue, como sorologia, onde é possível identificar o vírus causador.
- Tratamento
- O tratamento deve ser feito em isolamento hospitalar para evitar a transmissão da febre hemorrágica a outras pessoas.
- O tratamento para febre hemorrágica é indicado por um clínico geral ou infectologista, consiste principalmente em medidas de suporte, como aumentar a hidratação e fazer uso de medicamentos para dor e febre, por exemplo, e no uso do antiviral ribavirina nos casos de febre hemorrágica por arenavírus, que deve ser iniciado assim que confirmado o diagnóstico por meio da sorologia.
- Sintomas
- Febre alta, acima de 38ºC, com aparecimento repentino; Manchas roxas na pele; Manchas vermelhas na pele; Dor de cabeça intensa; Cansaço excessivo e dor muscular; Vômito ou diarreia com sangue; Sangramento pelos olhos, boca, nariz, ouvidos, na urina e nas fezes.
- Oque é?
Familia retroviridae -HIV
- Oque é?
- O HIV é um retrovírus com genoma RNA, da Família Retroviridae (retrovírus) e subfamília Lentivirinae.
- Transmissão
- Somente em secreções como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno, o vírus aparece em quantidade suficiente para causar a moléstia. Para haver a transmissão, o líquido contaminado de uma pessoa tem que penetrar no organismo de outra. Isto se dá através de relação sexual (heterossexual ou homossexual), ao se compartilhar seringas, em acidentes com agulhas e objetos cortantes infectados, na transfusão de sangue contaminado, na transmissão vertical da mãe infectada para o feto durante a gestação ou o trabalho de parto e durante a amamentação.
- Sintomas
- Febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e do fígado, alterações elétricas do coração e/ou inflamação das meninges nos casos graves. Na fase aguda, os sintomas duram de três a oito semanas. Na crônica, os sintomas estão relacionados a distúrbios no coração e/ou no esôfago e no intestino. Cerca de 70% dos portadores permanece de duas a três décadas na chamada forma assintomática ou indeterminada da doença.
- Tipo de vírus:
- Os dois subtipos possuem meios semelhantes de transmissão, sendo o principal por relação sexual desprotegida, além de exposição a sangue e contaminação perinatal. Mas o HIV-2 é menos infeccioso que o HIV-1, e está associado a menores níveis de viremia.
- Morfologia
- Quanto às características estruturais do vírus, o HIV-1 possui uma forma esférica, com cerca de 100 nm de diâmetro, estando envolvido por uma bicamada lipídica, chamada de envelope, originária da membrana celular da célula hospedeira.
- Estrutura:
- Na parte interna do envelope viral, existe uma estrutura proteica constituída pela proteína 17 (p17). A estrutura seguinte é o cerne ou capsídeo viral, constituído pela proteína p24, que envolve duas fitas de RNA (genoma viral) e as enzimas transcriptase reversa, integrase2 e protease3.
- Tratamento:
- Atualmente, o esquema de tratamento das pessoas na fase inicial é composto pelos medicamentos tenofovir, lamivudina e efavirenz, conhecido como 3 em 1.
- Faixa etária de predominância:
- Os indicadores do Boletim Epidemiológico HIV/Aids do Ministério da Saúde, publicado em 2020, mostraram que, no Brasil, os homens predominam os casos de infecção com 69,4%, contra 30,6% em mulheres. O que indica 26 homens para cada dez mulheres infectadas. De acordo com boletim, verificou-se que 51,6% dos casos em homens foram decorrentes de exposição homossexual ou bissexual, 31,3% heterossexual e 1,9 % se deram entre os usuários de drogas injetáveis. Já entre as mulheres, foi identificado que 86,6% dos casos são resultantes da exposição heterossexual e 1,3% entre usuárias de drogas injetáveis. Em faixa etária, o grupo mais afetado pela doença é o de pessoas que possuem entre 20 e 34 anos, representando 52,7% dos casos.
- Prevenção
- Para evitar a transmissão da aids, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão. Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.
- Vacinas
- O Centro de Referência e Treinamento (CRT) DST/Aids de São Paulo, da Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), deu início aos testes da primeira vacina para prevenção da infecção pelo vírus HIV, responsável por causar, na ausência de tratamento, a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Nos testes, o estudo irá utilizar como vetor da vacina o ‘Adenovírus 26’, um vírus inofensivo aos seres humanos. Os voluntários precisam tomar quatro doses da vacina e a expectativa é de que, a partir da primeira dose, o organismo já comece a produzir os anticorpos necessários para a defesa contra o HIV.
- Oque é?
Hepatites virais
- Oque é?
- As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. É uma infecção que atinge o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas.
- Transmissão
- A principal via de contágio do vírus da Hepatite A é a fecal-oral, através do contato inter-humano ou através de água e alimentos contaminados. A transmissão do vírus da Hepatite B pode ocorrer por via parenteral ou por via sexual, portanto a hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível. A transmissão vertical (materno-infantil) também é causa frequente de disseminação desse vírus. A transmissão do vírus da Hepatite C ocorre principalmente por via parenteral. Os indivíduos que receberam transfusão de sangue e/ou hemoderivados antes de 1993 devem ser testados, pois são considerados de risco para essa infecção. A partir de 1993 passou a existir testagem para as hepatites B e C nos Bancos de Sangue, o que tornou a doação sanguínea um ato muito seguro.
- A transmissão sexual é pouco frequente, ocorrendo principalmente em pessoas com múltiplos parceiros e com práticas sexuais de risco (sem uso de preservativo). Também são considerados grupos de risco para contágio das Hepatites B e C os seguintes grupos: usuários de drogas intravenosas ou usuários de cocaína inalada que compartilham os equipamentos de uso, pessoas com tatuagem ou piercings, pessoas que frequentam serviços de odontologia, podologia e manicures os quais não obedeçam às normas de biossegurança.
- A principal via de contágio do vírus da Hepatite A é a fecal-oral, através do contato inter-humano ou através de água e alimentos contaminados. A transmissão do vírus da Hepatite B pode ocorrer por via parenteral ou por via sexual, portanto a hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível. A transmissão vertical (materno-infantil) também é causa frequente de disseminação desse vírus. A transmissão do vírus da Hepatite C ocorre principalmente por via parenteral. Os indivíduos que receberam transfusão de sangue e/ou hemoderivados antes de 1993 devem ser testados, pois são considerados de risco para essa infecção. A partir de 1993 passou a existir testagem para as hepatites B e C nos Bancos de Sangue, o que tornou a doação sanguínea um ato muito seguro.
- Sintomas:
- Geralmente o vírus fica incubado entre 10 a 50 dias no corpo e pode não causar sintomas. Porém, quando manifesta, os mais comuns são: febre, pele e olhos amarelados, náuseas e vômitos, desconforto abdominal, falta de apetite e urina com coloração alaranjada, entre outros.
- Tipo de vírus:
- No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.
- Tratamento:
- Normalmente, é recomendado repouso, hidratação, boa alimentação e suspensão do consumo de bebidas alcoólicas e alguns medicamentos por, pelo menos, 6 meses para evitar mais danos ao fígado e acelerar o processo de recuperação. Casos mais graves podem levar à hospitalização, ao transplante de órgãos e até mesmo a óbito.
- Faixa etária de predominância:
- Frequências de casos das hepatites A e B foram, nesta ordem, 51,43% e 40,00% em indivíduos na faixa etária entre 20 a 39 anos, enquanto 58,2% dos casos acometeram pessoas da idade entre 40 a 59 anos. A predominância das hepatites em indivíduos dessas faixas etárias pode reduzir a quantidade de pessoas em idade ativa, ou seja, capazes de realizar atividades profissionais, devido aos prejuízos provocados por essas infecções.
- Prevenção
- O uso do preservativo nas relações sexuais e o não compartilhamento de objetos de uso pessoal, como lâminas, alicates de unhas e seringas, são as principais medidas de controle das hepatites virais.
- Vacinas
- Vacina – A vacina é uma forma de prevenção contra as hepatites do tipo A e B, entretanto quem se vacina para o tipo B, se protege também para hepatite D, e está disponível gratuitamente no SUS. Para os demais tipos de vírus não há vacina e o tratamento é indicado pelo médico.
- Oque é?
Viroses oncogênicas
- Oque são?
- É um termo das ciências da saúde para se referir aos vírus que têm a capacidade de alterar o ciclo celular das células infectadas induzindo o desenvolvimento de algum tumor.
- Tipos
- Vírus do Papiloma Humano (HPV):
- O HPV é um vírus sexualmente transmissível. Alguns tipos de HPV estão associados ao desenvolvimento de cânceres, como câncer de colo do útero, vulva, vagina, ânus, pênis, boca e garganta. A infecção persistente pelo HPV de alto risco pode levar ao desenvolvimento de lesões pré-cancerosas e, eventualmente, ao câncer.
- Vírus da Hepatite B (HBV) e Vírus da Hepatite C (HCV):
- Esses vírus são transmitidos principalmente através do contato com sangue contaminado, compartilhamento de agulhas ou relações sexuais desprotegidas. A infecção crônica por HBV ou HCV pode causar hepatite crônica, inflamação do fígado que, ao longo do tempo, pode levar ao desenvolvimento de câncer de fígado.
- Vírus Epstein-Barr (EBV):
- É um vírus comum da família do herpesvírus. Está associado a várias doenças, incluindo a mononucleose infecciosa. Em alguns casos, o EBV pode levar ao desenvolvimento de cânceres, como linfoma de Burkitt, linfoma de Hodgkin e carcinoma nasofaríngeo.
- Vírus do Tumor Mamário de Rato (MMTV):
- É um retrovírus que afeta ratos. Sua relação com o câncer está relacionada ao fato de que o MMTV pode se integrar ao DNA das células hospedeiras, levando a alterações genéticas e ao desenvolvimento de tumores mamários nos ratos.
- Sarcoma de Kaposi (SK):
- O HHV-8 é considerado o principal agente causador do sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer dos vasos sanguíneos que pode se manifestar na pele, órgãos internos e sistema linfático. O SK é mais comum em pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como pacientes com HIV/AIDS, transplantados de órgãos sólidos ou com imunossupressão crônica.
- Vírus do Papiloma Humano (HPV):
- Oque são?
Vírus do sistema nervoso central
- Oque é?
- São vírus que infectam o sistema nervoso central( SNC ) causando encefalite e meningite e essas infecções são extremamente sérias.
- TRANSMISSÃO
- Em geral, a transmissão é de pessoa para pessoa, através das vias respiratórias, por gotículas e secreções do nariz e da garganta. Também ocorre transmissão através da ingestão de água e alimentos contaminados e contato com fezes.
- SINTOMAS
- Os sintomas em geral começam com febre e podem progredir para irritabilidade, recusa de comer, dor de cabeça, dor no pescoço e, às vezes, convulsões.
- Tipos
- Vírus da Raiva:
- Causador da raiva, uma doença viral grave que afeta o sistema nervoso central. Transmitido principalmente pela mordida de animais infectados, como cães, morcegos e outros mamíferos. O vírus se replica nos músculos próximos ao local da mordida e depois invade o sistema nervoso central. Pode causar sintomas neurológicos, como ansiedade, agitação, convulsões e paralisia, levando eventualmente à morte.
- Vírus do Nilo Ocidental:
- Transmitido principalmente por mosquitos infectados. Pode causar encefalite, uma inflamação do cérebro, e meningite, uma inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, rigidez no pescoço, confusão, fraqueza muscular e convulsões.
- Vírus da Encefalite Japonesa:
- Transmitido por mosquitos, especialmente em áreas rurais do leste e sudeste asiático. Pode causar encefalite, resultando em inflamação do cérebro. Os sintomas incluem febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez no pescoço, convulsões, fraqueza muscular e tremores.
- Vírus da Encefalite Equina do Leste:
- Transmitido por mosquitos e afeta principalmente cavalos, mas pode causar encefalite em humanos. Ocorre principalmente em áreas rurais da América do Norte e Central. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, náuseas, vômitos, rigidez no pescoço e confusão.
- Vírus da Raiva:
- Oque é?
Integrantes: Maria Fernanda Moraes Sabino 662110073; João Pedro Dias Barreto 12723129422; Rayssa stabinski 1072314487; Mariana Stephanie Conceição da Costa 1272316437; Elaine Paula De Lima 1282219322; Gabriela Araujo da Fonseca 172310978.
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre VIROSES, creado por Maria F. M. Sabino el 21/06/2023.
- Creado por
- Maria F. M. Sabino
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