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LIMITES DA JURISDIÇÃO
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LIMITES DA JURISDIÇÃO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
- REGRA GERAL: LEX FORI, SALVO A EXISTÊNCIA DE TRATADOS E ACORDOS INTERNACIONAIS (ART. 13 CPC)
- COMPETÊNCIA INTERNACIONAL
- ANTES DO JUIZ FIXAR A COMPETÊNCIA INTERNA, ELE FIXA A COMPETÊNCIA INTERNACIONAL
- ARTIGOS: 21 A 25 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
- DOS LIMITES DA JURISDIÇÃO NACIONAL E DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL CAPÍTULO I DOS LIMITES DA JURISDIÇÃO NACIONAL Art. 21. Compete à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações em que: I - o réu, qualquer que seja a sua nacionalidade, estiver domiciliado no Brasil; II - no Brasil tiver de ser cumprida a obrigação; III - o fundamento seja fato ocorrido ou ato praticado no Brasil. Parágrafo único. Para o fim do disposto no inciso I, considera-se domiciliada no Brasil a pessoa jurídica estrangeira que nele tiver agência, filial ou sucursal.
- Art. 22. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I - de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no Brasil; b) o réu mantiver vínculos no Brasil, tais como posse ou propriedade de bens, recebimento de renda ou obtenção de benefícios econômicos; II - decorrentes de relações de consumo, quando o consumidor tiver domicílio ou residência no Brasil; III - em que as partes, expressa ou tacitamente, se submeterem à jurisdição nacional.
- Art. 23. Compete à autoridade judiciária brasileira, com exclusão de qualquer outra: I - conhecer de ações relativas a imóveis situados no Brasil; II - em matéria de sucessão hereditária, proceder à confirmação de testamento particular e ao inventário e à partilha de bens situados no Brasil, ainda que o autor da herança seja de nacionalidade estrangeira ou tenha domicílio fora do território nacional; III - em divórcio, separação judicial ou dissolução de união estável, proceder à partilha de bens situados no Brasil, ainda que o titular seja de nacionalidade estrangeira ou tenha domicílio fora do território nacional.
- DIVIDE-SE EM
- RELATIVA
- PERMITE A HOMOLOGAÇÃO SENTENÇA ESTRANGEIRA
- ABSOLUTA
- NÃO PERMITE HOMOLOGAÇÃO SENTENÇA ESTRANGEIRA
- RELATIVA
- INEXISTÊNCIA DE LITISPENDENCIA INTERNACIONAL
- Art. 24. A ação proposta perante tribunal estrangeiro não induz litispendência e não obsta a que a autoridade judiciária brasileira conheça da mesma causa e das que lhe são conexas, ressalvadas as disposições em contrário de tratados internacionais e acordos bilaterais em vigor no Brasil. Parágrafo único. A pendência de causa perante a jurisdição brasileira não impede a homologação de sentença judicial estrangeira quando exigida para produzir efeitos no Brasil.
- CONTRATOS INTERNACIONAIS
- Art. 25. Não compete à autoridade judiciária brasileira o processamento e o julgamento da ação quando houver cláusula de eleição de foro exclusivo estrangeiro em contrato internacional, arguida pelo réu na contestação. § 1o Não se aplica o disposto no caput às hipóteses de competência internacional exclusiva previstas neste Capítulo.
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- DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO Mapa Mental sobre LIMITES DA JURISDIÇÃO, creado por eduardo gomes el 13/10/2016.
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- eduardo gomes
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