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Mapa mental

SOLDAGEM

Roberta Machado Haas Portugués

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SOLDAGEM

  1. Permite a união da maioria das ligas metálicas (metais e polímeros) mais utilizadas e espessuras;

  2. Nos processos de fusão a área é aquecida, depois acrescentado material de enchimento; Nos de pressão, o aquecimento ocorre até o aquecimento plástico enquanto elas são forçadas uma contra a outra.

  3. Necessário boa condutibilidade térmica.

  4. Formação Junta Soldada: A junta soldada se dá devido a um fenômeno de difusão na zona soldada, que se caracteriza por sua resistência e que se torna perfeitamente coesa depois que o material resfria. A solda sofre impedimentos como gordura, rugosidade da superfície, umidade, etc.

  5. Praticamente todos os processos são baseados na aplicação, na região da junta, de energia térmica e mecânica, o que pode gerar uma série de efeitos mecânicos (aparecimento de distorções e de tensões residuais) e metalúrgicos (mudanças de microestrutura e alteração de propriedades) nas peças.

  6. Formação de descontinuidades, poros e trincas; Uma falha por soldagem ocasiona uma fratura de maiores consequências.

    • Mordedura – uma porção do metal de solda se funde; Depósito insuficiente; Depósito insuficiente.
      • Fatores que influenciam: voltagem, comprimento do arco, velocidade incorreta, etc
  7. Ensaios não destrutivos: afim de encontrar defeitos das juntas soldadas.

  8. Zona fundida; Cobre-Junta: conter o metal fundido durante a soldagem; Metal base: material soldado; Zona termicamente afetada: parte em que as estruturas foram afetadas pelas variações de temperatura; Crescimento de grão (mais próxima da solda); Refino de grão (não costuma apresentar problemas); Intercrítica (transformação parcial da estrutura original do metal base).

  9. Metal base: região mais afastada do cordão de solda que não foi afetado pelo processo de soldagem. Temperatura de pico menor do que a crítica.

  10. Solidificação: ocorre através dos processos de nucleação (homogênea: metal fornece átomos; ou heterogênea: agentes nucleantes) e crescimento

  11. Soldagem a arco: processo mais usado; fácil controle; baixo custo; consiste em uma descarga elétrica através de plasma. O arco elétrico é formado ao passar uma corrente entre uma barra de metal que constitui o eletrodo e corresponde ao pólo negativo ou catodo e o metal original, que corresponde ao pólo positivo ou anodo, pode ser formado por corrente contínua ou alternada. Depois do arco formado, a voltagem cai.

  12. Soldagem a arco com eletrodos revestidos: aquecimento de metais com um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo metálico revestido e a peça que está sendo soldada. Equipamento simples, portátil e barato. Versátil em termo de materiais. Exige limpeza após cada passe.

  13. Soldagem a arco com eletrodo de tungstênio e proteção gasosa (TIG): é um processo no qual a união de peças metálicas é produzida pelo aquecimento e fusão destas através de um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo de tungstênio,não consumível, e a peças a unir. A proteção da poça de fusão e do arco contra a contaminação da atmosfera é feita por uma nuvem de gás inerte ou mistura de gases inertes. Pode ser feita com metal de adição ou não.

  14. Soldagem MIG / MAG (A arco com proteção gasosa): é um processo em que a união de peças metálicas é produzida pelo aquecimento destas com um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo metálico nu, consumível, e a peça de trabalho.A proteção do arco e da região as solda contra contaminação pela atmosfera é feita por um gás ou mistura de gases, que podem ser inertes ou ativos. Quando a proteção usada é inerte, têm-se o processo MIG (usada tanto na soldagem de ferrosos quanto de não ferrosos). Quando o gás usado é ativo, têm-se o processo MAG (apenas na soldagem de materiais ferrosos).

  15. Soldagem a arco com arame tubular: é um processo que produz a coalescência de metais pelo aquecimento destes com um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo tubular, contínuo, consumível e a peça de trabalho. Elevada produtividade e eficiência; • Equipamento relativamente caro; Necessita limpeza entre passes. Em geral, é um processo semiautomático; principalmente utilizado para situações em que é necessário alta produção, alta velocidade de soldagem e soldagem fora de posição.

  16. Soldagem a arco submerso: a coalescência entre metais é obtida pelo aquecimento e fusão destes por um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo metálico nu e a peça de trabalho. A ponta do eletrodo em fusão não fica em contato com o metal base, mas está sempre submersa em um fluxo condutor de alta resistência elétrica. O fluxo é colocado sobre a região da solda, protegendo-a da contaminação da atmosfera. Soldas uniformes e com acabamento superficial. Facilmente mecanizável/Elevada produtividade. Soldas de alta qualidade, altas taxas de deposição, penetração profunda e adaptação à automação tornam o processo adequado para a fabricação em larga escala.

  17. Soldagem a Plasma: é um processo que produz união por fusão das partes a serem unidas através de um arco elétrico estabelecido entre um eletrodo de tungstênio, não consumível, e a peça ou um bocal que se contrai; São utilizados dois fluxos de gases, iguais ou diferentes. O primeiro circunda o eletrodo, chamado gás de plasma, é inerte e fortemente aquecido. O segundo é usado para proteção, podendo ser inerte ou uma mistura de gases. O processo se difere da técnica de TIG principalmente pelo fato de o arco estar restringido por um bocal constritor que limita seu diâmetro e aumenta consideravelmente a intensidade da fonte de calor. Pode ser feita por fusão: metal de adição na forma de vareta é adicionado à poça de fusão, semelhante aos outros processos a arco ou por furo:

  18. Soldagem por Eletroescória: é um processo que produz a união de metais através da fusão do metal de adição e das partes a unir por meio do calor gerado pela passagem de corrente elétrica numa poça de escória fundida. O processo é iniciado pela abertura de um arco elétrico entre um eletrodo e uma peça metálica. Um fundente ou fluxo de soldagem é então adicionado ao arco, de modo que, uma vez fundido, forme uma camada de escória que sirva como resistência elétrica e proteja a poça de fusão contra a contaminação pela atmosfera.

  19. Soldagem a gás: é um processo no qual a coalescência dos metais é obtida pelo aquecimento destes até a fusão com uma chama de gás combustível e oxigênio. O metal de adição, se for utilizado, também é fundido durante a operação.Excelente controle sobre a entrada de calor e temperatura das peças soldadas, devido ao controle independente da fonte de calor e da alimentação do metal de adição.Processo adequado à soldagem de chapas finas, tubos de pequeno diâmetro e para soldagem de reparo. O equipamento usado é simples e tem baixo custo. O gás mais comum é o acetileno.

  20. Soldagem por Aluminotermia: é um processo no qual a união de peças metálicas é obtida a partir do calor e do metal produzidos numa reação química entre um óxido metálico e o alumínio. baseia-se na reação química entre metais ferrosos ou não ferrosos e alumínio, com geração de calor (reações exotérmicas). O processo é utilizado em aplicações específicas, nas quais outros processos de soldagem existentes não apresentam flexibilidade e condições adequadas para realização da solda no campo.

  21. Processos de soldagem de alta intensidade: são caracterizados por fornecer uma grande quantidade de energia em tempos reduzidos e através de pequena área para as peças que serão soldadas. O processo a plasma, dependendo das condições de operação, também pode ser considerado um processo de alta intensidade. O processo de soldagem a laser é caracterizado então pela fusão localizada da junta através de seu bombardeamento por feixe de luz concentrada, de alta intensidade, capaz de fundir e até mesmo vaporizar parcialmente o material da junto no ponto de incidência.Em geral, não é necessária a adição de material.

  22. A junção de duas peças na soldagem por resistência é feita através de superfícies sobrepostas ou em contato topo a topo, pelo calor gerado na junta por meio da resistência à passagem de uma corrente elétrica e pela aplicação de pressão. A geração de calor é devida à resistência do conjunto à passagem de corrente (efeito Joule).Simplificação dos processos de acabamento, as vezes, a solda é invisível. Menor resistência a fadiga. Custo dos equipamentos geralmente maiores que da soldagem a arco.

    • Soldagem por ponto: e a ligação é produzida pelo calor obtido pela passagem da corrente pelas peças através dos eletrodos, os quais mantêm as chapas unidas por pressão.É a técnica mais utilizada dentre os processos de soldagem por resistência.
      • Soldagem por projeção: a ligação é feita com a passagem de corrente concentrada associada com a pressão em locais predeterminados, através de formas convenientes das peças a serem soldadas.
        • Soldagem por costura: eletrodo tem o formato de discos. Forma-se um “cordão” de solda pela execução repetida de pontos de solda. Trata-se de uma solda contínua devido a sobreposição parcial destes pontos.
  23. Soldagem Topo-a-topopor Resistência Pura: ligação é produzida em toda a área de contato entre as duas partes a serem soldadas. Neste caso, ambas as partes são pressionadas uma contra a outra até que o calor, gerado pela passagem da corrente, seja suficiente para soldar ambas as partes.é utilizada para unir arames, tubos, anéis e tiras de mesma seção transversal.

  24. Soldagem Topo-a-topopor Centelhamento: É o processo onde a ligação é feita em toda a área de contato entre as duas partes a serem soldadas. Neste caso, as peças são inicialmente energizadas antes de entrarem em contato. Ao serem aproximadas, o contato ocorre em pontos da superfície gerando centelhamento.

  25. Soldagem por fricção: Processo de união no estado sólido no qual a coalescência entre peças metálicas é obtida por aquecimento através de atrito entre as peças e pela aplicação de pressão. Uma das peças a serem soldadas é girada com velocidade constante e a outra fica parada. Com isso, calor é gerado por atrito aquecendo as superfícies e provocando deformação plástica das peças a medida que o processo continua.

  26. Soldagem por explosão: Processo que utiliza a energia de detonação de um explosivo para promover a união das peças metálicas no estado sólido.A solda é produzida pelo impacto em alta velocidade das peças de trabalho, como resultado de uma detonação controlada, sem adição de metal. Processo muito utilizado industrialmente para revestimentos.

Información

Descripción
Mapa Mental sobre SOLDAGEM, creado por Roberta Machado Haas el 02/11/2016.
Creado por
Roberta Machado Haas · nov 2016
Actualizado
6 feb 2018
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