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Formas hemodinâmicas do Choque
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Formas hemodinâmicas do Choque
Forma hiperdinâmica: No início do choque séptico-tóxico, no qual inicialmente não há transtorno na macrocirculação. Em resposta à vasodilatação inicial, o organismo procura adaptar-se mediante ativação dos sistemas adrenérgico e renina-angiotensina-aldosterona. Com isso, há taquicardia e retenção de líquidos pelos rins, tudo na tentativa de manter o equilíbrio hemodinâmico e de garantir o fluxo sanguíneo ao cérebro e ao coração.
Forma hipodinâmica. Pode existir desde o início do choque ou suceder à forma hiperdinâmica quando o débito cardíaco cai. Pode apresentar-se de duas maneiras: fase compensada (reversível). No período inicial, exceto no choque septicotóxico, há queda da pressão arterial e do débito cardíaco, por causa da redução da volemia e do retorno venoso sistêmico.
- Fase descompensada: Na fase de descompensação, existe intensa hipoperfusão em vários órgãos, o que, em associação com eventuais toxinas provenientes do tubo digestivo (translocação bacteriana), lesa células parenquimatosas e culmina na chamada síndrome de falência de múltiplos órgãos .
Na microcirculação, os shunts arteriovenosos estão abertos . Se a causa do choque não for eliminada, esses mecanismos adaptativos se esgotam e o paciente entra na forma hipodinâmica.
Clinicamente, na fase compensada o paciente apresenta hipotensão discreta, taquicardia, palidez e sensação de frio; no choque séptico, contudo, a vasodilatação periférica pode resultar em face e extremidades quentes e coradas. Se a insuficiência circulatória persistir, os mecanismos compensatórios esgotam-se e aparece a fase de descompensação. A pressão arterial cai mais ainda, o pulso aumenta e surgem dificuldade respiratória, acidose metabólica e diminuição da função renal (oligúria ou anúria).
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- Mapa Mental sobre Formas hemodinâmicas do Choque, creado por Ellen Parma el 22/04/2019.
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- Ellen Parma
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