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Filosofia moral
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Filosofia moral
O juízo de fato ou juízo de realidade é um julgamento baseado em uma análise isenta de valores pessoais ou interpretações subjetivas, focando-se unicamente naquilo que é visível ou cientificamente comprovado.
Juízo de valor é um julgamento feito a partir de percepções individuais, tendo como base fatores culturais, sentimentais, ideologias e pré-conceitos pessoais, normalmente relacionados aos valores morais
Valores são o conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como estas se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente. A palavra valor pode significar merecimento, talento, reputação, coragem e valentia.
Moral trata-se de um conjunto de valores, normas e noções sobre o que é certo ou errado, proibido e permitido, dentro de uma determinada sociedade. Assim, moral tem a ver com os valores que regem a ação humana enquanto inserida na convivência social, tendo assim um caráter normativo.
Ética quer dizer “bom costume” ou “aquele que possui caráter”.
ÉTICA HEBRAICA Revelação de Deus para os seres humanos (Dez Mandamentos – Exôdo 20) Salmo 111:7-8: “Ele é fiel e justo em tudo o que faz, todos os seus mandamentos merecem confiança. Eles permanecem para sempre, pois se baseiam na verdade e na honestidade.” Está ligada a uma ideia de uma aliançaentre Deus e os seres humanos. Depende da orientação do Criador; Deus é Criador e Mantenedor; Teocrática.
ÉTICA SOFISTA Cada um teria uma concepção subjetiva das coisas, onde não haveriam verdade absolutas.(Relativismo) Protágoras de Abdera (480 a.C-410 a.C) – “O homem é a medida de todas as coisas” As leis, normas e regras só poderiam ser locais e não gerais, não existindo padrão universal. Ética de ocasião.
ÉTICA SOCRÁTICA Baseado em Sócrates (469 a.C-399 a.C); Considerado o pai da ética, pois sistematizou essa parte do saber filosófico. Crítico ferrenho dos sofistas. Utilizava-se da razão para defender valores absolutos (regaras morais) que eram de ordem metafísica. Promovia o autoconhecimento. (Conhece-te a ti mesmo!) O homem deveria agir em conformidade com a razão para ser correto. Criticava a hipocrisia da sociedade da época, propondo um retorno às virtudes morais do bem coletivo. Apreço pela verdade e pela moderação de paixões.
ÉTICA PLATÔNICA Baseado em Platão (427 a.C-347 a.C) Aprofundou as reflexões de Sócrates, propondo um retorno da sociedade a uma vida mais simples. Para Platão o ser humano não tinha domínio sobre suas paixões, e por isso, é necessário tolhê-las, bem como os instintos – isso é a prática da virtude. A filosofia seria o meio de prover redenção moral para a sociedade. O bom homem também é um bom cidadão, independentemente de ser vigiado.
ÉTICA ARISTOTÉLICA Baseado em Aristóteles (384 a.C-322 a.C) Paulo falo em1 Coríntios 6:12: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convêm”. Agir corretamente seria praticar a virtude, isto é, buscar um meio termo entre dois vícios: a prática do excesso e da escassez. Ex.: A indignação injusta.
ÉTICA DO MEIO TERMO, em que ser virtuoso seria buscar o equilíbrio nas relações sociais. Para ele a ética de cunho a buscar o bem individual;nada tem a ver com a política que busca o bem comum público. Se dedicar a uma vida contemplativa que busca o desenvolvimento da racionalidade. TELEOLÓGICA (estudo da finalidade): visa atingir um objetivo, estando preocupado com as consequências de nossas atitudes. Procurar a felicidades por meios de atitudes adequadas.
ÉTICA ESTOICA (regrado ao extremo) – helenísmo Significado da palavra: indivíduo firme, senhor de si mesmo, inabalável. Despreza os prazeres, ao considerá-los como a fonte de todos os males do ser humano.
ÉTICA EPICURISTA O bem estar consiste na busca do prazer; Epicuro (324-271 a.C) principal representante do hedonismo (hedoné –prazer) considerava o prazer físico também como causa do sofrimento. Apregoava a taraxia (impertubado- quietude absoluta da alma) – uma atitude de desvio de sofrimento, em busca dos prazeres espirituais, dentre eles a amizade. Afirmava que “a serenidade é o fruto máximo da justiça.”
Juízo de valor é um julgamento feito a partir de percepções individuais, tendo como base fatores culturais, sentimentais, ideologias e pré-conceitos pessoais, normalmente relacionados aos valores morais.
O juízo de fato ou juízo de realidade é um julgamento baseado em uma análise isenta de valores pessoais ou interpretações subjetivas, focando-se unicamente naquilo que é visível ou cientificamente comprovado.
Valores são o conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como estas se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente. A palavra valor pode significar merecimento, talento, reputação, coragem e valentia.
Moral trata-se de um conjunto de valores, normas e noções sobre o que é certo ou errado, proibido e permitido, dentro de uma determinada sociedade. Assim, moral tem a ver com os valores que regem a ação humana enquanto inserida na convivência social, tendo assim um caráter normativo.
Ética parte da filosofia responsável pela investigação dos princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano, refletindo esp. a respeito da essência das normas, valores, prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social.
ÉTICA HEBRAICA Revelação de Deus para os seres humanos (Dez Mandamentos – Exôdo 20) Salmo 111:7-8: “Ele é fiel e justo em tudo o que faz, todos os seus mandamentos merecem confiança. Eles permanecem para sempre, pois se baseiam na verdade e na honestidade.” Está ligada a uma ideia de uma aliançaentre Deus e os seres humanos. Depende da orientação do Criador; Deus é Criador e Mantenedor; Teocrática.
ÉTICA SOFISTA Cada um teria uma concepção subjetiva das coisas, onde não haveriam verdade absolutas.(Relativismo) Protágoras de Abdera (480 a.C-410 a.C) – “O homem é a medida de todas as coisas” As leis, normas e regras só poderiam ser locais e não gerais, não existindo padrão universal. Ética de ocasião.
ÉTICA SOCRÁTICA Baseado em Sócrates (469 a.C-399 a.C); Considerado o pai da ética, pois sistematizou essa parte do saber filosófico. Crítico ferrenho dos sofistas. Utilizava-se da razão para defender valores absolutos (regaras morais) que eram de ordem metafísica. Promovia o autoconhecimento. (Conhece-te a ti mesmo!) O homem deveria agir em conformidade com a razão para ser correto. Criticava a hipocrisia da sociedade da época, propondo um retorno às virtudes morais do bem coletivo. Apreço pela verdade e pela moderação de paixões.
ÉTICA PLATÔNICA Baseado em Platão (427 a.C-347 a.C) Aprofundou as reflexões de Sócrates, propondo um retorno da sociedade a uma vida mais simples. Para Platão o ser humano não tinha domínio sobre suas paixões, e por isso, é necessário tolhê-las, bem como os instintos – isso é a prática da virtude. A filosofia seria o meio de prover redenção moral para a sociedade. O bom homem também é um bom cidadão, independentemente de ser vigiado.
ÉTICA ARISTOTÉLICA Baseado em Aristóteles (384 a.C-322 a.C) Paulo falo em1 Coríntios 6:12: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convêm”. Agir corretamente seria praticar a virtude, isto é, buscar um meio termo entre dois vícios: a prática do excesso e da escassez. Ex.: A indignação injusta.
ÉTICA DO MEIO TERMO, em que ser virtuoso seria buscar o equilíbrio nas relações sociais. Para ele a ética de cunho a buscar o bem individual;nada tem a ver com a política que busca o bem comum público. Se dedicar a uma vida contemplativa que busca o desenvolvimento da racionalidade. TELEOLÓGICA (estudo da finalidade): visa atingir um objetivo, estando preocupado com as consequências de nossas atitudes. Procurar a felicidades por meios de atitudes adequadas.
ÉTICA ESTOICA (regrado ao extremo) – helenísmo Significado da palavra: indivíduo firme, senhor de si mesmo, inabalável. Despreza os prazeres, ao considerá-los como a fonte de todos os males do ser humano.
ÉTICA EPICURISTA O bem estar consiste na busca do prazer; Epicuro (324-271 a.C) principal representante do hedonismo (hedoné –prazer) considerava o prazer físico também como causa do sofrimento. Apregoava a taraxia (impertubado- quietude absoluta da alma) – uma atitude de desvio de sofrimento, em busca dos prazeres espirituais, dentre eles a amizade. Afirmava que “a serenidade é o fruto máximo da justiça.”
ÉTICA MEDIEVAL A conduta deve se pautar no amor a Deus sobre todas as coisas e no amor ao próximo. O cristianismo bíblico introduziu o conceito de dever moral –obediência à Lei de Deus e aos ensinamento de Jesus Cristo. Através da prática da caridade, da fé e do bom testemunho são virtudes de todo cristão. A ética foi desenvolvida na idade média europeia e tinha um caráter sincrético, pois herdaram elementos do pensamento grego e os fundiram com o pensamento bíblico
ÉTICA KANTIANA Século XV – influência do pensamento humanista – centralizava a ética na autonomia humana de pensar e agir. Século XVIII – Com Iluminismo se tornou mais evidente o humanismo, que teve em Immanuel Kant (1724-1804) sua máxima expressão. Kant fez da ideia de dever o centro de sua filosofia moral – no Kantismo, a razão humana é legisladora no que concerne à moral, quando essa é regida por imperativo categóricos. Um ato moral só é válido se praticado de forma autônoma, consciente e por dever. Seria um imperativo categórico, incondicionado, sem recompensa ou lucro. Baseado na deontológica (estudo das obrigações) – valoriza a intenção do ato, independente das consequências. A ação será boa se a motivação também o for.
ÉTICA MARXISTA Baseado em Karl Marx (1818-1883) O ser social determina a consciência, isto é, o modo como a sociedade se organiza para a produção econômica condiciona o desenvolvimento das estruturas sociais como a religião, a política, a educação, a moral, etc. Como os modelos produtivos são mutáveis ao longo do tempo, os modelos éticos e morais são variáveis.
ÉTICA NIETZSCHIANA Baseado em Friedrich Nietzsche (1844-1900) Rejeitou e criticou a moral hebraica, socrática, medieval, kantiana, por limitar ou domesticar os instintos humanos. Para ele, o homem que estivesse sob o domínio da moral, torna-se fraco, escravo e subserviente. “Transvalorização de valores” Conceito do super-homem: o homem capaz de superar todas as regras de valores que produzem fraqueza, e de efetivar a transvalorização de valores.
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- Mapa Mental sobre Filosofia moral, creado por thay severo de Souza el 25/02/2021.
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- thay severo de Souza
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