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Mapa mental

O Desemprego

Lucas Seiji Portugués

Contenido del mapa

O Desemprego

  1. As três categorias do PEA

    • Empregadores
      • São os indivíduos que dispõem de capital e resolvem aplicá-lo na produção de algum produto ou serviço – em fazendas, fábricas, escritórios, lojas, etc. –, contratando, para isso, mão de obra. Mesmo quando os negócios são pequenos, sua importância é considerável, já que há milhões de microempresas, que, em conjunto, oferecem um número muito grande de empregos.
    • Autônomos
      • Como o próprio nome diz, não estão empregados em alguma empresa ou organização. Eles oferecem seu trabalho a quem se interessar, recebendo por dia, tarefa, serviço prestado ou mercadoria vendida.
    • Empregados
      • Aquelas pessoas que não investem capital próprio e disponibilizam sua força de trabalho no mercado. Elas dependem de algum empregador que tenha interesse em contratá-las e pagar-lhes um salário em troca de seu trabalho, por um período, determinado ou indeterminado.
  2. Há muitas formas para medir o desemprego, mas dois aspectos são comuns a todas elas:

    • O desempregado está sem trabalhar, não por desejo próprio, mas porque não en- contra trabalho.
    • Desempregados apenas aquelas pessoas que realmente fazem parte da força de trabalho do país e estão sem emprego.
    • Robotização e Desemprego
      • Cada vez mais fica claro que a automação está tirando empregos. Um documento recentemente publicado nos Estados Unidos, pelo National Bureau of Economic Research, mostra o grande aumento do desemprego nos países desenvolvidos provocado pelo uso de robôs.
      • O estudo aponta que, exceto no setor automobilístico, ainda há poucos robôs nas indústrias dos países desenvolvidos, mas que, certamente, o seu uso já está trazendo efeitos negativos sobre a oferta de emprego e o valor dos salários. Outra novidade é que, ao contrário do que se imaginava, o setor mais afetado nos próximos anos não será o industrial, mas o de serviços, pois ele é o que mais utiliza automação e robotização
      • IBGE: desalento aumenta 15,3% em um trimestre e atinge população recorde
        • O resultado significa 718 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, um aumento de 15,3%. Em um ano, 506 mil pessoas a mais caíram para essa situação, o que representa alta de 10,3%.
          • A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.
          • O IBGE também informou nesta terça-feira, 30, que, no trimestre terminado em maio de 2020, faltou trabalho para 30,371 milhões de pessoas no País. A taxa composta de subutilização da força de trabalho subiu de 23,5% no trimestre até fevereiro para 27,5% no trimestre até maio. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até maio de 2019, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 25,0%.
  3. Três tipos de desemprego

    • Desemprego Estrutural: origina-se das inovações tecnológicas que provocaram o aumento de mecanização e automação nas indústrias e nos serviços. Ocorre, princi- palmente, em países desenvolvidos ou em áreas específicas dos países emergentes. No curto prazo, gera muito desemprego entre os profissionais substituídos diretamente pela tecnologia, chegando a eliminar categorias inteiras de profissionais
    • Desemprego Conjuntural causado por cri- ses econômicas cíclicas e, portanto, passa- geiras, que geram redução das atividades econômicas e, consequentemente, da oferta de trabalho. O desemprego conjuntural está restrito a certos ramos de atividade econô- mica e a algumas regiões, em geral por cur- tos períodos.
    • Subemprego classifica-se como subempregado o trabalhador que recebe um salário muito menor que a média de remuneração dos trabalhadores da mesma função. Quase sempre, ele está associado ao trabalho não registra- do, ou seja, informal, como o dos camelôs, ou trabalhadores de rua, que se multiplicou nas grandes cidades, principalmente de países subdesenvolvidos e emergentes. Em países desenvolvidos, essa forma de trabalho é mais rara, mas tem crescido bastante nas cidades com maior número de imigrantes
  4. Desde que a crise econômica mundial teve início, em setembro de 2008, o número de desempregados no mundo cresceu e se estabilizou em torno de 196 milhões de pessoas, o que corresponde a uma taxa média mundial de cerca de 6% de desemprego, como mostra o gráfico a seguir.

    • O desemprego, no entanto, não se distribui de forma homogênea pelo mundo. Nos países desenvolvidos, as taxas estão caindo, embora lentamente, e mantendo o número de desempregados estável. Já nos países subdesenvolvidos, as taxas se mantiveram iguais nos últimos anos, mas o número de desempregados aumentou, uma vez que a população cresceu e o número de jovens procurando trabalho se elevou
    • Na maioria dos países desenvolvidos, o crescimento da oferta de emprego tem sido acima do esperado, especialmente nos Estados Unidos e em alguns países da Europa Central e do Norte. Contudo, as taxas de desemprego continuam elevadas no sul da Europa, e ainda mostraram tendência de aumento, pois esses países são afetados pela redução do crescimento econômico dos países emergentes asiáticos nos últimos tempos.

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Descripción
Mapa Mental sobre O Desemprego, creado por Lucas Seiji el 08/04/2021.
Creado por
Lucas Seiji
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