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CHOQUE SÉPTICO
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CHOQUE SÉPTICO
Causas
- Enterite, pneumonia, piometra, traumas, síndrome de isquemia-perfusão
Mortalidade: 30-45%
Causa inicial
- Evolui para resposta inflamatória sistêmica (SIRS)
- Infecção e perda de volume
- Diminui oferta de O2
- Ativação do SRAA, cortisol e catecolaminas
- Redistribuição de sangue para coração e cérebro, vasoconstrição periférica
- Diminuição de sangue nas vísceras, pele e músculos
- Mucosas cor de tijolo, TPC baixo (~1), redução da pré e pós-carga (inicialmente)
- Hipoperfusão intestinal e quebra da barreira, inflamação e lesões panendoteliais (liberação de endotoxinas)
- Rolamento de neutrófilos e macrófagos no vaso
- Adesão
- Diapedese
- Quimiotaxia
- Diapedese
- Lesão das células endoteliais
- Estimula inflamação, vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular
- Eritema, calor, edema
- Estimula inflamação, vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular
- Ativação da cascata de coagulação
- CID
- Ativação da NO sintase
- Liberação de radicais livres de O2
- Disfunção celular e orgânica reversível ou não, necrose, apoptose, depressão miocárdica, hipóxia tecidual local ou global, diminuição da oferta de O2,
- Liberação de radicais livres de O2
- Adesão
- Rolamento de neutrófilos e macrófagos no vaso
- Vasodilatação (prostaglandinas, NO, ILs)
- Redistribuição de sangue para coração e cérebro, vasoconstrição periférica
- Ativação do SRAA, cortisol e catecolaminas
- Diminui oferta de O2
Falência circulatória causada por:
- Isquemia, formação de NO, lesão endotelial, radicais livres, acidose metabólica e hipovolemia
- Hipovolemia ocorre por má distribuição de volume (vasodilatação), represamento do sangue na periferia, extravasamento de fluido para o interstício, aumento da permeabilidade capilar, vômitos, diarreia, edema, peritonite, perdas exogenas
- Isquemia, formação de NO, lesão endotelial, radicais livres, acidose metabólica e hipovolemia
Alterações sistêmicas
- Coração: falência miocárdica, vasoplegia
- Pulmões: edema não cardiogênico, lesão pulmonar aguda
- Rins: oligúria/anúria, IRA
- TGI: falha na barreira da mucosa intestinal (translocação bacteriana ocorre), úlceras e hemorragia digestiva
- Sistema hematopoiético: trombocitopenia, CID
- Fígado: insuficiência hepática
Diagnóstico
- Rápido, precoce (nas primeiras 6h) - diminui mortalidade em 15%
- SIRS
- Taquicardia, taquipneia, hipo ou hipertermia, leucocitose ou leucopenia, foco de infecção
- Problemas: FR > 22 mrpm, PAS < 100 mmHg
- Taquicardia, taquipneia, hipo ou hipertermia, leucocitose ou leucopenia, foco de infecção
- Sepse
- Estado mental alterado, diminuição do pH, alteração nas enzimas hepáticas e função renal, formação de microtrombos, hipotensão
- Hipotensão - dar vasopressores: manter pressão > 65 mmHg
- Estado mental alterado, diminuição do pH, alteração nas enzimas hepáticas e função renal, formação de microtrombos, hipotensão
- Bioquímico
- Hiperglicemia (início- liberação de catecolaminas) seguida de hipoglicemia
- Hipoalbuminemia (perda de albumina para o endotélio
- Azotemia, hiperbilirrubinemia, aumento de ALT e AST
- Alterações da coagulação
- Aumento do TP, TTPA e D-dímero
- Trombocitopenia
- Acidose
- Exames laboratoriais
- Hemogasometria, hemograma completo, lactato, eletrólitos (K+, Na+, Ca+, Mg2+), anion gap
- Manter lactato > 2 mmol/L
- Hemogasometria, hemograma completo, lactato, eletrólitos (K+, Na+, Ca+, Mg2+), anion gap
Sepse 1
- Consciência: escala de Glasgow < 17
- Sistema circulatório: PAM < 65 mmHg, PAS < 90 mmHg no cão e < 100 mmHg nos gatos
- Sistema urinário: DU < 0,5 mL/kg/h ou Creat > 2,0 mg/dL
- Coagulação: trombocitopenia < 10.000/mm³, aumento de 1,5x TP/TTPA, dímero D ou fibrinogênio
- Íleo paralítico
- Hipercalemia > 3,2 mmol/L (cão) ou > 2,5 mmol/L (gato)
Fases
- Hiperdinâmica
- Febre, mucosa cor de tijolo (patognomônica), taquicardia, TPC < 1s
- Hipodinâmica
- Hipotensão, mucosas pálidas, hipotermia, extremidades frias
- Hiperdinâmica
Tratamento
- 2. Corrigir hemodinâmica
- Corrigir pós-carga: dar vasoativos (restabelece microcirculação)
- Noradrenalina (eleição!), dopamina, fenilefrina (taquicardia extrema!)
- Novas possibilidades (principalmente na síndrome vasoplégica/vasoplegia): vasopressina (qunado não há boa resposta com a nora), selepressina, angiotensina
- Inotrópicos (quando houver transporte e utilização anormais de O2, mesmo após ajustes de fluxo e volemia)
- Corrigir pré-carga: repor volume
- Transfusão (quando saturação venosa > 70%, lactato alto e Ht < 30%)
- Fluidoterapia, desafio hídrico
- Selecionar tipo de fluido, taxa de infusão e objetivos clínicos (como PAM > 65, SVcO2 ~70%, lactato < 2,5 mmol e DU)
- 1. Fase de ressuscitação: risco de vida
- 2. Fase de titulação da dose: tratar hipotensão
- 3. Fase de manutenção: 2-3 mL/kg/h
- 4. Fase de desmame
- Usar cristaloides (RL) ,não coloides
- Restaurar PAM ~65 mmHg
- Corrigir pós-carga: dar vasoativos (restabelece microcirculação)
- 1. Antibióticos de amplo espectro + cultura microbiológica
- 3. Paliativos
- Ventilação mecânica se PaP2/FiO2 < 300
- Avaliação da glicemia, administrar corticoide, nutrição etneral/parenteral, analgesia/sedação, trombofilaxia, profilaxia da úlcera gástrica
- Hipercoagulabilidade (dar heparina) e hipocoagulabilidade (dar ácido tranexamico)
- Aquecer o animal
- pH < 7,2: bicarbonato
- 2. Corrigir hemodinâmica
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre CHOQUE SÉPTICO, creado por Alícia Saldivar Herrero el 19/08/2021.
- Creado por
- Alícia Saldivar Herrero
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