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Áudio e Usabilidade

Felipe Naoki Mat Portugués

Contenido del mapa

Áudio e Usabilidade

  1. Modelos de usabilidade com aplicações na web e recursos de áudio

    • SHACKEL (1991) usabilidade como a capacidade de um sistema ser usado facilmente e com eficiência
    • NIELSEN (1990) e SANTOS (2000)
      • definem de forma semelhante, dividindo o conceito de usabilidade em itens como facilidade e eficiência.
      • NIELSEN aborda questões como a concordância entre sistema e mundo real, controle do usuário, consistência e padrões, flexibilidade, design minimalista, ajuda e documentação.
      • SANTOS (2000), tradicionalmente, uma preocupação ocorre no final do ciclo de design durante a avaliação do produto
    • BASTIEN & SCAPIN (apud SANTOS, 2000)usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface.
    • NORMAN
      • 1998- a usabilidade é muitas vezes vista como um critério durante o processo de compra.
      • (1988) apresenta uma série de princípios de design para usabilidade.
    • BADRE (2002)
      • a facilidade de uso está relacionada à realização de uma tarefa com sucesso através de um número mínimo de ações.
    • MORAES (apud SANTOS, 2000) relaciona os principais fatores relacionados à abrangência do termo usabilidade
    • ZIEGLER (2002), seguir apenas critérios tradicionais para análise de interface com o usuário não é suficiente para garantir o sucesso de um site.
  2. Usabilidade na Web (Web Usability)

    • Aplicar usabilidade na web envolve a utilização de estratégias para melhorar a eficácia das páginas, transformando-as em um ambiente útil que respalde os objetivos do usuário.
    • BRINCK et al (2002), a usabilidade deve ser considerada em todo o processo de desenvolvimento de sites para garantir a adequação e facilidade de uso.
    • NIELSEN & TAHIR (2002) organizaram 113 guidelines especialmente recomendadas para a web, codificando as melhores práticas de usabilidade.
    • WROBLEWSKI (2002) realizou uma série de estudos para verificar a satisfação do consumidor e pesquisar o que funciona ou não na Internet.
    • KRUG (2001), as páginas da Internet devem ser claras, autoexplicativas e evidentes por si só, de forma que, ao visualizá-la, o usuário comum saiba como ela é e como deve usá-la.
    • HOLMES (2002), um site com boa usabilidade é aquele que pode ser utilizado com efetividade pelo usuário.
  3. Engenharia de usabilidade na Web

    • FLEMING (1998), na engenharia de usabilidade, uma série de métodos podem ser utilizados para determinar se um produto é adequado para o usuário a que ele se destina.
    • NIELSEN & TAHIR (2002), métodos de usabilidade podem identificar e atribuir prioridades a necessidades dos usuários com base nos dados observados.
      • NIELSEN (2000) sugere que os projetos para a web devem ser tratados como projetos de desenvolvimento de software, para facilitar o cumprimento de cronogramas e garantir a qualidade do site.
    • KRUG “Testes devem evitar conflitos e acabar com impasses, retirando a discussão do reino do que é certo ou errado para preocupações sobre o que funciona ou não”
    • GOULD & LEWIS (apud BADRE, 2002), em paralelo à pesquisa e à evolução acadêmica da IHC, a indústria de software passou a se preocupar em projetar interfaces compatíveis e fáceis de serem utilizadas pelo usuário.
    • NIELSEN apud BADRE, 2002 Internet passou a ganhar força no compartilhamento de informações, propagandas e comércio. A usabilidade na web passou a ser um dos focos da comunidade de IHC na década de 1990.
  4. Critérios para análise e desenvolvimento de sites

    • Tempo de Resposta
      • o que implica em uma facilidade de uso sem esforços cognitivos desnecessários.
    • Design universal na internet
      • um design integrado que satisfaça as necessidades do usuário.
    • Simplicidade
      • “um princípio geral para todos os projetos de interface com o usuário é passar por cada elemento de design e removê-los um a um. Se o design funcionar igualmente bem sem um dado elemento, retire-o”
    • Consistência
      • Um layout consistente facilita a navegação do usuário, auxilia na síntese de elementos dentro da página e estabelece uma unidade através do site.
    • Diferenças de formatos
      • Tem de ser visualizada claramente em qualquer navegador que o usuário utilize.
    • A utilização de metáforas
      • pode oferecer uma estrutura unificadora ao design que o fará parecer mais do que uma coleção de itens isolados.
    • Conteúdo e estrutura do site
      • a má arquitetura da informação levará à má usabilidade.
    • Audio e Usabilidade
      • podendo ser considerado um elemento de auxílio no alcance de estados mentais propícios ao relaxamento e satisfação.
  5. Considerações sobre o processo de desenvolvimento

    • funções dos sons e efeitos especiais, seu suporte ao conteúdo gráfico e texto, integração ao contexto, objetivo geral e temática do site, definição do público-alvo e condução de sensações específicas, ações e atenção
      • erros que podem ser facilmente encontrados em diversas páginas da Internet
        • Áudio com baixa qualidade.
        • Falta do silêncio.
        • Monotonia.
        • Sons na primeira página.
      • Guidelines de Shisha Van Horn
        • O porque de utilizar áudio
          • Quando é única forma possível de se abordar uma questão.
            • Para informar quando for necessário
              • Para melhorar uma página da web que tenha sido desenvolvida apenas com recursos gráficos.
        • Porque não utilizar
          • Não confundir melhora com aborrecimento.
            • Não utilizar áudio quando limites de banda e espaço em disco do servidor forem restritos
              • Plug-ins podem ser um problema, pois muitos dos recursos de áudio exigem que o usuário proceda com rotinas de instalação.
                • Se o áudio não for utilizado de forma a acrescentar algum conceito pontual, provavelmente prejudicará o projeto.
      • Outras recomendações
        • O áudio deve ser usado com parcimônia para não causar um esforço cognitivo desnecessário ao usuário.
      • Conclusão parcial
        • Facilidade de uso e aprendizado, eficiência e flexibilidade são itens que, segundo a maior parte dos autores, seriam fundamentais para se alcançar uma boa usabilidade em um sistema.

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Descripción
Mapa Mental sobre Áudio e Usabilidade, creado por Felipe Naoki Mat el 07/10/2015.
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