Mapa mental
Psicose

Mapa mental: Psicose
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Psicose
Dificuldade de mediação entre representação incompatível e o eu. Conflito entre eu e ID.
- Na neurose, conflitos INTERIORES do indivíduo, que remetem a conflitos infantis recalcados.
- Recusa do eu em atender solicitação pulsional do ID - recalca.
- Neurótico permanece fiel à realidade e tenta silenciar id.
- No psicótico, eu se deixa dominar pelo id e se desprende da realidade.
- Caso SCHREBER: Freud não o viu, apenas leu seus livros.
- Deus se comunica com ele, e quer transformá-lo em mulher.
- Tem fantasias homossexuais de desejo e, como defesa, estabeleceu negação que explica a gênese do delírio.
- Delírio como tentativa de reconstruir o mundo, establizar
- Tem fantasias homossexuais de desejo e, como defesa, estabeleceu negação que explica a gênese do delírio.
- Deus se comunica com ele, e quer transformá-lo em mulher.
- Neurótico permanece fiel à realidade e tenta silenciar id.
Defesa da neurose: RECALQUE. Material não é extinto por definitivo, continua pressionando para retornar. Não há total obliteração
- Ideia que um dia passou pela mente, realidade já foi aceita em algum nível
Defesa da psicose: mais poderosa. Eu RECUSA a representação junto com seu afeto e se comporta como se nunca tivesse existido.
- Verwerfung - Foraclusão: mecanismo específico das psicoses
- Repúdio, rejeição, desestima. Rejeita reconhecer verdades penosas.
- Realidade nunca é afirmada ou admitida. É foracluída.
- Se origina em Freud e tem desfecho com Lacan, como mecanismo indutor das organizações psicóticas
- Com a rejeição, eu se separa da representação (que está sempre associada a fragmento da realidade) - se separa também da realidade
- Para LACAN, abolição do significante Nome do pai - que deveria substituir significante originário desejo da mãe - pode explicar indução dos processos psicóticos.
- FORACLUSÃO DO NOME DO PAI
- Metáfora paterna fracassa, compromete castração simbólica, faz falhar função paterna
- Ordem simbólica é afetada, pois o elemento que a ancora é foracluído
- É PAI SIMBÓLICO! Pai vivo e presente não garante a existência do Nome do pai e pai morto não garante que não tenha.
- Não passa pelo estádio do espelho
- É PAI SIMBÓLICO! Pai vivo e presente não garante a existência do Nome do pai e pai morto não garante que não tenha.
- Ordem simbólica é afetada, pois o elemento que a ancora é foracluído
- O pai simbólico tem função estruturante, se coloca entre mãe e filho, proibde, impede, frustra. Separa a criança da mãe, proibe o gozo e isso cria o desejo.
- Separação mãe-criança é intolerável, relação bem fusional, que não dá lugar a uma intercessão mediadora.
- Criança sem objeto de desejos próprios, cujo papel é preencher vazio materno. Destinada a preencher falta da mãe.
- Permanece ASSUJEITADO em relação arcaica com a mãe, se constituindo como seu único objeto de desejo, seu falo.
- Falo não é simbolizado - ausência de significação fálica
- Não deseja pois não há falta
- Falo não é simbolizado - ausência de significação fálica
- Permanece ASSUJEITADO em relação arcaica com a mãe, se constituindo como seu único objeto de desejo, seu falo.
- Criança sem objeto de desejos próprios, cujo papel é preencher vazio materno. Destinada a preencher falta da mãe.
- Separação mãe-criança é intolerável, relação bem fusional, que não dá lugar a uma intercessão mediadora.
- TRACOS ESTRUTURAIS
- ALUCINAÇÃO: Pode estar presente em outras, mas a CERTEZA é característica da psicose, dúvida não é
- TRANSTORNOS DA LINGUAGEM: psicótico tem relação própria com a linguagem - não é estruturada da mesma forma. Se sente possuído por língua que vem de fora, como se ideias fossem postas por algo.
- Não há laço com a linguagem, há ponto de parada, não há deslizamento de significantes, não há uso da dimensão simbólica da linguagem.
- Inabilidade para criar metáforas, frases interrompidas e neologismos. É HABITADO pela linguagem
- Inconsciente é estruturado como linguagem.
- TRATAMENTO
- Para Freud, não teria: pois o sujeito não tem investimentos no objeto no mundo externo, não poderia fazer a transferencia.
- Para Lacan, tem como ajudar, mas não modificar sua estrutura.
- Ser alguém disponível a ouvir, tomá-lo como sujeito capaz de dar resposta.
- Secretário do alienado: dar crédito à fala!
- Facilitar laço social que é tão difícil, restaurar inserção do sujeito no simbólico
- Trivialização: cotidiano; criação artística.
- Facilitar laço social que é tão difícil, restaurar inserção do sujeito no simbólico
- Acolhimento da fala permite que ele vá se relacionando de forma a se sentir menos invadido.
- Delimitar e pacificar o gozo que invade sujeito.
- Secretário do alienado: dar crédito à fala!
- Ser alguém disponível a ouvir, tomá-lo como sujeito capaz de dar resposta.
- Para Lacan, tem como ajudar, mas não modificar sua estrutura.
- Para Freud, não teria: pois o sujeito não tem investimentos no objeto no mundo externo, não poderia fazer a transferencia.
- TRATAMENTO
- Inconsciente é estruturado como linguagem.
- Inabilidade para criar metáforas, frases interrompidas e neologismos. É HABITADO pela linguagem
- Não há laço com a linguagem, há ponto de parada, não há deslizamento de significantes, não há uso da dimensão simbólica da linguagem.
- Falta de controle das pulsões; feminização
- Invasão do gozo: pulsões não são hierarquizadas no corpo, exceto por imitação.
- Falta de pergunta, de movimento em seus pensamentos e interesses. Inércia
- Predomínio das relações imaginárias: fenômeno da perseguição, se sente invadido - não consegue deixar outro entrar na relação (conflito com exterior).
- Falta de pergunta, de movimento em seus pensamentos e interesses. Inércia
- Invasão do gozo: pulsões não são hierarquizadas no corpo, exceto por imitação.
- Para LACAN, abolição do significante Nome do pai - que deveria substituir significante originário desejo da mãe - pode explicar indução dos processos psicóticos.
- Verwerfung - Foraclusão: mecanismo específico das psicoses
Na psicose, conflitos entre o sujeito e a realidade externa.
- Eu cria, onipotentemente, um novo mundo interno e externo, conforme desejos do ID.
- Realidade impõe obstáculos à satisfação do desejo, que são vistos como intoleráveis.
- Eu cria, onipotentemente, um novo mundo interno e externo, conforme desejos do ID.
Freud tentou achar mecanismo para diferenciar neurose e psicose.
- Perda da realidade e reconstrução delirante, clivagem do eu… não foi satisfatório
- Não chegou a promover sua etiologia e esse mecanismo, foi Lacan.
- Perda da realidade e reconstrução delirante, clivagem do eu… não foi satisfatório
Inconsciente à céu aberto
- Perda da realidade e criação de pseudorealidade
- Psicótico renega realidade.
- Psicose providencia percepções em sintonia com a nova realidade, pelas alucinacoes e delírios.
- Psicótico renega realidade.
- Psicótico revela roupa suja, neurótico esconde.
- Perda da realidade e criação de pseudorealidade
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre Psicose, creado por Malu Moura el 02/09/2022.
- Creado por
- Malu Moura
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