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Classificação da Informação no BIM
apresentaremos os princípios do sistema de classificação da
informação e suas principais aplicações nos processos BIM.
A NORMA ISO 12006-2 2015
A norma identifica conjunto de tabelas, títulos e seus relacionamentos lógicos.. Inicialmente o objeto é apenas um volume. Depois, paredes ou
equipamentos genéricos são definidos sucessivamente até a entrega da obra, quando
o objeto pode ter atrelado a ele, como número de série do equipamento, sua
data de instalação e da garantia, todos inseridos no modelo BIM.
A ABNT NBR 15965 – SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DA
INFORMAÇÃO DA CONSTRUÇÃO
A norma quando se completa, 13 tabelas,
cada qual deverá classificar cada “classe” da construção, ou seja, um grupo de objetos
ou conceitos com características semelhantes. Está sendo desenvolvida por partes, cada uma com um conjunto de tabelas. São essas partes:
Parte 1: Terminologia e classificação,
Parte 2: Características dos objetos da construção
Parte 3: Processos da construção
Parte 4: Recursos da construção
Parte 5: Resultados da construção
Parte 6: Unidades da construção
Parte 7: Informação da construção
A CLASSIFICAÇÃO NBR 15965 APLICADA AO BIM
A NBR 15965,
Esta classificação quando aplicada ao BIM, cria integração durante o ciclo
de vida, no recebimento e especificação, ao fazer o orçamento, ao planejar e controlar,
na documentação e por ultimo, comissionamento.
LIMITES DA NORMA DE CLASSIFICAÇÃO
Neste item, o “componente” é parte (ou total) de um “elemento” que também é
“resultado da obra”. Para concluir o restudo, será preciso ainda os “agentes” de uma
“disciplina” fazendo um “serviço”, utilizando “equipamentos e/ou ferramentas”,
seguindo “informações”. As respectivas tabelas complementam as
demais, mostrando suas características Os “resultados” compõem as
“unidades” e seus “espaços”.
Aqui temos o relacionamento dos itens citados entre aspas:
A norma não garante verificar cada produto, serviço ou qualquer outro item da construção, já que isso não é viável na prática.
A PARTE 2 DA NORMA: TABELAS 0M – MATERIAIS E 0P – PROPRIEDADES
Essa norma apresenta os dados primários dos objetos virtuais: sua constituição e quais propriedades podem
ser vinculadas a eles.
Na tabela de materiais teve-se a preocupação de listarem matérias típicas brasileiras,
E temos também a tabela de propriedades, organizada devido a sua função.
A PARTE 3 DA NORMA:
PROCESSOS DA CONSTRUÇÃO
Esta norma, abrange as seguintes tabelas:
1F Fases da construção, detalhada adiante;
1S Serviços da construção, que descreve as atividades de serviços usuais na
construção, mas não deve ser confundida com os resultados de serviços
vinculados às disciplinas, como “elevação de alvenaria”;
1D Disciplinas da construção, que lista as diferentes especialidades técnicas
envolvidas.
A PARTE 4 DA NORMA: RECURSOS DA CONSTRUÇÃO
A quarta parte, abrange recursos usados
nos processos da construção, como Recursos Humanos, Técnicos e Materiais
Lembre-se: não confundir “funções” da norma com “cargos”, já que a norma
tem uma visão de processo que não passa pelos títulos funcionais, mas sim é responsavel por cada função em um determinado processo.
A PARTE 5 DA NORMA: RESULTADOS DA CONSTRUÇÃO
Esta norma descreve os produtos destes processos
construtivos. Englobando as tabelas e resultados, apresentando duas
visões dos produtos dos processos construtivos:
primeira é sobre às funçõe dos resultados no conjunto da edificação e a segunda visão é sobre os resultados
físicos, descrevendo a construção desde os seus elementos.
A PARTE 6 DA NORMA: UNIDADES DA CONSTRUÇÃO
Essa parte é constituída por duas tabelas:
A primeira tabela abrange as entidades da construção tanto por função como por forma. E a segunda tabela tabela descreve os espaços conforme suas respectivas funções.
A ULTIMA PARTE DA NORMA:
A Parte 7 da norma, tem apenas uma tabela, que lista os
componentes da documentação da construção, agrupados em apenas 3 títulos.
6 CONEXÃO COM BASES DE DADOS EXTERNAS
Os modelos BIM podem se conectar com a bases de dados externas, para a exportação de dados e também importação. Estes dados serão parâmetros associados aos objetos virtuais, e grande
parte deles está prevista nas estruturas padronizadas pelo IFC, para que funcionem em qualquer software homologado.
Assim, o modelo BIM se torna o repositório de todos os dados ao longo do ciclo de vida da edificação.
Mas nem sempre é necessário incluir os respectivos dados na propriedades dos objetos. As vezes é melhor utilizar outros aplicativos para tarefas específicas, como elaboração de orçamentos
e cronogramas e mesmo manutenção e operação.
Mas para isso, precisamos tomar alguns cuidados, como garantir que os objetos virtuais estejam corretamente codificados, de modo
homogêneo, para que a codificação sirva como ponto comum entre eles.
7 EXEMPLOS PRÁTICOS DE USO DA CLASSIFICAÇÃO
Em muitos momentos do processo de concepção é necessário classificar áreas para fins
de análise de requisitos de projeto. A classificação ajuda muito na análise, as vezes automatizando, sempre aumentando a precisão e acertividade.
A classificação de áreas pode ser consultada na tabela específica, agrupando-se
os espaços ou áreas e compartimentos que são ligados à análise ou totalização
requerida. Esse recurso pode ser utilizado desde estudos de viabilidade até projetos
executivos, passando pelo projeto legal.
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- Apunte sobre Sin título, creado por Ana Paula el 21/03/2019.
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