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gabriela savegnago Portugués 3 páginas

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Contenido del apunte (3)

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PARVO CANINA

- principais causas de diarreia hemorrágica em cães domésticos, principalmente abaixo de 6 meses de idade, também apresenta alta taxa de mortalidade, sendo considerado uma doença de apresentação em forma aguda. O vírus causador é de difícil eliminação e estável no ambiente normal, tornando ainda mais difícil seu controle e desinfecção. Por isso, é necessário um rápido e confiável diagnostico veterinário, para que o animal e o ambiente sejam tratados para melhor prognóstico.

A infecção do parvovirus no organismo ocorre através da contaminação fecal e entrada pela via oral. Após isso ocorrerá no tecido linfoide da orofaringe e amigdalas a replicação viral com consequente viremia, que é quando ocorre a entrada do patógeno na corrente sanguínea e então no sistema circulatório. A viremia que ocorre após o terceiro ou quarto dia de contágio, mantem-se por mais 2-3 dias.

A excreção do vírus nas fezes inicia no terceiro ou quarto dia após a infecção e se intensifica com o surgimento da doença.

É um vírus da família PARVOVIRIDAE, da subfamília Parvovirinae do gênero Parvovirus, também conhecido como parvovirus canino 2 . É um vírus muito pequeno por isso o nome parvo, que vem do latim pequeno, em uma fita simples de DNA no genoma.

sinais clinicos: 1. Desânimo 2. Sonolência 3. Perda de apetite 4. Vômito 5. Diarréia com sangue 6. Febre 7. Fraqueza 8. Desidratação rápida - O período de incubação varia entre de 2 à 14 dias, mas, na maioria dos casos, é de 4 à 7 dias. Os cães afetados ficam frequentemente assintomáticos. A doença clínica pode ser disparada por um estresse

Duas síndromes clínicas são descritas em cães infectados com o parvovirus canis: a miocardite e a gastrenterite hemorrágica

O teste mais viável para o diagnóstico é o teste de ELISA, é rápido, eficiente e de custo acessível. Ele consegue ainda detectar anticorpos IgM específicos que indicam infecção recente. O diagnóstico presuntivo na rotina clínica geralmente é feito pelo histórico, sinais clínicos e hemograma. Porém, o diagnóstico definitivo de parvovirose exige a identificação do vírus por testes específicos. Apesar de ter um diagnóstico sugestivo, a parvovirose deve ser diferenciada de gastroenterites bacterianas e de outras doenças virais como por exemplo, a cinomose

O tratamento é similar ao que seria administrado na maioria dos animais com gastroenterite grave. A maioria dos cães se recupera com uma terapia de suporte apropriada. Em casos mais leves pode se usar soluções eletrolíticas orais , e em casos mais graves deve se receber um fluido terapia intravenosa.

Não existe uma terapia específica para eliminar o vírus. O tratamento é similar ao que seria administrado na maioria dos animais com gastroenterite grave. - isolamento de outros animais-

profilaxia: A forma profilática mais eficiente em cães, é a vacinação em filhotes. Encontram-se no mercado vários tipos de vacinas disponíveis. Filhotes de cadelas vacinadas adquirem anticorpos através do colostro, são imunes a doença apenas durante as primeiras semanas de vida. A maior taxa de infecção é relatada em filhotes com mais de seis semanas de vida.

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PANLEUCOPENIA FELINA

→ Conhecida como Enterite Felina Infecciosa; → Família Parvoviridae; → Gênero Parvovírus; → Parvovírus possui cápside de simetria cúbica; → DNA único de filamento simples - é infectoconntagiosa

→ Multiplicação no núcleo: CORPÚSCULO DE INCLUSÃO; → Baixo índice de leucócitos, ausência de granulócitos, diminuição dos linfócitos; → Doença infectocontagiosa; → Mortalidade 80%; → Nível mundial.

Epidemio: → Patogenia igualmente elevada para felinos jovens e adultos, afirma Joachim Beer (1999); → Imunidade douradora; → Anticorpos neutralizantes entre 6 a 8 dias após infecção; → Colostro: protegidos por 10 semanas; → Aglomeração de felinos; → Alta morbilidade; → Facilmente transmissível; → Vírus muito resistente; → Reservatório do vírus é o próprio felino;

Tansmissão: → Contato direto; → Fômites contaminados; → Gotículas de secreções infectadas; → Via oral; → Excretam o vírus nas fezes: fecal; → Intrauterina; → Vetores mecânicos: carrapatos, pulgas e humanos;

Patogenia: → Período de incubação curto; → Viremia: 24 horas; → Células mitoticamente ativas: Mucosa intestinal, linfopoiéticas da M.O, timo, linfonodos e baço

INFECÇÃO TRANSPLACENTÁRIA → Tempo; → Contágios: último terço da gestação → lesões no SNC do feto; → Células granulosas e/ou de Purkinje;

Sintomas: → Diarreia; → Febre de 41ºC → desidratação e caquexia → MORTE; → Anorexia; → Vômito; → Palpação da cavidade abdominal: dor; → Língua e mucosa da faringe: lesões inflamatórias → úlceras; → Linfopenia; → Neutropenia; → Trombocitopenia; → Anemia.

Lesoes:

MACROSCÓPICAS → Exsudato em mucosas nasais e lacrimais; → Íleo: exsudato hemorrágico; → Linfonodos do mesentério apresentam edema e tamanho aumentado; → Enterite catarral; → Atrofia das vilosidades e vasta destruição da mucosa.

MICROSCÓPICAS → PRINCIPAL LOCALIZAÇÃO: trato gastrointestinal; → Erosões, criptas dilatadas e muco; → Em alguns casos: eosinófilos intracelularmente no local da lesão;

SINAL PATOGNOMÔNICO: presença de células degenerativas globulosas na epiderme das vilosidades e glândulas!

LESÕES

NECROSE DOS LINFÓCITOS EM REGIÕES FOLICULARES E PARACORTICAIS: →Linfonodos; →Córtex do timo; →Corpúsculo de Malpighi do baço; →Placas de Peyer; →Células tronco → Medula apresenta-se hipocelular. →Hiperplasia regenerativa dos linfócitos.

PROGNÓSTICO → Mortalidade 50-80%; → Elevadas alterações no organismo; → Diminui produção de leucócitos; → Diminui defesa; → Desfavorável.

DIAGNÓSTICO → Provisório: sinais clínicos e agranulocitose; → Inclusões intracelulares no intestino delgado pós morte; → Contagem das células do hemograma → -1000 leucócitos → Microscopia eletrônica em amostra de fezes; → Kit de CPV: identificar VPF. → Testes sorológicos não são indicados; → Fezes: aglutinação de latéx; → PCR

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL → Enfermidades provindas de infecções bacterianas; → Rinotraqueite; → Pneumonia felina; → Hemobartonelose; → Peritonite infecciosa; → Intoxicações; → Corpos estranhos.

PROFILAXIA → Vacinação; → 9-10 semanas de vida; → Vacina inativa: 2º dose duas semanas depois da 1º; → Vacina do vírus vivo atenuado: 2º dose em 14-16 semanas depois da 1º; → Anualmente

→ TODOS os felinos; → Felinos em área com alta carga infecciosa: 3º dose, com 16 semanas de idade; → Não vacinar gestantes; → Garante apenas 36,7% de soroconversão → anticorpos da mãe presentes até a 20° semana de vida; → Vacinas vivas modificadas possuem maior eficácia do que vacinas inativadas.

→ Cuidados adequado de enfermagem; → Animais suspeitos: quarentena; → Terapia de suporte; → Desinfectantes: hipoclorito de sódio, ácido peracético, formaldeído ou hidróxido de sódio; → Soro anti-FPV.

TRATAMENTO → Se diagnosticada precocemente é facilmente tratável; → Antibióticos V.O: Estreptomicina 50mg/kg, em duas doses diárias por 10 dias (Millen, 1994)/ 3 dias (JONES, HUNT e KING; 2000); → Fluido terapia; → Desidratação: intravenosa, interparietal e subcutânea → sal e glicose. → É um tratamento de suporte; → Transfusão de plasma fresco congelado; → Homeopatia;

PANLEUCOPENIA FELINA → Atinge sistema imunológico; → TRANSMISSÃO: orofecal; → Vacinação!!!! → Prognóstico desfavorável; → Tratamento é de suporte para reestabelecer o animal.

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CORONA FELIS

importante causa de mortes de gatos jovens por doenças infecciosa em gatis e abrigos com pedigree.

A PIF, entre todas as coronaviroses é sem dúvida a mais indecifrável, tratando de uma doença que afeta todo o organismo, ou seja, de ação sistêmica com amplos sinais que elevam as taxas de mortalidade

de 50% dos gatos que são acometidos com a doença e diagnosticados em todo mundo têm menos de dois anos de idade, sendo animais de raça. Vários sistemas podem ser acometidos, como o respiratório, o nervoso, o oftálmico, e também a forma da Peritonite multissistêmica

os sinais da doença variam de acordo com a distribuição e extensão das lesões peritoneal ou pleural. Se a propagação for muita extensa, a doença passa a ser conhecida como forma efusiva, ou úmida e quando a expansão não for muito grande, ganha a denominação de forma não-efusiva, ou seca

em sua forma úmida, este regularmente relacionada ao acumulo de líquidos na cavidade. Nas lesões secas, se dá pela replicação viral perivascular local e reação tecidual piogranulomatosa.

patologia caracterizada por importantes danos inflamatórios e sistêmicos das membranas serosas e lesões piogranulomatosas generalizadas que ocorrem nos pulmões, fígado, tecido linfático e cérebro. Indícios indicam que o sistema imune do hospedeiro e essencial nesta patogênese.

patologia: replica no trsapturados e conduzidos por macrofagos e tem replicaçao perivascular

epidemio:

•Onipresente

•25 á 40% gatos domésticos são soropositivos

•80 á 100% gatos de gatis soropositivos

•Distintos fatores podem influenciar na prevalência da doença

•3 meses – 3 anos

•Acomete gatos mais jovens devido a sua imaturidade

•Forma de transmissão ainda não e muito esclarecida

•Gatas podem infectar seus filhotes por via:

•Placentária ou

•Período neonatal

Transmissão

•Secreções e excreções

•Comedouros e bebedouros

•Placenta

•Aerossóis

•Fomites

Sinais:

•Febre persistente

•Não responsiva a antibióticos

•Anorexia

•Perda de peso

•Inapetência

•Vômito

•Diarréia

•Palidez sugestiva de anemia

•Subdesenvolvimento em filhotes

•Febre persistente

•Não responsiva a antibióticos

•Anorexia

•Perda de peso

•Inapetência

•Vômito

de forma efusiva:

•Efusão de cavidade corporal

•Serosite fibrinosa

•Derrames abdominais ou torácicos

•Distensão abdominal por líquido ascítico aumentado

•Dispnéia, taquipnéia, intolerância a exercícios

de forma nao efusiva:

•Reações inflamatórias granulomatosas

•Necrose em órgãos abdominais, olhos e SNC

•Lesões na cavidade torácica

•Pneumonia granulomatosa silenciosa

•Hepatite piogranulomatosa

•Insuficiência hepática

Diag:

•Aumento de concentração sérica de PPT

•Achado de anticorpos não diferencia PIF de não-PIF

•Anticorpos revelantes quando em altos níveis e com sinais clínicos

•Não-efusiva: Alterações vagas e não-patognomônicas

•Efusiva: Diferencial, apenas 50% com efusão tem PIF

•PCR – Não diferencia cepas

•HISTOPATOLOGIA – Padrão ouro, identifica lesões

•IMUNOHISTOQUÍMICA– Replicação em macrófagos

tratamento paliativo:

•Prednisolona – VO SID 2-4mg/kg SID

•Imunossupressor

•Aumento de apetite

•Redução de dose em 10 dias

•Transfusão sanguínea

•Efusiva: Sobrevivem por dias ou semanas

•Não-efusiva: Até um ano

profilaxia:

•Limpeza e desinfecção do ambiente

•Higiene de caixas de areia

•Desinfecção de gaiolas, pisos, vasilhas

•Controle de doenças imunossupressoras

•Diminuição do estresse ambiental

•Enriquecimento inespecífico de higiene

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Apunte sobre Sin título, creado por gabriela savegnago el 13/11/2019.
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