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PARVO CANINA
- principais causas de diarreia hemorrágica em cães domésticos, principalmente abaixo de 6 meses de idade, também apresenta alta taxa de mortalidade, sendo considerado uma doença de apresentação em forma aguda. O vírus causador é de difícil eliminação e estável no ambiente normal, tornando ainda mais difícil seu controle e desinfecção. Por isso, é necessário um rápido e confiável diagnostico veterinário, para que o animal e o ambiente sejam tratados para melhor prognóstico.
A infecção do parvovirus no organismo ocorre através da contaminação fecal e entrada pela via oral. Após isso ocorrerá no tecido linfoide da orofaringe e amigdalas a replicação viral com consequente viremia, que é quando ocorre a entrada do patógeno na corrente sanguínea e então no sistema circulatório. A viremia que ocorre após o terceiro ou quarto dia de contágio, mantem-se por mais 2-3 dias.
A excreção do vírus nas fezes inicia no terceiro ou quarto dia após a infecção e se intensifica com o surgimento da doença.
É um vírus da família PARVOVIRIDAE, da subfamília Parvovirinae do gênero Parvovirus, também conhecido como parvovirus canino 2 . É um vírus muito pequeno por isso o nome parvo, que vem do latim pequeno, em uma fita simples de DNA no genoma.
sinais clinicos: 1. Desânimo 2. Sonolência 3. Perda de apetite 4. Vômito 5. Diarréia com sangue 6. Febre 7. Fraqueza 8. Desidratação rápida - O período de incubação varia entre de 2 à 14 dias, mas, na maioria dos casos, é de 4 à 7 dias. Os cães afetados ficam frequentemente assintomáticos. A doença clínica pode ser disparada por um estresse
Duas síndromes clínicas são descritas em cães infectados com o parvovirus canis: a miocardite e a gastrenterite hemorrágica
O teste mais viável para o diagnóstico é o teste de ELISA, é rápido, eficiente e de custo acessível. Ele consegue ainda detectar anticorpos IgM específicos que indicam infecção recente. O diagnóstico presuntivo na rotina clínica geralmente é feito pelo histórico, sinais clínicos e hemograma. Porém, o diagnóstico definitivo de parvovirose exige a identificação do vírus por testes específicos. Apesar de ter um diagnóstico sugestivo, a parvovirose deve ser diferenciada de gastroenterites bacterianas e de outras doenças virais como por exemplo, a cinomose
O tratamento é similar ao que seria administrado na maioria dos animais com gastroenterite grave. A maioria dos cães se recupera com uma terapia de suporte apropriada. Em casos mais leves pode se usar soluções eletrolíticas orais , e em casos mais graves deve se receber um fluido terapia intravenosa.
Não existe uma terapia específica para eliminar o vírus. O tratamento é similar ao que seria administrado na maioria dos animais com gastroenterite grave. - isolamento de outros animais-
profilaxia: A forma profilática mais eficiente em cães, é a vacinação em filhotes. Encontram-se no mercado vários tipos de vacinas disponíveis. Filhotes de cadelas vacinadas adquirem anticorpos através do colostro, são imunes a doença apenas durante as primeiras semanas de vida. A maior taxa de infecção é relatada em filhotes com mais de seis semanas de vida.

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PANLEUCOPENIA FELINA
→ Conhecida como Enterite Felina Infecciosa; → Família Parvoviridae; → Gênero Parvovírus; → Parvovírus possui cápside de simetria cúbica; → DNA único de filamento simples - é infectoconntagiosa
→ Multiplicação no núcleo: CORPÚSCULO DE INCLUSÃO; → Baixo índice de leucócitos, ausência de granulócitos, diminuição dos linfócitos; → Doença infectocontagiosa; → Mortalidade 80%; → Nível mundial.
Epidemio: → Patogenia igualmente elevada para felinos jovens e adultos, afirma Joachim Beer (1999); → Imunidade douradora; → Anticorpos neutralizantes entre 6 a 8 dias após infecção; → Colostro: protegidos por 10 semanas; → Aglomeração de felinos; → Alta morbilidade; → Facilmente transmissível; → Vírus muito resistente; → Reservatório do vírus é o próprio felino;
Tansmissão: → Contato direto; → Fômites contaminados; → Gotículas de secreções infectadas; → Via oral; → Excretam o vírus nas fezes: fecal; → Intrauterina; → Vetores mecânicos: carrapatos, pulgas e humanos;
Patogenia: → Período de incubação curto; → Viremia: 24 horas; → Células mitoticamente ativas: Mucosa intestinal, linfopoiéticas da M.O, timo, linfonodos e baço
INFECÇÃO TRANSPLACENTÁRIA → Tempo; → Contágios: último terço da gestação → lesões no SNC do feto; → Células granulosas e/ou de Purkinje;
Sintomas: → Diarreia; → Febre de 41ºC → desidratação e caquexia → MORTE; → Anorexia; → Vômito; → Palpação da cavidade abdominal: dor; → Língua e mucosa da faringe: lesões inflamatórias → úlceras; → Linfopenia; → Neutropenia; → Trombocitopenia; → Anemia.
Lesoes:
MACROSCÓPICAS → Exsudato em mucosas nasais e lacrimais; → Íleo: exsudato hemorrágico; → Linfonodos do mesentério apresentam edema e tamanho aumentado; → Enterite catarral; → Atrofia das vilosidades e vasta destruição da mucosa.
MICROSCÓPICAS → PRINCIPAL LOCALIZAÇÃO: trato gastrointestinal; → Erosões, criptas dilatadas e muco; → Em alguns casos: eosinófilos intracelularmente no local da lesão;
SINAL PATOGNOMÔNICO: presença de células degenerativas globulosas na epiderme das vilosidades e glândulas!
LESÕES
NECROSE DOS LINFÓCITOS EM REGIÕES FOLICULARES E PARACORTICAIS: →Linfonodos; →Córtex do timo; →Corpúsculo de Malpighi do baço; →Placas de Peyer; →Células tronco → Medula apresenta-se hipocelular. →Hiperplasia regenerativa dos linfócitos.
PROGNÓSTICO → Mortalidade 50-80%; → Elevadas alterações no organismo; → Diminui produção de leucócitos; → Diminui defesa; → Desfavorável.
DIAGNÓSTICO → Provisório: sinais clínicos e agranulocitose; → Inclusões intracelulares no intestino delgado pós morte; → Contagem das células do hemograma → -1000 leucócitos → Microscopia eletrônica em amostra de fezes; → Kit de CPV: identificar VPF. → Testes sorológicos não são indicados; → Fezes: aglutinação de latéx; → PCR
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL → Enfermidades provindas de infecções bacterianas; → Rinotraqueite; → Pneumonia felina; → Hemobartonelose; → Peritonite infecciosa; → Intoxicações; → Corpos estranhos.
PROFILAXIA → Vacinação; → 9-10 semanas de vida; → Vacina inativa: 2º dose duas semanas depois da 1º; → Vacina do vírus vivo atenuado: 2º dose em 14-16 semanas depois da 1º; → Anualmente
→ TODOS os felinos; → Felinos em área com alta carga infecciosa: 3º dose, com 16 semanas de idade; → Não vacinar gestantes; → Garante apenas 36,7% de soroconversão → anticorpos da mãe presentes até a 20° semana de vida; → Vacinas vivas modificadas possuem maior eficácia do que vacinas inativadas.
→ Cuidados adequado de enfermagem; → Animais suspeitos: quarentena; → Terapia de suporte; → Desinfectantes: hipoclorito de sódio, ácido peracético, formaldeído ou hidróxido de sódio; → Soro anti-FPV.
TRATAMENTO → Se diagnosticada precocemente é facilmente tratável; → Antibióticos V.O: Estreptomicina 50mg/kg, em duas doses diárias por 10 dias (Millen, 1994)/ 3 dias (JONES, HUNT e KING; 2000); → Fluido terapia; → Desidratação: intravenosa, interparietal e subcutânea → sal e glicose. → É um tratamento de suporte; → Transfusão de plasma fresco congelado; → Homeopatia;
PANLEUCOPENIA FELINA → Atinge sistema imunológico; → TRANSMISSÃO: orofecal; → Vacinação!!!! → Prognóstico desfavorável; → Tratamento é de suporte para reestabelecer o animal.
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CORONA FELIS
importante causa de mortes de gatos jovens por doenças infecciosa em gatis e abrigos com pedigree.
A PIF, entre todas as coronaviroses é sem dúvida a mais indecifrável, tratando de uma doença que afeta todo o organismo, ou seja, de ação sistêmica com amplos sinais que elevam as taxas de mortalidade
de 50% dos gatos que são acometidos com a doença e diagnosticados em todo mundo têm menos de dois anos de idade, sendo animais de raça. Vários sistemas podem ser acometidos, como o respiratório, o nervoso, o oftálmico, e também a forma da Peritonite multissistêmica
os sinais da doença variam de acordo com a distribuição e extensão das lesões peritoneal ou pleural. Se a propagação for muita extensa, a doença passa a ser conhecida como forma efusiva, ou úmida e quando a expansão não for muito grande, ganha a denominação de forma não-efusiva, ou seca
em sua forma úmida, este regularmente relacionada ao acumulo de líquidos na cavidade. Nas lesões secas, se dá pela replicação viral perivascular local e reação tecidual piogranulomatosa.
patologia caracterizada por importantes danos inflamatórios e sistêmicos das membranas serosas e lesões piogranulomatosas generalizadas que ocorrem nos pulmões, fígado, tecido linfático e cérebro. Indícios indicam que o sistema imune do hospedeiro e essencial nesta patogênese.
patologia: replica no trsapturados e conduzidos por macrofagos e tem replicaçao perivascular
epidemio:
•Onipresente
•25 á 40% gatos domésticos são soropositivos
•80 á 100% gatos de gatis soropositivos
•Distintos fatores podem influenciar na prevalência da doença
•3 meses – 3 anos
•Acomete gatos mais jovens devido a sua imaturidade
•Forma de transmissão ainda não e muito esclarecida
•Gatas podem infectar seus filhotes por via:
•Placentária ou
•Período neonatal
Transmissão
•Secreções e excreções
•Comedouros e bebedouros
•Placenta
•Aerossóis
•Fomites
Sinais:
•Febre persistente
•Não responsiva a antibióticos
•Anorexia
•Perda de peso
•Inapetência
•Vômito
•Diarréia
•Palidez sugestiva de anemia
•Subdesenvolvimento em filhotes
•Febre persistente
•Não responsiva a antibióticos
•Anorexia
•Perda de peso
•Inapetência
•Vômito
de forma efusiva:
•Efusão de cavidade corporal
•Serosite fibrinosa
•Derrames abdominais ou torácicos
•Distensão abdominal por líquido ascítico aumentado
•Dispnéia, taquipnéia, intolerância a exercícios
de forma nao efusiva:
•Reações inflamatórias granulomatosas
•Necrose em órgãos abdominais, olhos e SNC
•Lesões na cavidade torácica
•Pneumonia granulomatosa silenciosa
•Hepatite piogranulomatosa
•Insuficiência hepática
Diag:
•Aumento de concentração sérica de PPT
•Achado de anticorpos não diferencia PIF de não-PIF
•Anticorpos revelantes quando em altos níveis e com sinais clínicos
•Não-efusiva: Alterações vagas e não-patognomônicas
•Efusiva: Diferencial, apenas 50% com efusão tem PIF
•PCR – Não diferencia cepas
•HISTOPATOLOGIA – Padrão ouro, identifica lesões
•IMUNOHISTOQUÍMICA– Replicação em macrófagos
tratamento paliativo:
•Prednisolona – VO SID 2-4mg/kg SID
•Imunossupressor
•Aumento de apetite
•Redução de dose em 10 dias
•Transfusão sanguínea
•Efusiva: Sobrevivem por dias ou semanas
•Não-efusiva: Até um ano
profilaxia:
•Limpeza e desinfecção do ambiente
•Higiene de caixas de areia
•Desinfecção de gaiolas, pisos, vasilhas
•Controle de doenças imunossupressoras
•Diminuição do estresse ambiental
•Enriquecimento inespecífico de higiene
Informações
- Descrição
- Notas sobre Sem título, criado por gabriela savegnago em 13-11-2019.
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- gabriela savegnago
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