Um novo paradigma de aprendizagem
de jovens e adultos
As bases determinantes para um novo olhar na EJA.
EJA: resgate social dos alunos, promovendo uma prática social para
uma escola democrática.
Educação: função social permanente.
Professor precisa estar aberto para um novo
olhar humanizado.
A prática docente precisa estar interligada com as
necessidades e expectativas dos alunos da EJA.
EJA: oferta de uma educação
permanente, humana, reflexiva,
crítica e problematizadora.
Novos sujeitos e as mudanças no público da EJA.
Os alunos da EJA são as pessoas que não tiveram acesso ou não
conseguiram dar continuidade aos seus estudos, no Ensino
Fundamental ou Médio da Educação Básica, na idade apropriada.
Precisam ser reconhecidos como sujeitos já constituídos de
vivências e experiências de vida.
Precisam ser valorizados, diante de um cenário escolar que lhes
proporcione a construção do conhecimento pelo reconhecimento
de suas especificidades.
Novos paradigmas educacionais.
Paradigma: mostrar o lado.
Emergência de paradigmas: rever o modo como fazemos
as coisas.
Olhar a realidade no modo que ela se coloca,
pois a educação lida com o futuro.
O educador deve se considerar um ser humano
inacabado que também está em um processo
contínuo de aprendizagem, assim como seu aluno.
O papel do professor é o de (re)construir
conhecimento com os alunos, com diálogo e
respeito às opiniões.
O professor precisa estar atento às necessidades de
aprendizagem dos jovens e adultos e aceitá-los como cidadãos
ativos e com potencialidades para aprender.