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Insulinoterapia no tratamento da DM-2

Beatriz Mota Ferreira Faria Endocrinologia Portuguese

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Insulinoterapia no tratamento da DM-2

  1. A frequência de uso da insulina aumenta progressivamente à medida que se prolonga o tempo de doença

  2. Indicações de uso de insulina

    • Iniciar logo ao diagnóstico, em casos que se apresentam com alto grau de descompensação metabólica
    • Pode ser usada transitoriamente em situações especiais (período perioperatório, infecções)
    • Esquema combinado de tratamento em pacientes que convivem com a DM2 por anos
    • Esquema complexo e intensivo em casos de falência completa da célula beta
  3. Preparações insulínicas disponíveis no Brasil

    • Ação curta
      • Humana regular
      • Prandial
    • Ação rápida
      • Prandial
      • Lispro, Aspartate, Glulisina
    • Ação intermediária
      • Basal
      • Humana (NPH), Detemir, NPL (lispro-protamina), NPA (aspartate-protamina)
    • Ação longa
      • Glargina U100
      • Basal
    • Ação ultralonga
      • Degludeca, Glargina U300
      • Basal
    • Ação bifásica
      • Basal-plus e basal-bolus
      • NPH/regular 70/30, NPL/lispro 75/25, NPL/lispro 50/50, NPA/aspartate 70/30
  4. O objetivo é reproduzir da forma mais fisiológica possível o perfil normal de secreção e ação da insulina

    • O bom controle glicêmico previneo surgimento das complicações crônicas, que constituem as principais causas de mortalidade, morbidade e piora da qualidade de vida do paciente com diabetes
  5. Esquemas de insulinização

    • Insulina basal em tratamento combinado com outros agentes hipoglicemiantes (orais ou injetáveis)
      • Introdução de dose de insulina basal para os pacientes que, mesmo tomando de 2-4 drogas orais não conseguem atingir as metas glicêmicas
        • Dose inicial: 0,1 a 0,2 UI/kg/dia - costuma ser prescrita à noite
      • Diminuição da glicotoxicidade
      • Utilizar as insulinas de ação intermediária ou ação longa ou ação ultralonga
    • Insulina basal-plus com ou sem hipoglicemiantes
      • Retirar os secretagogos
      • Tratamento anterior + insulina prandial
        • Doses prandiais da insulina devem ser feita com as de ação curta ou rápida
          • Os análogos de ação rápida têm ação mais previsível e podem ser administrados imediatamente antes ou após a refeição, reduzindo o risco de hipoglicemia
    • Insulina basal-bolus
      • Insulinoterapia intensiva
      • Reservada pacientes com profunda disfunção de célula beta, em que outros esquemas terapêuticos não foram capazes de atingir o controle glicêmico
      • Ganho de peso e risco de hipoglicemia

Information

Description
Endocrinologia Mind Map on Insulinoterapia no tratamento da DM-2, created by Beatriz Mota Ferreira Faria on 18/09/2020.
Created by
Beatriz Mota Ferreira Faria · Sep 2020
Updated
Sep 23, 2020
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48
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