Objetivo de construir uma imagem pelos detalhes apresentados
Dissertativo (informativo ou argumentativo)
a partir de fatos, opiniões, pensamentos ou informações
Terceira pessoa do singular
Uma das marcas da impessoalidade
Dissertação Expositiva (texto informativo)
O autor não tenta convencer o leitor. Apenas informa
Imparcialidade
Dissertação argumentativa
Introdução, desenvolvimento e conclusão
O autor usa dados, raciocínio lógico e coerente para convencer o leitor
Observar a opinião. O texto é parcial
Injutivo
Autor tenta fazer o leitor tomar atitudes
Instruções de receita
Propagandas
Predominância de verbos no imperativo
Observar, os verbos estão em: pedido de ordem, concelhos, sugestão, súplica
dialogal
Ocorre quando há no mínimo dois locutores
Reprodução de uma conversa
O narrador só apresenta, não aparece o tempo todo
Ex: Entrevistas, diálogos em telefone (acusados)
Diferente de GÊNERO TEXTUAL
Informa o tipo de texto
Bula
Receita
Edital
Dentre os gêneros há os cincos tipos textuais
1.2. Tópico frasal
Cada parágrafo tem uma ideia principal
Chamado de tópico frasal
Bancas pedem para identificar a principal do texto
Normalmente no primeiro parágrafo, e geralmente é um período pequeno
A tipologia do texto não é determinada pela predominância maior de um tipo, mas sim o objetivo que o autor dá ao texto. Podendo ser em apenas uma linha.
1.3. TIPOS DE ESTRATÉGIAS ARGUMENTATIVAS
1.3.1. Argumentação por autoridade ou informações de terceiros
Cita pessoas, trechos de textos conceituados ou de pesquisas
1.3.2. Argumentação por analogia ou por comparação
Conta histórias de análogas para influenciar o leitor
1.3.3. Argumentação por apresentação de dados estatísticos
Fornece fontes e dados no texto, como número de nascimentos...
1.3.4. Argumentação por exemplos (exemplificação)
Capítulo 2 Semântica de Nomes
classificação substantivo/adjetivo
Adjetivo - determinantes dos substantivos
caracterização de seres, por meio de elemento qualificador – onde se expressa um juízo de valor –, ou classificador –
Substantivo - determinados
designação de seres, é nomear elementos cuja existência é pacífica.
EX: Amor – substantivo que nomeia sentimento de homens e animais.
Ocorre quando o adjetivo não expõe a opinião de quem o usou. É uma qualidade inerente ao ser.
2.4. POLISSEMIA
vários significados que um vocábulo pode ter
Ex.: Quem casa (verbo CASAR) quer casa (lar).
2.5. AMBIGUIDADE OU ANFIBOLOGIA
Ocorre quando a frase permite dupla interpretação.
Ex.: A convocação de Zagallo agradou a todos. Paira a dúvida quanto de Zagallo praticar ou sofrer a ação. Zagallo pode ter convocado ou pode ter sido convocado.
Capítulo 3 Alteração de Funções Sintáticas em Questões de Interpretação
sujeito ativo, o agente da passiva e o adjunto adnominal. Estas três funções sintáticas possuem valor ativo (agente, de quem pratica a ação),
Ex.: O professor errou e causou estranheza a todos. O erro do professor causou estranheza a todos. O erro cometido pelo professor causou estranheza a todos.
Observe que o termo “professor”, acompanhado ou não de preposição, funciona, na primeira frase, como sujeito ativo; na segunda, como adjunto adnominal; na terceira, como agente da passiva. Mesmo este termo tendo funções sintáticas distintas, mantém o mesmo valor semântico. Nas três frases, é o professor que erra.
Capítulo 4 Coesão Textual
é a harmonia entre os períodos do texto, entre as frases. O que torna o texto compreensível
4.1. COESÃO REFERENCIAL
4.1.1. Remissão endófora ENDO (DENTRO) E FORA (REFERENCIAÇÃO) = REFERENCIAÇÃO DENTRO. DENTRO DE QUÊ? DO TEXTO. LOGO, REMISSÃO INTRATEXTUAL.
Uso de pronomes demonstrativos, possessivos, pessoas de terceira pessoa, relativos ou expressões nominais equivalentes
anáfora
referenciar o que está na porção anterior do texto, recuperar informações já citadas
catáfora
Quando a referência aponta para frente, um termo que ainda vai aparecer no texto
4.1.2. Remissão exófora EXO (FORA) E FORA (REFERENCIAÇÃO) = REFERENCIAÇÃO FORA. FORA DE QUÊ? DO TEXTO. LOGO, REMISSÃO EXTRATEXTUAL.
Interlocução do autor e o leitor
4.2. COESÃO REFERENCIAL PRONOMINAL
Ex.: Passa o candidato que estuda. Nessa frase, há duas orações. Em ambas, o termo “candidato está presente. O recurso para evitar sua repetição foi o emprego do pronome relativo QUE em seu lugar. Repare, inclusive, que podemos substituir QUE por O QUAL. O pronome relativo O QUAL recebe a forma masculina e singular, porquanto se refere ao termo O CANDIDATO. Se o termo a que estivesse se referindo fosse A PESSOA, já receberia a forma A QUAL.
Ex.: João e Maria eram excelentes alunos. Esta passou no concurso para a receita e aquele para o Instituto Rio Branco. O pronome demonstrativo ESTA refere-se ao termo mais próximo (Maria); já o demonstrativo AQUELE tem como antecedente o termo mais remoto (João).
4.4. COESÃO REFERENCIAL LEXICAL
4.4.1. Sinonímia, antonímia, hiperonímia e hiponímia
Assim, podemos concluir que hiperônimos são termos que substituem de forma mais genérica vocábulos que estão no mesmo campo semântico, enquanto que os hipônimos substituem de forma mais específica.
Ex.: Castro Alves é autor de uma vastíssima obra literária. Não é por acaso que o “Poeta dos Escravos” é considerado o mais importante da geração a qual representou. A expressão ‘Poeta dos escravos’ serve para substituir o nome ‘Castro Alves’, isso evita que o nome seja repetido e garante a manutenção da coesão textual.
4.5. COESÃO REFERENCIAL POR ELIPSE
Elipse é um tipo de figura de linguagem que permite a supressão de um termo facilmente subentendido no texto.
Ex.: Os bandidos sempre quando são presos fazem cara de santo. Depois que a situação piora "ficam" implorando por perdão. Ex.: Nós íamos conseguir o que desejávamos, mas "perdemos" por não "termos" paciência. Note que antes dos verbos destacados o sujeito foi omitido, mas pode ser facilmente identificado uma vez que já foi expresso anteriormente.
4.7. COESÃO SEQUENCIAL
Ex.: Ele estava doente, entretanto não faltou ao trabalho. Todos prestavam atenção, enquanto João falava. Já que estão todos presentes, podemos começar a aula. Pedro faltou ao trabalho, portanto deve estar doente.
É a coesão normalmente feita por conjunções, ligando termos, orações ou períodos, estabelecendo entre eles uma relação de sentido.