INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA

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MESTRADO EM EDUCAÇÃO
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INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS
1 CAPÍTULO III - OS PÓLOS TEÓRICO E MORFOLÓGICO DAS METODOLOGIAS QUALITATIVAS
1.1 1. CONTEXTO DA DESCOBERTA E CONTEXTO DA PROVA
1.1.1 Contexto da Descoberta - foca a formulação de teorias
1.1.1.1 indutivo exploratório
1.1.1.2 Inaplicável o processo nomotético

Annotations:

  • uma teoria que se apresenta sob a forma de uma lei geral, aplicável a todos os elementos ou indivíduos pertencentes à categoria regida por essa Lei.
1.1.1.3 Tipos de Contexto passíveis de levar à descoberta de elos teóricos específicos:
1.1.1.3.1 O contexto local e imediato do sítio: trata-se de descobrir ligações entre os diferentes níveis de contexto.
1.1.1.3.2 O contexto Histórico do Sítio: Trata-se de um conjunto de expectativas, de tradições, de ramificações e de linhas de comunicação, cuja exposição permite responder á questão de se saber por que razão um acontecimento ou uma estrutura ocorreram num dado momento num dado lugar.
1.1.1.3.3 O contexto histórico de um acontecimento: possibilita a distinção entre aquilo que é específico e aquilo que é extrapolável (para outros casos, para outras épocas) nesse mesmo fenômeno.
1.1.2 Contexto da Prova: verificação de uma dada teoria
1.1.2.1 hipotético-dedutivo e experimental
1.1.2.2 Aplica-se o processo nomotético
1.2 A tarefa do investigador na investigação interpretativa será antes a de descobrir o modo como as organizações sociais e a cultura, específicas de um meio ou comuns a vários meios, influenciam as opções e as condutas das pessoas em acção.
1.2.1 A metodologia qualitativa é um processo fundamentalmente indutivo, em que o projeto de investigação e as hipóteses específicas não são predefinidos.
1.2.2 A investigação qualitativa parece dar lugar ao contexto da descoberta antes e durante a recolha dos dados: as questões, as hipóteses, as variáveis ou a categorias de observação normalmente não estão totalmente formuladas ou predeterminadas no início de uma pesquisa.
1.3 2. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS QUALITATIVOS
1.3.1 O conjunto do material compilado no campo não é, em si mesmo, um conjunto de dados, mas é, sim, uma fonte de dados. As notas de trabalho, as gravações em vídeo e os documentos respeitantes ao local do estudo não são dados. Mesmo as transcrições das entrevistas não o são. Tudo isto constitui material documental a partir do qual os dados serão construídos graças aos meios formais que a análise proporciona.
1.3.1.1 MODELO INTERATIVO DE ANÁLISE DOS DADOS NA INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA
1.3.1.1.1 2.1. REDUÇÃO DOS DADOS: é uma operação contínua, que vai do momento em que é determinado um campo de observação até à fase em que se decide aplicar um sistema de codificação e proceder a resumos.
1.3.1.1.1.1 Deve haver duas Interpretações
1.3.1.1.1.1.1 Primeira: ocorre durante a codificação dos dados, antes do tratamento. Consiste numa redução de particularidades para um quadro geral e manipulável.
1.3.1.1.1.1.2 Segunda: Interpretação dos Resultados
1.3.1.1.1.2 Pode ser efetuada em três fases
1.3.1.1.1.2.1 Redução antecipada
1.3.1.1.1.2.2 Redução Concomitante
1.3.1.1.1.2.3 Redução a Posteriori
1.3.1.1.2 2.2. ORGANIZAÇÃO E A APRESENTAÇÃO DOS DADOS: consiste sobretudo em condensações e representações, operações que só se podem levar a cabo mediante certos modelos já relativamente confirmados e delimitados pelas possibilidades das máquinas que utilizamos para esse fim.
1.3.1.1.2.1 Esta fase é por vezes negligenciada
1.3.1.1.2.2 permite ao investigador uma representação dos dados num espaço visual reduzido;
1.3.1.1.2.3 auxilia a planificação de outras análises;
1.3.1.1.2.4 facilita a comparação entre diferentes conjuntos de dados;
1.3.1.1.2.5 garante a utilização direta dos dados no relatório final.
1.3.1.1.2.6 Agrupam-se em duas Famílias
1.3.1.1.2.6.1 as figuras, ou gráficos.
1.3.1.1.2.6.2 as matrizes ou quadros
1.3.1.1.3 2.3. INTERPRETAÇÃO E A VERIFICAÇÃO DAS CONCLUSÕES
1.3.1.1.3.1 Consiste na atribuição de significados aos dados reduzidos e organizados através da formulação de relações ou de configurações expressas em proposições ou modelos.
1.3.1.1.3.2 A interpretação ocorre logo no início da recolha de dados pela formulação de conclusões provisórias que são imediatamente testadas e às quais vão sendo acrescentadas outras no decurso da investigação.
1.3.1.1.3.2.1 A interpretação é, primeiramente, redutora para, sem seguida, ser criadora através da elaboração de explicações e de novas questões que transcendem a secura dos resultados.
1.3.1.1.3.2.1.1 ANALOGIAS
1.3.1.1.3.2.1.1.1 Encenação
1.3.1.1.3.2.1.1.2 Advinhação
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