38 Estratagemas (Dialética Erística), de Arthur Schopenhauer

Antonio Carlos Mingrone Junior
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Comunicação Verbal (Comunicação Geral) Mind Map on 38 Estratagemas (Dialética Erística), de Arthur Schopenhauer, created by Antonio Carlos Mingrone Junior on 05/11/2014.

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38 Estratagemas (Dialética Erística), de Arthur Schopenhauer

Annotations:

  • O intuito de Arthur é vencer o debate e não ter a razão, para isso adote essas estratégias e estude sua plateia.  Quem são ?  Quais os cargos ? O que fazem no trabalho ? Como é a família dessas pessoas ?
1 I - Ampliação indevida

Annotations:

  • Levar a afirmação do adversário para além de seus limites naturais, interpretá-la do modo mais geral possível, tomá-la no sentido mais amplo possível e exagerá-la. Restringir, por sua vez, a própria afirmação ao sentido mais estrito e ao limite mais estreito possíveis. Pois quanto mais geral uma afirmação se torna, tanto mais ataques se podem dirigir a ela.
  • Você amplia a tese da pessoa e esta ampliação Exemplo, o fulano vira pra você e diz eu sou a favor da maconha, porque essa planta tem fins medicinais. Você já pensou dos efeitos que as drogas terão na sociedade ? Neste exemplo, a distorção está justamente em ampliar maconha para drogas.
2 II - Homonímia sutil

Annotations:

  • Usar a homonímia para tornar a afirmação apresentada extensiva também àquilo que, fora a identidade de nome, pouco ou nada tem em comum com a coisa de que se trata; depois refutar com ênfase esta afirmação e dar a impressão de ter refutado a primeira.” É usar o sinônimo de uma palavra pra dar outro sentido a ela, no caso do seu interesse.
  • Exemplo,  eu sou a favor da Olimpáadas no Brasil, porque haverá investidores que injetaram recursos no esporte nacional. Você diz: o esporte brasileiro deveria ser outro, educação, saúde e qualidade de vida. Você usa a mesma palavra com outro significado.
  • Quanto mais abstrata a palavra, mais interpretações são possíveis, tais palavras que permitem isso são liberdade, amor, ódio, cultura e etc.
  • Defesa para este recurso quando ele for utilizado contra você: recoloque a questão, deixando o sentido da palavra do modo que você quis dizer.
3 III - Mudança de modo

Annotations:

  • A afirmação que foi apresentada em modo relativo […] é tomada como se tivesse sido apresentada em modo absoluto, universalmente […], ou pelo menos é compreendida em um sentido totalmente diferente, e assim refutada com base neste segundo contexto. exemplo, prof de inglês não sabe dar aula. Ah que dizer que todos professores não sabem dar aula.
4 IV - Pré-silogismos

Annotations:

  • Mantenha sua conclusão para você. Se queremos chegar a uma certa conclusão, devemos evitar que esta seja prevista, e atuar de modo que o adversário, sem percebê-lo, admita as premissas uma de cada vez e dispersas sem ordem na conversação.
5 V - Use de premissas falsas

Annotations:

  • Podemos também, para comprovar nossas proposições, fazer antes uso de proposições falsas, se o adversário não quiser aceitar as verdadeiras, seja porque percebe que delas a tese será deduzida como consequência imediata. Então adotaremos proposições que são falsas em si mesmas mas verdadeiras ad hominem, e argumentaremos ex concessis, a partir do modo de pensar do adversário
  • Você faz o adversário concordar com ideias anteriores que o levam a uma conclusão. Jamais, em um debate, demonstrem a sua conclusão de início, isto é o maior erro. exemplo,  o carro é veículo de transporte, certo ? ele possiblita a locomoção das pessoas, certo ? o carro é um item bom, certo ?  Portanto, o carro é o melhor veículo existente.
  • Faça por meio da arte de utilizar perguntas, nunca coloque  a premissa de forma direta. Isso ocorre porque as pessoas adoram responder perguntas. Exemplo, você concorda que o carro é um veiculo ?
  • Faça muitas perguntas, para não permitir que o adversário entenda o que você realmente quer. Além disso, possibilita que o adversário se canse e responda de forma errada.
  • Outra técnica e induzir respostas, por exemplo: Você acha que o caju é uma fruta ? Sim Você acha que a maça é uma fruta ? Sim Você não acha que o melão é uma fruta ? sim Opa, quer dizer entao que o melão não é uma fruta ?
6 VII - Petição Princípio Oculta

Annotations:

  • Petição de princíipio é um argumento circular, isto é, chegar a uma conclusão ue já estava concluída antes da conclusão.
  • Exemplo, Deus é bom, porque faz o bem. Pecebam o argumento circular, falar que Deus é bom é a mesma coisa que falar que Deus faz o bem. Não se prova nada com esta ideia.
  • Ele não acrescenta argumentação alguma a ideia.É o óbvio e fácil de ser percebido, Mas então, porque Artur Schopenhauer utiliza ele ?Porque quando feito com os instrumentos corretos ele torna-se uma ferramenta adequada, vejamos faça das seguintes formas: a) mude os nomes das coisas; exemplo, Deus é perfeito. O Homem faz coisa imperfeita, portanto Deus é perfeito. b) causa e consequência; Deus existe, porque está escrito na bíblia 
7 VIII - Perguntas em desordem

Annotations:

  • Quando a disputa é conduzida de modo rigoroso e formal e queremos fazer com que nos entendam com perfeita  clareza, então aquele que apresentou a afirmação e deve prová-la procede contra o adversário fazendo perguntas para concluir a verdade a partir das próprias concessões do adversário.” E: “Fazer de uma só vez muitas perguntas pormenorizadas, e assim ocultar o que, na realidade, queremos que seja admitido
8 IX - Encolerizar o adversário

Annotations:

  • Ataque a pessoa com alguma crítica ou insulto. Com isso, você deixará o emocional dele desequilibrado
9 X - Pista Falsa
10 XI - Salto indutivo

Annotations:

  • A partir de casos particulares você conclui uma ideia geral. Exemplo, o deputado A, B e C são corruptos, portanto precisamos fechar o Congresso Nacional. Você pula uma parte do seu argumento.
11 XII - Manipulação semântica

Annotations:

  • É pegar um conceito geral e abstrato e dar um conceito que tem convém.  Exemplo, amor;  É a relação mais pura da vida.
  • Remédio para evitar isso com você, defina-me amor. Peça para a pessoa definir esses objetos abstratos.
12 XIII - Alternativa forçada

Annotations:

  • Para que o adversário aceite uma tese, devemos apresentar-lhe também a contrária e deixar que ele escolha, ressaltando essa oposição com estridência, de modo que ele, se não quiser ser contraditório, tenha de se decidir pela nossa tese que, em comparação à outra, se mostra muito mais provável.
13 XIV - Falsa proclamação de vitória

Annotations:

  • Declaramos e proclamamos triunfalmente demonstrada a conclusão que pretendíamos, ainda que de fato não se siga das respostas do adversário.
14 XV - Anulação do Paradoxo

Annotations:

  • Se você quer apresentar uma proposição que é difícil de provar, coloque-a de lado por um momento. Ao invés disso, peça que o seu oponente aceite ou rejeite alguma proposição verdadeira, como se fosse através disso que você fosse extrair a sua prova. Se o seu oponente rejeitá-la suspeitando de alguma armadilha, você obtém o seu triunfo demonstrando o quão absurdo é o seu oponente rejeitar uma proposição que é obviamente verdadeira. Se o seu oponente aceitá-la, a razão permanece com você pelo momento. Você pode então ou tentar demonstrar a sua proposição original ou, como no Nº 14, agir como se a sua proposição original tivesse sido provada pelo que o seu oponente admitiu. Essa técnica requer um grau extremo de descaramento para que funcione, mas a experiência já comprovou inúmeras vezes a sua eficácia. A Controvérsia Dialética é a arte de debater, e debater de modo a sair por cima, quer você esteja certo ou nã
15 XVI - Várias modalidades do argumentum ad hominem

Annotations:

  • Quando o seu oponente apresenta uma proposição, considere-a inconsistente com as declarações, crenças, ações ou omissões do oponente. Exemplo: Se o seu oponente defende o suicídio, pergunte imediatamente: “Então porque você não se enforca?” Se ele observar que a sua cidade não é um lugar bom para se viver, pergunte: “Então por que você não parte no primeiro avião?
16 XVII - Distinção de Emergência
17 XVI - Distinção de Emergência

Annotations:

  • Se o seu oponente pressioná-lo com uma evidência contrária, você pode com freqüência safar-se defendendo alguma distinção sutil. Tente encontrar algum significado subjacente ou ambigüidade na idéia do seu oponente
18 XVII - Uso intencional da mutatio controversiae

Annotations:

  • Se o seu oponente abriu uma linha de argumentação que acabará levando inevitavelmente à sua derrota, não permita que ele a leve até a sua conclusão. Interrompa o debate, retire-se imediatamente ou leve o seu oponente a mudar de assunto
19 XVIII - Fuga do específico para o universal

Annotations:

  • Se o seu oponente desafiá-lo expressamente a apresentar uma objeção a algum ponto definido da sua argumentação e você não tem mais nada a dizer, tente fazer o argumento dele menos específico. Exemplo: Se ele pedir algum motivo pelo qual determinada hipótese não deva ser aceita, fale da falibilidade do conhecimento humano e ilustre com vários exemplos
20 XX - Uso da premissa falsa previamente aceita pelo adversário

Annotations:

  • Se o seu oponente aceitou todas ou a maior parte das suas premissas, não peça que ele concorde diretamente com a sua conclusão. Ao contrário, exponha a conclusão você mesmo como se ela também tivesse sido admitida. Uma pessoa pode estar objetivamente com a razão, e mesmo assim sair por baixo na opinião dos observadores (e algumas vezes na sua própria opinião). Por exemplo, suponha que eu apresente uma prova para demonstrar uma afirmação minha. Se o meu adversário refutar a prova, dará a impressão de estar refutando também a afirmação – para a qual podem, no entanto, haver outras provas. Nesse caso, é claro, meu adversário e eu trocamos de posição: ele sai por cima quando, na verdade, está errado.
21 XXI - Preferir o argumento sofístico

Annotations:

  • Quando o seu oponente utilizar um argumento superficial e você enxergar essa falsidade, refute-o estabelecendo a natureza superficial desse argumento. Melhor ainda é rebater o oponente com um contra-argumento tão superficial quanto o dele, só para vencê-lo – afinal de contas é em ganhar que você está interessado, não na verdade. Exemplo: Se o seu oponente apelar para o preconceito, para a emoção ou para ataques pessoais, devolva o ataque na mesma moeda
22 XXII - Falsa alegação de petitio principii

Annotations:

  • Se o seu oponente pedir que você admita alguma coisa a partir da qual o ponto em discussão pode ser concluído, recuse-se a fazê-lo, declarando que ele incorre em petição de princípio
23 XXIII - Impelir o adversário ao exagero

Annotations:

  • No calor do debate, levar o adversário a exagerar suas posições, a fim de por meio do exagero levar as contradições e com isso utilizá-las ao nosso favor.  De outro lado, para refutar esta técnica, quando utilizada contra nós, devemos restringir nosso discurso. Por meio deste exemplo isto e nada mais!
24 XXIV - Falsa redução ao absurdo

Annotations:

  • Você aceita a argumentação do adversário e a partir dela tira uma conclusão absurda e mexa com o emocional das pessoas. Isso é importante, mexer com o emocional das pessoas. Exemplo, eu sou contra a redução da maioridade penal, pois as pessoas com menos 18 anos não são capazes dos seus atos. Tudo bem vamos aceitar isso, vocês ai da plateia querem um marmanjo de 18 anos usando droga em sua casa ? Vocês querem um marmanjo de 18 anos roubando seus filhos ?
  • Nesta técnica, o importante é a falsa redução ter uma carga emocional FORTE.
25 XXV - Falsa instância

Annotations:

  • Se o seu oponente está fazendo uma generalização, encontre uma instância que demonstre o contrário. Basta uma contradição válida para derrubar a proposição do seu oponente. Exemplo: “Todos os ruminantes tem chifres” é generalização que pode ser subvertida pela instância única do camelo. 
26 XXVI - Retorsio argumenti

Annotations:

  • Uma manobra brilhante é virar a mesa e utilizar os argumentos do seu oponente contra ele mesmo. Exemplo: Seu oponente declara: “fulano é ainda uma criança, você deve fazer-lhe uma concessão”. Você retruca: “justamente porque ele é criança devo corrigi-lo, caso contrário ele persistirá em seus maus hábitos
27 XXVII - Usar a raiva

Annotations:

  • Se o seu oponente surpreender você ficando particularmente indignado diante de um argumento seu, insista nesse argumento com ainda maior zelo. Isso não apenas deixará o seu oponente furioso, mas vai deixar a impressão de que você tocou um ponto frágil na argumentação dele, e de que seu oponente está mais suscetível a um ataque no que diz respeito a esse ponto do que você esperav
28 XVIII - Argumento ad auditores

Annotations:

  • Formulamos uma objeção inválida, mas cuja invalidade só um conhecedor do assunto pode captar. E, ainda que o adversário seja um conhecedor do assunto, não o são os ouvintes
  • Exemplo2, debate político na televisão, quando o candidato vira e fala que construiu vinte e seis casas populares. Ninguém tem a capacidade de verificar de toda a informação.
29 XXIX - Desvio

Annotations:

  • Se você perceber que está sendo vencido na argumentação, crie uma diversão – isto é, comece de repente a falar sobre outra coisa, como se isso tivesse importância na matéria em questão. Isso pode ser feito sem medo se a diversão mostrar ter alguma relação mesmo que genérica com a questão. Outra técnica, é aquela por meio do qual você prolonga tanto a teste inicial que as pessoas perde a ideia de onde  se partiu e de onde se quer chegar. Exemplo, a discussão e legalização das drogas, você desvia o assunto para legalização da prostituição.
  • Faça algumas estratégias como: a) atenda o celular - cuidado esta aqui é muito óbvia; b) finja que tem alguém te chamando; c) desvia da obrigação de contra- argumentar; d) finja que acabou a aula; e) a melhor: em vez de dar uma desculpa idiota, finja construir um argumento sofisticado, longo, brilhante e bem trabalhado;
30 XXX - Argumentum autoridade

Annotations:

  • Apele para a autoridade ao invés de para a razão. Se o seu oponente respeita determinada autoridade ou especialista, cite essa autoridade para avançar o seu argumento. Se necessário, cite o que essa autoridade disse em outro sentido ou circunstância. Autoridades que o seu oponente não chegou a entender são em geral às que ele admira mais [são?]. Você pode, se necessário, não apenas distorcer as autoridades citadas em seu favor, mas também falsificá-las, citando algo inteiramente inventado por você. Falam sem pensar, e mesmo que depois percebam que estão errados, querem parecer o contrário. O interesse da verdade dá lugar aos interesses da vaidade: assim, por causa da vaidade, o que é verdadeiro deve parecer falso, e o falso verdadeiro
31 XXXI - Incompetência irônica

Annotations:

  • Se sabe não ter uma resposta para os argumentos apresentados pelo seu oponente, você pode num golpe de ironia declarar-se um juiz incompetente. Exemplo: “O que você diz ultrapassa os meus pobres poderes de compreensão. Pode muito bem ser verdade, mas não sou capaz de entender, por isso abstenho-me de expressar qualquer opinião sobre o assunto”. Desta maneira você insinua à sua audiência, diante da qual permanece com uma boa imagem, de que o que seu oponente está dizendo é um contra-senso
32 XXXII - Rótulo odioso

Annotations:

  • Um método rápido de livrar-se da declaração de um oponente, ou de colocá-la sob suspeita, é classificá-la debaixo de uma categoria odiosa. Exemplo: Você pode dizer: “Isso é fascismo”, ou “ateísmo”, ou “nazismo”, ou “superstição”. Fazendo essa objeção você está pressupondo tacitamente que: 1) a declaração em questão é idêntica à categoria mencionada ou está pelo menos contida nela; e 2) o sistema mencionado foi inteiramente rejeitado pela presente audiência
33 XXXIII - Negação da teoria na prática

Annotations:

  • Admita as premissas do seu oponente mas negue a sua conclusão. Exemplo: “Isso é muito bom na teoria, mas na prática não funciona”.
34 XXXIV - Resposta ao meneio de esquiva

Annotations:

  • Se você apresenta uma pergunta ou um argumento e seu oponente não lhe dá uma resposta direta, contorna-os com outra pergunta ou tenta mudar de assunto, é sinal claro de que você atingiu um ponto fraco, por vezes de forma não intencional. Você, por assim dizer, reduziu seu oponente ao silêncio. Insista, portanto, ainda mais no ponto em questão, e não deixe que seu oponente o evite, mesmo quando você não sabe ainda em que consiste a fraqueza que acaba de descobrir. Ao seguirmos estas regras com esta finalidade, não devemos nos preocupar em qualquer sentido com a verdade objetiva, porque normalmente não sabemos onde está a verdade.
35 XXXV - Persuasão pela vontade

Annotations:

  • Ao invés de concentrar-se no intelecto do seu oponente ou no rigor de seus argumentos, concentre-se nos motivos dele. Se você conseguir fazer com que a opinião do seu oponente, caso se mostre verdadeira, pareça distintamente prejudicial ao seu próprio interesse, ele a abandonará imediatamente. Exemplo: Um clérigo está defendendo algum dogma filosófico. Demonstre que sua proposição contradiz alguma doutrina fundamental da sua igreja, e ele se verá forçado a abandonar o argumento. [não necessariamente desonesta]
36 XXXVI - Discurso incompreensível

Annotations:

  • Você pode também confundir e desconcertar seu oponente através de grande eloquência pura e simples. Se seu adversário é fraco ou se não deseja aparentar não ter idéia sobre o que está falando, você pode impor facilmente sobre ele algum argumento que pareça profundo e erudito, ou soe como inquestionável.
37 XXXVII - Tomar a prova pela tese

Annotations:

  • Se seu oponente estiver certo mas, felizmente para você, apresentar uma prova deficiente, você pode com facilidade refutar a prova e em seguida alegar que refutou a posição inteira. É dessa forma que maus advogados perdem boas causas. Se seu oponente for incapaz de produzir uma prova irrefutável, você ganhou o dia.
38 XXXVIII - Ofensas pessoais

Annotations:

  • Parta para o ataque pessoal, insultando grosseiramente, tão logo perceba que seu oponente está com a vantagem. Partindo para o ataque pessoal você abandona o assunto por completo, passando a concentrar o seu ataque na pessoa, fazendo uso de observações ofensivas e malevolentes. Esta é uma técnica muito popular, porque requer pouca habilidade para ser colocada em prática
  • Ataque o local de trabalho da pessoa; Ataque algo que ela gosta; Ataque a família dele; Ataque as instituições que ele representa - a Igreja, a Faculdade e etc; Ataque os hábitos dele;Ataque o que ele gosta;

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