Fluxograma
MAPA CONCEITUAL 2
Conteúdo do fluxograma
BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO DE RECURSOS GENÈTICOS DE ESPÉSPECIES ARBÒREAS
BIODIVERSIDADE DE ECOSSISTEMAS
A biodiversidade dos ecossistemas está relacionada com as diferentes biotas encontradas nos diversos ecossistemas existentes, influenciando diretamente a resiliência da biosfera, com as perdas e degradações expressivas, tornado o ser humano mais vulnerável às mudanças ambientais, especial-
mente climáticas.
CONCEITO
BIODIVERSIDADE INTERESPECIFICA
A perda da cobertura florestal, associada à sua fragmenta-
ção, representa uma grande ameaça à biodiversidade. No caso de espécies arbóreas, a alteração na abundância de polinizadores, dispersores, predadores e patógenos alteram as taxas de recrutamento de plântulas; e os incêndios e mudanças microclimáticas, que atingem de forma mais intensa as bordas dos fragmentos, alteram as taxas de mortalidade das árvores
A biodiversidade interespecíβica está relacionada com as
diferentes espécies na Biosfera, que se refere à região do planeta
ocupada por seres vivos e conta com cerca de dois milhões de espécies. Esta é a abrangência que se analisa, em termos de biodiversidade, com o maior interesse dos sistematas ao redor do mundo
FRAGMENTOS FLORESTAIS
Processo que ocorre a partir da su-
pressão de vegetação arbórea de um habitat contínuo formando manchas isoladas de espécies nativas.
No Brasil, a perda e a fragmentação de habitats têm afetado todos os biomas, onde estão inclusas extensas áreas no Cerrado, Pampa, Caatinga e Mata Atlântica. O boletim do Ministério da Agricultura de 2007 divulgou que o Pantanal é o bioma que detém o melhor resultado, com 88,7% de cobertura vegetal nativa intacta. A Amazônia (85%), seguida da Caatinga (62,6%), do Cerrado (61,1%) e do Pampa, com 41,3%. O último lugar da lista pertence à Mata Atlântica, com 27,44% (MMA, 2003).
Nesse contexto, faz-se um breve recorte da situação extremamente problemática da Mata Atlântica, onde a vegetação nativa ficou restrita a pequenos fragmentos.
O desmatamento de áreas de βloresta para a construção de hidroelétricas é um dos principais fatores pelo qual há a redução de espécies nativas no Brasil. Um exemplo bastante interessante diz respeito ao bioma da Mata Atlântica, nos Estados de Santa Catarina e Pará, que já perderam grande parte de suas matas . Acrescenta-se nessa abordagem a abertura de fronteiras agropecuárias, especialmente em extensas áreas do Cerrado.
AMEAÇAS À BIODIVERSIDADE E REDUÇÃO DE POPULAÇÕES FLORESTAIS NATIVAS
A perda de biodiversidade é uma crise silenciosa, a qual, se não interrompida, levará à homogeneização biótica do planeta. As evidências dessa crise manifestam-se no declínio das populações biológicas e na ameaça de extinção de espécies, na perda de diversidade genética entre as espécies utilizadas da agropecuária, na degradação dos ecossistemas e na extensa perda de habitats
Quando se trata de espécies nativas, estas na maioria das vezes estão localizadas em áreas fragmentadas e com uma população de tamanho efetivo populacional reduzido, com sérios problemas de endogamia, os quais causam efeitos deletérios na sobrevivência e vigor das espécies florestais arbóreas
A forma mais segura de se conservar material genético de
espécies nativas é o estabelecimento de novas populações, sob regime de manejo, em sistemas de produção florestal ou sob forma de bancos ativos de germoplasmas, em locais protegidos, para servirem de reserva de material genético para futuras plantações
ou regenerações naturais
BANCOS DE GERMOPESMAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS
O germoplasma de uma espécie manifesta graus de variação para os diversos caracteres, que podem ter sido originados há milhares de anos ou em épocas mais recentes o efeito dos processos de modificações genéticas naturais e/ ou artificiais é função do tempo de duração e do número de gerações envolvidas
A conservação genética consiste em um processo técnico, fundamentado em bases científicas, de manutenção permanente da diversidade e variabilidade genética de germoplasma em condições especiais, para fins de preservação das espécies e melhoramento genético. Dessa forma, existem estratégias para manter (salvar) espécies em perigo de extinção, sob a forma de conservação in situ e a ex situ
Por outro lado, a conservação in situ de germoplasma permite
proporcionar condições para que as plantas continuem seu processo de evolução natural, uma vez que esse método consiste em manter uma população preservada em seu ambiente natural de crescimento, o que, às vezes, pode ser prejudicado por ações antrópicas.
Caso o processo escolhido seja o ex situ, deve-se colher o germoplasma de áreas nativas, sob a forma de sementes, tecidos contendo meristema ou também raízes, que devem representar a população original da
espécie de interesse.
ALGUMAS ESPÉCIES FLORESTAIS E NECESSIDADES DE CONSERVAÇÃO
Araucaria angustifolia
Cryptocarya aschersoniana
Nectandra nitidula
Ocotea odorifera
Persea pyrifolia,
Myrarodruon urundeuva
Informações
- Descrição
- 2º ano Biologia Fluxograma sobre MAPA CONCEITUAL 2, criado por Fellipe França em 17-09-2020.
- Criado por
- Fellipe França
- Visualizações
- 16
- Avaliação