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TEORIA ESTRUTURAL FUNCIONALISTA

Luiza Prado Direito Português

Conteúdo do mapa

TEORIA ESTRUTURAL FUNCIONALISTA

  • Do desvio e da anomia. Negação do Princípio do Bem e do Mal (P.B.M.)
  1. Emile Durkheim

    • Virada Sociológica na criminologia contemporânea
    • ANOMIA
      • Revisa a concepção dos caracteres diferencias biopsicológicos do delinquente e a sua variante positiva
      • Ligada aos fatores estruturais (divisão do trabalho coercitiva) capitalistas
        • Há aumento de suicídio em crises econômicas e durante períodos de grande crescimento econômico (crise entre fim e modelo adequado de comportamento)
    • CRÍTICA
      • Crime ser considerado patológico
        • Há crime em toda sociedade
        • Delito está ligado às condições de toda vida coletiva
        • repugnante (maldade humana) mas parte integrante de tda a socie. sã
        • Crime como elemento da FISIOLOGIA social
          • e não da patologia. Apenas quando ultrapassa limites é que passa a ser patológico
    • FUNÇÕES DO CRIME
      • Estimular a REAÇÃO SOCIAL
        • estabiliza e mantém vivo o sentimento coletivo q sustenta as normas
      • TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
        • AUTORIDADE PÚBLICA -> REAÇÃO REGULADORA -> PERMISSÃO DE MAIOR ELASTICIDADE SOBRE OUTROS SETORES NORMATIVOS DA SOCIE.  
      • DESENVOLVIMENTO MORAL
        • O delito pode antecipar o conteúdo da futura transformação (Sócrates)
    • DELINQUENTE: regulador da vida social
      • agente NORMAL da sociedade e não um parasita
  2. P. do Bem e Mal (PBM) posto em dúvida

    • Pela teoria estrutura-funcionalista da anomia e da criminalidade
    • Merton
      • TEORIA FUNCIONALISTA DA ANOMIA
        • DESVIO
          • produto da estrutura social
          • absolutamnt. NORMAL
        • EFEITOS DA SOCIEDADE
          • Repressivo
          • Estimulante
            • Pq ela cria novas motivações
          • DELITOS
            • Possível contradição entre Estrutura Social e cultura
              • A sociedade não fornece meios legítimos para a obtenção das metas
              • CULTURA/ESTRUTURA CULTURAL
                • Conjunto de representações valorativas comuns que ditam o comportamento de um grupo social
              • ESTRUTURA SOCIAL
                • Conjunto de relações soc. no qual os grupos sociais estão envolvidos
            • PATOLÓGICOS QND:
              • Desproporção entre FINS CULTURALMENTE VÁLIDOS X MEIOS LEGÍTIMOS
        • ANOMIA
          • Crise da Estrutura Cultural diante da INCAPACIDADE da Estrutura Soc. de atender seus fins
            • o q leva ao quebramento das normas
        • Atendimento às Normas
          • Varia c a posição dentro da Estrutura Social
          • 5 ADEQUAÇÕES INDIVIDUAIS
            • CONFORMIDADE
              • FINS CULTURAIS ✓ MEIOS INSTITUCIONAIS ✓
            • INOVAÇÃO
              • FINS CULTURAIS ✓ MEIOS INSTITUCIONAIS X
              • CRIME
                • COLARINHO BRANCO**
                  • reforço do fim social
                  • inovação em relaç. aos meios institucionais disponíveis
            • RITUALISMO
              • MEIOS INSTITUCIONAIS ✓ FINS CULTURAIS X
            • APATIA
              • FINS CULTURAIS X MEIOS INSTITUCIONAIS X
            • REBELIÃO
              • SUBSTITUIÇÃO DOS FINS CULTURAIS E DOS MEIOS INSTITUCIONAIS
        • CRÍTICAS
          • A. COHEN
            • SUBCULTURAS CRIINOSAS
          • K. SUTHERLAND
            • CRIMINALIDADE DO COLARINHO BRANCO
              • **enfraquece a teoria de merton
            • TEORIA DA ASSOCIAÇÃO DIFERENCIAL
              • contra a teoria funcionalista
              • Crime depende dos contatos específicos aos quais o suj. está exposto
          • REAFIRMAÇÃO DE TESE
            • maior exposição dos estratos inferiores à criminalidade
          • Os meios institucionais da elite econô. e da classe subalterna são completamente DISTINTAS
          • Criminalidade das classes privilegiadas = problema de socialização e inculcação das normas
          • Reforça a ideia de que as classes subalternas são mais propensas à criminalidade
  3. 1º ALTERNATIVA À CONCEPÇ. DOS CARACTERES DIFERENCIAIS BIOPSICOLÓG. DO DELINQ. E À VARIANTE POSITIVA DO PBM

  4. AFIRMAÇÕES:

    • 1- AS CAUSAS DO DESVIO NÃO DEVEM SER PESQUISADAS NEM EM FATORES BIOANTROPOLÓGICOS E NATURAIS (CLIMA, RAÇA), NEM EM UMA SITUAÇÃO PATOLÓGICA DA ESTRUTURA SOCIAL
    • 2- O DESVIO É UM FENÔM. NORMAL DE TDA ESTRUTURA SOCIAL
    • 3- SOMENTE QND É ULTRAPASSADO CERTOS LIMITES QUE O DESVIO SE TORNA ALGO NEGATIVO PARA A EXISTÊNCIA E DESENVOLV. DA ESTRUTURA SOC., SEGUINDO-SE UM ESTADO DE DESORGANIZAÇÃO EM QUE TODO O SIST. DE REGRAS DE CONDUTA PERDE O VALOR
      • anomia
      • Dentro dos limites, o desvio é normal e útil para o equilíbrio socio-cultural

Informações

Descrição
Baseado no livro Criminologia Crítica e Crítica do Direito Penal do Alessandro Baratta
Criado por
Luiza Prado
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