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JPG/JPEG
- O JPEG, ou JPG, é o formato mais utilizado na web, graças à sua alta taxa de compressão que reduz consideravelmente o espaço ocupado pelas imagens. A sigla significa Joint Photographic Experts Group, que foi o comitê responsável pela criação do formato. O grupo foi criado em 1986 e pertencia ao Comitê Técnico ISO/IEC, responsável pela padronização e codificação das imagens estáticas. Uma das principais vantagens do formato JPEG é sua compressão ajustável, que permite a regulagem da relação entre qualidade e tamanho da imagem. Geralmente, ele alcança uma proporção de compressão de 10:1, sem que a perda de qualidade fique muito evidente. O tamanho máximo suportado para imagens do tipo é de 65.535 x 65.535 pixels, e suas extensões podem ser o clássico “.jpg”, “.jpeg” ou, mais raramente, “.jpe” e “.jfif”. Comparado a outros formatos, o JPEG é o mais leve e popular, sendo priorizado para o envio de imagens por e-mail e publicações em blogs, sites e redes sociais. Se a compressão não
GIF
- O GIF é um formato que ficou famoso na web por conta das imagens animadas. A sigla quer dizer Graphics Interchange Format, ou formato para intercâmbio de gráficos, em português. O formato foi criado em junho de 1987, por uma equipe de cientistas da computação da CompuServe, um provedor de serviços online norte-americano. Na época, o que chamou a atenção dos usuários foi sua tecnologia de compressão de dados sem perda d e qualidade, chamada LZW (Lempel-Ziv-Welch). Assim, era possível reduzir o tamanho dos arquivos sem prejudicar a qualidade visual. No entanto, os GIFs têm uma limitação: só trabalham com esquema de 256 cores (8 bits). Apesar das poucas cores, o formato é ótimo para gráficos web, sendo largamente utilizado em ícones, ilustrações, miniclipes de vídeo e pequenas animações. Além disso, os GIFs oferecem a vantagem de salvar arquivos com fundo transparente e sem perda de qualidade. Atualmente, a tendência é que o formato perca espaço para as extensões PNG e TIFF, que s
PNG
- O PNG é um formato criado para substituir o GIF, que suporta muito mais cores e mantém o fundo transparente e capacidade de compressão. Ele foi criado em 1996, sob o nome de Portable Network Graphics, logo após o algoritmo do GIF ter sido patenteado. Como formato livre, passou a ser recomendado pela W3C (World Wide Web Consortium), um consórcio internacional que padroniza a web. Apesar de suportar animações em algumas variações (ANPG), foi decidido que o PNG seria um formato estático. Seu grande diferencial é o poder de compressão, que gera imagens de alta qualidade e tamanho razoável para os padrões da internet atual. Além disso, o PNG possui o canal alfa, que funciona como um quarto canal de cor (Vermelho, Verde, Azul e Alfa no RGBA) e facilita o encaixe suave da imagem em qualquer fundo.
BMP
- O BMP (Windows Bitmap) é um dos primeiros formatos de imagens existentes, utilizado pelos gráficos do Microsoft Windows na década de 1990. Sua extensão é a clássica “.bmp”, que remete diretamente ao software Paint. Também chamado de DIB (Device Independent Bitmap), é um mapa de bits (composto por pixels) que gera arquivos grandes e não compactados. O BMP não suporta transparência e preserva todos os detalhes do arquivo original, mas caiu em desuso assim que surgiram os novos formatos com compressão de alta qualidade.
TIFF
- O TIFF (Tagged Image File Format) é um formato composto por pixels criado especialmente para imagens digitais. Controlado atualmente pela Adobe, é um dos melhores formatos de alta qualidade para trabalhar em softwares de manipulação de imagem, como o próprio Photoshop. Por isso, é o preferido de muitos designer gráficos que atuam com edição e impressão. Também é indicado para transferir imagens entre diferentes plataformas, por preservar a elevada definição de cores e qualidade do arquivo. A limitação fica por conta do tamanho, pois os arquivos com extensão “.tif” ou “.tiff” costumam ser mais pesados.
PSD
- O PSD (Adobe Photoshop Document) é, na verdade, um formato criado por meio do software Adobe Photoshop. Ao salvar uma imagem com essa extensão, as camadas, máscaras e esquema de cores ficam preservados, permitindo a edição avançada do arquivo. Normalmente, os designers utilizam o formato para manter a estrutura original da imagem, de modo que consigam salvar em extensões JPEG e PNG quando for preciso. Com a extensão .psb (Photoshop Big), por exemplo, o software da Adobe é capaz de salvar arquivos de até 300 MB. Logo, o PSD é indicado para armazenar a versão original das imagens com sua qualidade 100% preservada.
EXIF
- O EXIF (Exchangeable Image File Format) é um formato semelhante ao TIFF que suporta 8,16, 24 e até 48 bits de cores. Os arquivos .exif são comuns em câmeras digitais que gravam informações técnicas sobre a imagem, incluindo metadados sobre abertura do diafragma, velocidade do obturador e sensibilidade ISO. Esses dados são importantes para fotógrafos profissionais, que registram as condições de captura das fotos através do formato. Além disso, as imagens EXIF possuem altíssima qualidade e fidelidade, e quem utiliza a extensão não está preocupado com o tamanho final. O formato foi criado pela Japan Electronic Industries Development Association (JEIDA), por volta dos anos 2000.
RAW
- O RAW, ou formato cru, caracteriza as imagens capturadas diretamente do sensor das câmeras digitais, sem nenhum tipo de compressão ou tratamento. É um formato que contém todos os dados da captura intactos, com grande profundidade de cor e detalhes minuciosos. Por isso, o RAW também é chamado de “negativo digital”, pois equivale a um filme negativo na fotografia analógica. A partir desse arquivo, o profissional responsável pode “revelar” a foto, usando um software para editar e tratar a imagem como desejar. Isso porque o RAW traz um aspecto de imagem “lavada”, com pouquíssimo contraste e saturação, e cabe ao editor configurar os padrões de cor e efeitos de acordo com a proposta. Obviamente, são arquivos muito grandes, que são utilizados exclusivamente por profissionais da fotografia. Cada câmera produz arquivos tipo RAW em uma extensão diferente, como os .crw ou .cr2 da Canon e .nef ou .nrw da Nikon.
PDF
- O PDF (Portable Document Format) é um formato de arquivos desenvolvido pela Adobe Systems em 1993. Sua função é representar textos, gráficos e imagens em um formato independente de dispositivos e resoluções específicas. Basicamente, é um formato aberto que pode ser usado em qualquer software. No caso das imagens, é possível gerar um PDF em alta qualidade a partir de programas gráficos como o Photoshop, Gimp ou Illustrator. Via de regra, é o formato original da imagem que determina sua qualidade no PDF. Por isso, uma imagem em PNG preservará sua definição após a conversão, mas um JPEG pode apresentar perda de informações no processo.
SVG
- O SVG (Scalable Vector Graphics), ou Gráficos Vetoriais Escalonáveis, é um formato vetorial para desenhos e gráficos bidimensionais, estáticos ou animados. Sua principal característica é a escalabilidade, que permite que o arquivo seja ampliado sem perder qualidade ou aumentar o peso. Além disso, o SVG é um formato aberto, criado pela World Wide Web Consortium em 1999. Por isso, é suportado por todos os navegadores web modernos e pode ser animado em HTML 5.0.
EPS
- O EPS (Encapsulated PostScript) é um formato de imagens desenvolvido pela Adobe que utiliza uma linguagem de descrição de páginas. Ou seja: ao invés de definir pixels, o PostScript é composto por comandos que são lidos por um dispositivo de saída (impressoras, por exemplo). Assim, o EPS pode ser usado para armazenar vetores e bitmaps com fins de impressão. O arquivo .eps pode ser aberto em softwares de edição de imagens como Adobe Photoshop e Illustrator, e também em programas de editoração como PageMaker e Quark. Antigamente, era o formato predominante em gráficas e trabalhos de impressão em geral. Porém, foi gradualmente substituído pelo PDF, que apresenta uma qualidade superior.
WEBP
- O WEBP é um formato de imagem desenvolvido pelo Google em 2010, com o objetivo de otimizar a compressão de arquivos e preservar a qualidade. Sua grande vantagem é unir os principais diferenciais de outros formatos: a capacidade de compressão do JPEG, a transparência do PNG e suporte de animações do GIF. Ao converter um formato de imagem PNG em WEBP, por exemplo, a redução de tamanho chega a 45%, sem perder nenhuma informação. Muitos dizem que o WEBP é o formato do futuro, mas ainda não superou a popularidade dos JPEGs.
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre Imagens, criado por Thiago Silva em 20-05-2020.
- Criado por
- Thiago Silva
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