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A REPÚBLICA

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A REPÚBLICA
Livro 2
- Contrariando enormemente a lógica etnica de Atenas, para Sócrates é preciso ser COSMOPOLITA para ser justo.
- e um homem justo jamais faria dano fosse a um inimigo fosse a qualquer um.
- logo, não se trata da política mesquinha sobre coisas escassas, que podem faltar a um para servir a outro.
- trata-se de coisas mentais
- logo, não se trata da política mesquinha sobre coisas escassas, que podem faltar a um para servir a outro.
- Trasímaco
- justo é o que for proveitoso ao mais forte; o egoismo
- Sócrates: Justiça > Lei Trasímaco: Lei > Justiça
- mandatário não se equivoca, ou não é mandatário. segue o argumento do artesão: se cura é médico, se não cura não é médico (ao invés de médico que errou)
- Tomando o argumento do artesão, Sócrates pondera que toda arte está voltada para uma realização e não para o bem pessoal
- Trasímaco para então para "o mundo real" e o exemplo do Pastor como governante. Conclui invertendo toda a discussão: "o justo perde para o injusto".
- Tomando o argumento do artesão, Sócrates pondera que toda arte está voltada para uma realização e não para o bem pessoal
- mandatário não se equivoca, ou não é mandatário. segue o argumento do artesão: se cura é médico, se não cura não é médico (ao invés de médico que errou)
- Sócrates: Justiça > Lei Trasímaco: Lei > Justiça
- Retórica sofista X dialética socrática
- justo é o que for proveitoso ao mais forte; o egoismo
Livro 1
- convite por um escravo, debate na casa de Céfalo (o pai), busca pela idéia de justiça
- virtude como ARETE: características para um bom funcionamento
- Justiça então como essa arete, para o bom funcionamento da própria vida humana
- 1° questão socrática: romper a relação direta entre o justo e o legal.
- é então que o pai se ausenta e deixa o filho em lugar
- Céfalo: pagar o que se deve
- Polemarco: fazer bem aos amigos e mal aos inimigos
- Sócrates: justiça como algum tipo de conhecimento
- questão de artesania: qual a arte da justiça?
- não técnica: filosofia
- logo,uma sociedade justa é aquela em que os artesãos são governados pelos filósofos
- não técnica: filosofia
- questão de artesania: qual a arte da justiça?
- é então que o pai se ausenta e deixa o filho em lugar
- 1° questão socrática: romper a relação direta entre o justo e o legal.
- Justiça então como essa arete, para o bom funcionamento da própria vida humana
- virtude como ARETE: características para um bom funcionamento
- convite por um escravo, debate na casa de Céfalo (o pai), busca pela idéia de justiça
Livro 3
- resposta socrática diferenciando artes: mandatário X mercenário; poder cuidar dos demais ao passo q tb cuida de si, ao invés de só cuidar de si.
- logo, conflito entre Artes
- afinal, a justiça é boa ou ruim?
- por que é mal ser tirano?
- Sócrates então questiona a suposta virtude da injustiça advogada pelo sofista. Depois, defende ele mesmo a justiça como virtude, pq justamente mantém o bom funcionamento das coisas.
- discussão enfim culmina como questão de organização, da cidade ou de indivíduo, para o bom estado de coisas
- mas então o princípio é idêntico para os dois? ser homem justo conduz a uma cidade justa?
- discussão enfim culmina como questão de organização, da cidade ou de indivíduo, para o bom estado de coisas
- afinal, a justiça é boa ou ruim?
- logo, conflito entre Artes
- resposta socrática diferenciando artes: mandatário X mercenário; poder cuidar dos demais ao passo q tb cuida de si, ao invés de só cuidar de si.
Livro 4
- saem os interlocutores antigos, ficam Glauco e Adiemante
- Sócrates então deixa a discussão por silogismos, e convida à aventura de fundar uma cidade. O raciocínio é que aquilo que for bom para a cidade deve ser tb para o homem, do contrário haveria conflito de interesses entre o bem geral e o bem individual
- especialização e divisão do trabalho, em uma cidade só para as necessidades básicas
- segue-se então a incorporação de qualidades para além da subsistência e do básico. Agora entre o bom e o mau.
- essa cidade começa então com um ato de injustiça como expropriação de terras, e a formação de uma classe de guerreiros
- não se trata de novo trabalho, mas vdd de nova classe social, distintas da artesania. Esta estava voltada para a conservação de vida, a nova é indiferente à vida. É a contraposição de uma irascibilidade contra a classe dos desejos.
- essa cidade começa então com um ato de injustiça como expropriação de terras, e a formação de uma classe de guerreiros
- segue-se então a incorporação de qualidades para além da subsistência e do básico. Agora entre o bom e o mau.
- especialização e divisão do trabalho, em uma cidade só para as necessidades básicas
- Adiemante: justiça não pelo próprio bem, mas pelo o que atrai, não por ela mesma senão por recompensas. Contudo, o injusto munido de retórica tb a poderia conquistar.
- Questão então passa a ser justo por ela mesma ou pela reputação de ser justo?
- Logo, como poderia ser a justiça a sua própria recompensa, um fim ao invés de meio?
- Questão então passa a ser justo por ela mesma ou pela reputação de ser justo?
- Glauco: se não há deuses para punir a vida injustiça, qual seria o motivo para ser justo?
- Afinal, é a justiça algo BOM POR NATUREZA ou por simples convenção humana?
- então a história do ANEL DE GIGES: qdo invísivel e sem deuses o que será proibido?
- Afinal, é a justiça algo BOM POR NATUREZA ou por simples convenção humana?
- Sócrates então deixa a discussão por silogismos, e convida à aventura de fundar uma cidade. O raciocínio é que aquilo que for bom para a cidade deve ser tb para o homem, do contrário haveria conflito de interesses entre o bem geral e o bem individual
- saem os interlocutores antigos, ficam Glauco e Adiemante
Livro 5
- 2 esferas da alma humana correspondentes as duas classes cidadãs estipuladas: a apetitiva (trabalhadores artesãos) e a irascível (guerreiros)
- logo estrutura tripartida da alma, e da cidade
- cordeiros (artesãos e apetites)
- cachorro (guerreros e valores)
- pastor (filósofos e razão)
- a capacidade de se indignar é o que sobrepõe a nova classe, já em nada motivada pelos desejos dos apetites. mas por valores, sendo assim se faz necessário longo cuidado sobre sua educação.
- música e ginástica: KALON, beleza física e espiritual
- então o começo do problema com a literatura da época: não retratam devidamente os deuses e os valores mais altos. Contra a mímese e a favor da narrativa documental
- imitação se converte em identificação
- poucas cordas, e contra instrumentos de sopro
- exercícios físicos e dieta austera
- se chega a ser moralmente bom não por raciocínios, mas por habituação.
- educação prática!
- então o começo do problema com a literatura da época: não retratam devidamente os deuses e os valores mais altos. Contra a mímese e a favor da narrativa documental
- música e ginástica: KALON, beleza física e espiritual
- logo estrutura tripartida da alma, e da cidade
- 2 esferas da alma humana correspondentes as duas classes cidadãs estipuladas: a apetitiva (trabalhadores artesãos) e a irascível (guerreiros)
Livro 6
- na sequencia da educação da classe guerreira, aqueles que se sobressaem tornam-se guardiões, uma terceira e restrita classe de elite da cidade
- segue então a necessidade de forjar uma IDENTIDADE entre interesse públicos e privados, de forma que cada qual faça a sua tarefa por gosto e convicção.
- a MENTIRA NOBRE
- tudo o que os cidadãos lembram de sua infância é como um sonho
- nascidos da Mãe Terra, logo Atenas como pátria e concidadãos como irmãos
- porém, apesar de todos serem irmãos, cada qual tem diferentes habilidades conforme o tipo de metal que lhe foi misturado durante a gestação na terra
- Ouro, Prata e Bronze
- naturaliza o natural
- naturaliza o não natural
- porém, apesar de todos serem irmãos, cada qual tem diferentes habilidades conforme o tipo de metal que lhe foi misturado durante a gestação na terra
- nascidos da Mãe Terra, logo Atenas como pátria e concidadãos como irmãos
- fazer a hierarquia social corresponder as virtudes dos indivíduos, e da alma
- tudo o que os cidadãos lembram de sua infância é como um sonho
- sem propriedade privada para os guerreiros, tudo comunal
- do contrário, há o estímulo a parte apetitiva da alma
- ante o questionamento de que estes não seriam felizes, Sócrates responde que não procurariam a felicidade particular, mas a da totalidade
- a MENTIRA NOBRE
- segue então a necessidade de forjar uma IDENTIDADE entre interesse públicos e privados, de forma que cada qual faça a sua tarefa por gosto e convicção.
- 4 virtudes: sabedoria, coragem, temperança, e justiça
- a justiça então deixa de ser pensada como atividade, para ser um estado interior, como um estado de saúde
- na sequencia da educação da classe guerreira, aqueles que se sobressaem tornam-se guardiões, uma terceira e restrita classe de elite da cidade
Livro 7
- segue Sócrates para a questão da Injustiça
- os interlocutores, porém, querem a questão da realidade prática dessa República e sua considerável reforma social
- 3 Grandes Ondas a superar
- 1. igualdade total entre sexos
- a descodificação erótica põe em perigo a política
- 2. posse comum de mulheres e filhos
- acaba com o conflito entre as obrigações públicas e privadas
- novamente, abrindo mão totalmente das questões produzidas pelos corpos
- acaba com o conflito entre as obrigações públicas e privadas
- 3. filósofos/reis
- ainda na questão erótica: pois quem ama alguma coisa, o ama todo. e assim é o filósofo, amante da sabedoria
- o que enfim acarreta a discussão da natureza da sabedoria, e o todo da construção metafísica platônica
- precisamente, constituindo uma erótica contra o corpo
- amante da sabedoria gera episteme
- ideias
- amante dos espetáculos gera doxa
- fenômenos sensoriais
- amante da sabedoria gera episteme
- precisamente, constituindo uma erótica contra o corpo
- o que enfim acarreta a discussão da natureza da sabedoria, e o todo da construção metafísica platônica
- ainda na questão erótica: pois quem ama alguma coisa, o ama todo. e assim é o filósofo, amante da sabedoria
- 1. igualdade total entre sexos
- 3 Grandes Ondas a superar
- os interlocutores, porém, querem a questão da realidade prática dessa República e sua considerável reforma social
- segue Sócrates para a questão da Injustiça
Livro 8
- o BARCO DO ESTADO
- a má reputação do filósofo se deve à própria sociedade, que o mal emprega e que o corrompe.
- a Ideia por encima de todas as Ideias: a IDEIA DE BEM
- Mas Sócrates msm nunca determina esse Bem, que como Ideia só pode ser alcançado dialeticamente.
- o BARCO DO ESTADO
Livro 9
- O que é o BEM?
- nem a busca por prazer, nem o conhecimento.
- O SOL, o Bem é como o Sol.
- o Bem é para o mundo inteligível tal qual o Sol para o mundo sensível
- 1. Só onde há luz se pode ver as coisas sensíveis; só onde há idéias se pode conhecer as coisas inteligíveis
- 2. O Sol dá vida e faz crescer; o Bem sustenta o Ser
- 3. Não só o Sol dá a ver as coisas, mas a ele tb. O Bem dá a conhecer as Ideias e torna inteligível a própria Ideia de Bem
- 4. Sol é fonte de crescimento do mundo, mas não em si mesmo, não é ele mesmo esses processos. Logo, o Bem não é ele mesmo o Ser, mas a Ideia superior incluso ao Ser.
- o Bem é para o mundo inteligível tal qual o Sol para o mundo sensível
- 2 Analogias
- 2. MITO DA CAVERNA
- 1. LINHA DIVIDIDA
- não se trata de ponto final de um processo de raciocínio, mas de transformação da psique com que se recupera a visão sinóptica da ordem divina: um KOSMOS
- não se trata de ponto final de um processo de raciocínio, mas de transformação da psique com que se recupera a visão sinóptica da ordem divina: um KOSMOS
- 2. MITO DA CAVERNA
- Consequências finais
- 1. rechaço à democracia
- 2. começar do Zero, com educação dominadora dos jovens
- cidade apenas ideal, mas cujo projeto retorna ao problema inicial: como ser UM homem justo.
- O que é o BEM?
Livro 10
- poesia e obras de arte
- EXPULSÃO destas por Platão, pois:
- se distanciam da realidade, são fantasiosas
- exerciam papel central na educação dos gregos, além de constituir um padrão de moral na Grécia de Platão
- devem ser substituídas pela filosofia, como meio educativo, pois somente esta pode diferenciar a realidade de fato
- o critério moral dos cidadãos não deveria se basear nas produções literárias e sim na filosofia
- se distanciam da realidade, são fantasiosas
- EXPULSÃO destas por Platão, pois:
- poesia e obras de arte
Imagens e arquivos do mapa
Informações
- Descrição
- 1º ano Filosofia Mapa Mental sobre A REPÚBLICA, criado por Lucas Cantanhede em 01-06-2020.
- Criado por
- Lucas Cantanhede
- Visualizações
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- Histórico
-
- Criado por Antonio Barros · 6 set 2017
- Copiado por Lucas Cantanhede · 1 jun 2020
- Avaliação
