O GoConqr está de visual novo! Conte para nós o que você achou.

Mapa mental

Segundo Reinado

Ester Rodrigues História do Brasil Português

Mapa mental sobre o Segundo Reinado: Tarifas Alves Branco, café, Era Mauá e imigração

Mapa mental: Segundo Reinado

Conteúdo do mapa

Segundo Reinado

  1. Tarifas alves Branco - 1844: aumento das tarifas alfandegárias, de 30% para 60%. A Inglaterra sentiu-se prejudicada com essas tarifas protecionistas e insatisfeita com a não extinção do tráfico negreiro.

    • Desde o início do séc. XX, a Inglaterra pressionava o Brasil para por fim ao tráfico de escravos, levando as autoridades legais a formalizar uma lei proibindo o tráfico em 1831, porém, essa lei não saiu do papel, ("lei para inglês ver"), mantendo-se a entrada de levas de escravos africanos no país.
      • Em 8 de agosto de 1845, o Parlamento Inglês aprovou uma lei chamada Bill Aberdeen, que determinava que os navios ingleses teriam autoridade para aprisionar qualquer navio negreiro que encontrassem, de qualquer nacionalidade. Essa lei pode ser compreendida como uma reação inglesa frente à aplicação da Tarifa Alves Branco, que dificultou a entrada de produtos industriais britânicos no Brasil.
        • Não resistindo à pressão da Inglaterra, o Brasil decretou, no dia 4 de setembro de 1850, a Lei Eusébio de Queirós. Uma nova lei que proibia o tráfico de escravos e que, ao contrário das ordens anteriores, mostrou-se mais eficaz, haja vista a pressão exercida pelo governo para a sua execução.
          • Em 1850 também teve a Lei de Terras, que dizia que a terra só podia ser usada por compra e terras com preços elevados. Essa lei favoreceu a elite agrária e prejudicou os imigrantes e os ex-escravos. E, com essa lei, houve maior concentração fundiária (muita terra na mão de pouca gente)
  2. Café: base da economia do Segundo Reinado. Deu ao Brasil "superavit" (lucro- vende mais do que compra) na balança comercial, incentivou a urbanização, favoreceu o primeiro surto industrial ou Era Mauá, o cafeicutor comercializava o café que produzia, o cafeicutor e sua família moravam na cidade durante a semana e o café era exportado para a Europa e EUA.

    • Vale do Paraíba: terras esgotadas, produtividade muito menor, o relevo era acidentado impedindo o plantio contínuo, transporta para o porto do RJ, por animais, mão-de-obra predominante era o escravo negro.
    • Oeste Paulista: Terras praticamente sem uso, terra roxa=ideal, produtividade muito maior, planície favoreceu o plantio continuo= "mar de café", transporte para oporto de Santos, por ferrovias, mã0-de-obra predominante era o imigrante.
  3. 1º Surto Industrial de Era Mauá: teve como grande responsavel Barão de Mauá. Fatores como o caráter protecionista das Tarifas Alves Branco, capitais da cafeicultura, capitais do extinto tráfico negreiro, empreendedorismo de Mauá, empréstimos ingleses, foram favoráveis ao surto.

    • Barão de Mauá conseguiu realizar: fábricas (alimentos, tecidos e bebidas), estradas de ferro (ferrovias), estaleiros, CIA (companhia) de Iluminação a Gás do RJ, Companhia Carris de Ferro Jardim Botànico, bancos e etc.
    • Motivos para o fim do surto: variedade de empreendimentos, os cafeicultores e fazendeiros escravistas pararam de investir, o não apoio do governo, não obtenção de novos empréstimos ingleses (não pagamento dos empréstimos e os ingleses se apossam de algumas atividades)
  4. Imigração: Objetivo de complementar a mão-de-obra escrava, diante da possibilidade de extinção do tráfico negreiro externo, ocorrido com a Lei Eusébio de Queirós, branquear a raça brasileira, imigrantes queriam "fazer a América" (vir para América mudar de vida). Havia imigração para as cidades em busca de empregos ou para investir em algum negócio e para a cafeicutura, através da parceria e subvenção.

    • Parceria: o imigrante vinha e o fazendeiro pagava a viagem, o imigrante recebia um pedaco ruim de terra e ainda dividia os lucros da producao, o imigrante estava preso ao fazendeiro por dívidas, tornou-se "escravo branco". Assim, os imigrantes se revoltaram com a Revolução dos Parceiros e os governos europeus proibiram a vinda de novos parceiros.
    • Subvenção: os imigrantes desembarcavam sem dívidas pois a viagem era paga pelo governo, recebiam um pedaço de terra para morar, criar porcos, galinhas, plantas e etc, podendo comercializar o excedente se houvesse. Era sustentado pelo fazendeiro por 1 ano e era assalariado. O imigranee não era preso ao fazendeiro, lendo livre.

Informações

Descrição
1ª parte: Tarifas Alves Branco, Lei Bill Aberdeen, Lei Eusébio de Queirós, Lei de Terras, Café, vale do paraíba e oeste paulista, surto industrial de Era Mauá (conquistas e motivos para o fim do surto), Imigração (parceria e subvenção).
Criado por
Ester Rodrigues
Visualizações
4
Avaliação

Fale Conosco

Sobre o que é sua mensagem?

O que você acha do novo visual?

Você gostou?