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Máquinas síncronas
- Ensaios
- Relação de curto circuito
- Razão entre a corrente de campo necessária para obter tensão nominal em circuito aberto e a corrente de campo necessária para obter corrente de armadura nominal em curto circuito
- RCC = I_vnom_ca / I_inom_cc
- Razão entre a corrente de campo necessária para obter tensão nominal em circuito aberto e a corrente de campo necessária para obter corrente de armadura nominal em curto circuito
- Reatância síncrona saturada em pu
- X_sat = 1/RCC [p.u]
- Reatância síncrona não saturada em pu
- Relação entre a tensão da linha de entreferro do ensaio a vazio e da corrente de armadura do ensaio de curto circuito para uma mesma corrente de campo
- X_n_sat = V_linha_entref / I_armadura [Ω/fase]
- Relação entre a tensão da linha de entreferro do ensaio a vazio e da corrente de armadura do ensaio de curto circuito para uma mesma corrente de campo
- Reatância Síncrona
- Achar Icc_/If_I =a para qlqr velocidade (n precisa ser a sincrona)
- Iacc/If = a esta relação também serve para a maquina operando a 60Hz, uma vez que este ensaio, o ensaio de curto circuito, não precisa ser realizado na velocidade síncrona A corrente de armadura de Curto circuito permanece praticamente invariável com a mudança de de relação da máquina, desde que a frequência seja suficientemente elevada para que a reatância síncrona nessa frequência seja muito maior que a resistência da armadura
- Xs = Vnom_linha/√3. If_V .a
- If_V = corrente de campo para gerar tensao nominal If_V * a = corrente de curto circuito de armadura
- Xs = Vnom_fase/ If_V .a
- Achar Icc_/If_I =a para qlqr velocidade (n precisa ser a sincrona)
- Relação de curto circuito
- Hidrogerador Q2/2018 Q2/2016
- Curva B - Limite de estabilidade estática
- Define o limite de estabilidade estático da máquina síncrona operando em paralelo com a rede. Na operação em pontos à esquerda da curva B, a máquina está na iminência de perder o sincronismo com a rede.
- Curva A
- Pontos de excitação para os quais resulta a mínima corrente de armadura do gerador em cada condição de carga linha onde a máquina opera sob fator de potência unitário. Pontos à direita, a máquina fornece potência reativa para a rede, operando como condensador síncrono. Pontos à esquerda, a máquina absorve potência reativa da rede, operando como indutor síncrono.
- EScapaDIin - esq capa dir in
- Pontos de excitação para os quais resulta a mínima corrente de armadura do gerador em cada condição de carga linha onde a máquina opera sob fator de potência unitário. Pontos à direita, a máquina fornece potência reativa para a rede, operando como condensador síncrono. Pontos à esquerda, a máquina absorve potência reativa da rede, operando como indutor síncrono.
- Tensão terminal na rejeição de carga
- E' = I_exc_pu * E
- Tensão no curto circuito
- Icc [A] = E' / √3 . X [Ω/fase]
- Tensão no curto circuito
- E' = I_exc_pu * E
- E' = V + j.xq.IA tem o mesmo angulo de E. pode-se usar essa formula para achar δ
- Id = Ia sen (θ+δ)
- Iq = Ia cos (θ+δ)
- E = V + jxq.Iq + jxd.Id
- Icc = 1 / Xd''
- E = V + jxq.Iq + jxd.Id
- Iq = Ia cos (θ+δ)
- E = ω.Lef.If/ √2
- Achar quanto vale Lef/√2 para a tensao nominal e depois substituir para a tensao para uma carga específica para achar a corrente de excitação
- Id = Ia sen (θ+δ)
- P = E.V.senδ/Xd + V².(xd - xq/xd.xq) . sen(2δ)/2
- Se não houver excitação de campo E = 0
- A tensão dada no enunciado é E e não V
- V costuma valer 1 p.u.
- Curva B - Limite de estabilidade estática
- Diagrama fasorial máquina síncrona
- Turbo Gerador
- Limites
- Limite de estabilidade = lugar geométrico dos pontos de operação com valor próximo de potência ativa fornecida pela máquina para uma excitação constante, a máquina deve operar abaixo dela
- Limite de corrente do estator = limite térmico do estator → a maquina deve operar dentro dessa curva para que o estator não seja comprometido
- Limite de excitação = limite de aquecimento do campo → limite para que o enrolamento de campo não seja comprometido
- Limites
- P = E.V.sen(δ)/Xs
- E = w.Laf.If/√2
- RV = |Vvazio| - |Vcarga| / |Vcarga|
- Ensaios
Máquinas de corrente contínua
- Motor
- Va = Ea + Ia.Ra
- Na partira Ea = 0
- T = k.φ.ia
- Essa é a corrente em carga
- E = k.φ.w
- n = w.60/2.π
- [k.φ] = [V.s/rad]
- n = w.60/2.π
- η = Peixo/Peletrica
- Peixo = T.w
- Peletrica = E*Ia
- Peixo = T.w
- Prot = Pelet - Peixo
- Pelet = E.I
- Acha-se Prot para Carga nominal
- A vazio Peixo=0 e Prot = Pelet
- Acha I(E) corrente em função de E
- Substitui I(E) em E = Va - Iara e Acha E
- Regra de 3 para achar a velocidade a vazio E0/n0 = E/N_nom
- Substitui I(E) em E = Va - Iara e Acha E
- Acha I(E) corrente em função de E
- A vazio Peixo=0 e Prot = Pelet
- Acha-se Prot para Carga nominal
- Pelet = E.I
- Excitação independente
- E=k.φ.w T=k.φ.ia Va=E+Ia.ra
- w = Va/k.φ + ra.T/(k.φ)²
- E=k.φ.w T=k.φ.ia Va=E+Ia.ra
- Excitação série
- E=k.φ.w T=k.φ.ia Va=E+Ia.ra k.φ=k'.ia
- w = Va/√(T.k') - ra/k'
- E=k.φ.w T=k.φ.ia Va=E+Ia.ra k.φ=k'.ia
- Va = Ea + Ia.Ra
- Motor
Máquinas de indução trifásica
- Escorregamento
- s = ns - n / ns
- Potência
- P = T. ω
- Potência é o torque (ou conjugado) vezes a velocidade em rad/s
- ω = n.2 π/60
- Unidade do Torque é [N.m]
- Peletrica = Peixo + Pperdas
- Peixo = Pmec/1-s
- Peixo = 3*r1.I2²/s
- Peixo = √3.V2.I2
- V2 e I2 → tensões e correntes rotóricas
- Peixo = √3.V2.I2
- P = T. ω
- Tensão do Rotor
- V2s = V2*s onde V2 é tensão rotórica
- Variando a resistencia rotorica
- Resistencia2 / s2 = Resistencia1/s1
- f2 = s * f1
- Refazer Q3 - 2018
- rotação é diretamente proporcional a frequencia. cabe regra de 3
- Para o modo Torque constante
- Mudando a frequencia
- P' = P . f'/f (regra de 3)
- V' = V.f'/f regra de 3
- ns é constante
- Mudando a frequencia
- Para o modo fluxo atenuado
- P' = P
- V'=V
- calcular um novo ns
- Para o modo Torque constante
- Presistencia = 3.r.I²
- Fluxo de potÊncia
- Pelétrica
- P armadura
- Pentreferro = n.I2².r2/s
- n = numero de fases I2 = corrente rotorica r2 = resistencia do rotor Pentreferro = Putil + Protor + Pventilação + Protacional
- Protor = Pjoule
- Protor = n.I2².r2
- n = numero de fases I2 = corrente rotorica r2 = resistencia do rotor
- Preostato = Rreostato/r2+Rreostato * PJoule
- Protor = n.I2².r2
- Pventilação
- Protacional
- Pútil
- Putil = Protor (1-s/s)
- Pin
- Ptransferida ao rotor
- Pdesenvolvida no rotor
- Pmecanica
- Pout=Pmec
- Pmec=T.w
- Pout=Pmec
- Perdas mecênica Vent/Rotação rotor
- Protor=Pconv (convertida)
- Protor = 3.I2².r2(1-s)/s
- Pmecanica
- Perdas Cu/Joule Rotor
- Pjoule=3.I2².r2
- Pjoule = s.Ptr
- Pjoule=3.I2².r2
- Ptr = Pgap=Pag (air gap)
- Ptr = 3.I2².r2/s
- Ptr=Protor/(1-s)
- Ptr=√3.V2.I2
- V2=tensão rotorica V2s=tensão no rotor
- Ptr=√3.V2.I2
- Ptr=Protor/(1-s)
- Ptr = 3.I2².r2/s
- Pdesenvolvida no rotor
- Perdas núcleo e cobre estator
- Pin=√3.Vl.Il.cosθ
- Ptransferida ao rotor
- Pelétrica
- Reostato
- Para mudar a rotação
- Achar s'
- (Rreostat + r2)/s' = r2/s
- r2 = resistencia rotorica
- (Rreostat + r2)/s' = r2/s
- Achar s'
- Na partida
- s' = 1 e Peixo =0
- Achar Rreost(r2)
- s' = 1 e Peixo =0
- Freq_reost = s'.feletrica
- P total (é a dada) = Peixo + Pjoule
- Na partida Peixo = 0
- Acha-se o Pjoule (potencia dissipada no reostato)
- Na partida Peixo = 0
- Vrotor/r2 = Vsecundário / r2+Rreost
- Como Rreost está em função de r2, o r2 vai cancelar achando a tensão no rotor
- Vrotor = s.Vsecundário
- Como Rreost está em função de r2, o r2 vai cancelar achando a tensão no rotor
- Tnom/s_nom = Tcarga/s'
- Acha-se o novo escorregamento pra uma carga específica
- com o novo escorregamento acha-se a nova velocidade
- Peixo = T.w = Pjoule (1-s)/s = 3.r2.I2²(1-s)/s
- Potência no entreferro (desenvolvida no circuito rotórico) Pd = PJoule/s = Peixo/(1-s)
- Peixo = T.w = Pjoule (1-s)/s = 3.r2.I2²(1-s)/s
- com o novo escorregamento acha-se a nova velocidade
- Acha-se o novo escorregamento pra uma carga específica
- Para mudar a rotação
- Quando ele der Pmec em CV, rendimento e fp e pedir a potencia ativa, nao esquecer de dividir a potencia mecanica pelo rendimento
- Máquina funcionando com conversor de frequência
- Modo Torque constante
- para f<Fnom
- f1/n1 = fnom/n nom
- V1/f1 = Vnom/fnom
- P1/f1 = Pnom / fnom
- para f<Fnom
- Modo potência constante
- para f>fnom
- V1 = Vnom
- Pmax = Pnom
- fmax/Tmax = fnom/Tnom
- para f>fnom
- Modo Torque constante
- Escorregamento
Transformadores
- Ensaios
- Ensaio a Vazio
- c.a. - baixa
- Vnom
- Rm = Vca²/P
- Irm = Vca/Rm
- Ixm = √Ica² - Irm²
- Xm = Vca/Ixm
- Zm = √Rm² + Xm²
- A potência é a perda no ferro/nucleo
- Condição necessária para máximo rendimento: Pnúcleo = I².R
- Rendimento max dη/dI
- Condição necessária para máximo rendimento: Pnúcleo = I².R
- A potência é a perda no ferro/nucleo
- Zm = √Rm² + Xm²
- Xm = Vca/Ixm
- Ixm = √Ica² - Irm²
- Irm = Vca/Rm
- Rm = Vca²/P
- Vnom
- c.a. - baixa
- Ensaio a curto circuito
- c.c. - alta
- Inom
- Req = P/Icc²
- Zeq = Vcc/Icc
- Xeq = √Zeq² - Req²
- A Potência é a perda no Cu/Joule
- Xeq = √Zeq² - Req²
- Zeq = Vcc/Icc
- Req = P/Icc²
- Inom
- Impedancia percentual Zcc% = Zcc [pu].100
- Zcc = Z alta = Valta / Ialta
- Achar o Zbase alta e o Zcc p.u
- Icc pu = 1/ Zcc[pu]
- Achar o Zbase alta e o Zcc p.u
- Zcc = Z alta = Valta / Ialta
- c.c. - alta
- Regulação de tensão
- Rv = E - V1 / V1
- vazio - carga/carga
- E = V1 + Icc.(Req+j.Xeq)
- Primeiro multiplica e depois tira o módulo
- Rv = E - V1 / V1
- Máximo Rendimento
- η = VIcosθ /VIcosθ +Pcu+Pnu
- Pcu = I²R
- dη/dI = 0
- Descobre que para maximo rendimento a perda no cobre tem que ser igual a perda no núcleo
- Pnu = I²R
- R = Pcc/Icc²
- Acha I para max η
- Carga max% = Imax/Inom
- η = Cargamax%.S.fp /Cargamax%.S.fp +2*Pcu
- Carga max% = Imax/Inom
- Acha I para max η
- R = Pcc/Icc²
- Pnu = I²R
- Descobre que para maximo rendimento a perda no cobre tem que ser igual a perda no núcleo
- dη/dI = 0
- Pcu = I²R
- η = VIcosθ /VIcosθ +Pcu+Pnu
- Ensaio a Vazio
- Refazer questao 1 2018 e 1 2016
- Métodos de resfriamento
- ONAN
- Óleo Natural – Ar Natural
- Convecção interna do óleo natural (sifão térmico) e externa do ar natural
- Óleo Natural – Ar Natural
- ONAF
- Óleo Natural – Ar Forçado
- Convecção interna do óleo natural e externa do ar forçada por meio de ventiladores
- Óleo Natural – Ar Forçado
- ONAN
- Dyn11
- Maiúscula lado de alta
- Minúscula lado de baixa
- nº.30 = defasagem
- Minúscula lado de baixa
- Para fazer um banco de trafos trifasicos
- A relação de tensões é Vlinha baixo/ Vlinha alta
- Em estrela Ilinha 1fasico Ilinha trifasico
- S = √3.Vlinha.Ilinha
- Maiúscula lado de alta
- Autotransformador
- Elevador trifásico
- S=√3.VL(iH+iL) = √3.Vh(vH+vL)
- L → low = lado de baixa do trafo original
- H → high = lado de alta do trafo original
- L → low = lado de baixa do trafo original
- S=√3.VL(iH+iL) = √3.Vh(vH+vL)
- Elevador trifásico
- Peixo = T.w
- Peixo = Pelétrica. η
- gerador: a potencia do eixo é maior do a que a elétrica gerada
- Peixo = Pelétrica. η
- Ensaios
Eletromagnetismo
- Circuito magnético
- Força magnetomotriz F = NI [A.e]
- Indutância própria L1= N1.φ1/I1
- Indutância mútua L12 = N2.φ1/I2
- Indutância própria L1= N1.φ1/I1
- Força magnetomotriz F = NI [A.e]
- Relutância
- R = ρ.l/A = l/μA . [A.esp/Wb]
- ρ→resistividade µ→permeabilidade
- P = Ri² → Perda, resistividade
- ρ→resistividade µ→permeabilidade
- R = ρ.l/A = l/μA . [A.esp/Wb]
- Fluxo
- circuito magnético
- φ = F/R
- F = força magnetomotriz e R = relutância
- F = φ.R [A.e]
- F = força magnetomotriz e R = relutância
- φ = F/R
- φ = B.A
- dφ/dt = -Vind
- d(B.A)/dt = -Vind
- dφ/dt = -Vind
- circuito magnético
- Atuador eletromecânico rotativo
- Torque Γ = 2.F(θ).R
- Força em cada face do rotor F(θ) = I²/2 * dL/dθ
- Indutância da bobina L(θ) = N².µ0.R.θ.profundidade/g
- g=gap R=raio N=nºespiras
- Indutância da bobina L(θ) = N².µ0.R.θ.profundidade/g
- Força em cada face do rotor F(θ) = I²/2 * dL/dθ
- Região de validade da expressão acima do torque é do 0 até o encontro das arestas do rotor e do estator. Achar esse angulo atraves do seno
- Fmm = NI = B.2.g/µ0
- g é o gap
- B é a densidade de fluxo magnético
- Energia magnética
- W = LI²/2
- A energia magnética fica armazenada no entreferro, já que o material ferromagnético tem permeabilidade muito elevada.
- W = LI²/2
- Torque Γ = 2.F(θ).R
- Toroide
- φ = φmax.cos(wt)= Bmax.A. σ. cos(wt)
- V = dφ/dt =Bmax.A. σ. cos(wt)
- Vrms = Bmax.A.σ.w/√2
- V = dφ/dt =Bmax.A. σ. cos(wt)
- Interpolar para achar µ = ΔB/ΔH
- L = N²/R →relutancia
- Irms = Vrms / w.L
- Ltotal = N.φmax/Imax = N.φef/Ief
- Q = V²/X = V²/w.L
- Ltotal = N.φmax/Imax = N.φef/Ief
- Irms = Vrms / w.L
- L = N²/R →relutancia
- Henteferro.Lentref+Hnúcleo.Lnucleo=NI Achar Hentreferro
- w = µo/2 * ∫ Hentreferro² dVent achar w
- F = dw/dl
- Hent = Bent/µ0
- F = dw/dl
- w = µo/2 * ∫ Hentreferro² dVent achar w
- φ = φmax.cos(wt)= Bmax.A. σ. cos(wt)
- Duas barras de cobre paralelas conduzindo alimentação para uma célula de eletrólise
- Densidade de Corrente
- J = I/A [A/mm²]
- Perda por condução nas barras
- Relutancia = 2.ρ.l/A (2 pq são duas barras)
- P = RI²
- Relutancia = 2.ρ.l/A (2 pq são duas barras)
- Corrente de curto circuito resutlante da falha interna na célula de eletólise
- Icc = V / Rcélula + Rbarras
- Força mecânica
- F21 = B2.I1.l
- Regra da mão direita
- F21 = B2.I1.l
- Bbarra= µ0.I/2 π.a
- H = I/2. π.a
- Densidade de Corrente
- F = dw/dl
- w = µ/2∫ H.dV
- w = µ.H.V/2
- H.l = N.I
- w = µ.H.V/2
- w = µ/2∫ H.dV
- Atuador eletromecanico rotativo
- N=Nºespiras R=Raio_rotor g=gap a=largura_núcleo b=profunidade_núcleo I=Corrente_excitação µo=permeabilidade_ar
- Torque
- T=2.F(θ).R
- Força em cada face do rotor
- F(θ) = i²/2 . dL/dθ
- Indutância
- L= N.µ0.R.b.θ/g
- Energia armazenada no indutor
- E = L.i²/2
- Energia armazenada no indutor
- L= N.µ0.R.b.θ/g
- Indutância
- F(θ) = i²/2 . dL/dθ
- Força em cada face do rotor
- T=2.F(θ).R
- Fmm = N.I = H.l
- l = largura do gap. como há 2 gaps l=2g
- H = B/µ0
- N.I = B.2.g/µ0
- H = B/µ0
- l = largura do gap. como há 2 gaps l=2g
- Torque
- N=Nºespiras R=Raio_rotor g=gap a=largura_núcleo b=profunidade_núcleo I=Corrente_excitação µo=permeabilidade_ar
- Circuito magnético
Medidas Elétricas
- Método dos dois Wattimetros
- P = W1+W2
- Q = √3 (W1-W2)
- Se deseja-se medir a potência total nos terminais do circuito, precisamos conhecer n-1 (n=número de condutores) correntes e tensões
- Porque se escolhe-se um terminal como referência haverá n-1 tensões/correntes independentes
- Para um circuito de 3 condutores, equilibrado ou não, só precisa-se de 2 wattimetros para medir a potência total
- Para um circuito de 4 condutores desequilibrados precisa-se de 3 Wattimetros
- Para um circuito de 4 condutores equilibrados, precisa-se de 2 wattimetros
- Porque se escolhe-se um terminal como referência haverá n-1 tensões/correntes independentes
- W1 = Vab*Ia.cos(θVab -θIa)
- Cuidados: Vcb = Vc - Vb. É preciso fazer essa subtração. A primeira letra do V é a referencia de onde entra a corrente
- W1= Re (Vab.IA*)
- W2= Re (Vcb.Ic*)
- Cuidados: Vcb = Vc - Vb. É preciso fazer essa subtração. A primeira letra do V é a referencia de onde entra a corrente
- W2 = Vcb.Ic.cos(θVcb - θIc)
- fp
- tg θ = Q/P = √3(W1-W2)/(W1+W2)
- θ = atgθ
- fp = cos θ
- θ = atgθ
- tg θ = Q/P = √3(W1-W2)/(W1+W2)
- Método dos dois Wattimetros
Eletrônica de Potência
- Ponte de tiristor
- Ângulo de disparo entre 0 < α < 90º = Retificador
- Controla um maquina no modo motor
- Ângulo de disparo entre 90 < α < 180º = Inversos
- Controla um maquina no modo gerador
- Ângulo de disparo entre 0 < α < 90º = Retificador
- Conversor boost
- Vs = Ve / 1-D
- Vin = L. ΔiL /Δt = L. ΔiL /D.T
- L=indutância D=Dutycicle T=Periodo
- ΔiL = ondulação de pico a pico da corrente
- Retificador de onda completa
- Δt1 e Δt7 - D1 e D2 conduzem
- Δt2 - D3 e D2 conduzem
- Δt3 - D3 e D4 conduzem
- Δt4 - D5 e D4 conduzem
- Δt5 - D5 e D6 conduzem
- Δt6 - D1 e D6 conduzem
- Em cada intervalo de tempo, os diodos que conduzirão serão aqueles diretamente polarizados que estão no caminho fechado entre as fases de maior e menor tensão. Todos os outros estarão inversamente polarizados, logo, não conduzirão
- Vm = 1/T∫ Vlinha.√2.cos(wt)d(wt) [-T/2 a T/2]
- Conversor Buck
- Diodo fornece um caminho para a corrente circular enquanto a chave está aberta
- Evitando picos de tensão no indutor
- Tipos de chaves eletrônicas utilizadas
- BJT
- Controle por corrente (é difícil)
- baixa dissipação
- baixa impedância de entrada
- Baixa velocidade de comutação
- baixa impedância de entrada
- baixa dissipação
- Controle por corrente (é difícil)
- MOSFET
- Controle por tensão (é fácil)
- alta dissipação
- alta impedância de entrada
- alta velocidade de comutação
- alta impedância de entrada
- alta dissipação
- Controle por tensão (é fácil)
- IGBT
- Controle por tensão (fácil
- baixa dissipação
- alta impedância de entrada
- baixa velocidade de comutação
- alta impedância de entrada
- baixa dissipação
- Controle por tensão (fácil
- BJT
- Indutor → impede variações bruscas de corrente na abertura e no fechamento da chave
- Duty cycle
- Relação entre o período em que a chave encontra-se fechada sobre um período completo. D = ton/T
- Diodo fornece um caminho para a corrente circular enquanto a chave está aberta
- Retificador trifásico a tiristores em ponte
- Vpico/2 * (cos(α-30)+cos(α+30)) = Amplitude onda retificada
- Ponte de tiristor
Automação e Controle
- Método de Routh
- achar a eq. característica (denominador = 0)
- Erro estacionário do sistema
- E(s) = lim s→0 s. (1/1+G(s)) . R(s)
- G(s) é o ganho em malha aberta
- R(s) é a entrada
- degrau unitário = 1/s
- rampa t = 1/s²
- degrau unitário = 1/s
- E(s) = lim s→0 s. (1/1+G(s)) . R(s)
- Constantes de erro
- de posição
- lim s→0 G(s)
- erro regime degrau unitário erp_degrau = 1/1+kp
- lim s→0 G(s)
- de velocidade
- lim s→0 s.G(s)
- de aceleração
- lim s→0 s².G(s)
- de posição
- Transformada inversa
- 1/ s-a = exp(-at)
- 1/s = 1
- 1/s² = t
- 1/s = 1
- 1/ s-a = exp(-at)
- Em um sistema com pertubação
- Acha a saída em função da Entrada com erro =0 V(s) = X. Vin
- Acha a saída em função do pertubação com entrada =0. V(s) = X. N(s)
- A saída final é igual a soma dessas duas saídas V(s) = X.Vin + X.N(s)
- Erro é a diferença do que entra pelo que sai, E(s) = Vin(s) - V(s)
- e(t)=lim(e(t))t→inf e(t)=lim(s.E(s))s→0
- v(t) = vin(t) - e(t)
- e(t)=lim(e(t))t→inf e(t)=lim(s.E(s))s→0
- Erro é a diferença do que entra pelo que sai, E(s) = Vin(s) - V(s)
- A saída final é igual a soma dessas duas saídas V(s) = X.Vin + X.N(s)
- Acha a saída em função do pertubação com entrada =0. V(s) = X. N(s)
- Acha a saída em função da Entrada com erro =0 V(s) = X. Vin
- Método de Routh
Distribuição e Proteção
- Dimensionamento de Condutores
- Critério da capacidade de condução da corrente
- Ip = P / √3 . Vn . η . fp
- Não esquecer do √3
- Ip' = Ip / FT.FA
- Procurar na tabela o valor imediatamente acima
- 3F#4mm²
- Procurar na tabela o valor imediatamente acima
- Ip' = Ip / FT.FA
- Não esquecer do √3
- Ip = P / √3 . Vn . η . fp
- Critério da queda de tensão
- ΔE. Vn = K1 . Ip . L
- ΔE é a queda maxima permitida, K1 é o que se calcula, Ip é a corrente de projeto e L é em km
- K1 = [V/A.km]
- Achar K1 e procurar o valor imediatamente abaixo na tabela
- K1 = [V/A.km]
- ΔE é a queda maxima permitida, K1 é o que se calcula, Ip é a corrente de projeto e L é em km
- ΔE. Vn = K1 . Ip . L
- Critério da capacidade de condução da corrente
- Curto Circuito
- 3fásico
- Icc = 1 / X [p.u]
- Ibase = Sb /√3.Vbase
- Ip.u = I / Ibase
- Ibase = Sb /√3.Vbase
- Icc = 1 / X [p.u]
- 3fásico
- Componentes simétricas
- Geradores
- Transformadores
- Geradores
- Disjuntor
- Critério de sobrecarga
- Idisjuntor = Iprojeto * 1,45
- Critério de sobrecarga
- Dimensionamento de Condutores
Circuitos elétricos
- Como Resolver questão de barramento com Geradores, trafos e etc. ver o link no comentário
- https://www.passeidireto.com/arquivo/16584716/introducao-a-sistemas-eletricos-de-potencia-carlos-cesar-barioni-de-oliveira-segunda-edicao pagina 147
- Linhas de transmissão
- Modelo pi
- [Vs Is] = [ A B | C D ] [Vr Ir]
- [Vs Is] = [ 1+yz/2 z | y(1+yz/4) 1+yz/2 ][Vr Ir]
- [Vs Is] = [ A B | C D ] [Vr Ir]
- Modelo T
- [Vs Is] = [ A B | C D ] [Vr Ir]
- [Vs Is] = [ 1+yz/2 z(1+yz/4) | y 1+yz/2 ] [Vr Ir]
- [Vs Is] = [ A B | C D ] [Vr Ir]
- Modelo pi
- Refazer a 10/2015 - diagrama de força e controle de MIT estrela triangulo
- Como Resolver questão de barramento com Geradores, trafos e etc. ver o link no comentário
Imagens e arquivos do mapa
Informações
- Descrição
- Concursos Públicos Engenharia (Marinha ) Mapa Mental sobre Discursiva, criado por Fabio Lagares em 23-05-2019.
- Criado por
- Fabio Lagares · mai 2019
- Atualizado
- 18 jul 2019
- Visualizações
- 6
- Avaliação









