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Mapa mental

CEFALEIA

Alyne Paiva Português

Conteúdo do mapa

CEFALEIA

  1. DEFINIÇÃO

    • sensação dolorosa percebida pelo paciente em uma região que vai dos supercílios ate a base de implantação dos cabelos na nuca
    • constitui-se em uma das mais frequentes queixas da prática médica
  2. Pode ser dividida

    • Primárias
      • quando não há nenhuma outra doença subjacente
      • Enxaqueca
        • sexo feminino
        • localização: unilateral, muda de lado
        • pode ser precedida por aura/ dor pulsátil/ náuseas e vômitos
      • Tensional
        • sexo feminino
        • localização: bilateral
        • dor de pressão ou aperto/ sem náuseas e vômitos/ fono e fotofobia
      • Em salvas
        • sexo masculino
        • localização: unilateral, não muda de lado
        • dor intensa/ distúrbios autônomos-oculares/ responde ao oxigenio
      • Hemicrania paroxística
        • sexo feminino
        • localização: unilateral, não muda de lado
        • dor semelhante à cefaleia em salvas/ responde à indometacina
      • cefaleia cervicogênica
        • sexo feminino
        • localização: unilateral, não muda de lado, irradia-se da nuca
        • dor de intensidade moderada a intensa desencadeada por movimentação ou pressão no pescoço
      • hemicrania contínua
        • sexo feminino
        • localização: unilateral, não muda de lado
        • dor de intensidade moderada/ responde à indometacina
      • neuralgia contínua
        • sexo masculino
        • localização: unilateral, não muda de lado
        • dor em choque, provocada por toque em zonas-gatilho
      • Migrânea
        • No mínimo 5 episódios de dor, com duração de 4 a 72h, presença de 2 ou mais dos seguintes itens
        • Unilateral, pulsátil, dor moderada a grave, piora com atividade física. E 1 ou mais dos seguintes itens
          • Náuseas e/ou vômito, foto e/ou fonofobia. Pode ter a presença de aura, com duração de 5 a 60 minutos, alterações visuais
    • Secundárias
      • quando a dor existe como sintoma de outra condição
  3. CEFALEIA EM SALVAS

    • é uma doença de causa ignorada que acomete principalmente os homens, tambem conhecida como cefaleia histamínica, sindrome de horton, neuralgia migranosa e eritroprosopalgia
      • não é bem esclarecida
        • envolve múltiplas vias neuronais
          • ativação do sistema trigêmeo-vascular e do sistema parassimpático, e disfunção do sistema simpático craniano
            • alterações funcional e estrutural no hipotálamo
    • a dor é muito intensa, caracterizada pelos pacientes como a dor mais forte ja experimentada
      • pacientes não permanecem deitados, nem mesmo sentados, durante os ataques
    • DIAGNÓSTICO
      • tem como base a anamnese. Exame fisico apenas complementa os dados da historia, sobretudo nas cefaleias secudarias
        • essencialmente clínico
      • diario da cefaleia
        • registrar sobre os episodios, como: data, intensidade, localização, caráter e duração, além de possiveis sintomas associados
      • critérios diagnósticos de cefaleia em salvas, segundo a sociedade internacional de cefaleia (ICHD-III-2013)
      • exames complementares
        • tomografia computadorizada (TC) e a ressonância nuclear magnética (RNM)
        • punção liquórica
    • TRATAMENTO
      • mudança do estilo de vida
      • medicamentoso
        • analgésicos
      • medicamentos preventivos
        • verapamil
        • prednisona
        • carbolitium
      • Durante a crise
        • triptanos
        • Oxigenoterapia
          • a inalação de oxigênio puro por mascara, por 10 a 15 min, interrompe as crises de cefaleia em salvas, o que serve não apenas para tratamento, mas tambem como prova diagnóstica
      • terapia alternativas
        • yoga, meditação, relaxamento e acupuntura
    • a dor é unilateral fronto- orbitária, por vezes temporal, descrita como vinda detrás do olho
      • dura de 15 a 180 minutos, em uma frequência de 1 ataque a cada 2 dias ate 8 ataques por dia
    • distúrbios autonômicos no lado da dor acompanham as crises, tais como: injeção conjuntival, lacrimejamento, obstrução nasal, rinorreia, sudorese na fronte e na face, miose, ptose palpebral e edema das palpebras
    • os ataques ocorrem por um periodo que varia de semnas a poucos meses, apos o qual desaparecem completamente para ressurgir apos meses ou anos, com as mesmas caracteristicas
      • os ataques tendem a ocorrer durante um período determinado da noite, desencadeados, nesses casos, pelo sono
        • bebidas alcoolicas tambem podem provoca-los
    • embora mais comum em adultos de mais idade, pode ocorrer em jovens
    • etiologia idiopática/ desconhecida
  4. OBJETIVOS

    • ANALISAR a fisiopatologia da cefaleia, evidenciando a cefaleia em salvas
    • AVALIAR o diagnóstico e tratamento da cefaleia
  5. REFERÊNCIAS

    • MARTINS, M. et al. Clínica Médica, volume 6: doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos mentais. 2 ed. Barueri, SP: Manole, 2016.
    • PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
    • MONTEIRO, José M. Pereira. Cefaleias primárias: causas e consequências. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, v. 22, n. 4, p. 455-9, 2006.
  6. ALUNA

    • Alyne de Araújo Paiva
  7. S7P2: Dores ao vento

Informações

Descrição
Mapa Mental sobre CEFALEIA, criado por Alyne Paiva em 30-09-2020.
Criado por
Alyne Paiva
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