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Mapa mental

CÂNCER

Lisandra Amorimm Português

Conteúdo do mapa

CÂNCER

  1. Intensificadores da carcinogênese

    • GORDURA/ CARNE VERMELHA
      • Limitar consumo
    • HIDROCARBONOS AROMÁTICOS POLICÍCLICOS (HAP) - grelhar carne em alta temp 200°C ou mais
    • Pesticidas naturais e micotoxinas prod por bolor no alim (aflatoxinas, fumonisinas, ocratoxina A)
    • Idade, obesidade, hiperglicemia, e a incidência de síndrome metabólica desempenham um papel nos níveis circulantes de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF1), um composto potencialmente causador de câncer. IGF-1 é um polipeptídeo secretado principalmente pelo fígado e desempenha um papel-chave no crescimento e desenvolvimento normais
  2. Inibidores da carcinogênese (capacidade de modular alterações epigenéticas em células cancerosas)

    • ANTIOXIDANTES
      • Vit C
      • Vit A
      • Carotenoides
      • Vit E
      • Selênio
      • Zinco
      • Café e chá: compostos antioxidantes e fenólicos. princ chá verde por ter catequinas
    • FITOQUÍMICOS
      • nos vermelhos: licopeno (tomate, melancia)
      • vermelho e roxo: antocianina, polifenóis (uva, vinho tinto, ameixa)
      • laranja: alfa e beta caroteno: (cenoura, manga, abóbora)
      • laranja e amarelo beta criptoxantina, flavonoides (melão, pêssego, laranja, mamão, laranjas)
      • amarela e verde luteína, zeaxantina (espinafre, abacate, melão, couve, nabo)
      • verde sulforafanes, índoles (repolho, brócolis, couve de bruxelas, couve-flor
      • branca e verde sulfetos alílicos (alho, cebola, cebolinha, alho poró
  3. Ferramentas para análise do GEB

    • ASG - Avaliação Subjetiva Global
    • AVD - Atividades de Vida Diária (atividades sem assistencia - banho, vestir-se, andar)
    • CCT - Critérios Comuns de Toxicidade - compara a toxicidade aguda do trat do cancer
    • EDK - Escala de Desempenho de Karnofsky - índice de ponntuação que associa o estado funcional do individuo com o estado da doença e sobrevida
  4. PTN: entre 1,5 e 2,5

    • grau de desnutrição
    • extensão da doença
    • nivel de estresse
    • manutenção de peso: 0,8 a 1g/kg/d
    • ganho de peso: 1 a 1,2g/kg/d
    • estresse ou má absorção: 1,5 a 2,5g/kg/d
  5. Calorias: entre 20 e 40kcal

    • manutenção de peso: 25 a 30kcal/kg atual
    • ganho de peso: 30 a 35kcal/kg
    • hipermetabólicos, estresse ou má absorção: >35kcal
  6. CAQUEXIA

    • perda de peso progressiva
    • anorexia
    • fraqueza generalizada
    • baixa de imunidade
    • TBM elevada
    • alteração do met energético e de líquidos
    • perda tec gord
    • em partes devido às citocinas produzidas pelo cancer ou pelo sist imunologico em resposta a ele. TNF alfa e beta, IL 1 e 6, interferon alfa.
    • proteólise e balanço nitrogenado negativo
  7. DIARREIA

    • Fazer dieta absoluta por algumas horas para o intestino descansar, dependendo da gravidade dos sintomas. lniciar dieta líquida quando o intestino estiver melhor. o A dieta deve ser introduzida gradualmente, de acordo com a tolerância do paciente; o Começar com dieta líquida dividida em pequenas doses ao longo do dia, caldos, água, chás suaves, água de coco e soro caseiro; Começar com alimentos de fácil digestão, se a pessoa tiver aceitado bem a dieta líquida. Por exemplo, purê de batata ou mandioquinha , arroz branco cozido, torrada, bolacha água e sal, bolacha de maisena, maçã cozida sem casca, peixe e frango cozido; Evitar alimentos que causem flatulência, tais como, couve-flor, brócolis, repolho, couve-manteiga, rabanete, nabo, cebola crua e feijÕes; Consumir alimentos ricos em potássio como banana, cenoura e melão: Evitar alimentos gordurosos como azeitonas, abacates, frituras, pães recheados, carnes gordas e embutidos;
      • Evitar comer verduras e legumes crus, peneirar os purês de legumes; o Evitar comer frutas frescas, exceto banana e maçã sem casca; o As temperaturas da refeição e da bebida devem ser mornas; o Beber bastante líquido, cerca de 3 litros ao dia
    • depleção de fluidos, eletrolitos, desnutrição.
  8. NAUSEAS E VÔMITO

    • quimioterapia / sintomas controlados pelo SNC, em reposta a estímulos como odor, sabor, irritação de estomgo ou intestino, ansiedade em relação aos medicamentos da quimio
      • Precoce: antes da sessão: estimulos relacionados ao ambiente
      • agudos: nas primeiras 24h após o trat. dura algumas horas
      • retardados: depois de mais de 24h, podendo durar dias. pacientes com trat prolongado
    • alimentos leves, evitar lácteos, alim preferidos, evitar deitar após comer, pequenas porções, evitar gordurosos, preferir gelados, gelo
  9. ANOREXIA

    • fatores emocionais, efeitos colaterais
    • preparações diferentes, texturas, ambiente agradável, comer quando sentir fome e vontade não importa o horario, caminhar antes da refeição pode abrir o apetite, pratos grandes para parecer pouca comida, suco de frutas cítricas antes da ref, aumentar o valor calorico da refeição (mel, leite em pó, leite de soja, creme de leite, leite, chocolate, mel,
  10. INFLAMAÇÕES/FERIDAS NA CAV ORAL

    • pequenas porções, evitar picantes, salgados, crocantes, ácidos, secos e duros, comer frio, evitar muito quentes ou muito gelados, textura mais pastosa, antes da alim fazer bochecho gelado pra aliviar a dor,
  11. XEROSTOMIA

    • ingerir líquidos, pastosos e sopas, molhos e caldos, citricos ajudam a produção de saliva, balas de menta sem açúcar, gelo, picolés, goles de água durante o dia
  12. Avaliação da condição nutricionall, funciona e metabólica

    • SE HOUVER ESTABILIDADE HEMODINAMICA:
      • iniciar dieta nas primeira 24h com ajustes diários (sepse, falencia organica, transtornos intest)
  13. imunomodeladores: arginina, AG omega 3, nucleotideos

  14. PARA A AV NUTRICIONAL: ASG, ASG-PPP, IPN, NRS2002

    • nas primeiras 24h da internação, a cada 7 dias.
    • durante a visita diária à beira leito: exame físico e clínico
  15. PACIENTE CRITICO

    • em sepse: 20 a 25kcal/kg de peso atual // fase de recuperação: 25 a 30kcal/kg atual // obeso imc > 30 a 50: 11 a 14kcal/kg atual // imc>50: 22 a 25kcal/kg IDEAL
    • PTN: 1,5 a 2g/kg atual // imc de 30 a 40: 2g/kg IDEAL // imc>40: 2,5g/kg IDEAL
    • Hídrica: 30 a 35ml/kg atual
  16. TERAPIA NUTRICIONAL

    • Muitos pacientes críticos oncológicos acordados, colaborativos e sem risco de broncoaspiração podem receber uma dieta via oral acrescida ou não de suplemento oral hipercalórico e hiperproteico, com ou sem imunonutrientes
    • A maioria dos pacientes tolera uma fórmula polimérica com densidade calórica entre 1,0 e 1,5 cal/ml com localização gástrica.
      • Entretanto, na presença de diarreia ou má absorção, a fórmula enteral hidrolisada pode ser prescrita
        • A localização jejunal está indicada para os pacientes com gastroparesia, distensão abdominal e/ou risco de broncoaspiração. Por outro lado, as fórmulas com mistura de fibras não devem ser prescritas rotineiramente para os pacientes críticos
          • Muitos pacientes, principalmente os com câncer do trato digestório ou que foram submetidos à cirurgia digestiva, podem evoluir com intolerância à dieta enteral. Nessa situação, para evitar déficit calórico e proteico, pode-se associar a via enteral à parenteral já na primeira semana de internação
            • Alguns pacientes críticos com prejuízos de digestão e absorção, toleram apenas pouca quantidade da dieta enteral. Nessa condição de insuficiência intestinal, a terapia enteral, recentemente denominada de nutrição trófica, na quantidade de 10 a 20 ml/h, está indicada para evitar atrofia de mucosa intestinal, perda da barreira e aumento da permeabilidade
              • A glicemia sérica deve ser controlada ao redor de 140 mg/dL ou de 150 a 180 mg/dL
                • pacientes cirúrgicos que se beneficiam com dietas contendo arginina, ômega-3 e nucleotídeos no perioperatório Considerar o uso de dieta enteral com fibra solúvel de 10 a 20 g/dia (frutooligossacarídeos ou inulina) para pacientes com diarreia O uso de dietas com mistura de fibras solúveis e insolúveis não deve ser rotineiro para manter a regularidade intestinal ou prevenir a diarreia Uso de mistura de fibras solúveis e insolúveis deve ser evitado para os pacientes com risco de isquemia intestinal e desmotilidade intestinal grave
                  • QUANDO SUSPENDER: TNE via oral: na presença de instabilidade hemodinâmica, risco de broncoaspiração, sangramento e obstrução do trato digestório e vômitos incoercíveis TNE via sonda: na presença de instabilidade hemodinâmica, sangramento e obstrução do trato digestório, vômitos incoercíveis, diarreia persistente, distensão abdominal persistente, e quando o volume residual gástrico > 500 ml após ajustes da dieta e das drogas procinéticas TNP: na presença de instabilidade hemodinâmica
                    • QUANDO DESMAMAR: TNE via oral: progressivamente quando a ingestão oral estiver > 60% das necessidades nutricionais por 3 dias consecutivos TNE via sonda: na ausência de risco de broncoaspiração, progressivamente quando a ingestão oral estiver > 60% das necessidades nutricionais por 3 dias consecutivos TNP exclusiva: progressivamente quando o paciente já apresentar condições de utilizar o trato digestório TNP associada à TNE ou à via oral: progressivamente quando a terapia enteral ou a oral estiver oferecendo cerca de 60% das necessidades nutricionais

Informações

Descrição
Mapa Mental sobre CÂNCER, criado por Lisandra Amorimm em 20-09-2021.
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