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Vitaminas
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Vitaminas
As vitaminas são moléculas orgânicas necessárias em pequena quantidade para o funcionamento adequado do organismo. Elas funcionam, principalmente, como catalisadoras de reações químicas dentro do nosso corpo, ou seja, atuam aumentando a velocidade de uma reação.
Na falta dessas substâncias, nosso organismo pode não conseguir realizar atividades essenciais efetivamente, havendo, assim, problemas graves de saúde. Para evitar o problema, é fundamental uma dieta saudável, que inclua, entre outros alimentos, vegetais, carnes, ovos e grãos. À carência de vitaminas dá-se o nome de hipovitaminose ou avitaminose.
Vitamina M ou B9
Fontes: cogumelos, hortaliças verdes
Doenças provocadas pela carência (avitaminoses): anemia megaloblástica, doenças do tubo neural
Funções no organismo: metabolismo dos aminoácidos, formação das hemácias e tecidos nervosos
Vitamina B9 (ácido fólico): Promove a saúde dos cabelos e da pele, além de ser essencial na síntese de DNA.
- A vitamina B9 fornece nutrientes para garantir a manutenção dos sistemas imunológico, circulatório e nervoso. A B9 também ajuda no combate do câncer de mama e de cólon - acrescenta.
Fontes: folhas verdes, fígado, carnes, peixes, cereais integrais e leguminosas.
Vitamina PP ou B3
Fontes: ervilha, amendoim, fava, peixe, feijão, fígado
Doenças provocadas pela carência (avitaminoses): insônia, dor de cabeça, dermatite, diarreia, depressão
Funções no organismo: manutenção da pele, proteção do fígado, regula a taxa de colesterol no sangue.
Vitamina B3 (nicotinamida): Reduz triglicérides e colesterol. Auxilia no funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico. Onde encontrar: levedura, carnes magras de bovinos e de aves, fígado, leite, gema de ovos, cereais integrais, vegetais de folhas (brócolis, espinafre), aspargos, cenoura, batata-doce, frutas secas, tomate, abacate.
Vitamina H / B7- catalizadora
Fontes: noz, amêndoa, castanha, lêvedo de cerveja, leite, gema de ovo, arroz integral
Doenças provocadas pela carência (avitaminoses): eczemas, exaustão, dores musculares, dermatite
Funções no organismo: metabolismo de gordura no controle de glicose
Vitamina B7 (biotina): Promove o crescimento celular, auxilia na produção de ácidos graxos e redução de açúcar no sangue.
- A vitamina B7 previne a calvície e também alivia dores musculares - diz o médico.
Onde encontrar: carne de aves, fígado, rins, gema de ovo, couve-flor, ervilha.
Fígado (90 gramas): 27-35 microgramas de vitamina H
Ovos (unidade): 13-25 mcg
Levedura (10 g): 2-16mcg
Salmão (100g): 5-7mcg
Queijo (1 fatia de 30g): 0,4- 2 mcg
Abacate (unidade): 2-6 mcg
Couve-flor (xícara): 0,2- 2 mcg
Pão integral (fatia): 0,2-6mcg
Vitamina B5
Fontes: fígado, cogumelos, milho, abacate, ovos, leite, vegetais
Doenças provocadas pela carência (avitaminoses): fadigas, cãibras musculares, insônia
Funções no organismo: metabolismo de proteínas, gorduras e açúcares
Vitamina B5 (ácido pantotênico): Auxilia na formação de células vermelhas do sangue e na desintoxicação química. Previne a degeneração de cartilagens e ajuda na construção de anticorpos. Onde encontrar: carnes, ovos, leite, grãos integrais, amendoim, levedura, vegetais, algumas frutas (como abacate), ovário de peixes de água fria, geleia real.
Vitamina C
Frutas ricas em vitamina C
– Kiwi
– Limão
– Tangerina
– Melancia
Frutas cítricas: laranjas, toranjas e limões.
Alguns frutos: morangos, groselha, framboesa, amoras e mirtilos, melão, melancia e kiwi.
Vegetais: espinafre, pimentão verde e vermelho, tomate, couve-flor, repolho, brócolis, couve de Bruxelas e batatas.
– Laranja
– Toranja
– Abacaxi
– Goiaba
– Morango
– Tomate
– Cenoura
– Rabanete
– Pimentão
– Orégano
– Alho
1-Produção De Pele E Colágeno
-Melhora A Absorção De Minérios
3-Diminui O Risco De Gota
5-Sistema Imunológico E O Estresse
Sintomas em casos de falta de vitamina c
Em países desenvolvidos, a deficiência de vitamina C no corpo pode ser parte de desnutrição geral. Os sintomas mais comuns e primários são:
Fadiga, cansaço e depressão: É um dos sintomas mais rápidos. A falta de vitamina C faz com que o corpo se canse rapidamente e tenha uma redução de energia. Além disso, a fadiga pode levar a outras doenças;
Dores musculares: Dores nos membros e articulações pode ser um sintoma da falta de vitamina C;
Hematomas, manchas pequenas e contusões avermelhadas e azuladas na pele:Equimoses com facilidade e manchas excessivas podem ser um sinal que o corpo precisa de vitamina C com mais frequência.
Problemas bucais: A ingestão da vitamina C auxilia na saúde dos dentes e gengivas, já a falta dela posse causar deterioração das gengivas e dependendo do caso pode alcançar um problema mais perigoso como o escorbuto (doença crônica causada pela carência de vitamina C levando a hemorragias, alterações e sangramento das gengivas e queda da resistência às infecções). No entanto, é incomum e geralmente aparecem os sintomas em um período em torno de três meses ou mais;
Pele e cabelo secos: Uma mudança nos cabelos e peles também podem ser um sinal que o corpo não está consumindo um número suficiente de vitamina C e outras vitaminas e minerais essenciais;
Infecções: Se o indivíduo estiver há um grande período sem a quantidade suficiente da vitamina, ele poderá ter dificuldade na cicatrização de feridas e dificuldade na luta contra infecções, pois geralmente o sistema de imunidade do corpo está desbalanceado;
Alteração de humor: as rápidas alterações de humor, temperamento curto e irritabilidade também podem ser um princípio de escorbuto;
Anemia: Também conhecida pela falta de ferro, a anemia também pode ser um possível sinal de deficiência da vitamina C.
Outros sintomas também podem aparecer, como: hemorragias nasais, má cicatrização de feridas, problemas no combate de infecções, dores articulares, mudanças nos ossos, perda de dentes e depressão.
Em casos mais extremos e raros, se não for diagnosticado ou tratada, a deficiência pode levar à falta de ar, febres, convulsões. Em lactantes e crianças, o crescimento ósseo também pode ser prejudicado.
Em adultos, os sintomas se desenvolvem depois de semanas a meses da falta de vitamina C, gerando assim fraqueza, irritabilidade, perda de peso entre outros.
Causas da deficiência de vitamina C
No caso de adultos, a causa principal da falta de vitamina C seria por conta de uma dieta inadequada e falta da mesma na dieta. Atualmente, não é muito difícil encontrar alimentos ricos em vitamina C em seus valores nutricionais, e é possível encontrá-los em qualquer lugar. Mas se a pessoa tem uma dieta com pouca variedade ou apenas rica em produtos industrializados, pode ficar mais difícil de conseguir a quantidade adequada de vitamina c.
ARTIGOS COMPLEMENTARES
Falta de Vitamina B12 – Sintomas, Causa, Fontes e Dicas
Falta de Ferro – Sintomas, Causa, Fontes e Dicas
Falta de Vitamina E – Sintomas, Causa, Fontes e Dicas
Falta de Ácido Fólico – Sintomas, Causa, Fontes e Dicas
Outra causa da ingestão do baixo nível dessa vitamina seria que o corpo pode não estar absorvendo corretamente o que está entrando. Isso pode ocorrer devido ao mal funcionamento dos órgãos ou algum tipo de bloqueio vindo do intestino e cólon. Pode ser necessário verificar qualquer problema digestivo, para isso, procure um médico para melhores exames.
O papel fundamental da vitamina C e seus benefícios
A vitamina C é importante em muitos processos metabólicos. Veja abaixo alguns deles:
Formação do colágeno: O colágeno é usado de diferentes maneiras pelo corpo. O papel principal é de fortalecer a pele, vasos sanguíneos e ossos. O corpo também depende do colágeno para curar feridas;
Função antioxidante: Os antioxidantes combatem os radicais livres (membranas que podem causar danos nas células). A vitamina C é um ótimo antioxidante;
Absorção de ferro: A absorção de ferro é auxiliada pela vitamina C. (Exemplo de alimentos com ferro: feijão e lentilhas);
Luta contra infecção: O sistema de imunidade requer vitamina C para um funcionamento adequado;
Tratamento de gripes: Alguns estudos já feitos mostram que a vitamina também serve na prevenção da gripe e resfriado, além disso, ajudam a controlar alergias;
Protege contra efeitos do estresse: A vitamina C possui um papel fundamental no desempenho da proteção do cérebro e do sistema nervoso contra o estresse. Isso acontece pois são necessários níveis suficientes de vitamina C para síntese de hormônios do estresse como a adrenalina;
Ajuda a diminuir o colesterol: Pois ela tem um papel fundamental na redução do colesterol no sangue. Basicamente acontece isso pois há a conversão de colesterol em sais biliares que podem ser eliminados facilmente do corpo;
Regulam os níveis de açúcar em diabéticos: Pessoas que sofrem de diabetes podem se beneficiar com alimentos ricos em vitamina C, isso porque ela ajuda nos níveis de açúcar no sangue;
Melhora nos sintomas de asma: Como um bom antioxidante, a vitamina melhora na função dos pulmões e vias respiratórias;
Redução de risco da catarata: A vitamina também tem um papel na melhora da visão e previne o desenvolvimento da catarata, isso porque os olhos precisam da vitamina para eliminar os radicais livres que são geradas devido à exposição do sol;
Entre outros: A vitamina C também é usada para diversos outros objetivos como na produção de outras substâncias importantes no corpo, como substâncias químicas cerebrais (neurotransmissores).
DISTURBIOS ALIMENTARES
Distúrbios alimentares: tipos, causas, sintomas e tratamentos
3 de agosto de 2017
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Distúrbios alimentares podem ser originados de hábitos alimentares que tragam danos para a saúde – como a redução extrema ou consumo em excesso de alimentos.
Comuns na fase da adolescência e no começo da adulta, esses distúrbios estão relacionados a uma série de consequências psicológicas, como ansiedade e pressões sociais para o chamado ‘corpo perfeito’.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Americana de Psiquiatria, um por cento da população mundial – cerca de 70 milhões de pessoas – sofrem com transtornos alimentares.
Embora esses distúrbios sejam mais frequentes com pessoas do sexo feminino, com faixa etária entre 12 e 25 anos, no Reino Unido, um estudo feito pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS – sigla em inglês) mostrou um aumento de 67% em homens entre 26 e 40 anos. Os especialistas que realizaram o estudo concluíram que uma parte considerável desses transtornos alimentares está ligada às redes sociais.
Transtorno alimentar é um tema que merece uma atenção especial, por isso separemos os tipos, causas, sintomas e como cada distúrbio pode ser tratado.
O que pode causar um transtorno alimentar?
Pessoas com depressão, ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo estão propensas a um distúrbio alimentar.
Fatores de risco:
Culto excessivo ao corpo
Maus hábitos alimentares
Distorção da imagem corporal
Autoestima baixa
Sentimento de culpa
Questões hormonais
Distúrbios emocionais
Tudo isso está ligado às seguintes condições: saúde psicológica, sociocultural, biológica e genética.
Conheça os tipos e sintomas de distúrbios alimentares
Anorexia Nervosa
Bulimia Nervosa
Transtorno de Compulsão Alimentar
Hipergafia
Ortorexa
Síndrome de Pica
Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)
Vigorexia
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Anorexia Nervosa
Pacientes diagnosticados com anorexia nervosa se autoavaliam com excesso de peso – ainda que estejam abaixo do peso ideal. Exercício físicos exagerados, uso indevido de laxantes, diuréticos, entre outros, fazem parte da rotina do portador de anorexia nervosa.
Sintomas
Peso corporal extremamente baixo (perda de massa e gordura)
Restrição alimentar severa
Falta de vontade para manter um peso normal e saudável
Preocupação em não ganhar peso
Distorção da imagem corporal
No caso das mulheres, inibição do ciclo menstrual.
Gastrite
Descamação e pele seca
Hipotermia
Anemia
Tratamento
O primeiro passo é hidratar organismo. A Assistência de um psicólogo, clínico e terapias, além de medicamentos, faz parte das indicações de tratamentos para a anorexia nervosa. A participação e apoio da família é fundamental para um bom resultado.
Pessoas com anorexia nervosa possuem uma visão distorcida da sua imagem e pensam ter mais peso do que a realidade
Bulimia Nervosa
Pessoas diagnosticadas com bulimia nervosa comem em grande quantidade. Vômitos forçados, uso de laxantes e diuréticos, jejum e exercícios físicos excessivos, está na rotina de quem é portador desse transtorno alimentar. Esses comportamentos podem ocorrer em qualquer lugar e em várias vezes na semana e ao dia.
O que diferencia a bulimia da anorexia nervosa é que uma boa parte dos pacientes conseguem preservar o peso que é considerado saudável pelo Índice de Massa Corporal (IMC).
Sentimentos de vergonha e desprazer está no comportamento do bulímico, por isso a execução das práticos costumam ocorrer em segredo.
Sintomas
Crônica inflamada e dor de garganta
Problemas nas glândulas salivares, como inchaço na região do pescoço e da mandíbula
Erosão do esmalte dentário devido ao ácido do estômago, em decorrência dos vômitos
Descomodidade intestinal e irritação devido ao abuso de laxante
Desidratação grave da purga de fluidos
Desequilíbrio de eletrólitos (níveis muito altos ou muito baixos de sódio, cálcio, potássio, entre outros)
Sangramento retal, quando utilizado laxantes
Tratamento
A participação da família também é indispensável. O paciente precisa sentir que não está sozinho e que sua família não sente vergonha da situação e quer ajuda-lo a sair dessa vitorioso. Os especialistas indicados são clínico, psicólogos, psiquiatras e nutricionistas, além de terapias individuais de grupo ou com a família.
Pessoas com bulimia comem em excesso e depois provocam vômito para eliminar o alimento ingerido
Transtorno de Compulsão Alimentar
A compulsão é dos distúrbios alimentares mais comuns. Pode ser visto em pessoas que perdem o controle sobre o consumo de alimentos. Ao contrário da bulimia e anorexia nervosa, as pessoas com transtorno compulsivo, após os períodos de compulsão alimentar, não seguem comportamentos compensatórios (como exercício físico excessivo ou jejum).
É comum os pacientes geralmente terem sobrepeso ou obesidade. O fator preocupante é que eles são as pessoas com maiores riscos de desencadear doenças cardiovasculares e pressão arterial elevada.
*Culpa, vergonha e angústia em frente à situação, são sentimentos que podem levar à uma compulsão excessiva.
Tratamento
Para um tratamento com bons resultados também é o diagnóstico precoce. Um clínico, psicólogo e nutricionista são um dos especialistas indicados como recursos terapêuticos; e assim como os demais, a interação da familiar é primordial.
Pessoas com compulsão alimentar perdem o controle sobre a quantidade de alimentos ingeridos em uma refeição
Distúrbios alimentares menos conhecidos
Além da anorexia nervosa, bulimia e a compulsão alimentar, existem outros distúrbios alimentares menos conhecidos. Listamos abaixo cada transtorno, seus sintomas e tratamento.
Hipergafia
A hipergafia deriva de um transtorno mental, onde o paciente sofre de problemas traumáticos que enfrentou em algum momento da vida. Entre eles estão: perda de uma pessoa querida ou até de bens materiais e acidentes.
Sintomas
Ganho de peso rápido
Ansiedade
Sintomas depressivos
Em alguns casos, sentimentos de culpa
Inibição do convívio social
Tratamento
A hipergafia tem cura. A assistência de profissionais como clínicos, psicólogos e nutricionista e uso de medicamentos, ajudam no tratamento desse transtorno, além da intervenção familiar.
Ortorexia Nervosa
Está relacionada com a obsessão por alimentos saudáveis e nutritivos de forma exagerada. Ou seja, a pessoa diagnosticada com ortorexia excluiu uma grande quantidade de alimentos com químicas, agrotóxico ou aditivos.
A parte preocupante nisso é que o paciente fica preso nesse cenário. Na maioria dos casos a insatisfação com o corpo o leva a compulsão pelos alimentos saudáveis.
Por não ser muito conhecida, pessoas podem ser portadoras da ortorexia sem saber. Se você tem alguns dos sintomas abaixo, consulte um especialista.
Sintomas
Não ingerem alimentos com sal, açúcar e gordura – o que pode provocar a exclusão de alimentos que são ricos em gorduras boas para o organismo
Quando ‘caem na tentação’ e comem algo fora do planejado, costumam ter o sentimento de culpa – e em alguns casos, levando-os à depressão
Preferem não solicitar ajuda de especialistas da nutrição
Perda de peso excessivo
Dieta restritiva
Dificilmente irá comer algo que não foi preparado em casa
Anemia
Isolamento social
Tratamento
Embora parece inofensiva, a ortorexia precisa ser tratada. Orientação médica, psicológica e de um nutrição são indicados no tratamento.
Alotriofagia
A pessoa que com alotriofagia ou Síndrome de Pica – como é conhecida – consome substâncias não nutritivas (como tijolo, batom, carvão, entre outras). O desejo por esses elementos é classificado como ‘transtorno mental’. Comum em grávidas e crianças.
Sintomas
Intoxicação
Prejuízo no desenvolvimento físico e mental
Tratamento
Acompanhamento com um clínico, psicólogo e nutricionista ajudará o paciente com esse tipo de transtorno.
Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)
O paciente com TCAP consome alimentos em grande quantidades em um período de tempo demarcado – mais comum, a cada duas horas.
Estima-se que entre 27 e 47% das pessoas que fazem cirurgia bariátrica tenham esse transtorno.
O que o diferencia da bulimia nervosa é a não utilização dos métodos compensatórios – laxantes, vômitos e diuréticos.
Sintomas
Sem controle sobre o que e quanto comeu
Sentimentos de angústia subjetiva
Costuma comer muito rápido
Vergonha
Baixa autoestima
Sintomas de depressão
Transtorno Bipolar
Sobrepeso e obesidade
Colesterol acima da média
Tratamento
Uso de medicamentos – entre eles o antidepressivo – terapia cognitivo-comportamental, acompanhamento de um psicólogo e um nutricionista são indicados para o tratamento da TCAP. A psicoterapia é um caminho muito importante para que o paciente aprenda a entender os gatilhos que levam ao comer compulsivo.
Vigorexia
A vigorexia é um transtorno de ansiedade que faz com que o paciente tenha uma distorção de sua imagem. Comum com pessoas do sexo masculino, a vigorexia também é conhecida pelos exercícios físicos intensos.
O que a diferencia da anorexia nervosa é que o paciente costuma se enxergar fraco do que realmente está, por isso a compulsão pelo aumento de massa.
Sintomas
Preocupação exagerada
Distorção da autoimagem
Tendência a automedicação
Métodos extremos de treino
Dietas rigorosas
Abuso de esteroides, cirurgias plásticas desnecessárias,
Em raros casos, tentativas de suicídio
Tratamento
Avaliação médica, psicológica, nutricional, uso de medicamentos para controlar a ansiedade, além de tratamentos terapêuticos envolvendo a família e amigos, fazem parte do tratamento.
Os distúrbios alimentares têm cura, mas se não tratados podem levar o paciente a óbito. Por isso é importante manter um cuidado especial e na medida certa – com você, com seus amigos, família e pessoas próximas.
Filmes relacionados a Distúrbios Alimentares para reflexão do tema
O MÍNIMO PARA VIVER (TO THE BONE)
Gênero: Drama | Comédia
Conta a história de uma jovem com anorexia, que relutava com os tratamentos oferecidos, até um dia conhecer um médico que utiliza um método não convencional para ajudar pessoas com distúrbios alimentares.
CORPO PERFEITO
Gênero: Drama
Uma ginasta que sonha em participar das Olimpíadas recebe uma chance de trabalhar com um dos melhores técnicos do Estados Unidos. Ao ser zombada pelo líder por conta do seu tipo físico, a partir daí a ginasta adere o caminho da bulimia – “comer de tudo sem ganhar peso”.
ANOREXIA – A ILUSÃO DA BELEZA
Gênero: Drama
A jovem dançarina Hannah conhece um site chamado Thinspiration, que apoia a magreza excessiva entre meninas. A partir daí ela para de comer e adere aos exercícios físicos exagerados. Ao perceber a nova rotina da menina, a família procura ajuda.
Procure ajuda
Se você se identificou com alguns dos distúrbios alimentares citados acima, procure ajuda. O primeiro grande passo para a cura é reconhecer a necessidade de um tratamento. Um psicólogo pode ajudá-lo a compreender os gatilhos que levam à distorção de imagem e a dificuldade de manter uma dieta equilibrada e saudável.
Os disturbios alimentares são um conjunto de doenças, em que uma pessoa está tão preocupada com a comida e o seu peso que muita das vezes não consegue pensar noutra coisa. Os principais tipos de distúrbios alimentares são a anorexia nervosa, bulimia nervosa e compulsão alimentar.
Os distúrbios alimentares na adolescência aparecem frequentemente, mas também podem se desenvolver durante a infância ou mais tarde na vida.
Os distúrbios alimentares não diferem entre género, raça , classe ou idade. Eles podem afectar qualquer um. A maioria das pessoas com distúrbios alimentares são mulheres, mas os homens também começam a ter distúrbios alimentares.
Ao contrário do que se pensa um disturbio alimentar não se baseia apenas em comida.
Um distúrbio alimentar pode passar despercebido por um longo período de tempo, e geralmente quando é reconhecido quem sofre com a doença nega que tem problemas alimentares.
Estes distúrbios geralmente coexistem com outras doenças como a depressão o abuso de substâncias ou a ansiedade.
Os distúrbios alimentares podem causar graves problemas físicos e pode até ser fatal.
O tratamento para os disturbios alimentares geralmente envolve psicoterapia, educação nutricional, aconselhamento familiar, medicamentos e hospitalização.
Tipos de Distúrbios Alimentares
Anorexia
O que é a anorexia?
É uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar devido à obsessão de magreza e ao medo mórbido de ganhar peso.
É ainda uma doença bastante complexa pois além da limitação da ingestão de alimentos envolve ainda componentes psicológicas, fisiológicas e sociais.
Características de uma pessoa que sofre de anorexia nervosa:
-Recusa em manter o peso corporal igual ou acima do mínimo normal adequado à idade e à altura.
-Medo intenso de ganhar peso ou se tornar gordo, mesmo quando está com o peso abaixo do normal.
-Perturbação no modo de vivenciar o peso ou a forma do corpo (negação do baixo peso corporal).
Causas que levam a este distúrbio alimentar:
-Influência dos massa media -impõe o estereótipo de que a magreza é um factor importantíssimo, senão indispensável, para o sucesso social e económico de uma pessoa.
-A interacção sociocultural mal adaptada
-Personalidade vulnerável
-Mecanismos/processos psicológicos menos específicos
-Factores biológicos:
– Alterações hormonais;
– Disfunções de neurotransmissores cerebrais (ligados a regulamentação normal do comportamento alimentar e manutenção do peso);
– Disposição genética (maior probabilidade em gémeos monozigoticos do que em visigóticos);
– Hereditariedade (doentes parentes de 1ºgrau que sofrem/sofreram de anorexia tem um risco aproximadamente oito vezes maior para desenvolver a doença);
– Sistemas familiares (conflitos, envolvimento das crianças em tensões familiares, pais ausentes mães que competem com as filhas física e socialmente);
– Profissões (ligam beleza a magreza (bailarinas, modelos, etc.)).
Consequências:
ØSintomas depressivos:
– Humor deprimido;
– Retraimento social;
– Irritabilidade;
– Insónias;
– Sentimento de inutilidade.
ØAumento elevado de ureia sanguínea
ØDesidratação do organismo
ØAlteração de várias substâncias fundamentais ao equilíbrio do organismo
ØA auto-indução do vómito provoca alcalose metabólica
ØO uso de laxantes causa acidose metabólica
ØNas mulheres a diminuição do estrogeno sérico
ØNos homens a diminuição dos níveis de testosterona
ØDiminuição do ritmo cardíaco (bradicardia sinusal)
ØArritmia cardíaca.
ØAumento da razão ventricular-cerebral
ØAmenorreia (supressão de menstruações)
ØPrisão nos intestinos
ØDores abdominais
ØIntolerância ao frio
ØLetargia e hipotermia
ØHipotensão
ØOs pelos do tronco tornam-se mais finos desenvolvendo lanugo
ØMORTE
Tipos de anorexia nervosa:
TIPO RESTRITIVO
Neste tipo a perda de peso é conseguida através de dietas, jejuns e/ou exercícios excessivos.
TIPO COMPULSIVO PERIODICO/PURGATIVO
Neste tipo alguns pacientes comem compulsivamente e logo realizam a purgação, mas na sua maioria estão os pacientes que pouco ou nada comem e que mesmo assim fazem o processo de purgação mediante vómitos auto induzidos ou uso de laxantes, diuréticos ou edemas.
Os pacientes/doentes de anorexia nervosa do tipo compulsivo periódico/purgativo estão mais propícios ao abuso do álcool ou outras drogas, são bastante mais activos sexualmente e com maior instabilidade do humor.
Possível tratamento:
A primeira e principal dificuldade em relação ao tratamento é a negação da doença e a desconfiança em relação aos médicos, pois vêem-nos como inimigos e em que a única coisa que lhes interessa é faze-los perder a vontade de controlar os seus pesos.
Por isso o médico não deve focar ou tornar apenas os hábitos alimentares saudáveis/normais e o ganho de peso como os únicos objectivos.
Dependendo das condições clínicas do paciente, é necessário proceder ao internamento do doente para restabelecimento da sua saúde e a família deve ser informada sobre a gravidade do problema não dando falsas expectativas nem dizer-lhes que a cura será fácil.
Neste caso, em que o doente é internado, procede-se à correcção hidroeletrolitica (dieta hipercalórica), correcção das possíveis alterações metabólicas e inicia-se um tratamento psiquiátrico.
A psicofarmacoterapia é indispensável e normalmente faz-se com anti- depressivos que tenham como efeito colateral também o estimulo do apetite e o ganho de peso e caso haja necessidade de sedar o paciente (quase sempre é necessário) é recomendado que seja feito com neurolépticos e de preferência aqueles que aumentam o apetite.
Apesar de todo este processo e das melhoras é bom que se lembre que as recaídas são frequentes e nos casos de internamento a taxa de recidiva imediata é superior a 25%, por isso o seu acompanhamento deve ser feito por muitos anos.
Bulimia
O que é a bulimia?
A bulimia é um transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de “orgias alimentares”, no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controlo sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.
Obesidade
O que é a obesidade?
A obesidade é mais do que um problema com a aparência, é um perigo para a saúde. Pode define-se a obesidade como um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia, em que o excesso de energia consumido leva a um aumento de gordura corporal.
A obesidade é fruto da interacção entre factores genéticos e ambientais, e também factores alimentares e psicológicos.
A obesidade assume proporções epidémicas, estando-se a verificar um aumento galopante da sua incidência nos países ocidentais. Mais de 60%dos indivíduos nos países desenvolvidos têm excesso de peso e 22% são obesos.
Em Portugal, estima-se que a prevalência da doença seja de 13%para o sexo masculino e de 15% para o sexo feminino, havendo cerca de 4,5 milhões de portugueses com pré-obesidade, ou seja, excesso de peso.
Existem vários métodos de classificação de obesidade que são:
1. Índice de Massa Corporal (IMC)
Este índice e medido em Kg/m² que foi encontrado através de estudos de densitometria corporal, como o indicador mais preciso do grau de “gordura” para todas as alturas. O índice de Massa Corporal é usado para classificar a obesidade e estimar o risco relativo de doença comparado com as pessoas de peso normal.
A obesidade é um problema de saúde grave pois esta associado a doenças debilitantes, progressivas e com o risco relativo de aumento de mortalidade em relação a população normal quando o Índice de Massa Corporal é igual ou superior a 30Kg/m².
2. Perímetro da cintura
E medido no ponto intermédio entre a Crista Ilíaca e o Bordo Inferior da caixa torácica ( ultima costela), e uma medida simples e adequada que apresenta uma intima correlação com a acumulação de tecido adiposo abdominal.
Não aplicado a atletas, crianças e mulheres grávidas ou a amamentar.
Sexo Aumento do risco Risco muito aumentado
Homens >= 94cm >= 102cm
Mulheres >= 80cm >= 88cm
Outra forma de classificação é baseada no quociente cintura/anca, determinação simples que indica a distribuição de gordura no organismo. Com base no quociente cintura/anca distinguem-se dois tipos de obesidade:
-obesidade andróide ou central (forma de maçã). Quando a gordura está localizada sobretudo no tórax, abdómen e face, associa-se a um risco superior de dislipitemias, diabetes, doenças cardiovasculares e mortalidade em geral.
-obesidade ginóide ou periférica (forma de pêra). Localiza-se basicamente nas ancas e nádegas. Associa-se a problemas de retorno e artroses nos joelhos.
Multiplicidade de factores
1. Factores alimentares:
Os hábitos alimentares incorrectos aprendem-se, maioritariamente, na infância. A sociedade actual impõe determinados hábitos alimentares que condicionam a obesidade.
Sempre que a energia proveniente da alimentação for superior àquela que gostamos, as calorias excedentes armazenam-se no tecido adiposo sob a forma de gordura.
O pão, as batatas, as leguminosas secas como o grão e o feijão, o arroz e a massa não são os “maus da fita”. São alimentos que devem entrar em quantidade suficiente na nossa alimentação, porque são ricos em hidratos de carbono, o que não significa ingeri-los em excesso.
Os alimentos ricos em gordura, seja de adição (margarina, óleo, azeite, natas, manteiga) ou de constituição (a que faz parte dos alimentos), são facilmente portadores de umas “calorias extras” que rapidamente são armazenadas no nosso organismo, aumentando a gordura corporal.
As bebidas alcoólicas podem contribuir para aumentar a gordura corporal, porque o álcool aporta muitas calorias “vazias” (sem nenhum valor nutritivo), que são utilizadas pelo organismo imediatamente.
Os alimentos e bebidas muito doces são responsáveis por aumentar muito o valor calórico de uma refeição, podendo estimular o apetite e contribuir para o ganho de peso.
O hábito de fazer refeições desorganizadas ou à pressa (ricas em alimentos gordos e/ou doces) ou refeições muito abundantes (ricas em calorias), provoca um aumento do número e tamanho das células adiposas (as células que reservam a gordura) podendo conduzir ao aumento de peso.
2. Factores ambientais/sociais:
Inclui os hábitos de estilo de vida, como o que a pessoa come e seus hábitos de actividade física.
Não deve saltar refeições, pequeno-almoço e nem fazer convívios sociais à mesa.
Também o tabaco destaca-se na sociedade em relação à obesidade. Ela ocorre quando uma pessoa deixa de fumar, porque o fumador possui um metabolismo basal mais elevado enquanto fuma do que depois de deixar de fumar.
3. Factores psicológicos:
Estes factores também podem influenciar os hábitos alimentares. Muitas pessoas comem como resposta a emoções negativas, como tristeza, tédio ou raiva.
Durante os episódios de compulsão alimentar a pessoa ingere grandes quantidades de comida e sente que não consegue controlar o quanto está comendo. Aqueles com problemas de desordem de compulsão alimentar mais severos também têm maior probabilidade de ter sintomas de depressão e baixa auto estima.
Colesterol
O que é o colesterol?
O Colesterol é um álcool poli cíclico de cadeia longa, usualmente considerado um esferóide, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais. É um componente essencial das membranas celulares dos mamíferos. O colesterol é o principal esterol sintetizado pelos animais, mas pequenas quantidades são também sintetizadas por outros eucarísticos, como plantas e fungos.
Diabetes
O que é a diabetes?
A diabetes é uma doença crónica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a glicose proveniente dos alimentos.
Anemia
O que é a anemia?
A anemia é a falta de células sanguíneas vermelhas e/ou hemoglobina (é a proteína que carrega oxigénio nas células vermelhas do sangue e é o pigmento que dá cor aos glóbulos vermelhos/eritrócitos).
Essa falta de células provoca a redução da capacidade do sangue transferir oxigénio para os tecidos, pois a hemoglobina tem que estar presente para garantir a oxigenação adequada de todos os tecidos do organismo.
Os sintomas da anemia são vagos mas o mais comum é a sensação de fraqueza ou fadiga e em casos mais graves, falta de ar. Em situações mesmo severas o organismo tem uma resposta compensatória na qual o trabalho cardíaco é aumentado, levando a palpitações e transpiração, este processo pode ocasionar falha cardíaca em idosos, também é notável palidez.
O hemograma é o exame fundamental para o diagnóstico da anemia.
A única forma de diagnosticar a anemia é através de exame de sangue, geralmente é feita uma contagem completa do sangue que, além de mostrar a quantidade de células sanguíneas vermelhas e nível de hemoglobina também mede o tamanho das células vermelhas, o que é importante para distinguir entre as causas da anemia. Por vezes é necessária a realização de outros exames para distinguir a causa, através de exame microscópico do esfregaço sanguíneo é possível classificar a anemia pelo tamanho das células. O tamanho é reflectido no volume corpuscular médio:
Se as células forem menores que o tamanho normal, é dito que a anemia é microcítica
Se as células têm tamanho normal, é normocítica
Se as células forem maiores que o tamanho normal, é macrocítica ou megalobástica
Tipos de anemia:
*Anemia microcítica
O tipo mais comum de anemia é o decorrente de deficiência de ferro (este constitui uma parte essencial da hemoglobina e baixos níveis desse mineral resultam em incorporação diminuída de hemoglobina em célula vermelha) e ocorre quando o consumo na dieta ou absorção de ferro é insuficiente.
*Anemia normocítica
Pode ser causada por perda de sangue aguda, doença crónica ou falha em produzir quantidade suficiente de células vermelhas.
*Anemia macrocítica
A causa mais comum deste tipo de anemia é a defeciência de vitamina B12 e /ou ácido fólico, devido á ingestão inadequada ou absorção insuficiente.
O alcoolismo pode causar anemia macrocítica.
Anemias por agressão periférica aos eritrócitos:
Malária
Anemia hemolítica imunológica
Anemia por fragmentação dos eritrócitos
Anemias decorrentes de doenças da medula óssea:
Anemia aplástica
Leucemias e tumores na medula
Tratamento da anemia por carência de ferro
Uma vez instalado este tipo de anemia, deve-se tentar corrigir os valores de ferro através do uso de ferro medicamentoso.
O sulfato ferroso é o sal mais indicado pela sua absorção e baixo custo.
Em caso de perda crónica de sangue, tem que se identificar e tratar a causa.
Para as crianças, a dose de ferro para o tratamento é de 3 mg/dia.
Embora a melhora clínica e normalização das concentrações de glóbulos vermelhos e de hemoglobina ocorram precocemente com a reposição de ferro, a dose terapêutica deve ser mantida por 3 a 4 meses para a reposição dos valores.
Para os adultos, a dose terapêutica é de 60 mg de ferro elementar, o que corresponde a um comprimido de 300 mg de sulfato ferroso.
Devem ser tomados alguns cuidados para maximizar a absorção de ferro:
*Ingestão 30 a 60 minutos antes das refeições
*Não diluir o medicamento em nenhum líquido
*Ingerir sumo de frutas cítricas após o uso do medicamento
Caso essas medidas não resultem, pode-se substituir o sulfato ferroso pelo gliconato ferroso mas, devido ao seu menor conteúdo de ferro, exige um tratamento mais prolongado.
Ortorexia
O que é a Ortorexia?
A ortorexia é um transtorno alimentar recentemente diagnosticado, que surge quando a pessoa se torna obsessiva quanto aos padrões daquilo que come. Ao contrário da anorexia ou bulimia, a pessoa permite-se comer, mas fica tão obcecada com o que come que todos os seus pensamentos ficam ocupados com a dieta.
Vigorexia
O que é a vigorexia?
Traduz-se numa prática exagerada de exercício físico e, muitas vezes, na ingestão de substâncias químicas (anabolizantes) para aumentar a massa muscular. A população de risco desta doença é os adolescentes e jovens, nomeadamente do sexo masculino.
Informações
- Descrição
- Notas sobre Vitaminas, criado por BlackTube . em 30-03-2018.
- Criado por
- BlackTube . · mar 2018
- Atualizado
- 3 abr 2018
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