24- Schopenhauer
Slides do conjunto (6)
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- Pessimista: “viver é sofrer”
- Teve influencia do hindu, budismo e Kant
- Influenciou Nietzsche e Freud
- Era crítico de Hegel
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- “O mundo é minha representação”: nós não conhecemos a realidade, o que conhecemos é o que somos capazes de conhecer, ex.: não conhecemos o sol, conhecemos o que somos capazes de observar sobre o sol. Existem as coisas em si e o que somos capazes de conhecer dessas coisas. A representação é como percebemos o mundo, e a percepção pode mudar para cada pessoa.
- "torna-se claro e certo que não conhece sol e terra alguma, mas sempre um olho que vê um sol, uma mão que toca a terra"
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- Vontade para Shop:
- Tendo em vista que a realidade em si está encoberta, quando pensamos e agimos, pensamos que somos nós que estamos controlando nossas ideias, mas Shop diz que não, quem controla é a vontade, que é um cego robusto que carrega um aleijado que enxerga (nós seríamos o aleijado), a vontade é cega, egoísta e irracional. A vontade é como um salmão, que se mata subindo o rio para reproduzir, ele também associa isso ao casamento. Isso é ruim para o indivíduo, mas bom para a espécie.
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- Felicidade para Shop: satisfação momentânea, passageira, e logo a infelicidade e sofrimento voltará. E se estivermos em um lugar em que tudo é perfeito, tendo uma satisfação plena? O ser humano morreria de tédio. Se o sofrimento é uma realidade, o que fazer? Ele chamou o budismo e o hinduísmo para auxiliar na busca por essa resposta, esses buscam o equilíbrio do viver, nirvana (um patamar espiritual), através da meditação e dos mantras. Seremos livres e felizes se nos livrarmos um pouco do querer, aprender a sufocar as vontades, e assim se tornar independente. Ele também fala da compaixão e empatia, e da música e da arte para escapar do sofrimento, ao contempla-las acalmamos o espírito, tem nelas a realização da própria vontade.
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- “A vida humana, pois, passa-se toda em querer e em adquirir. O desejo, por sua natureza, é dor: sua realização traz rapidamente a saciedade: o objetivo não era mais que uma miragem; a posse mata todo encanto; o desejo ou a necessidade de novo se apresentam, sob nova forma: se não, é o nada, é o vazio, é o tédio que chega.”
- “È quase sempre preciso que grandes sofrimentos tenham quebrantado a vontade para que a negação do querer possa produzir.”
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- Critica o idealismo Hegeliano:
- Hegel falava da dialética, método dialético (tese, antítese, síntese), racional, que as ideias transformam o mundo. Schop não acha isso, para ele as ações humanas são movidas pelas nossas vontades, de viver, de se alimentar, de adquirir algo, e lutar muito para ter aquilo, mas essa luta é mais pela paixão (sentimental) do que pela razão.
Informações
- Descrição
- - Filosofia Slides sobre 24- Schopenhauer , criado por Ana Castro em 19-06-2019.
- Criado por
- Ana Castro · jun 2019
- Atualizado
- 16 set 2019
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