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ORTOPEDIA

Carol Santos Português 16 slides

Slides do conjunto (16)

  1. CONSOLIDAÇÃO DE FRATURAS

    • reparar a lesão --> contato ósseo
    • promover estabilidade --> imobilização --> se começar mais que 1 mes começa a ter rigidez
    • remodelar o osso --> esse processo é maior até 7 anos aceita o encurtamento porque vai ter um hipercrescimento depois; em torno de 6 meses; no adulto só aceita encurtamento no membro superior
    • retorno a função
    • inflamação --> reparo --> remodelação
    • Principios: redução da fratura e fixação, estabilidade com fixador ou imobilização, preservamentos do suprimento sanguineo e mobilidade precoce
    • CLASSIFICAÇÃO
    • fratura exposta >6h já é considerada contaminada
    • localização --> tipo de traço --> se é indicado ou não operar as vezes na criança só coloca gesso
    • tipo de gravidade, energia
    • onde, como, quando
    • TIPO A (traço simples): gesso --> importante não ter desvio rotacional
    • obliquoa curta/transverssa: até 30 graus --> mais dificil de consolidar
    • obliquoa longa --> mais de 30 graus --> mais instavel --> tem que fixar para não deslizar
    • espiral/torção --> mais facil de consolidar
    • TIPO B (multifragmentar com cunha): se for criança coloca gesso e no adulto cirurgia --> fixa o fragmento e poe uma placa de contensão
    • TIPO C (multifragmentar complexa): cirurgia --> na C3 - cisilhamento --> trata sem abrir foco de fratura --> redução e fixação biologica
    • REDUÇÃO
    • restaurar a correta posição dos fragmentos de uma fratura
    • incruenta (fechada coloca no lugar sem abrir) ou cruenta (abre na cirurgia)
    • fratura articular: redução anatomica --> abre o foco de fratura --> fazer uma redução direta vendo os fragmentos --> fixar --> para ter movimentação precoce e não artrose
    • fratura diafiária: preservar o comprimento, não pode aceitar desvios angulares nem rotacional
    • suve, atraumática, preservar vascularização (tibia, úmero, escafoide --> pouca vascularização)
    • 5 nervos do braço: subcutaneo, axilar, mediano, radial e ulnar
    • DIRETA: abre o foco de fratura --> pega a pinça fecha e reduz --> coloca um parafuso mais perpendicular possiível ao traço de fratura com placa de contensão no obliquo e na traversa faz redução com a pinça e traciona fazendo uma placa de compressão; indicações --> fratura articular, antebraço, diafise tipo A ou B --> se deformidade for inferior a 2% é absoluta e entre 2-10% é relativa tendo uma maior mobilidade
    • Estabilidade absoluta: parafuso interfragmentário (tíbia --> parafuso perpendicular a linha da fratura --> rosca depois do traço de fratura --> faz uma compressão --> deixa a linha articular mais anatomica para não ter artrose/rigidez, importante preservar a articulção tratando rápido e depois coloca a placa / placa de compressão --> na transversa coloca a placa mais distal --> aperta o parafuso e aproxima fazendo uma compressão no foco de fratura tendo um contato ósseo / banda de tensão --> faz c ompressão --> na flexão faz compressão maior porque as forças atuam no sentido da fratura --> passa dois fios e amarra --> não passar muito acima porque na hora da compressão pode abrir --> consegue fazer flexo estensão como na patela e olecrano, força de tensão em compressão
    • INDIRETA: não precisa abrir o foco de fratura mas vai ser corirgica usando osteossintese biológica --> te,m que ficar coberta por tecido mole para não deixar fragmento solto e perder vascularização --> faz na diafisaria e metafisaria; materiais --> distrator: coloca um parafuso + distrator + haste vai virando a chavinha fazendo redução e vai consolidando ou usar uma placa ponte com 3 parafusos no mínimo), mesa de tração: vai virando a manivela tracionando até fazer redução coloca placa ou haste), manobras com implante (placas de compressão com rosca --> idela pelo menos 3 fios na cortical que são 6 e 2 parafusos); planejamento pré operatórioo --> poupa tempo e energia, evita improvisação, seleciona os implantes e projeta resultado
    • Estabilidade relativa --> osteossintese biologica --> fixador externo (até 3 semanas para preservar comprimento e desvios pode tirar os pinos e colocar placa para não ter infecção - gaiola para perda óssea grande - corta a cortical --> roada a chavinha 1/4 4X ao dia trazendo o osso 1mm/dia; faz redução --> estabiliza com placa/parafuso --> na relativa tem uma mobilidade maior, placa em ponte (parafuso em cima e em baixo deixando os fragmentos), haste intramedular (preserva comprimento resultando em colocar parafuso na parte distal)
  2. FRATURA ANTEBRAÇO

    • em adultos é cirurgico
    • ossos: radio e ulna
    • face anterior: membros flexores pronadores, nervo mediano e ulnar
    • face posterior> membros extensores supinadores, nervo radial :
    • Mecanismo: trauma de alta energia, trauma direto (Acidentes), trauma indireto (queda de altura)
    • Avaliar: partes moles, neurológica, vascular, sindrome compartimental --> dor na movimentação é o sinal mais precoce, paralisia, parestesia, ausencia de pulso e palidez
    • Raio - x: AP e perfil --> nivel da fratura, desvios, encurtamento, cominuição
    • Classificação: estaveis ou instaveis, expostas ou fechadas, complexidade (simples - sem lesão ligamentar e complexa com lesão ligamentar - Monteggia e Galeazzi), traço unico (ulna com radio intacto), em cunha (radio com ulna intacta) e complexa (Ambos)
    • Monteggia: fratura na diáfise da ulna com luxação na cabeça do radio --> emergencia porque teve luxação --> reduzir a ulna, lesão lervosa associada (Radial ou interósseo posterior); tratamento: redução da luxação e fixação com placas e em crianças fazer o tratamento fechado
    • Galeazzi: fratura diafiisaria do radio com luxação na ulna distal --> emergencia --> tem que reduzir pra nao dar rigidez, dano vascular mais raro *se for na cabeça do radio tem dor na prono supinação
    • Mecanismo: golpe direto no lado dorso lateral e queda sobre mão estendida, tratar com redução anatomica, ruptura dos meios de contenção articular --> capsula e fibrocartilagem triangular é grave, deformidade >10% tem limitação do movimento, movimentação precoce
    • Ambos --> redução com placa parafuso no adulto --> escoriação nao consegue colocar essa placa ai colocador fixado externo
  3. FRATURA FEMUR

    • fratura frequente que na maioria consolida
    • tratamento individualizado: idade, tipo, fatores sociais, risco X beneficio, discutir com a familia
    • abaixo de 3 anos é mais espancamentos; queda de altura, acidentes automobilistico
    • Neonatal 2 anos: gesso imediato 24-48h --> internação investigativa --> espancamento --> só consolida nao precisa operar
    • 3-5 anos: gesso imediato com <2cm de encurtamento, seguimento semanal, não exceder 20 graus de desvio
    • 6-11 anos: gesso precoce --> evita risco de cirurgia, --> tração esqueletica --> 7-21 dias >2cm de encurtamento, gesso 90/90 --> flete o joelho no quadril com fixação externa ou interna
    • 13 anos: exposta IIIC --> por por uma placa na diafise não pegando placa de crescimento
    • Fixação externa: 10 anos --> fratura fechada --> trauma leve ve se tem tumor ou defeito fibroso cortical --> coloca gesso e consolida, as vezes é contra indicado cirurgia como em um tumor
    • Fixação interna: hastes flexiveis para não ter epifordese precoce nao pegando placa de crescimento --> não colocar placa só haste --> fratura fechada com 12 anos
    • operar só em quadro de infecção
    • COMPLICAÇÕES
    • deformidades angulares
    • deformidade torcionais (normal de 10-30 graus)
    • aceitaveis de 15 graus principalmente em crianças que ainda vai remodelar
    • discrepancia de comprimento (2-3 cm usa palmilha ou salto e >4cm gaiola)
    • hipercrescimento médio 1,5cm
    • osteoclasia + tração ou fixador externo
  4. MEDICINA ESPORTIVA - caso 1

    • CASO 1
    • lesão na parte muscular não é cirurgica só na parte tendínea --> ruptura muscular (conservadora - muleta) ou no tendão calcaneo pode diminuir a vascularização e romper
    • HD: lesão do tendão calcaneo
    • EF: inspeçaõ estatica (olhar os dois tornozelos e procurar edema), dinamica (pede pra andar e nao consegue levantar a perna), palpação, Testes especiais --> de Thompson --> comprimir a panturriha --> o pé faz uma dorso flexão agora se apertar e o pé não fazer esse movimento é porque esta rompido)
    • Tratamento: cirurgia --> indicado para pacientes ativos que desejam recuperar a força de flexão --> passa uma agulha transversal e passa outra ficando com dois fios assim como na parte distal --> junta os dois --> aproxima --> dar um ponto --> hipertrofi; verificar a vascularização se for muito medial pode ter complicações na pele; complicações --> perda da força flexão plantar, ruptura, infecção e deiscencia; imediatamente --> imobilização, gelo por conta de edema e mureta (se deixar distancia mais a parte proximal da distal; conservador --> gesso longo ou curto mantendo o tornozelo em flexão plantar indicados para pacientes inativos ou contra indicação da cirurgia
    • Tendão fibular curto --> torce o tornozelo --> fratura na base do quinto
  5. caso 2

    • torceu o tornozelo --> palpar a base do quinto dedo pode ter fraturas, palpar ligamento talo fibular anterior, ver estabilidade, ligamento medial do tornozelo (se romper tem que refazer o ligamento)
    • HD: lesão ligamentar fibular talo anterior
    • EF: edema, equimose, precisa palpar --> Teste de Esbilidade do tornozelo de eversão/inversão --> puxa um pra cima e outro pra baixo comparando sob anestesia e faz raio - x --> gaveta anterior --> tem que operar porque pode lesionar a cartilagem
    • Tratamento: gelo, imobilização, evitar cargas (moleta para estabilizar o tornozelo --> se for muitos instavel coloca gesso por 6s e se continuar opera), se a intensidade da força for grande --> edema ósseo --> necrose óssea (osteocondrite), repouso articular, gesso, elevar a extremidade para evitar edema de compressao de vasos --> distrofia simpatica reflexa --> perda de força --> precisa aumentar a vascularização para ganhar propriocepção atraves da fisioterapia), libera quando as duas panturrilhas estiverem simétricas quer dizer que não tem instabilidade, imobilização com goteira gessada evitando edema, reabilitação; se for atleta opeta por avulsão - reparo cirurgico do ligamento ou se não faz tratamento conservador gesso por 6 semanas e carga com 203s
    • Reabilitação: meios fisicos (Calor profundo), ganho de amplitude de movimento, fortalecimento dos musculos fibulares, propriocepção
    • Complicação: dor, instabilidade residual, degeneração articular
  6. caso 3

    • Dores na região anterior da perna --> dores de esforço --> fratura de estresse na tíbia
    • HD: fratura de estresse, osteomielite, tumores ósseos, dores musculares, tendinite, defiormidade tíbia varo e valgo
    • quando tem troca óssea entre as células se inverte fazendo edema ósseo e fratura de estresse ao correr
    • EF: dor a palpação, edema e tumefação, aumento da dor em pé, dor a palpação na musculatura adjacente, dor a fllexão plantar e dorso flexão ativa contra resistencia
    • Exames: cintilografia e RNM
    • Tratamento: diminuição das atividade, muletas, imobilização gessada não é tao necessario
    • Pode ter muita fratura de estresse no terceiro e quarto metatarso
    • Reabilitação: ganho de força muscular, retorno gradual das atividades, caçaldo adequado
  7. caso 4

    • dores no ombro --> tendinite do manguito rotador --> supra espinnhal, infra espinhal, redondo menor e subescapular
    • HD: instabilidade gleno umeral, bursite de ombro
    • EF: Testes de estabilidade --> gaveta anterior do ombro --> úmero empurrado para frente para determinar a quantidade de deslocamento anterior em relação a escapula, Teste de relocação --> ombro do paciente em 90 graus de abdução e rotação maxima externa --> aplica uma pressão A-P na cabeça do umero, Teste de apressão --> elevar o braço até tantos graus se elevar muito pode sentir dor, Teste de Fulcro --> paciente deitado ve se tem estabilidade,, Teste do suico --> pressiona o braço do paciente para baixo e ve se tem sulco inferior do acromio, Teste de Feagin --> empurra o baixo pra baixo e positivo se tem o sulco do processo coracoide, Teste de Sped (dor no tendão bicipital - instabilidade), Teste do supraespinhal (lesão ou inflamação do supraespinhal - rodar o braço internanmente), Teste de Neer (presença de choque subacromial - afetando o manguito), Teste de Gerber (subescapular ve se tem dor ou menos força), Yergason (tenopatia bicipital), Teste de Y (cabeça longa do biceps)
    • Raio - x em AP rodar 30 graus e comparar, perfil de escapula e ve luxação anterior ou posterior / rotura tendão supraespinhal na RNM fica mais branco pelo liquido e lesão labral (inserção da capsula com glenoide)
    • Miotesite: inflamação localizada no local de inserção do tedão ao osso --> por esforço repetitivo
    • t
    • Tratamento: diminuir atividade fisica, AINH, analgesico, alongramento, fortalecimneto, se não for atleta faz fisioterapia, infiltração de corticoide = rotura
    • Complicações: dor cronica, rotura tendinea ou avulsão, perda de performance
  8. caso 5

    • dor na região anterior do joelho --> ruptura de tendão patelar
    • HD: lesão no tendão patelar, lesão no tendao do quadriceps
    • vista lateral e medial
    • Raio-x: AP, perfil, axial de patela em 30 graus, intercondilar
    • EF: Inspeção (Edema, atrofia), palpação, avaliar força e amplitude, manobras de extensão e flexão
    • Comprimento da patela: superficie articular - ve os dois indices --> inservação alta --> patela alta --> mais instavel e mais dor --> ruptura do tendao patelar subindo a patela *se for pelo quadriceps a patela vai pra baixo
    • Tratamento: dor - AINH, muleta, alongamento do quadriceps, fortalmecimento muscular
    • Complicações: rotura do tendão patelar, patela alta/baixo --> fisio/cir, condromalacia (patela femural - problema pra super escada, problema na cartialgem pode evoluir para artrose femoro patelar), calcificação, osteconddrite (Dor em subir e descer)
  9. EMERGENCIA - caso 1

    • dor no joelho, coxa direita, não permitindo mobilização no quadril, cabeça do femur mais afastado do acetabulo --> tem liquido --> não adianta só dar ATB tem que drenar --> ostemioelite (anemia falciforme tambem faz --> Salmonela)
    • Bactéria mais comum: Staphylococcus aureus --> local do osso que tem mais infecção é a metáfise (mais vascularizado)
    • Osteomielite --> pus no osso --> pode ter uma pioartrite associada principalmente no RN que tem epifise e metafise comunicadas --> dor mais intensa e mobilização da articulação
    • Exame laboratorial: PCR, hemograma, VHS --> se tiver alterado --> drena e colhe cultura --> ATB para Staphylococcus e depois espera o antibibiograma e da para a bacteria especifica
    • Pode fazer a punção --> se for mais posterior é mais difícil
    • Trtamento: drenar --> abrir --> artrotomia --> ATB --> 3 semanas EV e VO ate VHS normalizar
    • drenagem cirurgica: abre a capsula --> lava --> deixa um dreno 24h --> ATB --> depois que drena pode fazer uma tração cutanea para não sentir dor, mobilização articular *TB óssea --> anquilose --> fusão de articulação --> ATB prolongado
    • Complicações: pode ter uma perda óssea destruindo a eífise, anquilose, 10cm de encrtamento do femur --> cirurgia ou alongamento porque protese em criança é ruim não tendo um bom resultado e no adulto pode infeccionar
    • DD: tumor ósseo/infecção (paciente com dor que não melhora por 15 dias, importante não tentar por a mão --> na biopsia coloca a endo prótese para não contaminar)
  10. caso 2

    • dor na perna esquerda com ferimento abundante, goticulas amareladas (sinal que pode ter fratura), tibia e musculatura esta exposto, grande contaminação
    • Fratura: saber o local, como se for de alta/baixa energia, quando ? mais que 6h ja é contaminada --> se for exposta --> é qualquer comunicação com o meio externo do foco de fratura , mobilizar do jeito que esta
    • Raio-x: da fratura com uma articulação abaixo e uma acima, ver estado geral (tirar o colar cervical só depois que fizer o raio-x não tendo fratura), ver quantos cm tem esse ferimento - Gustillo que analisa contaminação, extensão, cominuição
    • ferida menor que 1cm, contaminação minima, minima lesão de partes moles com pequena comuinuição
    • ferida maior que 1cm e menor que 10cm, contaminação moderada, comunuição moderada, lesão de partes moles
    • a) maior que 10cm, muita contaminação e cominuição, partes moles cobrem oferimento b) parte mole não cobre o ferimento tendo perda de substancia e c) lesão arterial --> lavar o paciente + 10L de soro --> deblidamento grosseiro --> se paramenta como se fosse cirurgia limpa --> primeiro estabiliza a fratura com fixador externo e depois faz arteriorrafia
    • Prognostico: pior quanto maior tempo, até 6h é potencialmente contaminada, 6-12h potencialmente infectada e mais de 12h é infectada
    • Objetivo: transformar a fratura exposta e contaminada em fechada em limpa --> tem 3 semanas se for mais o fixador externo pode contaminar --> entrar com ATB de amplo espectro e em altas doses EV e profilaxia antitetanica
    • Tratamento cirurgico: debridamento dos tecidos inviaveis, fixador externo (importante não pegar o nervo *quando tem uma perda óssea e não tem espaço pra coloca a gaiola juntando 1mm por dia bom até o fim*), fazer cobertura de partes nobres, retalho, se tiver muita pele pode tentar aproximar se for uma fratura em um local limpo mas se for do tipo III que é altamente contaminada não tenta fechar porque vai infectar e necrosar a pele tem que ficar limpando depois tira o fixador e substitui por uma haste/placa, dreno
  11. caso 3

    • pacinete vitima de atropelamento, equimose na pele, hematoma escrotal (fratura de bacia)
    • Raio-x: abertura maior que 2,5cm são fraturas instaveis --> pedir 6 incidencias AP, perfil, alar - coluna posterior e anterior do acetabulo, orbituratriz, - coluna anterior e parede posterior do acetabulo, out let, in let,
    • TC
    • Pode ter fratura na coluna
    • Urologista: esvaziar a bexiga pra não lesionar passando um sonda
    • Importante fechar --> coloca um fixador externo e fecha o anel pelvico (Reduz o volume de sangue)
    • Relação com vasos e a pelve: aorta, iliacas --> se sangra --> é grave --> morre em horas
    • Tratamento: fixador externo (consegue fechar a sinfise pubica diminuindo o sangramento, importante ter conhecimento para nao fazer iatrogenia)
  12. caso 4

    • vitima de amputação traumática da mão
    • Cuidado no transplante
    • Polegar -->não faz o movimento de pinça --> se não conseguir colocar o proprio dedo faz um alongamento e coloca o segundo dedo do pé
    • Fatores que indicam um reimplante: idade (paciente jovem é mais facil, idose ja tem calcificações sendo mais dificil a mobilidade), gravidade do trauma (nível de amputação), tempo de isquemia, multipla ou bilateral, condição geral do paciente,, fatores economicos, tempo de isquemia, equipe preparada
    • Tipo de trauma mais elegivel: feridas limpas, corte incisos, minima contusão dos tecidos locais, minima lesão vascular
    • Niveis indicados: úmero, cotovelo, antebraço proximal, punho, polegar, m~´ao dominante, 2 flexores do dedo (Se tiver só um escolher o profundo pra conseguir fechar a mão)
    • ordem de suturas:
    • fixação óssea
    • tendões extensores
    • tendões flexores
    • artérias
    • nervos
    • veias
  13. caso 5

    • menino de 13 anos queda com mão espalmada --> edema no punho
    • Raio x: deslocamento da placa epifisária --> importante operar --> vai lesionar a placa de crescimento --> epifiodese parando o crescimento e ficando com a mão com desvio radial
    • Classificação de Salter-Harris
    • Distração da placa de crescimento
    • Fratura na metáfise
    • Fratura na epifise
    • Fratura de epifise e metáfise
    • Compressão --> pode passar despercebido --> faz o raio x do outro lado para comparar
    • Tratamento: gesso com apoio em 3 pontos
    • Desvio volar: reduzir e se for instavel fixa
    • Salter-Harris tipo 5 --> com epifiodese fazer alongamento; fratura no escafoide pede TC porque pode ter desvio rotacional
  14. caso 6

    • queda de bicicleta --> não conseguiu estender o polegar --> pegou nervo radial --> pode evoluir para sindrome compartimental e edemaciar --> primeiro sinal é a DOR --> importante reduzir logo
    • Fraturas graves
    • 3 articulações: distancia de tróclea, olécrano e epicondilo tem que ser equidistante se não tem perda de extensão e flexão --> quando reduz e tiver com distancia diferente nao esta bem reduzido
    • só coloca uma tala engessada --> não pode gesso circular porque só começa a edemaciar podendo virar uma sindrome de compartimento (Acontece pelo gesso, fratura, acessorio apertando, hipertrofia - fasciotomia)
    • redução, traciona o braço e faz flexão
    • redução e fixação, traciona e faz flexão, tem o nervo ulnar se não tiver palpando passa dois fios paralelos no lado lateral para evitar desvio rotacional
    • TRATAMENTO: gesso, redução e cirurgia
    • COMPLICAÇÕES: Sd compatimental --> complicação vascular --> lesão neurologica --> contratura isquemica de Volkmann --> o tratamento é a PREVENÇÃO, tem que operar e reduzir na hora, pode dar cúbito varo (lesõa no nervo vago)
  15. Luxação

    • perda de congruencia articular
    • Mais comum: ombro e na criança é cotovelo depois é dedo da mão
    • Quadril: reduzir até 6h (chance de ter necrose é menor, acima de 12h evolui), pede raio x AP e de perfil, faz anestesia e tenta fazer uma manobra de redução com o paciente deitado paciente flerte a pena e tenta puxar se não conseguir leva para CC depois faz raio X e TC (fragmento pode ficar no acetabulo), traumas de alta energia
    • Cotovelo: quando for simples é só reduzir mas se tiver com isntabilidade precisa operar, tomar cuidado com nervo mediano e ulnar
    • Joelho: tomar cuidado com arteria poplítea pode começar a sangrar --> fazer antes uma arteriografia para ver se não tem lesão se tiver faz arteriorrafia; quando reduz tem que explciar as complicações porque ficou com garote, primeiro reduz e estabiliza (fixador externo) não opera na hora
    • Ombro: deformidade no ombro, cabeça umeral plapvel, diminuição da face lateral - nervo axilar, reduz e deixa imobilizados por 5 semanas e depois faz RNM se vazar contraste tem lesão da capsula precisando operar; lesão na cabeça da glenoide --> já luxou varias vezes --> Hill Sacks --> sinal que reicidivou a luxação; saber se é ant/post (Crise convulsiva, choque eletrico), EXAMES: perfil de escapula, AP, axilar
    • Trans toracia: ve se tem lesão pulmonar, fratura de costela associada
    • Luxação voluntaria vai lesionando ais a cartilagem não operada porque fica mais instavel
    • TEM QUE REDUZIR
    • Tração e contra-tração: coloca o lençol para tentar reduzida
    • Manobra de Kosher: anestesia --> traciona --> roda externamente e faz abdução --> rotação interna --> adução --> consegue reduzir ou outras manobras como Stimsom, Hipocrates
    • Pos redução: faz um raio X e arteriorresonancia
    • Punho: importante reduzir longo para não ter necrose do semilunar, depois ve se não tem fratura no escafoide; ligamento ligamentar --> reduz e encaminha para cirurgiao de mão
    • Tornozelo: reduzir, operar e fixar
    • Lis Franc: ossos do tarso e metatarso --> acidente de moto --> se não fizer diagnostico tem anquilose
  16. IMOBILIZAÇÃO

    • Manter um membro ou apenas um segmento imóvel em posição correta de repouso e segura, suporte, sustentação, mobilidade, proteção, produção de células sanguíneas
    • Finalidades: estabilizar area afetada, evitar dor, minimizar complicações, segurança no transporte, avaliar função circulatoria e neurologica antes e depois porque pode lesionar algum nervo, imobilizar na posição encontrada se pulso presente se não imobiliza e vai para CC para encontrar a lesão tendo que garrotear, imobilizar uma articulação acima e abaixo da lesão, tratamento de emergencia, definitivo e reabilitação
    • Lesões osteoarticulares, fratura, contusão, entorse, lesões musculares
    • Principais indicações: imobilizar mesmo sem fratura --> melhora a dor e se tiver sangramento estanca para nao dar Sd. de compartimento, processo infeccioso é cirurgico drena e depois imobiliza melhorando a a dor e protege articulação, manter a correção de deformidade,, uma região operada, fratura reduzida
    • Confecção do gesso: malha tubular, algodão ortopedido, atadura gessada, agua, instrumentos especiais como tesourta, abridor de gesso
    • Principios: tranquilizar o paciente, realizar avaliação primaria e secundaria, expor região afetada, proteger ferimentos, fixar talas de distal para proximal, preencher os vaos naturais para não edemaciar, seguir as regras de ATL e transportar
    • Imobilização provisória: podem ser aplicadas no momento do trauma, reduz dor, reduz risco de lesão vascular e nervos, reduz risco de uma fratura fechada se transformar em aberta, facilita transporte e radiografias
    • organizar a sala
    • avaliar condições do amterial
    • estimar quantidade do materal
    • controlar estqoue
    • preparar o paciente e procedimento
    • posicionar o paciente
    • confeccionar a imobilização
    • com materiais sinteticos
    • confeccionar tala metalica
    • aparelhos engessados circulares
    • esparadragem --> pode dar alergia --> nao deixar por muito tempo
    • TIPOS
    • Tipoias: descanso de MS
    • Apoio: imobilização de apoio e estabilizaçao do membro
    • Colar: imobilziar coluna cervical --> so tira se nao tiver dor nem perda de consciencia, se tiver só depois do raio-x
    • Tração: diminui a dor durante o transporte; Russell --> coloca uma barra e fica levantando ou fisioterapia, não opera de imediato, vai diminuindo e imobilizando, manual --> aliviar a dor e aumentar o alongamento entre os espaços vertebrais e esqueletica demora mais pra entrar em cirurgia
    • Tala maleavel: flexivel, imobilização do segmento traumatizado
    • Prancha: imobilização da coluna vertebral --> vai rodar não flertir
    • Não engessada --> fratura de clavícula --> enfaixamento em 8 / MJ --> imobilização provisoria do acromio clavicular ou escapula umeral / de Jones --> imobilizar região articular com algodão e crepe / Valpeau --> escapulo umeral protege as axilas porque pode ficar quente formando alergia e feridas / esparadrage, tala metalica flexivel (imobiliza o dedo em flexão)
    • Definitiva engessada: imobilizar fratura ja reduzida, imobilizar mesmo sem fratura, processo infeccioso pós drenagem, manter correção da deformidade
    • Goteira: recobrir 3/4 da circunferencia do membro para extravasar o edema --> mão e punho em posição em garra, axilo palmar (Até articulação dos metacarpos deixa livre pra movimentar os dedos e deixar a ponta do dedo para ver perfusão), pinça de confeteriro - provisoria para umerdo
    • Aparelho gessado: toda a circunferencia, fratura do umerto - toracobraquial, axilo palmar - fraturas diltal do umero e antebraço, pendente - coloca o peso pra reduzir, em cartuho - cotovelho fletido mas diminui vascularização, exafoide - sempre incluir o polegar e braço para evitar prono supinação, no punho faz imobilização tipo luva sempre fletida
    • Punho: imobiliza em desvio ulnar e faz flexão
    • Colocar gesso na posição anterior até a articulação metacarpo falangiana e na perna coloca gesso na região posterior
    • COMPLICAÇÕES
    • úlcera, efeitos termicos do gesso, tromboflebite, infecção secundaria, necrose muscular pela Sd. compartimental, reações alergicas ao gesso

Informações

Descrição
Slides sobre ORTOPEDIA, criado por Carol Santos em 06-04-2025.
Criado por
Carol Santos · abr 2025
Atualizado
7 abr 2025
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