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Flashcards

Glossário portuário

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Glossário portuário

Flashcards do conjunto (200)

  1. 1ACOSTARAção de aproximar a embarcação de uma costa, do cais ou outro barco
  2. 2AIR DRAFT DO BERÇO DE ATRACAÇÃODistância entre a linha d'água e a lança do carregador de navios
  3. 3AIR DRAFT DO NAVIODistância entre a linha d'água e o ponto mais alto do navio
  4. 4AMARRACabo ou corrente que mantém a âncora presa ao navio
  5. 5ÂNCORAObjeto confeccionado em ferro cuja função é impedir a movimentação da embarcação. É formada por uma barra chamada haste com um aro na parte superior no qual é feita a ligação à amarra
  6. 6ANCORADODiz-se de um navio que lançou âncora ao mar, fundeado
  7. 7APARELHO DE CARGAEquipamento instalado a bordo da embarcação para movimentar mercadorias no carregamento e na descarga
  8. 8APORTARAção de conduzir o navio ao porto
  9. 9ARMAÇÃOConjunto de atividades destinadas a aparelhar ou guarnecer o navio, de modo a poder realizar a viagem projetada
  10. 10ATRACAÇÃOAção de atracar a embarcação em um porto ou terminal privativo para carregar ou descarregar cargas ou pessoas
  11. 11ABALROAÇÃOQuando a embarcação se choca com outra embarcação, com o cais ou com um objeto
  12. 12ADMINISTRADOR PORTUÁRIOOrganização administrativa dos portos, geralmente inclui a capitania dos portos, a polícia marítima, controle sanitário e alfândega, entre outros órgãos
  13. 13ADUANEIROFuncionário da aduana, servidor público
  14. 14ÁGUA DE LASTROÁgua armazenada em tanques específicos do navio para manter a sua estabilidade, adequando-os à disposição das cargas
  15. 15ÁGUAS LIVRESQue não se encontram sob alguma jurisdição nacional. Mar alto; mar exterior
  16. 16ÁGUAS TERRITORIAISÁguas internas ou contíguas do país, isto é, lagos e mares que estejam encravados dentro do território aduaneiro ou limítrofes, assim como o litoral marítimo e a faixa do mar exterior sobre a qual o Estado exerça jurisdição
  17. 17ALFÂNDEGA (OU ADUANA)Repartição oficial do governo instalada nos locais de importação e exportação de mercadorias
  18. 18ANTAQAgência Nacional de Transportes Aquaviários. Agência reguladora, vinculada ao Ministérios dos Transportes, cuja finalidade é regular, supervisionar e fiscalizar as atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infraestrutura portuária e aquaviária
  19. 19AQUAVIÁRIOTransporte realizado utilizando as vias aquáticas, ou seja, marítimo, fluvial e lacustre
  20. 20ARMADOREm seu próprio nome ou sob sua responsabilidade, apresta embarcação para utilização na navegação mercante
  21. 21ARMAZENAGEMCompreende a fiel guarda de mercadoria recebida em depósito, pela administração do porto
  22. 22ARRAISMestre de uma embarcação de pequena tonelagem
  23. 23ARRIVAL NOTICEDocumento que avisa ao consignatário sobre a chegada do navio e confirma o frete e as taxas devidas
  24. 24AUXILIAR DE ATRACAÇÃOAuxilia a atracação do navio cais. É como se fosse o “flanelinha” do navio
  25. 25BACIA DE EVOLUÇÃOUma área próxima ao cais, destinadas às manobras necessárias para realizar a atracação e desatracação das embarcações
  26. 26BALDEAÇÃOAção de transferir cargas, mercadorias ou passageiros, de um navio para outro. Pode-se utilizar embarcações auxiliaresBALDEAÇÃO
  27. 27BALIZASinal que serve para orientar os navegantes sobre algum perigoBALIZA
  28. 28BALIZAMENTOConjunto de referência (balizas, bóias, objetos naturais ou artificiais e pequenos faróis) que concorrem para prover segurança às embarcações que percorrem estreitos, canais e trechos tortuosos ou cobertos de perigos à navegação
  29. 29BALSAEmbarcação de fundo chato, com pequeno calado, para poder operar próximo às margens e em águas rasas
  30. 30BARCAÇAEmbarcação para transportar granéis sólidos, líquidos e cargas gerais, na qual o calado é baixo
  31. 31BASE NAVALInstalação portuária pronta para dar o suporte necessário à manutenção das embarcações, reabastecimento de combustível e de suprimentos, carga e descarga de mercadorias e reparos na estrutura dos navios
  32. 32BERÇOS DE ATRACAÇÃOLocal específico no porto ou terminal marítimo onde o navio atraca para fazer o embarque e desembarque de cargas ou passageiros
  33. 33BIG BAGSEmbalagens reutilizáveis ou descartáveis utilizadas no acondicionamento de granéis sólidos, com capacidade variada
  34. 34BOIAS SINALIZADORASSão corpos flutuantes, de dimensões, formas e cores definidas, fundeados por amarras e ferros (âncoras) ou poitas, em locais previamente determinados
  35. 35BOMBORDO (BB)O lado esquerdo do navio, para quem o vê da popa para proa
  36. 36BORDOUm dos lados ou partes interiores do navio delimitadas pelo plano longitudinal do casco
  37. 37BORESTE OU ESTIBORDO (BE)O lado direito do navio, para quem o vê da popa para a proa
  38. 38BRAÇO DE CARREGAMENTOEquipamento que serve de interface entre o navio e o terminal para carregamento e descarregamento de produto
  39. 39BULBOProlongamento da proa abaixo da linha de flutuação que ajuda a reduzir a resistência ao deslocamento da embarcação na água
  40. 40BICBureau International des Containers: É uma associação formada pelos fabricantes proprietários de contêineres com a finalidade de padronizar as siglas e as nacionalidades dos seus equipamentos
  41. 41BIC-CODECódigo do BIC par identificação dos contêineres
  42. 42BOCAÉ a largura da seção transversal a que se referir
  43. 43BOCA MÁXIMAÉ maior largura do casco medido entre as superfícies externas do forro exterior, ou seja, é a largura externa máxima da embarcação
  44. 44BRAÇAUnidade de mediada inglesa equivalente a 1.829mm ou seis pés, usada para medir o cumprimento de amarras e cabos, ou a profundidade da água
  45. 45BUNKERCombustível para navios a motor
  46. 46CABEÇOEstrutura de ferro maciço, aço ou concreto afixada no cais, ou em pares junto à amurada da embarcação, na qual são lançados os cabos do navio para manter o mesmo atracado junto ao berço de atracação
  47. 47CABOCorda grossa ou feixe de fios feitos em fibras ou em aço, muito utilizada nas embarcações, principalmente, para trazer reforço, sustentação ou tração para algum objeto, entre tantas outras utilidades
  48. 48CABO DA AMURACabo mais grosso, utilizado para amarrar as embarcações ao ancoradouro, cabeços ou pra levá-las a reboque
  49. 49CÁBREA FLUTUANTEEmbarcação flutuante, com ou sem propulsão, sobre a qual é instalado um guindaste capaz de manobrar cargas de peso elevado
  50. 50CAÇAMBAUtilizada para carga e descarga de granéis sólidos das embarcações por guindaste de bordo ou de terra, podendo ser articulado ou não
  51. 51CAIS OU EMBARCADOUROConstrução de alvenaria, madeira, empedrada ou lajeada, à margem de um rio, lago ou de um porto de mar onde atracam as embarcações, para embarque e desembarque de pessoal ou carga
  52. 52CANALParte navegável da via marítima ou passagem estreita, cavada por processo natural ou artificial, separando dois trechos de costa, ilhas, rochedos etc, com largura ainda suficiente para permitir a navegação
  53. 53CAPATAZIAÉ o serviço utilizado, geralmente, em portos e estações/ terminais ferroviários, onde profissionais autônomos, ligados a sindicatos ou empresas particulares, executam o trabalho de carregamento/descarregamento, movimentação e armazenagem de cargas
  54. 54CARGA GERALMercadoria que tem forma própria e marca de identificação em cada unidade, necessitando, normalmente, de embalagem para seu transporte
  55. 55CARGA GERAL FRACIONADACarga que se apresenta avulsa, acondicionada em embalagens (ou não)
  56. 56CARGA PRÉ-LINGADACarga que já vem unitizada numa lingada do armazém
  57. 57CARGA SOLTA OU CONVENCIONALQualquer carga fracionária, embarcada em suas embalagens convencionais, isto é, não conteinerizada
  58. 58CARREGADOREquipamento utilizado no cais portuário para carregamento dos navios com cargas diversas, como produtos siderúrgicos,cargas frigorificas etc
  59. 59CHATADenominação atribuída a diferentes tipos de embarcação de pequeno calado e fundo chato
  60. 60CLITAGEMSistema pelo qual vários volumes são presos por meio de cintas, arames ou fitas, formando um unidade de carga
  61. 61CLIP-ONMaquinário independente de refrigeração, acoplado aos contêineres especiais para manutenção de cargas sensíveis à temperatura
  62. 62CONTÊINER FLAT RACKSão ideais para transportar cargas de tamanhos irregulares e formas diversas, como máquinas para agricultura, aparelhos de ar condicionado, barcos, material de construção, geradores, toras, bobinas de papel, tubos, vergalhões, tanques, chapas, caminhões, veículos, chapas de compensados, etc. Eles possuem cabeceiras fixas e móveis por molas (collapsible flat rack), o que permite um fácil armazenamento
  63. 63CABOTAGEMEntende-se como sendo a navegação costeira, feita em águas de um só país
  64. 64CALADO D'ÁGUAÉ a distância necessária, a profundidade mínima necessária para que a embarcação navegue sem que ocorra a possibilidade de encalhar
  65. 65CALADO MÁXIMOO calado máximo com que uma embarcação pode navegar é medido em condições de deslocamento em plena carga ou deslocamento máximo
  66. 66CAP – (Conselho de Autoridade Portuária)Atua, juntamente com as autoridades portuárias, nas questões de desenvolvimento da atividade, promoção da competição, proteção do meio ambiente e de formação dos preços dos serviços portuários e seu desempenho
  67. 67CAPACIDADE DE CARGAVolume dos espaços cobertos do navio realmente utilizáveis para carga
  68. 68CAPITANIA DOS PORTOS (CP)Órgão orientado pela Diretoria de Portos e Costas, do comando da Marinha, competindo-lhe a execução das atividades referentes à navegação, pesca, praias etc, com base na lei de segurança do tráfego aquaviário
  69. 69CARGA A GRANELTambém denominada de granéis – é aquela que não é acondicionada em qualquer tipo de embalagem
  70. 70CERTIFICADO DE ARQUEAÇÃOAtesta a medida de capacidade dos espaços internos de uma embarcação mercante e que em aduanas tem importância como elemento de controle das descargas de granéis líquidos e sólidos
  71. 71COMMODITIES (Comodidades)Qualquer bem em estado bruto, geralmente de origem agropecuária ou de extração mineral ou vegetal, produzido em larga escala mundial e com características físicas homogêneas, seja qual for a sua origem, geralmente destinado ao comércio externo
  72. 72COMPANHIA DOCASCompanhias vinculadas ao governo federal por meio do Ministério dos Transportes para gestão dos portos ainda vinculados ao governo
  73. 73CONCESSÃORegulamentada pela lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, que dispõe sobre o regime da concessão e permissão da prestação de serviços públicos previstos no art. 175 da Constituição Federal. O Poder concedente (União) outorga a exploração econômica do porto ao Estado ou município por tempo determinado, podendo ser renovável
  74. 74CONTROLADOR DE TRÁFEGOO controlador de tráfego é realmente o cérebro da praticagem. Aquele que , por vezes, delibera por muitos, decide e sempre aciona
  75. 75CUSTO LOGÍSTICOÉ o somatório dos custos de transporte, armazenagem e manutenção de estoque
  76. 76CUSTOS PORTUÁRIOSUma operação de embarque e desembarque de cargas marítimas mobiliza não só o pessoal das docas e armazéns, como o equipamento do porto e um número inestimável de suprimentos e esforço gerencial
  77. 77DEFENSASAs defensas marítimas oferece rapidez e segurança na atracação e desatracação das embarcações. Protegem a instalação portuária e os navios. São produzidas com pneus, cortiça, cabos etc
  78. 78DESATRACAÇÃOAto ou efeito de afastar a embarcação do cais ou de qualquer local em que ela esteja atracada
  79. 79DESCARREGADOREquipamento utilizado no cais portuário para descarregamento de granéis sólidos da embarcação através de grab
  80. 80DIQUE DE CONSTRUÇÃODique seco onde o navio é construído ou reformado no plano horizontal e posto a flutuar, depois de pronto, por alagamento do dique
  81. 81DOCATrecho de instalações portuárias construído com muros ou cais em alvenaria, concreto armado etc, onde atracam os navios para as operações de carga e descarga ou de reparação
  82. 82DOLFIM DE ATRACAÇÃOEstrutura portuária situada em local de maior profundidade, com dimensões capazes de receber embarcações
  83. 83DRAGAEmbarcação apropriada que serve para limpar o fundo dos rios, mares, lagos etc, de depósitos, entulhos, lama, lodo etc, em águas pouco profundas, ou para extrair quaisquer objetos que tenham submergido
  84. 84DIÁRIO DE BORDO OU DE NAVEGAÇÃOO uso do diário de bordo é regulamentado e exigido pela legislação. É nele que são registrados todos os acontecimentos normais e extraordinários a bordo da embarcação, durante a navegação e atracação no porto.São registrados, por exemplo: alterações de rota, temporais e avarias ocorridas à embarcação, ocorrências corriqueiras e demais acidentes
  85. 85EMBARCAÇÃO AUXILIAR OU DE APOIODiz-se das embarcações que prestam serviços e executam tarefas secundárias no porto, plataformas e em sua área e administração como os rebocadores, as lanchas, as chatas, entre outras
  86. 86EMBARCADIÇOCada membro da tripulação de um navio mercante
  87. 87EMBICAREncalhar com a proa durante a chegada à praia; o mesmo que abicar
  88. 88EMBOCAFazer entrar a embarcação pela foz ou embocadura de um rio, canal ou barra
  89. 89ESCADA DE PORTALÓEscada de saída e entrada da embarcação, ligando este ao cais
  90. 90ESCOTILHAS DE PORÃOSão as “tampas” dos porões
  91. 91ESPIAQualquer tipo de cabo grosso, de aço ou fibra, amarrado a uma bóia ou a uma âncora, ou lançado a um cabeço no cais portuário, ou a outra embarcação, para auxiliar nas operações de reboque e atracação, entre outras
  92. 92ESPRINGUESEspringues são espias que, ao contrário dos lançantes, se saírem da proa dizem para ré e se saírem da popa dizem para vante
  93. 93ESTANQUEIDADEPropriedade de o navio possuir o casco, permanecendo intransponível pela água em que flutua, qualquer que seja o estado do mar
  94. 94ESTIVAO serviço de movimentação de mercadoria entre o porão do navio e o convés e vice-versa
  95. 95ESTEIRA TRANSPORTADORA ATRAVÉS DE MOEGAEquipamento que possui pequenas caçambas conjugadas a uma esteira, cujo funcionamento eletromecânico facilita o transporte de granéis sólidos durante o carregamento ou descarregamento das embarcações
  96. 96ECLUSASRepartimento em rio ou canal, com portas em cada extremidade, usado para elevar ou descer embarcações de um nível de água a outro, a fim de facilitar-lhe ou mesmo possibilitar-lhe o acesso a determinados lugares
  97. 97FAROLConstrução elevada na ponta de um a encosta, no formato de uma torre, cuja parte superior emite um feixe de luz intermitente, podendo ser elétrica, a gás ou a vapor de petróleo, nas cores azul, vermelha ou branca, com o alcance mínimo de seis milhas de distância
  98. 98FERRO-GUSAProduto imediato do minério de ferro quando este é fundido em alto-forno, podendo ser simplesmente chamado de gusa
  99. 99FERRY BOATÉ uma embarcação geralmente de fundo chato, com pequeno calado, para poder operar entre as margens e em águas rasas de rios, lagos ou baías
  100. 100FLUTUANTEPlataforma flutuante, sem propulsão própria e sem equipamentos e compartimentagem que lhe dêem finalidade específica
  101. 101FOZBoca de um curso de água; ponto onde um rio deságua noutro ou num lago ou num mar
  102. 102FRAMESPara movimentar cargas inteiras com um único movimento
  103. 103FUNIL/MOEGAEquipamento utilizado para descarregamento de granéis sólidos das embarcações
  104. 104FEEDERTransporte regional alimentador dos tráfegos principais internacionais, movimentando cargas entre os pequenos portos e os grandes portos concentradores de cargas
  105. 105GRAB, CAÇAMBA OU CLAMSHELLEquipamento que auxilia o guindaste no carregamento e descarregamento de granéis sólidos das embarcações
  106. 106GRANEL LÍQUIDOTodo líquido transportado diretamente nos porões dos navio, sem embalagens e em grandes quantidades, e que é movimentado por dutos por meio de bombas
  107. 107GRANEL SÓLIDOTodo sólido fragmentado ou grão vegetal transportado diretamente nos porões do navio, sem embalagem e em grandes quantidades e que é movimentado por transportadores automáticos, tipo pneumático ou de arraste e similares ou aparelhos mecânicos, tais como eletrímã, grab ou caçamba automática
  108. 108GRINALDADiz-se da parte superior do painel de popa da embarcação, ou da moldura que o orna
  109. 109GRUAModelo de guindaste muito empregado na movimentação de cargas e contêineres, tanto na vertical quanto na horizontal, no cais portuário
  110. 110GUINDASTEEquipamento utilizado para movimentar todos os tipos de cargas, seja para armazená-las ou para carregar e descarregar de embarcações, caminhões, vagões etc
  111. 111GUINDASTE DE BORDOGuindaste instalado a bordo da embarcação
  112. 112GUINDASTE MHCDa sigla em inglês Mobile Harbour Crane é um guindaste móvel sobre pneus, utilizado para movimentação de contêineres, granéis sólidos ou cargas diversas, por meio de spreader, grab, frame ou gato
  113. 113GLP (Gás Liquefeito de Petróleo)Mistura de hidrocarbonetos com alta pressão de vapor, obtida do gás natural em unidades de processos especiais, que é mantida na fase líquida em condições especiais de armazenamento na superfície
  114. 114GNL (Gás Natural Liquefeito)Gás natural resfriado a temperaturas inferiores a 160ºC para fins de transferência e estocagem como líquido
  115. 115HUB (EM TRANSPORTE)Ponto central para coleta. Separação e distribuição para uma área ou região específica
  116. 116INSTALAÇÃO DE ALTO-MARQualquer estrutura de alto-mar, tais como plataforma de perfuração, de produção, porto-ilha etc
  117. 117INSTALAÇÕES PORTUÁRIASAs instalações portuárias dos portos organizados são construídas de : ancoradouros, docas ou trechos de rios onde as embarcações são autorizadas a fundear ou realizar as operações de carga e descarga, ruas que possibilitam o acesso aos ancoradouros, às docas, ao cais e às pontes de acostagem, melhoradas ou construídas pela Companhia responsável pela administração do porto
  118. 118INTERMODALTermo, atualmente, em fase de substituição por multimodal, pois designa o transporte de uma mercadoria com uso de pelo menos duas modalidades de transporte
  119. 119LANÇANTECabo (espia) que fixa a proa ou popa das embarcações em cabeços bem afastados do navio, respectivamente para vante e para ré, pois tem como finalidade principal evitar o movimento do navio ao longo do cais
  120. 120LEMEPeça destinada a governar a embarcação. É colocado na popa, onde fica semissubmerso, encostado ao cadaste, e compõe-se de três partes: madre, porta e cachola
  121. 121LINGADAA porção de objetos que é içada ou arriada de uma só vez, conduzida em cada movimento do guindaste ou equipamentos de idênticas funções
  122. 122LINHA D'ÁGUASinônimo de linha de flutuação. É a linha determinada pelo plano de flutuação do navio, separando a parte imersa (obras vivas) da parte emersa do casco (obras mortas)
  123. 123LONGO CURSODiz-se da navegação realizada além de 50 milhas da costa. Por isso, costuma-se dizer: mercadorias de longo curso, tarifas de longo curso, transporte de longo curso etc
  124. 124MANGOTEEspécie de mangueira especial, destinado aos serviços marítimos que envolvem componentes líquidos
  125. 125MODAISSão os tipos/ meios de transporte existentes.
    Ferroviário, Rodoviário, Hidroviário, Dutoviário, Aeroviário
  126. 126NAVEGAÇÃO DE TRAVESSIAA que se faz quer nas águas fluviais e lacustres, quer nas interiores marítimas. Caracterizam-se como navegação de travessia as seguintes:
    Quando transversalmente ao curso dos rios e canais;
    Quando ligando dois pontos das margens em lagos, lagoas, baías, angras e enseadas;
    Quando entre ilhas e margens de rios, de lagos, em extensão inferior a 20 quilômetros;
    Quando realizada dentro da área portuária nos portos, baías, enseadas, angras, canais, rios e lagoas, em atendimento às atividades específicas do porto e em trechos nunca excedentes aos limites dos portos marítimos e interiores, essa é considerada travessia do porto;
    Quando é realizada ao longo do litoral brasileiro, dentro dos limites de visibilidade da costa, é considerada travessia costeira
  127. 127NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITASÉ a navegação que se pratica em portos ou nas suas proximidades, em barras, baías, canais, rios, lagos, proximidades de perigos ou quaisquer outras situações em que a manobra do navio é executada por um prático
  128. 128NAVEGAÇÃO DE ALTO-MARAquela realizada para fins especiais, fora da visibilidade da costa
  129. 129NAVEGAÇÃO FLUVIAL E LACUSTRENavegação mercante realizada ao longo de canais, rios e em lagos e lagoas
  130. 130NAVIOS PORTA-CONTÊINERESEles dispõem ou não de guindastes especiais para movimentar os contêineres. O porta-contêineres tem grande porte, sendo considerado um dos maiores existentes e transporta até centenas de milhares de toneladas
  131. 131NAVIO DE ALTO BORDONavio de grande tonelagem, cujo bordo se ergue muito acima da linha d’água
  132. 132NAVIO DE CARGA GERALNavio mercante construído especialmente para o transporte de cargas embaladas ou produtos manufaturados, que não sejam a granel, além de ser dotado d guindaste ou paus de carga para manuseio da carga
  133. 133NAVIO-FRIGORÍFICONavio especializado em transporte internacional de produtos alimentícios congelados e refrigerados
  134. 134NAVIO GRANELEIRO OU BULK CARRIERNavio de grande porte especializado para transporte de cargas a granel
  135. 135NAVIO MINERALEIRONavio graneleiro projetado especificamente para o transporte de minérios
  136. 136NAVIO PANAMAXNome que se dá ao navio graneleiro ou navio tanque, cujas dimensões ( 275metros de comprimento) permitem seu trânsito no canal do Panamá
  137. 137NAVIO PETROLEIRONavio-tanque com construção especial adequado para transportar petróleo bruto ou refinado
  138. 138NAVIO RO-ROO termo ro-ro significa: roll-on roll-off. Trata-se de um navio especial, destinado ao transporte de automóveis e de outros veículos
  139. 139NAVEGAÇÃO COSTEIRAÉ a navegação praticada em distâncias que, normalmente, variam entre 3 e 50 milhas da costa ( ou do perigo mais próximo)
  140. 140NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEMÉ aquela realizada entre os portos ou pontos do território brasileiro, utilizando a via marítima ou estas e as vias navegáveis interiores
  141. 141NAVEGAÇÃO INTERIORÉ aquela realizada em hidrovias interiores, em percurso nacional ou internacional
  142. 142NAVIO HIDROGRÁFICONavio equipado especialmente para realizar levantamentos hidrográficos necessários à confecção das cartas náuticas
  143. 143NMNautic Mile ou Milha Marítima
  144. 144NÓMedida de velocidade correspondente a uma milha por hora (1.852metros/hora)
  145. 145OBRAS DE ABRIGO NOS PORTOSObras feitas para proporcionar a tranquilidade das águas na bacia de evolução e junto ao berço de atracação
  146. 146OLEODUTODuto destinado ao transporte de petróleo, derivados líquidos de petróleo e álcool
  147. 147OBRAS MORTASParte emersa do casco, localizada acima da linha de flutuação
  148. 148OBRAS VIVASParte imersa do casco, situada abaixo da linha de flutuação e usada como sinônimo de carena
  149. 149OFFSHORESituado ou realizado ao largo do litoral, na direção do alto-mar
  150. 150OGMO (Órgão Gestor de Mão de obra)Sua instituição em cada porto organizado é obrigatória, de acordo com a lei 8.630. Responsável por administrar e regular a mão de obra portuária, garantindo ao trabalhador acesso regular ao trabalho e remuneração estável
  151. 151OPERADOR PORTUÁRIOEntidade que se credencia no porto para atender aos navios e requisitar os trabalhadores portuários avulsos (TPAs)
  152. 152OVERPANAMAXNavio com dimensão superior a 295m (comprimento), 32,25m (largura total) ou 13,50m (calado máximo)
  153. 153PASSADIÇO/PONTE DE COMANDOPonte de comando onde se realiza o controle da navegação dum navio moderno
  154. 154PAU DE CARGATipo de aparelho de movimentação de peso que consiste numa verga (lança) que posiciona a carga suspensa por cabos
  155. 155PÍEREstrutura de concreto onde estão os berços de atracação de navios
  156. 156POPA OU RÉÉ a seção traseira de uma embarcação
  157. 157PORÃO DE NAVIOGrande espaço estanque para armazenamento da carga
  158. 158PORTÊINERPalavra surgida da combinação pórtico + contêiner. É o guindaste de cais sob trilhos destinado à operação de navios com contêineres
  159. 159PORTOS ARTIFICIAISAqueles que exigem obras de abrigo para que tenham condições de funcionar
  160. 160PORTO DE CARGA GERALAqueles que se encontram instalados em caráter geral, movimentando sacarias, fardos, caixarias, além de possuírem armazéns e pátios de estocagem
  161. 161PORTOS EXTERNOSAqueles situados junto ao mar
  162. 162PORTOS FLÚVIOMARÍTIMOSAqueles que se encontram situados em trechos de rios sujeitos às marés
  163. 163PORTOS INTERNOSAqueles situados no interior de uma baía, rio
  164. 164PORTO LIVREPorto onde as mercadorias podem transitar livremente. Livres de impostos aduaneiros
  165. 165PORTOS DE MINÉRIOSAqueles que exigem amplas profundidades e instalações mecânicas especiais, tais como carregadores e esteiras transportadoras, pátio de estocagem etc
  166. 166PORTOS NATURAISAqueles instalados em locais naturalmente abrigados
  167. 167PORTO ORGANIZADOÉ o porto construído e aparelhado para atender às necessidades da navegação e da movimentação e armazenagem de mercadorias, concedido ou explorado pela União, cujo tráfego e operações portuárias estejam sob a jurisdição de uma autoridade portuária
  168. 168PORTOS DE PESCAAqueles que podem ser de pequena profundidade, mas de amplas instalações de cais acostável
  169. 169PORTOS PETROLEIROSAqueles que devem possuir grandes profundidades. Sua principal característica é não exigir cais corrido para as operações de carga e descarga
  170. 170PRATICAGEMÉ uma atividade baseada no conhecimento dos acidentes e pontos característicos da área onde é desenvolvida
  171. 171PRÁTICOProfissional especializado que possui experiência e conhecimentos técnicos de navegação e de condução e manobra de navios
  172. 172PROA OU VANTEA parte da frente do navio
  173. 173PÉUnidade de medida linear anglo-saxônica equivalente a 12 polegadas ou a 30,48 centímetros
  174. 174PESO LÍQUIDOO mesmo que peso neto. Peso da mercadoria livre de todo e qualquer envoltório, salvo que este se mostre necessário para sua conservação e que, por essa razão, faça parte integrante da mesma
  175. 175POLEGADAUnidade de medida inglesa equivalente a 25,3995 milímetros ou, por aproximação, a 25,4 milímetros
  176. 176PORTE BRUTODiferença entre o deslocamento totalmente carregado, menos o deslocamento líquido
  177. 177PORTE LÍQUIDOParcela do porto comercialmente utilizável. Compreende, portanto, o peso da carga que o navio paga
  178. 178PORTOS CONCENTRADORESTambém conhecidos como “hubports”, recebem os navios das rotas transoceânicas e redistribuem as cargas destes para portos menores, utilizando-se do serviço de feeder
  179. 179QUADRO DE BOIASTerminal oceânico composto por boias fixadas por amarras e posicionadas estrategicamente para amarração de navios
  180. 180QUEBRA-MARQuebra-mar ou talha-mar é uma estrutura costeira que tem por finalidade principal proteger a costa ou um porto, a atracação e operação de navios da ação das ondas do mar
  181. 181REACH STACKERAs empilhadeiras modelo reach stacker possuem velocidade maior e com isso maior capacidade locomotora, quando são comparadas às empilhadeiras tradicionais
  182. 182REBOCADOREmbarcação de pequeno porte, mas com alta potência e grande robustez, utilizadas para rebocar, puxar e manobrar todos os tipos de navios, plataformas e balsas
  183. 183RETROÁREAÁrea do porto destinada a serviços de retaguarda, incluindo, entre outros, armazenagem e movimentação de cargas provenientes ou destinadas aos navios e, normalmente, dotada de acesso multimodal
  184. 184RETROPORTOÁrea geralmente instalada em terrenos próximos a um porto de mar aberto ou fluvial
  185. 185SINAIS DE SERVIÇOSão as bandeiras que identificam uma embarcação como estando a desempenhar um determinado serviço público
  186. 186SHIFTING DO NAVIOMovimento do navio para atracação, desde o momento em que o navio levanta âncora até o momento em que o navio esteja com todos os cabos amarrados no cais
  187. 187TERMINAL PRIVATIVO DE USO MISTOInstalação, não integrante do patrimônio do porto público, construída por empresa privada para movimentação ou armazenagem, além da carga própria e de terceiros
  188. 188TORRE SUGADORAEquipamento com sistema de sucção para a carga a granel de dentro do navio ou barcaça, tais como cereais, oleaginosas, leguminosas, sementes, alumina, farelos em geral
  189. 189TRACKINGPela falta de um termo adequado em português, adotamos a palavra inglesa tracking, em que está relacionada com a capacidade de o barco navegar em linha reta, ou melhor, em um curso
  190. 190TRANSPORTADOR DE CORREIA MÓVELEquipamento utilizado para movimentação contínua de grande quantidade de material a granel, como minérios, grãos etc
  191. 191TRANSTÊINER (RMG – Rail Mounted Gantry Crame)Equipamento sobre trilhos utilizado no parque de estocagem
  192. 192TARIFA PORTUÁRIATarifa das taxas portuárias relativas ao uso do cais, boias de amarração e outros equipamentos e instalações do porto
  193. 193TEU – Twenty Foot Equivalent UnitSignifica unidades equivalentes a 20 pés; sigla representa um medida de quantidade
  194. 194TOMADOR DE MÃO DE OBRAAquele que utiliza força de trabalho portuária realizada com vínculo empregatício a prazo indeterminado
  195. 195TPATrabalhadores portuários avulsos
  196. 196TPBTonelada de porte bruto. Tonelagem total que pode ser embarcada em um navio
  197. 197VARADOUROLugar seco em que as embarcações são encalhadas para reparos ou para se abrigarem
  198. 198VEÍCULOS PORTA-CONTÊINERESVeículos apropriados para transporte de contêineres de 20 e 40 pés
  199. 199ZARPARLevantar âncora para partir; deixar o porto
  200. 200ZONA DE JURISDIÇÃO DE UM PORTO ORGANIZADOA zona de jurisdição de um porto organizado é firmada por ato do Ministério dos Transportes. Por meio do decreto-lei nº83, de 26 de dezembro de 1966, que considera partes da hinterlândia: a cidade ou localidade em que o porto estiver localizado ou em que funcionar a respectiva alfândega ou mesa de rendas ou as costas ou margens atingidas pela navegação interior do porto

Informações

Descrição
Glossário portuário estudado na disciplina de Portos 1 do curso de Engenharia Civil da Universidade de pernambuco
Criado por
Usuário eliminado · out 2016
Atualizado
13 out 2016
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24
Histórico
  • Criado por diogocesar_ · 3 abr 2016
  • Copiado por Paula Martins · 12 out 2016
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