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Slides do conjunto (14)
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Força muscular isocinética em idosas

- Comparação entre perfis psicológicos de gênero
- ACADÊMICOS: Cleomar Hendges Junior
- Rafael Bairros de Oliveira
- Leonardo H. Do Espírito Santo
- PROFESSOR: Mariluce Póerschke Viera
- Legenda: Curso: de Educação fisíca - Licenciatura 5º Período
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- O estudo da força muscular tem sido objeto de diversas investigações na área da ciência do esporte uma vez que busca, incessantemente, comparar os efeitos de programas de condicionamento físico, treinamento e reabilitação em diferentes populações.
- Durante o processo de envelhecimento a força muscular tende a diminuir e nos membros inferiores esta redução resulta em deficiências funcionais as quais diminuem a qualidade de vida destes indivíduos.
- Segundo Deschenes a redução na massa muscular associada ao envelhecimento parece ser a principal variável que provoca redução da força e potência muscular em idosos, onde a fraqueza muscular contribui significantemente para o aumento de quedas, lesões e consequente perda de mobilidade funcional.
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- Estudos que buscaram correlacionar parâmetros dinamométricos como pico de torque, potência e trabalho em idosos.
- Baseada na teoria dos esquemas de gênero do autoconceito, construiu o modelo interativo, no qual, a autora conseguiu avaliar um constructo psicológico (gênero) através de um modelo matemático, subdividindo os sujeitos em heteroesquemáticos femininos, heteroesquemáticos masculinos e isoesquemáticos.
- verificou-se se há diferenças na força de extensores e flexores do joelho, durante ações musculares isocinéticas em diferentes velocidades (60°/s e 180°/s) entre os três perfis de gênero.
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O perfil psicológico do esquema de gênero:
- HETEROESQUEMÁTICO MASCULINO: Pessoas com atitudes e perfil mais bruto, masculinizado.
- HETEROESQUEMÁTICO FEMININO: Pessoas com perfil mais delicado e sutil.
- ISOESQUEMÁTICOS: equilíbrio entre masculino e feminino.
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- Legenda: DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO
- O equipamento utilizado para medir a força muscular foi o dinamômetro isocinético.
- Os participantes eram praticantes de atividades físicas com regularidade e sob orientação.
- Não apresentavam nenhuma doença que comprometesse a força dos membros inferiores.
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- Foi composta por 42 mulheres idosas ativas e participantes do Centro de Convivência do Idoso (CCI) com idade média de 68,8 ± 6,0 anos, estatura de 1,53 ± 0,58 metros e massa corporal igual a 65,8 ± 9,9 Kg. Estas foram subdivididas em três grupos segundo a classificação da tipologia de esquemas de gênero.
- Para realização da anamnese foi utilizada uma ficha de avaliação desenvolvida especificamente para o presente estudo.
- A classificação do Perfil Psicológico de Gênero foi realizada utilizando o Inventário Feminino dos Esquemas de Gênero do Autoconceito (IFEGA).
- Para realização do teste de força, as idosas fizeram um aquecimento de cinco minutos em um cicloergômetro antes de iniciar os testes isocinéticos, executaram três repetições submáximas prévias para familiarização com os procedimentos em cada velocidade testada.
- Durante o teste, as mesmas realizaram cinco repetições máximas de flexão e extensão do joelho no modo concêntrico-concêntrico nas velocidades de 60º/s e 180º/s, com intervalo de 30 segundos entre as duas séries. Este procedimento foi realizado bilateralmente.
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- Legenda: Inicialmente, foi realizada uma análise exploratória dos dados por grupos tipológicos de gênero. Variáveis dependentes : Pico de Torque, - Potência, - Trabalho Total e Razão Isquiotibiais/Quadríceps - I/Q)
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- Legenda: Os resultados apresentados na tabela 2 são referentes aos valores de médias e desvios padrões do Pico de Torque (PT) de flexores e extensores, do joelho dominante, nas velocidades de 60°/s e 180°/s. Os resultados demonstraram que houve diferença significativa entre os grupos 1 e 3 (HM ≠ HF) para a variável Pico de Torque (PT) nos movimentos de flexão e extensão, nas velocidades de 60°/s e 180°/s. Não houve diferença significativa para PT entre o grupos 2 e os demais grupos.
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- Os resultados encontrados pela análise da variável Trabalho Total (TT) dos flexores e extensores do joelho dominante demonstraram que os grupos 1 e 3 diferem (HM ≠ HF) no TT de flexores nas duas velocidades testadas (60°/s e 180°/s).
- Não houve diferença significativa para o TT de extensores a 60°/s [F (2,41) = 1,454; p= 0,25] e 180°/s
- [F (2,41) = 0,871; p= 0,43].
- A análise da variável Razão I/Q demonstrou não haver diferença significativa entre os grupos nos
- joelhos dominante e não dominante, e nas velocidades testadas
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- Os autores que investigaram gênero e força isocinética consideraram o termo gênero como "sexo";
- Na busca de avaliar diferenças de sexo e idade na força muscular, Lindle et al.9 mediram o torque de extensores de joelho nos modos isométrico, concêntrico e excêntrico utilizando duas velocidades (30% e 180%), em uma amostra constituída por 346 homens e 308 mulheres;
- Com idade entre 20 a 93 anos, participantes do Estudo Longitudinal de Envelhecimento de Baltimore. Subdivididos em faixas etárias de (20 a 34 anos, 35 a 49 anos, 50 a 64 anos e 65 a 80 anos)
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- O presente estudo teve o objetivo de verificar possíveis diferenças na força de extensores e flexores de joelho de mulheres idosas ativas, durante ações musculares isocinéticas em diferentes velocidades de três grupos tipológicos de gênero.
- Os resultados encontrados demonstraram que os treinamentos foram eficazes para todos os grupos tipológicos de gênero, mas o grupo HM adquiriu maior ganho de força de resistência e força máxima quando comparado aos demais grupos.
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- A partir dos resultados encontrados neste estudo, conclui-se que a força muscular difere entre grupos tipológicos de gênero;
- As heteroesquemáticas masculinas por apresentarem mais força encontram-se mais preparadas para ações motoras que exijam essa capacidade física;
- Já o grupo das heteroesquemáticas femininas encontra-se em situação de dificuldade em realizar _ atividades que exijam força, mas em melhor condição de executar tarefas motoras de potência;
- As isoesquematicas encontram-se em posição intermediária sendo, possivelmente, capazes de executar ações motoras que envolvam força e potência;
- Estudos que avaliem os aspectos psicológicos relacionando os esquemas de gêneros e as variáveis fisiológicas são promissores e relevantes, pois tratam o indivíduo não apenas como um ser biológico. Sugere-se que os programas de treinamento de força para idosas levem em conta as diferenças de gênero e não os reduzindo somente as diferenças sexuais;
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- Slides sobre Sem título, criado por Leonardo Henrique em 12-09-2017.
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- Leonardo Henrique
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