Quiz
276 TSV
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Questions in this quiz (16)
1Acerca da TSV:
- AA maioria das TSV produz uma taquicardia de complexos largos >120ms.
- BA TSV com BRE ou BRD e a activação ventricular por VA (pré-excitação) produzem TSV com QRS largos.
- CTA, TRNAV e TA por via acessória são TSV paroxísticas.
- DAs TSV associam-se a PCR.
- EAs TSV causam síncope raramente.
- FÉ necessária a obtenção de ECG no momento dos sintomas.
- GUm holter é utilizado para TSV transitóras.
2Sobre as TSV:
- AA TSF ocorre por resposta a estimulação simpática, com FC>200.
- BA TSF pode ser difícil de distinguir de TAF próxima do nó sinusal.
- CSão causas de TSF feocromocitoma, hipovolémia e IRespiratória.
- DA TSI é comum e ocorre por uma disfunção autonómicas, com factor precipitante, como o frio.
- ENa TSI a frequência sinusal aumente espontaneamente em repouso ou de forma desproporcional ao stress fisiológico ou esforço.
3Sobre as TSV:
- AA TSI é comum em mulheres na 2ª à 4ª década de vida.
- BNa TSI são comuns sintomas como dor torácica, cefaleias ou desconforto GI.
- CNa TSI, é comum o diagnóstico errado de perturbação do sono.
- DNo TSI o tratamento é eficaz com BBC, BB ou mesmo ivabraidna, bem como a ablação por cateter.
- EA TSI leva frequentemente à colocação de pacemaker definitivo em indivíduos jovens.
- FA taquicardia postural ortostática ocorre com hipotensão postural, secundário a doença pulmonar.
- GA taquicardia postural ortostática resolve espontaneamente é 3 semanas.
- HA TAF pode ter qualquer foco auricular e pode ser causada pelos 3 mecanismos de taquicardia: reentrada, actividade deflagrada e automacidade anormal.
4Em relação às TSV:
- AA TAF pode ocorre na ausência de doença estrutural ou pode estar associada a qualquer doença cardíaca que afecte as aurículas.
- BA TAF não sustenda aumenta o risco de cardiopatia induzida por taquicardia e a prevalência de TAF incessante aumenta com a idade.
- CA TAF não sustenda por ser comumente observada em holter de 24h.
- DA estimulação simpatica é um factor promotor, pelo que a TAF pode ser um sinal de doença subjacente.
- EA TAF com bloqueio AV pode ocorrer na intoxicação por digoxina.
- FA TAF apresenta-se, normalmente, como uma TSV com condução AV 1:1 ou com bloqueio AV do tipo wenckenbach ou fixo.
- GA TAF cessa com bloqueio AV.
5Sobre a TAF:
- ACaracteriza-se por uma fase warm-up acelarada após a iniciação cool-down, diferente da TRNAV.
- BAs ondas P são discretas, sem segmento isoeléctrico.
- CA onda P pode cair sobre a onda P ou, em caso de condução 2:1, pode coincidir com o QRS.
- DA onda P pode ser exposta por manobras que diminuem o bloqueio AV.
- EEm episódio recorrentes de TAF, BB, BCC e AA pode ser eficazes, mas o potencial tóxicos e efeitos adversos muitas vezes justificam evitar estes agentes.
- FNa TAF por reentrada a administração de adenosina e manobras vagais podem aumentar de forma transitória o BAV e terminar a TQ
- GA TAF por automacidade anormal responde a cardioversão.
- HA TAF corresponde a 60% das TSV paroxísticas referenciadas para ablação, sendo eficaz em 80% dos doentes.
6Em relação à TAM:
- AGeralmente encontrada em doentes com doença pulmonar crónica e doença aguda.
- BO mecanismo responsável é a automacidade anormal.
- CA FC é de 100-150 bpm, caracterizada por pelo menos três ondas P com morfologia distintas.
- DEntre as ondas P existem claros intervalos isoeléctricos.
- EO tratamento passa pelo tratamento da doença subjacente e a cardioversão tem efeito.
- FOs doentes com doença pulmonar severa não toleram BB e, mesmo a amiodarona, deve ser evitada devido à sua toxicidade a longo prazo.
7Em relação à TRNAV:
- AÉ a TQ paroxística mais comum e também mais comuns em adultos.
- BÉ frequentemente bem tolerada e não é habitualmente associada a doença estrutural cardíaca.
- CA taquicardia lenta, nos idosos, pode causar angina, edema pulmonar, hipotensão ou síncope.
- DA via de condução lenta é a mais comum.
- EA activação auricular ocorre ao mesmo tempo que a activação ventricular.
- FA onda P está inserida durante, antes ou depois do QRS.
- GNa via lenta, a mais comum, o RP>PR.
- HNão cessa com manobras nem com medicação que produza BAV,
- IEm muitos doentes, a manobra de valsalva é suficiente para revertes os episódios de trnav.
- JBCC e BB têm sido usados para facilitar a cessação de um episodio.
8Em relação à TRNAV:
- ACorresponde a cerca de 60% dos casos de TSV paroxísticas referenciadas para ablação.
- BÉ eficaz em 10% dos doentes.
- CO principal risco associada a ablação por cateter é o desenvolvimento de BAV com necessidade
de pacemaker permanente, o que ocorrer em >10%. - DA taquicardia juncional é mais frequente em crianças e ocorre por automacidade anormal.
- EExiste dissociação AV com ondas A em canhão
- FA TQ juncional pode ocorrer por um curto período de tempo depois de uma ablação cateter de TRNAV.
- GA TQ juncional na forma de taquicardia incessante pode ocorrer no período pós operatorio de uma cirurgia de cardiopatia congénita.
- HA FC é <50bpm, na taquicardia juncional.
- INa taquicardia juncional, a condução AV está geralmente presente.
9Em relação à taquicardia associada a vias acessórias:
- AAs VA coorrem numa proporção 1:2000.
- BFrequentemente estão associadas a morte súbita.
- CAs VAs ocorrem mais frequentemente entre a AE e a parede livre do VE.
- DAs vias acessórias ocultas permitem apenas condução anterógrada, logo não existe pré-excitação em ritmo sinusal.
- EAs conexões fascículo-ventriculares podem produzir excitação, mas podem não causar arritmia.
- FAsfibras mahaim/auriculofasciculares conduzem apenas na direcção anterógrada
10Em relação à TQ associada a VAs:
- AUma minoria dos doentes têm corações estruturalmente normais.
- BEstão associadas algumas anomalias como ebstein da VT e formas de cardiomiopatia hipertrófica como Fabry, Danon e PRKGA2.
- CAs vias acessórias, quando comparadas com o NAV, têm um período refractário mais longe e, por isso, o impulso segue a via mais rápida.
- DNuma condução anterograda/antidrómica, em ritmo sinusal, existe pré-excitação ventricular.
- EA tríade clássica do S. WPW consiste em QRS estreitos, PR curto e borramente inicial do QRS, chamado onda delta.
- FAs VAs do lado direito, produzem no ECG um padrão BRD like em v1.
- GA VAs do lado esquerdo produzem um padrão BRD lime em v1 e uma onda delta em avL, que mimetiza ondas Q no enfarte da parede inferior.
- HA pré-excitação pode ser intermitente e desaparecer com o exercício, à medida que a condução através do NAV acelera e assume a activação ventricular de forma completa-
- IA S. WPW caracteriza-se por pré-excitação ventricular em ritmo sinusal e episódio de TSV paroxística.
11Em relação à TSV ortodrómica:
- AO circuito de entrada propaga-se anterogradamente, mas a condução da VA é retrogada.
- BÉ a taquicardia causada por via acessória mais comum.
- CO bloqueio AV ou VA resulta em aumento da taquicardia.
- DNa maioria dos casos, o intervalo RP é maior que o intervalo PR.
- EO intervalo RP é maior que o PR, quando a VA conduz muito lentamente na direcção retrogada, o que facilita a reentrada e leva a uma raquicardia incessante, chamada taquicardia juncional paroxística recíproca.
- FExiste pré-excitação durante a taquicardia.
- GA onda P nunca é simultânea com o QRS, estando inscrita no segmento ST
12Em relação à TSV com pré-excitação:
- AA mais comum é a por reentrada antidrómica:
- BA taquicardia reentrada AV antidrómica é frequentemente indistinguível da taquicardia ventricular monomórfica, no entanto, a presença de pré-excitação sugere o diagnóstico.
- C75% das VAs que causam pré-excitação permitem um mínimo de intervalos RR <259ms durante a FA, com risco de indução de FV e morte súbita.
- DA condução lenta através do NAV pode facilitar a condução pela VA, pelo que a administração de agentes bloqueadores do NAV estáI CI.
- EO tratamento deve incluir cardioversão, procainamida ou ibutilide.
13Em relação ao management de doentes com VA:
- AEm caso de doentes sintomáticos, o risco de PCR é maior em adultos.
- BEm doentes sintomáricos, realiza-se estudo electrofisiologico a todos os doentes.
- CO risco de PCR em doentes adultos sintomáticos é de 1:1000.
- DEm doentes assintomáticos com pré-excitação o risco de PCR em crianças é 2:1000.
- EA ablação por cateter é eficaz em 95% dos casos.
- FUm das principais complicações da ablação por cateter é ocorrer BAV; estão presentes <30%
14Na tratamento da TSV por complexos estreitos:
- ANa estabilidade hemodinâmica, estão recomendadas manobras simpaticolíticas, adenosina e BCC.
- BEm caso de instabilidade hemodinâmica a cardioversão é frequentemente necessária.
- CA adenosina pode provocar FA de curta duraçãoo em 15% dos doentes e CI em doentes com transplante cardíaco.
- DO tratamento de TSV com complexos largos deve ser orientadado como TV até provem o contrario.
- ENos doentes com TSV de complexos largos, a cardioversão nao tem efeito.
15Sobre o Flutter auricular:
- AÉ devido a uma macroreentrada, associado a áreas de cicatriz, que cria actividade auricular vista como ondas em dente de serra, com FC>200bpm
- BO típico apresenta-se no sentido anti-horário.
- CDoentes tratados com antiarritmicos, como flecainida, propafenona ou amiodarona vão apresentar-se com flutter, em vez de FA.
- D25% dos doentes que apresentam flutter auricular desenvolvem FA nos 5 anos seguintes.
- EOndas P negativas em v1 e positivas em DII, DII e avF.
- FA frequencia auricular e tipicamente 300 bpm.
- GO flutter tipico associa-se frequentemente a BAV 2:1, originando uma taquicardia regular de 150 bpm
- HFlutter direito comumente encontrados após ablação auricular direita para tratamento de FA ou após cirurgia auricular
- IPode ser difícil distinguir TAF de Flutter.
16Sobre o flutter:
- AÉ mais fácil o controlo da frequência no flutter do que na FA
- BSão indicações para anticoagulação: antes da cardioversão, para episódios >48h ou cronicamente, nos doentes com risco aumento de AVC segundo o CHA2DS2VASC
- CEm caso do 1º episódio é razoável a administração de fármacos AA.
- DEm episódio recorrentes, a tx AA leva a recorrência em 30% dos casos.
- EA ablação por cateter é eficaz em >90% dos doentes, sendo o bloqueio cardíaco pouco frequente.
Information
- Description
- nao tem FA
- Author
- Catarina Capella
- Language
- Português
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