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* 2- Diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa 24/09 4,5

Levy Moreira 25 questions

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Questions in this quiz (25)

  1. 11. [blank_start]Dissuadir[blank_end] a concentração de forças hostis nas fronteiras [blank_start]terrestres[blank_end] e nos l[blank_start]imites[blank_end] das águas jurisdicionais
    brasileiras, e [blank_start]impedir[blank_end]-lhes o uso do espaço [blank_start]aéreo[blank_end] nacional.
    Para dissuadir, é preciso estar preparado para combater. A tecnologia, por mais avançada que seja, jamais
    será [blank_start]alternativa[blank_end] ao combate. Será sempre instrumento do combate
    1. ADissuadir
    2. Bterrestres
    3. Cimites
    4. Dimpedir
    5. Eaéreo
    6. Falternativa
  2. 2O[blank_start]rganizar[blank_end] as Forças Armadas sob a égide do trinômio monitoramento/ controle, mobilidade e [blank_start]presença[blank_end].
    Esse triplo imperativo vale, com as adaptações cabíveis, para cada Força. Do [blank_start]trinômio[blank_end] resulta a definição das capacitações o[blank_start]peracionais[blank_end] de cada uma das Forças
    1. Apresença
    2. Brganizar
    3. Ctrinômio
    4. Dperacionais
  3. 33. Desenvolver as capacidades de m[blank_start]onitorar[blank_end] e
    con[blank_start]trolar[blank_end] o espaço aéreo, o território e as águas
    jurisdicionais brasileiras. Tal desenvolvimento dar-se-á a partir da utilização de tecnologias de monitoramento t[blank_start]errestre[blank_end], marítimo, aéreo e e[blank_start]spacial[blank_end] que estejam sob inteiro e i[blank_start]ncondicional[blank_end] domínio nacional.
    1. Aonitorar
    2. Btrolar
    3. Cerrestre
    4. Dspacial
    5. Encondicional
  4. 4Desenvolver, lastreada na capacidade de monitorar/controlar, a capacidade de responder prontamente a
    qualquer ameaça ou agressão: a [blank_start]mobilidade[blank_end] [blank_start]estratégica[blank_end].
    A mobilidade estratégica – entendida como a [blank_start]aptidão[blank_end] para se chegar rapidamente à região em conflito
    – reforçada pela mobilidade [blank_start]tática[blank_end] – entendida como a aptidão para se mover dentro daquela região – é o
    complemento prioritário do monitoramento/controle e uma das bases do poder de combate, exigindo, das
    Forças Armadas, ação que, mais do que conjunta, seja [blank_start]unificada[blank_end].
    O imperativo de [blank_start]mobilidade[blank_end] ganha importância decisiva, dadas a vastidão do espaço a defender e a
    escassez dos meios para defendê-lo. O esforço de [blank_start]presença[blank_end], sobretudo ao longo das fronteiras terrestres e nas partes mais estratégicas do litoral, tem limitações intrínsecas. É a [blank_start]mobilidade[blank_end] que permitirá superar o efeito prejudicial de tais limitações
    1. Amobilidade
    2. Bestratégica
    3. Captidão
    4. Dtática
    5. Eunificada
    6. Fmobilidade
    7. Gpresença
    8. Hmobilidade
  5. 5Ap[blank_start]rofundar[blank_end] o vínculo entre os aspectos tecnológicos e os operacionais da [blank_start]mobilidade[blank_end], sob a disciplina de
    objetivos bem definidos. [blank_start]Mobilidade[blank_end] depende de meios terrestres, marítimos e aéreos apropriados e da
    maneira de combiná-los. Depende, também, de capacitações operacionais que permitam aproveitar ao
    máximo o potencial das tecnologias do movimento.
    O vínculo entre os aspectos tecnológicos e operacionais da mobilidade há de se realizar de maneira a
    alcançar objetivos bem definidos. Entre esses objetivos, há um que guarda relação especialmente próxima com a mobilidade: a capacidade de alternar a [blank_start]concentração[blank_end] e a desconcentração de forças, com o propósito de dissuadir e combater a ameaça
    1. Arofundar
    2. Bmobilidade
    3. CMobilidade
    4. Dconcentração
  6. 6F[blank_start]ortalecer[blank_end] três setores de importância [blank_start]estratégica[blank_end]: o espacial, o cibernético e o nuclear. Esse fortalecimento
    assegurará o atendimento ao conceito de [blank_start]flexibilidade[blank_end].
    Como decorrência de sua própria natureza, esses setores transcendem a divisão entre desenvolvimento
    e defesa, entre o civil e o militar.
    Os setores [blank_start]espacial[blank_end] e cibernético permitirão,
    em conjunto, que a capacidade de visualizar o
    próprio País não dependa de tecnologia estrangeira e que as três Forças, em conjunto, possam atuar em rede, instruídas por monitoramento que se faça também a partir do [blank_start]espaço[blank_end]. O Brasil tem compromisso – decorrente da Constituição e da adesão a Tratados Internacionais – com o uso estritamente pacífico da energia nuclear. Entretanto, afirma a necessidade estratégica de desenvolver e
    dominar essa tecnologia. O Brasil precisa garantir o equilíbrio e a ve[blank_start]rsatilidade[blank_end] da sua matriz energética e avançar em áreas, tais como as de a[blank_start]gricultura[blank_end] e s[blank_start]aúde[blank_end], que podem se beneficiar da tecnologia de energia nuclear. E levar a cabo, entre outras iniciativas que exigem independência tecnológica em matéria de energia [blank_start]nuclear[blank_end], o projeto do submarino de propulsão nuclear
    1. Aestratégica
    2. Bortalecer
    3. Cflexibilidade
    4. Despacial
    5. Eespaço
    6. Frsatilidade
    7. Ggricultura
    8. Haúde
    9. Inuclear
  7. 7U[blank_start]nificar[blank_end] e desenvolver as operações conjuntas das três Forças, muito além dos limites impostos pelos
    [blank_start]protocolos[blank_end] de exercícios conjuntos. Os instrumentos principais dessa unificação serão o Ministério da Defesa e o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Devem ganhar dimensão maior e responsabilidades mais abrangentes. O Ministro da Defesa exercerá, na [blank_start]plenitude[blank_end], todos os poderes de direção das Forças Armadas que a Constituição e as leis não reservarem, expressamente, ao Presidente da República. A subordinação das Forças Armadas ao poder político constitucional é pressuposto do regime [blank_start]republicano[blank_end] e garantia da [blank_start]integridade[blank_end] da Nação.
    Os Secretários do Ministério da Defesa e o Diretor-Geral do Centro Gestor e Operacional do Sistema
    de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) serão [blank_start]nomeados[blank_end] mediante indicação [blank_start]exclusiva[blank_end] do Ministro de
    Estado da Defesa, entre cidadãos brasileiros, militares das três Forças e civis, respeitadas as peculiaridades e as funções de cada secretaria. As iniciativas destinadas a formar quadros de especialistas civis em defesa permitirão, no futuro, aumentar a presença de civis em postos dirigentes e nos demais níveis do Ministério da Defesa. As disposições legais em contrário serão revogadas.
    O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas será chefiado por um oficial-[blank_start]general[blank_end] de último [blank_start]posto[blank_end]
    e terá a participação de um Comitê, integrado pelos Chefes dos Estados-Maiores das três Forças. Será
    subordinado diretamente ao Ministro da Defesa. Construirá as iniciativas destinadas a dar realidade prática à tese da unificação doutrinária, estratégica e operacional e contará com estrutura p[blank_start]ermanente[blank_end] que lhe permita cumprir sua tarefa. A Marinha, o Exército e a Aeronáutica disporão, [blank_start]singularmente[blank_end], de um Comandante, [blank_start]nomeado[blank_end] pelo(a)
    Presidente(a) da República e [blank_start]indicado[blank_end] pelo Ministro da Defesa. O Comandante de Força, no âmbito das suas atribuições, exercerá a d[blank_start]ireção[blank_end] e a g[blank_start]estão[blank_end] da sua Força, formulará a sua política e doutrina e preparará seus órgãos operativos e de apoio para o cumprimento da destinação constitucional.
    Os Estados-Maiores das três Forças, subordinados a seus Comandantes, serão os [blank_start]agentes[blank_end] da formulação e[blank_start]stratégica[blank_end] em cada uma delas, sob a orientação do respectivo Comandante
    1. Anificar
    2. Bprotocolos
    3. Cplenitude
    4. Drepublicano
    5. Eintegridade
    6. Fnomeados
    7. Gexclusiva
    8. Hgeneral
    9. Iposto
    10. Jermanente
    11. Ksingularmente
    12. Lnomeado
    13. Mindicado
    14. Nireção
    15. Oestão
    16. Pagentes
    17. Qstratégica
  8. 88. R[blank_start]eposicionar[blank_end] os efetivos das três Forças. As principais unidades do Exército estacionam no Sudeste e no [blank_start]Sul[blank_end] do Brasil. A esquadra da Marinha concentra-se na cidade do Rio de Janeiro. Algumas instalações
    tecnológicas da Força Aérea estão localizadas em São José dos [blank_start]Campos[blank_end], em São Paulo. As preocupações
    mais agudas de defesa estão, porém, no N[blank_start]orte[blank_end], no [blank_start]Oeste[blank_end] e no Atlântico [blank_start]Sul[blank_end]. Sem desconsiderar a necessidade de defender as maiores concentrações demográficas e os maiores centros industriais do País, a Marinha deverá estar mais presente na r[blank_start]egião[blank_end] da foz do Rio Amazonas e nas grandes bacias fluviais do [blank_start]Amazonas[blank_end] e do P[blank_start]araguai[blank_end]-[blank_start]Paraná[blank_end]. Deverá o Exército agrupar suas reservas regionais nas respectiva[blank_start]s áreas[blank_end], para possibilitar a resposta imediata na crise ou na guerra. Pelas mesmas razões que exigem a formação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, os Distritos Navais ou Comandos de Área das três Forças terão suas áreas de jurisdição coincidentes, ressalvados impedimentos decorrentes de circunstâncias locais ou específicas. Os oficiais-generais que comandarem, por conta de suas respectivas Forças, um Distrito Naval ou Comando de Área, reunir-se-ão r[blank_start]egularmente,[blank_end] acompanhados de seus p[blank_start]rincipais[blank_end] assessores, para assegurar a unidade operacional das três
    Forças naquela área. Em cada área deverá ser estruturado um Estado-Maior Conjunto R[blank_start]egional[blank_end], para realizar e atualizar, desde o tempo de paz, os planejamentos operacionais da á[blank_start]rea[blank_end]
    1. Aeposicionar
    2. BSul
    3. CCampos
    4. Dorte
    5. EOeste
    6. FSul
    7. Gegião
    8. HAmazonas
    9. Iaraguai
    10. JParaná
    11. Ks áreas
    12. Legularmente
    13. Mrincipais
    14. Negional
    15. Orea
  9. 9A[blank_start]densar[blank_end] a presença de unidades da Marinha, do Exército e da Força Aérea nas [blank_start]fronteiras[blank_end].
    Deve-se ter claro que, dadas as dimensões continentais do território nacional, presença não pode significar onipresença. A presença ganha efetividade graças à sua relação com monitoramento/controle e com [blank_start]mobilidade[blank_end]. Nas fronteiras [blank_start]terrestres[blank_end], nas águas jurisdicionais brasileiras e no espaço aéreo sobrejacente, as unidades do Exército, da Marinha e da Força Aérea têm, sobretudo, tarefas de [blank_start]vigilância[blank_end]. No cumprimento dessas tarefas, as unidades ganham seu pleno significado apenas quando compõem sistema integrado de monitoramento/controle, feito, inclusive, a partir do e[blank_start]spaço[blank_end]. Ao mesmo tempo, tais unidades potencializam se como instrumentos de defesa, por meio de seus vínculos com as reservas táticas e estratégicas. Os vi[blank_start]gias[blank_end] alertam. As r[blank_start]eservas[blank_end] respondem e operam. E a eficácia do emprego das reservas táticas regionais e estratégicas é proporcional à capacidade de atenderem à exigência da [blank_start]mobilidade[blank_end]. Entende-se por reservas [blank_start]táticas[blank_end] forças articuladas, em profundidade, numa
    determinada área estratégica, com mobilidade suficiente para serem empregadas na própria
    área estratégica onde estão localizadas. Reservas [blank_start]estratégicas[blank_end] são forças dotadas de alta mobilidade [blank_start]estratégica[blank_end], com estrutura organizacional completa desde o tempo de paz, dotadas do mais alto nível possível de capacitação operacional e a[blank_start]prestamento[blank_end], em condições de atuar no mais [blank_start]curto[blank_end] prazo, no todo ou em [blank_start]parte[blank_end], em qualquer área estratégica compatível com sua [blank_start]doutrina[blank_end] de emprego
    1. Adensar
    2. Bfronteiras
    3. Cmobilidade
    4. Dterrestres
    5. Evigilância
    6. Fspaço
    7. Ggias
    8. Heservas
    9. Imobilidade
    10. Jtáticas
    11. Kestratégicas
    12. Lestratégica
    13. Mprestamento
    14. Ncurto
    15. Oparte
    16. Pdoutrina
  10. 1010. P[blank_start]riorizar[blank_end] a região amazônica.
    A Amazônia representa um dos focos de maior interesse para a [blank_start]defesa[blank_end]. A defesa da Amazônia exige
    avanço de projeto de desenvolvimento s[blank_start]ustentável[blank_end] e passa pelo trinômio monitoramento/controle, mobilidade e [blank_start]presença[blank_end]. O Brasil será v[blank_start]igilante[blank_end] na reafirmação incondicional de sua s[blank_start]oberania[blank_end] sobre a Amazônia brasileira. Repudiará, pela prática de atos de desenvolvimento e de defesa, qualquer tentativa de t[blank_start]utela[blank_end] sobre as suas decisões a respeito de preservação, de desenvolvimento e de defesa da Amazônia. Não permitirá que organizações ou indivíduos sirvam de instrumentos para interesses estrangeiros – políticos ou econômicos que queiram enfraquecer a soberania brasileira. Quem cuida da Amazônia brasileira, a serviço da humanidade e de si mesmo, é o Brasil. O CENSIPAM deverá atuar integradamente com as FA, a fim de fortalecer o m[blank_start]onitoramento[blank_end], o p[blank_start]lanejamento[blank_end], o c[blank_start]ontrole[blank_end], a lo[blank_start]gística[blank_end], a m[blank_start]obilidade[blank_end] e a pr[blank_start]esença[blank_end] na Amazônia b[blank_start]rasileira[blank_end]
    1. Ariorizar
    2. Bdefesa
    3. Custentável
    4. Dpresença
    5. Eoberania
    6. Figilante
    7. Gutela
    8. Honitoramento
    9. Ilanejamento
    10. Jontrole
    11. Kgística
    12. Lobilidade
    13. Mesença
    14. Nrasileira

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DISCIPLINAS JÁ ESTUDADAS Quiz on * 2- Diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa 24/09 4,5, created by Levy Moreira on 16/09/2018.
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Português
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