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Cesar dias 10 questions

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Questions in this quiz (10)

  1. 1Os estudos sobre o currículo no Brasil é atualmente uns dos espaços mais instigantes entre pesquisadores e docentes que vivenciam os processos de transformações da sociedade que interferem nas formações dos sujeitos sociais. Vários estudiosos tem se debruçado sobre as novas perspectivas curriculares que emergem do contexto escolar. Neste sentido, a escola, passa a ser espaço de discussões mais aprofundadas e o currículo a partir das teorias pós-críticas centram suas ações na formação das identidades dos sujeitos que a compõem. Sendo assim com o intuito de garantir os “direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento” (BRASIL, 2014) de todos os estudantes brasileiros, o Governo Federal, elaborou a partir da década 90 uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC), politica que busca atender as demandas postas à educação pelos desafios da contemporaneidade; a diversidade de sujeitos que frequentam as etapas da Educação Básica; a necessidade do resgate da dívida com uma parte importante da população, que não logrou, de forma plena exercer o direito à Educação básica de qualidade.
    1. ATrue
    2. BFalse
  2. 2Currículo é poder. Por isso, a necessidade de se voltar para a política curricular nacional, para se garantir um currículo pragmático com fins de ranqueamento institucional, empoderando assim as instituições que alcançam os melhores índices de aprendizagem, como nos destaca Apple (2000, p.59) o “currículo nunca é apenas um conjunto neutro de conhecimentos, que de algum modo aparece nos textos e nas salas de aula de uma nação. Ele é sempre parte de uma tradição seletiva” que visa a destaque pessoal através do conhecimento adquirido.
    1. ATrue
    2. BFalse
  3. 3A Base Nacional Comum Curricular consiste no conjunto de conhecimento e habilidades essenciais que cada estudante brasileiro deve aprender a cada etapa da Educação Básica, para que possa se desenvolver como pessoa, se preparar para o exercício da cidadania e
    se qualificar para o trabalho (http://basenacionalcomum.mec.gov.br). Se constitui em uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo das escolas de Educação Básica do país, pois define os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Superior.
    1. ATrue
    2. BFalse
  4. 4Segundo os autores da BNCC, esta servirá para definir os principais “direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento” nas áreas de conhecimento da Educação Básica. Espera-se que todo mundo saiba quais são os elementos fundamentais que precisam ser ensinados nas Áreas de Conhecimento: na Matemática, nas Linguagens e nas Ciências da Natureza e Humanas, além de se esperar que seja um dispositivo para (re)orientar as políticas de avaliação a Educação Básica; como também espera-se repensar e atualizar os processos de produção de materiais didáticos.
    1. ATrue
    2. BFalse
  5. 5Os primeiros indícios quanto à formulação de uma Base Nacional Comum Curricular tiveram início 1988, quando da promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil que prevê, em seu Artigo 210, a Base Nacional Comum Curricular. Em seu Art. 210 estabelece que seja fixado conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais. A partir de então entre os anos de 1996 a 2015, surgiram vários outros recursos e documentos legais que tratavam ou mencionavam esta temática e forma de organização e direcionamento da Educação no país. Neste sentido a BNCC só veio a consolidar algo que já se desenhava ao logo das ultimas décadas.
    1. ATrue
    2. BFalse
  6. 6Para Bourdieu e Passeron (1967), “ignorar o contexto é o suficiente para tornar
    iguais coisas desiguais, e desiguais as coisas iguais” (p.25). Portanto, não seria possível
    pensar uma base nacional distante dos contextos locais. Existem docentes, que discordam e afirmam que bases comuns nacionais não são condições para uma educação de qualidade, comprometida com justiça social e democracia. Tendo ainda outro ponto de controvérsia que é o estabelecimento de “direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento”, desconsiderando a diversidade dos grupos que formam a sociedade brasileira, questionando-se a tentativa de proposição de um pensamento único. As críticas recaem sobre a “hegemonia” de um currículo “mínimo” que conduzam a uma centralização curricular articulada de cima para baixo. Ou seja, estamos vivenciando um retorno ao movimento de centralização curricular, na tentativa de se estabelecer uma cultura escolar comum, para um país diverso e plural.
    1. ATrue
    2. BFalse
  7. 7Na mesma linha de reflexão de Hall (2011), Giddens (2006) e Bauman (2005), ao definirem identidade como “fonte de significado e experiência de um povo”, Castells (2008) afirma que, do ponto de vista sociológico, toda e qualquer identidade é construída. A identidade do sujeito se constrói na contradição e no jogo social, pois o sujeito enquanto ser social se constitui e é constituído na relação com o outro. Essa nova compreensão de formação de identidades deve abranger a noção de colcha de retalhos, uma vez, que não é possível, atualmente, termos biografias lineares como acontecia ao longo do século XX, pois o mundo contemporâneo demanda maiores mudanças na estrutura temporal e em sua percepção subjetiva modificando o sujeito e suas identidades assumidas. Esta fragmentação é explicada por Giddens (1991), como uma consequência da contemporaneidade de uma época marcada pela desorientação, de uma constante busca de uma estabilidade que não se alcança, devido as constantes mudanças. Pela sensação de que não compreendemos plenamente os eventos sociais e que perdemos o controle de nossas vidas, de nosso futuro, é que não podemos ter mais uma identidade mais permanente. Mas esse fenômeno não é totalmente negativo, uma vez, que propicia mudanças e reconhecimento a indivíduos e grupos até recentemente excluídos dos processos de atuação e decisão social. No contexto da sociedade contemporânea instável, “líquida” produtora das identidades flexíveis, Bauman (2005) analisa que a noção de pertencimento e identidade não é garantida para toda a vida; ao contrário, são bastante negociáveis, revogáveis e eternamente provisórias. Os indivíduos já não podem apresentar uma identidade coesa, firmemente fixada e solidamente construída, pois assim estariam limitando as suas liberdades de escolha.
    1. ATrue
    2. BFalse
  8. 8No contexto da Educação Infantil o currículo se estruturará, observando o que diz o parecer CNE/CEB n.º 20/2009, “em campos de experiências que devem se articular em torno dos
    princípios, condições e objetivos propostos nesta diretriz”. A proposta de campos de experiências na organização do currículo da Educação Infantil é um avanço fundamental para romper com a fragmentação do saber valorizado e sistematizado pela sociedade ao longo da história. Os campos de experiências são espaços e situações nos quais as experimentações
    infantis acontecem. Onde a criança aprende e se desenvolve no seu contexto próprio de
    vida que materializa suas experiências e seus saberes em “conexão viva” com os saberes
    e conhecimentos sistematizados. Nesse sentido, o documento aponta as interações e
    brincadeiras como seus eixos norteadores. A BNCC nos traz ainda que esta fase da Educação Básica terá sua estrutura fundamentada em princípios éticos, políticos e estéticos como elementos norteadores dos direitos de aprendizagem, que são Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Expressar e Conhecer-Se.
    1. ATrue
    2. BFalse
  9. 9A BNCC afirma sua concepção de currículo fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil - DCNEI, no seu art. 3º que estabelece: O currículo da educação infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, cientifica e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 3 anos de idade (2010). Nessa perspectiva, a criança, seus saberes e experiências passam a fazer parte do processo educativo, o foco absoluto do currículo. A escolha por campos de experiências parte da concepção de que a criança é um sujeito histórico e social. Assim, a criança é um sujeito histórico e social, ela é um ser dinâmico e ao longo do tempo passa por diferentes transformações. Como um ser social ela é um sujeito que, vivendo e interagindo por meio da brincadeira em sociedade constrói sua subjetividade, suas identidades.
    1. ATrue
    2. BFalse
  10. 10Um dos direitos fundamentais da criança enquanto sujeito histórico e social é a
    educação pública, gratuita e de qualidade; portanto como referência de instituição escolar para as crianças pequenas, “pensamos em uma escola para crianças pequenas como um espaço decorado com muita informação e imagens que queremos que elas aprendam, como um local de atividades dirigidas e pensadas pelo adulto, respeitada a faixa etária que a criança se encontra”. Com elementos do espaço físico fixo para evitar acidentes. Ao professor é conferido autonomia intelectual de formulação curricular, de detentor do saber que rege o protagonismo da aprendizagem
    1. ATrue
    2. BFalse

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Quiz on Untitled, created by Cesar dias on 27/10/2018.
Language
Português
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