Quiz
Hematologia
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Questions in this quiz (58)
1Com relação ao Plasma Fresco Congelado (PFC), podemos afirmar que
- AÉ utilizado, preferencialmente, na presença de distúrbios da Coagulação.
- BRestaura os níveis de gamaglobulinas.
- CÉ o expansor volêmico preferido em relação às demais soluç
- DÉ o expansor volêmico preferido nos pacientes jovens politraumatizados
2Paciente de 60 anos, do sexo masculino, em tratamento para leucemia mieloide aguda, subtipo M2. Pesa 64 quilos. Chega no dia 18 de indução da remissão para avaliação ambulatorial. Encontra-se assintomático, apresentando hemograma do dia com hemoglobina de 8,0 g/dL, leucócitos totais de 400/ul e contagem plaquetária de 15.000/uL. Nesse caso, qual é a conduta indicada?
- ATransfusão de duas unidades de concentrado de hemácias.
- BObservação
- CTransfusão de duas unidades de concentrado de hemácias e aplicação de Granulokine subcutânea até recuperação de série branca
- DTransfusão de uma aférese de plaquetas ou seis unidades de concentrado de plaquetas.
3Assinale a alternativa correta sobre o Plasma Fresco Congelado
- AÉ aquecido para eliminar o risco de transmissão de doença viral.
- BÉ útil no tratamento de púrpura trombocitopênica trombótica.
- CÉ útil no tratamento de trombocitopenia de causa imunológica.
- DÉ recomendado no tratamento da hemofilia A.
4Em virtude das possibilidades de riscos de transmissão de doenças e da existência de hemoderivados, atualmente são restritas as indicações terapêuticas de plasma fresco congelado em seu estado natural, dentre elas podemos citar: Assinale a opção correta:
- AReversão urgente do efeito cumarínico .
- BReposição de perda volêmica superior à 20%.
- CSuporte nutricional em pacientes hipoalbuminêmicos.
- DTratamento de grandes queimados
5O plasma fresco congelado tem sua melhor indicação na:
- AHipovolemia como expansor plasmático.
- BTrombocitopenia causada pela heparina.
- CDisfunção plaquetária com sangramento.
- DDeficiência de fatores de coagulação.
- EAssociação ao uso de concentrado de hemácias.
6Sobre a utilização de hemocomponentes em pacientes cirúrgicos, assinale a alternativa CORRETA:
- AA utilização de hemocomponentes leucodepletados está indicada para prevenção de reação transfusional febril não hemolítica em pacientes com mais de duas reações prévias.
- BAs transfusões de plasma e/ou crioprecipitados devem ser feitas com filtros, devido à alta concentração de leucócitos íntegros.
- CO uso de concentrado de hemácias deve ser feito com parcimônia devido ao risco de sobrecarga volumétrica.
- DPlasma fresco congelado tem como uma de suas principais indicações promover expansão volumétrica.
7Homem, 52 anos, etilista, procura atendimento com dor abdominal difusa há 1 dia. Sem outras queixas. Exame físico: descorado 2+/4; ictérico 2+/4; com telangiectasias em tórax e eritema palmar. Macicez móvel presente em percussão do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Presença de edema +/4 em membros inferiores. Realizada paracentese diagnóstica. Exames laboratoriais realizados. (conforme imagem do caderno de questões) Qual dos hemocomponentes/hemoderivados está mais bem indicado?
- AConcentrado de plaquetas.
- BPlasma fresco congelado.
- CAlbumina humana.
- DConcentrado de hemácias.
8Menino, 4m, é trazido à emergência devido a volumoso hematoma em braço esquerdo. Antecedente pessoal: herniorrafia inguinal com sangramento excessivo há 10 dias e coleta de exames de sangue há cinco dias para investigar o sangramento. Antecedente familiar: primo pelo lado materno com quadro semelhante. Exame físico: membro superior esquerdo com hematoma volumoso e diminuição do pulso braquial. Após coleta de provas de coagulação, a conduta foi:
- AReposição de plaquetas.
- BReposição de plasma fresco congelado.
- CReposição de crioprecipitado.
- DReposição de fator VIII.
9Mulher, 20 anos procura consulta com astenia, fadiga, palidez, discreta icterícia e desorientação. Exames mostram: Hb 6.0g/dl; Ht 22.0%, VCM 88; RDW 18%; 7500 leucócitos/mm3; nove mil plaquetas/mm3; Reticulócitos 12%; presença de esquizócitos; DHL 900U/l; Bilirrubina total 2.7mg/dl; Bilirrubina indireta 1.9mg/dl; Haptoglobina diminuída; ADAMTS 13 reduzida; ionograma normal; Creatinina 0.8mg/dl; Glicemia 105mg/dl. Qual dos seguintes tratamentos de forma isolada é mais eficaz para a paciente?
- APulsoterapia com metilprednisolona.
- BPrednisona 1mg/kg/dia.
- CPlasmaférese.
- DEculizumabe.
10Assinale verdadeiro ou falso sobre hemocomponentes e seu uso clínico: I. Deve-se transfundir concentrados de hemácias em pacientes com hemoglobina menor que 10 g/dl, mesmo em pacientes estáveis e sem sangramento agudo; II. O crioprecipitado é proveniente da centrifugação do plasma fresco congelado, sendo rico em fibrinogênio, fator VIII e fator de von Willebrand; III. Quando existe indicação de transfusão de plaquetas, deve-se transfundir uma bolsa de plaquetas de doador randômico para cada 10 kg de peso corporal do receptor; IV. Espera-se que uma unidade de concentrado de hemácias gere um incremento de 6% no hematócrito do paciente transfundido; V. O plasma fresco congelado pode ser utilizado para reversão do efeito anticoagulante da heparina em pacientes com sangramentos.
- AV - F - F - V - V.
- BF - V - V - F - V.
- CF - V - V - F - F.
- DF - V - V - V - F.
11Em relação às hemoglobinas dos pacientes críticos, avalie os itens 1, 2 e 3. Em seguida, assinale a alternativa CORRETA. 1) É consenso manter níveis de hemoglobinas acima de 10 g/dL (gramas por decilitros) em pacientes críticos, devido ao impacto na queda de mortalidade, pois a redução de hemoglobina aumenta a hipoperfusão resultando em disfunção múltipla de órgãos. 2) As evidências demonstraram que a não transfusão de concentrado de hemácias no paciente crítico, mesmo em pacientes com fatores de risco para doença arterial coronariana, maiores que 7 g/dL (estratégia de transfusão restritiva) reduz risco de infecção, injúria pulmonar aguda e sobrecarga de volume. 3) Trali (lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão) é uma reação comum observada em UTI (unidade de paciente crítico) e está relacionada com as hemácias dos doadores que contêm titulações elevadas de anticorpos anti-HLA (HLA – antígeno leucocitário humano).
- AApenas o item 1 é verdadeiro.
- BApenas o item 2 é verdadeiro.
- CApenas o item 3 é verdadeiro.
- DApenas os itens 1 e 2 são verdadeiros.
- EOs três itens são verdadeiros.
12Homem, 40a, faz uso cronicamente de varfarina 10 mg/dia, e possui antecedente de trombose venosa profunda. Chega ao pronto-socorro com sangramento gengival e urinário volumoso. Bom estado geral; FC = 80 bpm; PA = 110 x 80 mmHg; Hb = 12,5 g/dl; Ht = 38% RNI = 10. O tratamento é:
- ATransfundir plasma fresco congelado.
- BAdministrar imunoglobulina intravenosa.
- CAdministrar vitamina K.
- DSuspender a varfarina e observar.
13As transfusões de hemocomponentes nunca foram tão seguras como na atualidade. Entretanto, como em qualquer procedimento médico, em algumas situações podem ocorrer reações adversas. Qual a reação transfusional aguda imunológica mais comum?
- AAnafilática.
- BHemolítica aguda.
- CNão hemolítica febril.
- DContaminação bacteriana.
- ETRALI (Transfusion Related Acute Lung Injury).
14Durante uma transfusão sanguínea, um paciente apresentou prurido difuso e placas urticariformes. O procedimento correto a ser realizado é:
- APor se tratar de quadro de natureza alérgica, tratar com sintomáticos e suspender a transfusão temporariamente.
- BSuspender a transfusão e iniciar corticoterapia venosa em dose imunossupressora.
- CPor se tratar de reação enxerto versus hospedeiro, suspender a transfusão.
- DPor se tratar de reação hemolítica, suspender imediatamente a transfusão.
- EPor se tratar de reação anafilática, suspender a transfusão e iniciar epinefrina.
15Paciente feminino, 51 anos, com diagnóstico de leucemia mieloide aguda, é internada para realização da segunda consolidação. Antes da alta, apresentava hemoglobina de 5,9 g/dL, neutrófilos de 1100/mm3 e plaquetas de 39.000/mm3 ,com queixa de dispneia aos pequenos esforços. O médico assistente solicitou transfusão de 1 concentrado de hemácias filtrado e irradiado. Após vinte minutos do início da transfusão, a paciente apresentou febre (38,3 °C - temperatura pré 36,7 °C), dor lombar intensa e taquipneia. Qual a reação transfusional mais provável e quais as medidas a serem tomadas, além da conferência do rótulo da bolsa e da etiqueta de transfusão com os dados da paciente?
- AReação febril não hemolítica – Suspender a transfusão e prescrever antitérmico, reinstalar o hemocomponente após resolução da febre e notificar a reação.
- BReação alérgica – Suspender a transfusão e não reinstalar o hemocomponente, retirar o acesso venoso por onde o hemocomponente estava sendo infundido, prescrever corticoide e notificar a reação.
- CTRALI – Lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão - Suspender a transfusão e não reinstalar o hemocomponente, manter acesso venoso com soro fisiológico, prescrever furosemida, solicitar radiografia de tórax e gasometria arterial e notificar a reação.
- DReação hemolítica aguda – Suspender a transfusão e não reinstalar o hemocomponente, manter acesso venoso, solicitar LDH, bilirrubinas, hemograma, sumário de urina, coagulograma e função renal, prescrever antitérmico e hidratação venosa e notificar a reação.
16Sobre a Lesão Pulmonar Aguda relacionada à Transfusão (TRALI) podemos afirmar que:
- AÉ menos frequente com as doações de homens e nuligestas.
- BA dexametasona previne sua ocorrência nos casos de maior risco.
- CÉ mais comum nos casos de transfusão de sangue total
- DDeve ser realizada a plasmaférese precoce para o tratamento
17As complicações pós-transfusionais tardias dos hemocomponentes podem ocorrer após 24 horas ou mais do término do procedimento. Dentre as mais observadas se pode identificar, EXCETO:
- AReação hemolítica tardia.
- BAloimunização plaquetária.
- CSobrecarga de ferro.
- DReação enxerto contra hospedeiro.
- EReação anafilática.
18Mulher de 54 anos, queixa-se de sangramento vaginal frequente nos últimos meses. Nas últimas semanas tem cansaço fácil e palpitações. Ex. físico: FC=110 bat/min, FR= 28 irp/m, mucosas descoradas, discreto edema de MMII. Ex. laboratório:Hb=5g/dl. Os demais exames colhidos no pronto socorro foram normais. Durante a infusão da terceira bolsa de concentrado de hemácias, a paciente teve febre de 37,9oC, calafrios e a PA= 80x60 mmHg. O que deve ser feito?
- AInterromper a transfusão, coletar hemoculturas e administrar antibiótico.
- BInterromper a transfusão, administrar antitérmicos e observar
- CSolicitar a prova de Coombs, bilirrubinas e LDH e hidratar
- DSolicitar a US abdominal, Radiografia de tórax e LDH.
19Homem, 54a, submetido a hepatectomia, com sangramento aumentado no intraoperatório devido a intercorrências cirúrgicas, recebendo mais de dez unidades de concentrado de hemácias num período de seis horas. NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO PODERÁ OCORRER:
- AHipocalcemia.
- BHipercalemia.
- CHipernatremia.
- DHipofosfatemia
20Paciente no terceiro dia de pós-operatório de ressecção de glioblastoma cerebral, que evolui com hemorragia digestiva alta e necessita de transfusão de concentrado de hemácias. Duas horas após a transfusão, o paciente evolui com dispneia, hipoxemia, febre e infiltrados pulmonares bilaterais ao raio X de tórax. A principal hipótese diagnóstica consiste em síndrome da:
- AReação alérgica ao conservante do concentrado de hemácias.
- BReação não hemolítica febril por contaminação bacteriana.
- CLesão hemolítica aguda por incompatibilidade ABO.
- DLesão pulmonar aguda relacionada à transfusão.
21Com relação às reações transfusionais, assinale a alternativa CORRETA:
- AA sepse ocasionada pela contaminação bacteriana tem como etiologia bacteriana mais frequente os germes de pele, como o S. aureus e S. epidermidis.
- BAs reações transfusionais podem ser classificadas como agudas, quando ocorrem no período de até 2 horas da transfusão, ou crônicas, quando ocorrem após 48 horas da transfusão.
- CA TRALI apresenta início insidioso de hipoxemia e insuficiência respiratória durante ou até 48 horas após a transfusão.
- DA reação febril não hemolítica ocorre com a frequência de 1 a 10 eventos a cada 50 transfusões, sendo mais frequente com o uso de concentrado de hemácias.
22Paciente com síndrome mielodisplásica vem sendo transfundido com concentrados de hemácias para manter o nível de hemoglobina. Nas últimas transfusões, apresentou quadro febril com calafrios. As culturas para rastreamento de infecções foram negativas. Esses episódios de reações transfusionais estão relacionados aos (às):
- ALeucócitos
- BPlaquetas.
- CHemácias.
- DResíduos de bactérias.
23Com relação às reações transfusionais:
- AAs reações ditas leves são desconsideradas pelo NOTIVISA (Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária).
- BOs sintomas mais comuns na reação febril não hemolítica são tremores, calafrios e febre.
- CA investigação e notificação da reação transfusional é de responsabilidade exclusiva do banco de sangue que distribuiu a unidade transfundida.
- DO acúmulo de citocinas em concentrados de hemácias é causa de reações do tipo incompatibilidade ABO.
24Define-se por reação transfusional qualquer intercorrência originada como consequência da transfusão de hemocomponentes, durante ou após sua administração. Esses eventos adversos podem variar de anafilaxia leve a quadros de hepatite grave, sepse e morte. A literatura indica que a prevalência de reações transfusionais em crianças é elevada, e os fatores intervenientes são o tipo de hemocomponente, a faixa etária, comorbidade do peciente e politransfusão, sendo que os dois primeiros associam-se, também, com tipo de reação ocorrida. O perfil das reações transfusionais costuma ser de eventos:
- ADe etiologia desconhecida; devido a sangue total.
- BAlérgicos; devido a sangue total.
- CDe etiologia desconhecida; devido a concentrado de plaquetas.
- DAlérgicos; devido a concentrado de plaquetas.
- EGraves; devido a concentrado de hemácias.
25Num hemotransfundido, a reação hemolítica aguda que ocorre com administração de sangue ABO incompatível, cursa geralmente com:
- Ahipotensão arterial.
- Bhipotermia acentuada.
- Ccoagulação dos sítios de punção.
- Dpalidez no trajeto de punção venosa.
26Considere as afirmativas abaixo: I. Hipocalcemia e hipercalemia são complicações comuns em pacientes politransfundidos. II. Diminuição da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio (aumento da oferta para os tecidos) ocorre com aumento da temperatura corporal, redução do pH, e aumento da demanda dos tecidos. III. A presença de dispneia, hipotensão e febre em 1 a 4 horas após a transfusão pode ser explicada por lesão pulmonar relacionada à transfusão (TRALI). IV. A transfusão de plasma fresco congelado está apenas indicada em pacientes com deficiência de coagulação e com sangramento ativo. Assinale a alternativa CORRETA:
- ASomente as assertivas I e II estão corretas.
- BSomente a assertiva III está incorreta.
- CSomente as assertivas I e IV estão corretas.
- DTodas as assertivas estão incorretas.
- ETodas as assertivas estão corretas.
27Assinale a afirmativa correta no que se refere à Púrpura Trombocitopênica Imunomediada:
- AA prevalência entre adultos é maior no sexo masculino.
- BNo adulto, vários fatores são desencadeantes, como, por exemplo, hepatite C, infecção por citomegalovírus e HIV.
- CContagem plaquetária menor que 40.000 deve ser tratada com transfusão de plaquetas para prevenir hemorragias.
- DContagem plaquetária da gestante prediz a contagem do RN.
- ENa infância, há tendência de cronificação e fatores ambientais como fatores de risco.
28Paciente de 4 anos, sexo masculino, com diagnóstico de Púrpura Trombocitopênica Imunológica (PTI) há 5 meses. Realizado mielograma, ao diagnóstico, sem alterações. No momento, a criança está bem, sem sangramentos, porém com contagem plaquetária de 22000 e séries eritrocitária e leucocitária normais. Quais classificação e tratamento devem ser determinados para esse paciente?
- APTI aguda. Tratamento conservador com observação criteriosa e sem uso de medicamentos para aumentar o número de plaquetas.
- BPTI aguda. Tratamento com imunoglobulina.
- CPTI persistente. Tratamento com imunoglobulina.
- DPTI persistente. Tratamento conservador com observação criteriosa e sem uso de medicamentos para aumentar o número de plaquetas.
- EPTI crônica. Tratamento conservador com observação criteriosa e sem uso de medicamentos para aumentar o número de plaquetas
29Em pacientes portadores de púrpura trombocitopênica idiopática, analise as seguintes assertivas sobre a indicação de esplenectomia: I. Contagem de plaquetas abaixo de 20.000 mm³. II. Trombocitopenia sintomática. III. Paciente sem sangramento com diagnóstico de púrpura trombocitopênica idiopática há mais de seis meses. IV. Falha do tratamento clínico inicial com glicocorticoides. Quais estão corretas?
- AApenas I.
- BApenas IV.
- CApenas I e II.
- DApenas III e IV.
- EI, II, III e IV.
30Qual a alternativa CORRETA a respeito de púrpura trombocitopênica imune?
- AEsplenomegalia é um achado comum.
- BSua forma aguda é comum na infância e tende a ser auto-limitada
- CO tratamento de escolha é a esplenectomia
- DO hemograma frequentemente apresenta anemia e leucocitose com linfocitose
- EDevemos usar transfusão de plaquetas sempre que a contagem de plaquetas for menor que 20.000.
31Nos casos de Púrpura Trombocitopênica Idiopática, podemos afirmar que:
- AOs casos graves têm a alternativa de tratamento conservador, sem a necessidade de corticosteroides.
- BA esplenectomia é a forma mais efetiva de tratamento para as formas de moderadas a graves.
- CA esplenomegalia geralmente está presente.
- DApós a esplenectomia, não há necessidade de vacinas anti-haemophilus.
- EAs plaquetas levam de 6 a 8 semanas para normalizarem.
32Menino de 13 anos é levado ao pronto atendimento por apresentar, nas últimas 48 horas, máculas e petéquias na face e no tórax, além de hematomas em membros inferiores. Há 1 semana estava com tosse, congestão nasal e coriza hialina. Não há relatos de febre, trauma ou ingestão de medicamentos. O exame físico não revela outros sinais de sangramento. Baseado nos achados acima, assinale a alternativa CORRETA:
- APara a realização da punção lombar, está contraindicado o uso de midazolam.
- BA evolução clínica com sepse é bastante frequente, sendo essa a principal causa de óbito.
- CComo o paciente permanece bem e estável, a indicação de biópsia de medula deve ser imediata.
- DOs seus exames complementares provavelmente revelarão plaquetopenia, Tempo de Protrombina (TP) e tempo de tromboplastina ativada (TTPa) normais.
- EA antibioticoterapia endovenosa deve ser iniciada imediatamente, mesmo antes de coletar os exames laboratoriais.
33Menino de 4 anos, eutrófico, é trazido ao pronto-atendimento por artralgias nos cotovelos e joelhos, impedindo-o de jogar futebol há 2 dias. No dia anterior, estava com coriza hialina e apresentou diarreia, sem vômitos. Na data de hoje, acordou com epistaxe e presença de petéquias no tórax e pescoço. O hemograma revela hemoglobina de 13 g/dl, plaquetas de 15.000/mm3, leucócitos de 9.300/mm³ e ausência de formas jovens. A radiografia de abdome agudo é normal. O mais provável diagnóstico para esse quadro é:
- AArtrite idiopática juvenil.
- BLeucemia linfocítica aguda.
- CPúrpura anafilactoide de Henoch-Schönlein.
- DPúrpura trombocitopênica imunológica.
- ESíndrome hemolítico-urêmica.
34Menino de 5 anos é levado a um Pronto Atendimento por estar apresentando equimoses espontâneas em membros inferiores há cinco dias e epistaxe há um dia. Você solicita um hemograma com o seguinte resultado: Hb: 13,5 g/dL, Hto: 41%, 9500 Leuc, 70% Linfócitos, 22% Neutrófilos, 8% Monócitos; 6.000 Plaquetas. A melhor conduta para o caso é:
- ATransfusão imediata de plaquetas pelo risco de sangramento de sistema nervoso central.
- BTransfusão de plaquetas para coleta de mielograma.
- CAdministrar gamaglobulina humana.
- DIniciar imunossupressão com prednisolona oral.
- EIniciar plasmaferese.
35São características da púrpura trombocitopênica trombótica, EXCETO:
- AReticulocitose, leucócitos com contagem normal ou elevada e teste de Coombs direto negativo.
- BPresença de hemólise microangiopática.
- CSintomas neurológicos como cefaleia, confusão mental e convulsões.
- DAlteração de função renal e febre.
- EA base do tratamento consiste no uso de corticoide e heparina.
36Mulher de 34 anos passou a apresentar nas últimas seis semanas equimoses espontâneas principalmente nas pernas. Informa também sangramento excessivo na última menstruação e episódio de epistaxe volumosa há cinco dias. Diz que está se sentindo bem e continua trabalhando normalmente. Sem passado mórbido de importância. Não há história familiar de doença hemorrágica. Não é tabagista e ingere bebida alcoólica apenas socialmente. Nega uso atual e recente de qualquer medicamento. Ao exame, observam-se múltiplas equimoses nas sua pernas e, em menor número, no abdome e braços. Há sangramento espontâneo nas gengivas. O exame de fundo de olho não evidencia hemorragias. Os dados vitais e o restante do exame físico estão dentro dos limites da normalidade. Hemoglobina 12,9g/dL (hematoscopia sem achados dignos de nota); leucócitos totais 5.300/mm³ (contagem diferencial dentro da normalidade); plaquetas 5.000/mm³; e RNI, PTT, função renal, íons, glicemia e bioquímica hepática dentro dos limites da normalidade. Fator antinuclear (FAN), anti-HIV e anti-HCV (vírus da hepatite C) negativos. Considerando-se o diagnóstico mais provável, é possível afirmar que plaquetopenia apresentada pela paciente é resultante de:
- AConsumo excessivo de plaquetas
- BDestruição de plaquetas por autoanticorpos e possível inibição da produção/liberação dessas células pelos megacariócitos
- CRedução da produção de plaquetas devido a infiltração da medula óssea por neoplasia
- DRedução da produção de plaquetas devido à deficiência de ácido fólico e/ou vitamina B12
37Menino, 4a, é trazido pela mãe que refere aparecimento de manchas avermelhadas e arroxeadas pelo corpo há cerca de 20 horas. A criança teve o diagnóstico de eritema infeccioso há 12 dias, mas já está bem. Nega outras queixas, alimenta-se bem; vacina atualizada. Exame físico: eutrófico, corado; inúmeras petéquias esparsas, equimoses pequenas em membros; abdome sem alterações. Hemograma: plaquetas = 19.000 mm³, séries branca e vermelha sem alterações. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É:
- APúrpura de Henoch-Schönlein.
- BDoença de von Willebrand.
- CLeucemia mieloide aguda.
- DPúrpura trombocitopênica imune.
38Menino de 8 anos apresentou infecção de vias aéreas superiores há uma semana. Há um dia começou a apresentar petéquias pelo corpo. Sem outros sintomas associados. Nega febre, inapetência e perda de peso. Ao exame, BEG, corado, hidratado, eupneico, ausculta pulmonar e cardíaca normais, temperatura axilar = 36,2°C; frequência cardíaca = 96 batimentos/minuto; frequência respiratória = 20 movimentos/minuto; pressão arterial = 90 x 50 mmHg; abdome sem alterações ou visceromegalias; sem linfadenomegalias; sem rigidez de nuca ou outros achados no exame clínico. Colhido hemograma que revelou: Hb = 13 g/dl; hematócrito = 39%; leucócitos = 9,67 mil/mm³ (25% segmentados, 60% linfócitos,15% monócitos); plaquetas = 35.000/mm³. Com relação ao paciente, assinale a afirmativa que descreve a conduta imediata a ser tomada:
- ATeste rápido para dengue; iniciar hidratação endovenosa com soro fisiológico 0,9%, 20 ml/kg.
- BCeftriaxona, hidratação endovenosa com soro fisiológico 0,9%, 20 ml/kg; coleta de liquor.
- CTransfusão de plaquetas pelo alto risco de sangramento espontâneo.
- DOrientar quanto ao risco de trauma; realizar hemogramas seriados.
39Mulher, 30 anos, refere sangramento gengival às escovações há 15 dias. Nega antecedente pessoal e familiar de sangramento. Faz uso de contraceptivos orais. Refere etilismo social e nega tabagismo. Exame físico: BEG, corada, hidratada, anictérica, afebril, acianótica. Sem linfonodomegalias. Presença de múltiplas petéquias em tronco e membros. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Abdome indolor, sem visceromegalias. Hemograma: Hb = 13,7 g/dl; Ht = 44%; VCM = 88 fl; leucócitos = 6,3 x 10³/µl; neutrófilos = 4,9 x 10³/µl; linfócitos = 1,4 x 10³/µl; plaquetas = 12 x 10³/µl; contagem de reticulócitos = 1%. Esfregaço do sangue periférico: plaquetas reduzidas em número, sem outras alterações. Sorologias para HBV, HCV e HIV negativas. FAN negativo. TSH normal. Ultrassonografia de abdome sem alterações. Qual é a conduta mais apropriada no momento?
- AImunoglobulina humana.
- BPlasmaférese.
- CPrednisona.
- DTransfusão de plaquetas.
40Mulher, 53a, relata há 4 meses aparecimento espontâneo de petéquias em braços e coxas, com aumento significativo e extensão para tronco e abdome há 2 semanas. Apresenta sangramento após a escovação dentária no mesmo período. Nega quadros semelhantes no passado. Há 6 meses, devido a um evento de acidente isquêmico transitório, passou a utilizar AAS 100 mg/dia. Exame físico: petéquias em tronco, abdome e coxas; abdome: baço palpável a 1 cm do rebordo costal esquerdo. Hemograma: Hb = 13,4 g/dl; VCM = 82 fl; HCM = 30 pg; RDW = 13,5%; leucócitos = 8.900/mm³ (segmentados 70%, linfócitos 23%, monócitos 4%, eosinófilos 3%), plaquetas = 3.000/mm³. Análise do esfregaço não mostra alterações morfológicas. O mecanismo fisiopatológico dos achados é:
- ASequestro de plaquetas no baço.
- BProdução de anticorpos antiplaquetas.
- CDoença clonal da hematopoiese na medula óssea.
- DInibição da ciclo-oxigenase.
41O distúrbio hemorrágico hereditário mais comum é:
- AHemofilia A.
- BDoença de Von Willebrand.
- CDistúrbio de armazenamento de plaquetas.
- DSíndrome de Osler-Weber-Rendu.
- EHemofilia B.
42Todos os seguintes itens são manifestações comuns de sangramentos causados pela doença de Von Willebrand, exceto:
- Aangiodisplasia do intestino delgado.
- Bepistaxe.
- Cmenorragia.
- Dhemorragia pós-parto.
- Ehemartrose espontânea.
43Paciente de 25 anos comparece para avaliação com hematologia em função de diátese hemorrágica. Segundo informa, sempre que é submetido a tratamento dentário, apresenta sangramento mucoso prolongado. Às vezes, observa petéquias subconjuntivais. Nega sangramentos articulares ou musculares, além de não referir febre, emagrecimento e sudorese noturna. As provas de coagulação inicialmente pedidas revelam os seguintes resultados: contagem de plaquetas = 250.000/mm³ (N = 150.000 a 400.000/mm³); tempo de sangramento = 4,5 minutos (N = 1 a 3 minutos); TAP = 11 segundos (N = 10-12 segundos); INR = 1,0; e PTTa = 40 segundos (N = 28-35 segundos). Diante desses resultados iniciais, foram solicitadas dosagens de fatores VIII e IX que revelaram valores de 20U/dL e 100U/dL, respectivamente (normal = 50-150U/dL – para ambos os testes). O diagnóstico que melhor explica o quadro apresentado pelo paciente é:
- Ahemofilia A
- Btrombastenia
- Cdoença de Bernard-Soulier
- Ddoença de von Willebrand
44Não é causa de prolongamento do tempo de Protrombina:
- AHipofibrinogenemia.
- BDoença de Von Willebrand.
- CDeficiência do fator VII.
- DCoagulacação intra-vascular disseminada.
45Mulher, 13 anos, procura atendimento médico por sangramento menstrual abundante na ocasião da menarca. Refere epistaxe frequente desde a infância. Exame físico normal. Nega história de sangramento nos pais e irmãos. Exame laboratoriais: Hemograma: Hb: 12,1 g/dl; Ht: 37%; VCM: 84 fl; HCM: 28 PG; leucócitos: 4.600/mm³ (neutrófilos: 80%, linfócitos: 20%); plaquetas: 136.000/mm³; TTPA paciente: 22,3 segundos; R: 0,8; TP paciente: 10,4 segundos; INR: 0,92. Qual é o diagnóstico mais provável?
- ADoença de von Willebrand.
- BHemofilia A.
- CPlaquetopenia imune.
- DTelangiectasia hemorrágica hereditária.
46Mulher de 18 anos de idade é encaminhada para avaliação pré-operatória para inserção de prótese mamária. Paciente apresenta epistaxe bilateral frequente e ciclos menstruais hipermenorrágicos. Refere que a mãe e a irmã também apresentam fluxo menstrual aumentado. Durante a triagem laboratorial foi encontrado Hb = 11,5 g/dl; VCM = 78 fl; reticulócitos = 2%; leucócitos 5.000/mm³ com diferencial normal; plaquetas = 320.000/mm³; Tempo de Protrombina (TP) AP = 100%; Tempo de Trombina (TT) = 17,1s (normal 17s); Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada (TTPA) R = 1,29 (normal até 1,21). A hipótese diagnóstica mais provável é:
- AHemofilia A.
- BTelangiectasia hemorrágica hereditária.
- CDoença de von Willebrand.
- DAnticoagulante lúpico.
47Qual é a alteração que leva a hemorragia pós-operatória em pacientes portadores da doença de Von Willebrand?
- AAumento na formação do fator de Von Willebrand, levando a um aumento do consumo de plaquetas pelo aumento da adesão plaquetária.
- BDiminuição da adesão de plaquetas ao subendotélio do vaso lesado, em decorrência da diminuição dos níveis de tromboplastina.
- CAumento na formação do fator de Von Willebrand, afetando a adesão plaquetária ao subendotélio do vaso lesado, além da diminuição dos níveis do fator VIII.
- DDiminuição na formação do fator deVon Willebrand, diminuindo a adesão de plaquetas ao subendotélio do vaso lesado, além da diminuição dos níveis do fator VIII.
48Quanto à hemofilia podemos afirmar, exceto:
- AA hemofilia A é causada pela deficiência do fator VIII.
- BA hemofilia B é causada pela deficiência do fator IX, ou fator Christmas.
- COs quadros clínicos das hemofilias A e B são indistinguíveis entre si.
- DÉ uma doença genética, recessiva, cujos genes para os fatores VIII e IX localizam-se no cromossomo Y.
49A hemofilia A e B são coagulopatias em que há deficiência dos fatores __________ e ________, sendo a manifestação mais frequente __________________. Marque a alternativa que contém os dados que preenchem corretamente as lacunas na afirmação acima:
- AVII e VIII, epistaxe.
- BVII e IX, hemartroses.
- CVIII e IX, hemartroses.
- DVII e VIII, hematoma muscular.
50Adolescente, portador de hemofilia A grave, dá entrada no pronto-socorro com quadro de hemartrose volumosa de joelho esquerdo e muita dor. Dentre as medidas terapêuticas abaixo, assinale qual NÃO pode ser utilizada:
- AAnalgesia com ácido acetilsalicílico ou narcóticos.
- BAdministração de fator VIII.
- CUso de corticosteroide oral.
- DAdministração de fator VIIa recombinante.
- ERepouso articular e imobilização temporária.
51No caso de suspeita de hemofilia A como você espera encontrar o resultado do coagulograma do paciente e qual a conduta mais indicada, respectivamente:
- AAlargamento de Tempo de Protombina (TP) e plasma fresco congelado.
- BAlargamento do Tempo Parcial de Tromboplastina Ativado (TTPA) e crioprecipitado.
- CAlargamento de Tempo de Trombina (TT) e plasma freso congelado.
- DAlargamento do Tempo Parcial de Tromboplastina Ativado (TTPA) e fator VIII liofilizado.
- EAlargamento de Tempo de Trombina (TT) e fator VIII liofilizado.
52Menino, 4m, é trazido à emergência devido a volumoso hematoma em braço esquerdo. Antecedente pessoal: herniorrafia inguinal com sangramento excessivo há 10 dias e coleta de exames de sangue há cinco dias para investigar o sangramento. Antecedente familiar: primo pelo lado materno com quadro semelhante. Exame físico: membro superior esquerdo com hematoma volumoso e diminuição do pulso braquial. Após coleta de provas de coagulação, a conduta foi:
- AReposição de plaquetas.
- BReposição criopriciptado
- CReposição de plasma fresco congelado.
- DReposição de fator VIII.
53As hemofilias podem ser congênitas ou adquiridas. Sobre as hemofilias adquiridas, assinale a resposta ERRADA:
- APodem ser relacionadas às neoplasias e a doenças autoimunes como artrite reumatoide, lúpus e S. de Sjögren.
- BMedicamentos como as penicilinas também podem desencadear estas hemofilias.
- CSão as hemofilias mais comuns e já se iniciam na primeira infância.
- DNos adultos se manifestam como hemorragias súbitas, graves.
- EPodem acometer também pele, tecido celular subcutâneo e músculos.
54Assinale a opção INCORRETA sobre hemofilia:
- AEmbora se trate de doença hemorrágica hereditária, seu diagnóstico não pode ser excluído pela ausência de história familiar de manifestações hemorrágicas.
- BAs manifestações hemorrágicas mais comuns são as hemartroses e, nos pacientes com hemofilia grave, usualmente começam aos dois ou três anos de idade.
- CA gravidade da doença é diretamente proporcional ao grau de deficiência do fator VIII ou IX, de modo que pacientes com hemofilia leve raramente apresentam sangramentos espontâneos.
- DA intensidade do prolongamento do tempo de protrombina irá depender da gravidade da doença.
- ETodo paciente com cefaleia não habitual e intensa deve ser investigado quanto a presença de sangramento intracraniano e, na sua suspeita, imediatamente tratado com reposição de fator.
55Quais são as manifestações hemorrágicas mais marcantes e peculiares da hemofilia?
- AHemartroses.
- BGrandes equimoses.
- CHemorragia do SNC.
- DHematomas importantes.
56Um menino de 5 anos apresenta hemartrose de quadril e tem o diagnóstico de hemofilia A. As alterações nos testes laboratoriais que se esperam são:
- Adiminuição do fator VIII e elevação do tempo de sangramento.
- Bdiminuição do fator VIII e elevação do tempo de tromboplastina parcial.
- Celevação do tempo de sangramento e do tempo de protrombina.
- Delevação do tempo de tromboplastina parcial e do tempo de sangramento.
- Eelevação do tempo de tromboplastina parcial e do tempo de protrombina.
57Homem de 31 anos de idade, com hemofilia tipo A, é admitido com hematúria persistente. Ele nega traumas recentes ou história de qualquer doença geniturinária. O exame é normal. O hematócrito é de 28%. Todas as medidas a seguir são tratamentos para a hemofilia tipo A, EXCETO:
- ADesmopressina (DDAVP).
- BPlasma fresco congelado.
- CCrioprecipitado.
- DFator VIII recombinante.
- EPlasmaférese.
58Um jovem de 22 anos é submetido à abdominoplastia estética. Após 48 horas da cirurgia apresenta sangramento importante no sítio cirúrgico. Foram solicitados exames laboratoriais (sangue) que revelaram bilirrubina total de 1,0mg/dl, bilirrubina direta de 0,4 mg/dl, Aspartato Aminotransferase de 25 UI/L, Alanina Aminotransferase de 30UI/L, Fosfatase alcalina de50 UI/L, Leucócitos de 9.500, com diferencial 0/0/0/0/5/65/20/10, Plaquetas: 160.000, Hemoglobina de 8 g/dl, Ureia de 35 mg/dl, Creatinina de 1,0 mg/dl, PTT 29 segundos (controle: 30 segundos) e TAP de 98%. Assinale a alternativa que contém o provável diagnóstico:
- ADeficiencia de fator XIII.
- BHemofilia A.
- CHemofilia B.
- DDeficiencia de vitamina K
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- Quiz on Hematologia, created by ALEXANDRE PEREIRA DA SILVA on 24/05/2022.
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