Karteikarten
Dicas auditoria

Karten in diesem Stapel (64)
- 1Ao definir a responsabilidade do auditor independente de demonstrações contábeis quanto a fraudes e erros, o Conselho Federal de Contabilidade entende queO auditor não é responsável nem pode ser responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros relevantes nas demonstrações contábeis.
- 2teste de auditoria eficazdeve fornecer evidência apropriada
(qualidade) e suficiente (quantidade) para as finalidades do auditor - 3Unidades de amostragemsão os itens que compõem uma população, ou seja, são os itens passíveis de serem
amostrados. Cuidado! Muitos pensam, de forma incorreta, que unidades de amostragem são os itens da amostra. - 4PopulaçãoConjunto completo de dados sobre o
qual a amostra é selecionada e
sobre o qual o auditor deseja
concluir. - 5risco de amostragemrisco de que a conclusão do auditor, com base na amostra, pudesse ser
diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de
auditoria. - 6Testes de Controle (Amostragem de Atributos)Risco de subavaliação da confiabilidade: controles são considerados menos eficazes do que realmente são.
Risco d superavaliação de confiabilidade:
controles são considerados mais eficazes do que realmente são. - 7Testes de Detalhes (Amostragem de Variáveis)Risco de rejeição incorreta: seja identificada distorção relevante,
quando, na verdade, ela não existe
Risco de aceitação incorreta:
não seja identificada distorção
relevante, quando, na verdade, ela existe. - 8amostragem estatísticaé aquela em que a amostra é selecionada cientificamente com a finalidade de que os resultados obtidos possam ser estendidos ao conjunto de acordo com a teoria da probabilidade ou as regras estatísticas.
- 9amostragem estratificadaconsiste em dividir uma população em
subpopulações (estratos), cada uma sendo um grupo de unidades de
amostragem com características semelhantes. - 10finalidade do procedimento de auditoriaAuditor deve considerar os fins específicos a serem alcançados e a combinação de procedimentos que devem alcançar esses fins, incluindo um claro entendimento do que realmente constitui desvio ou distorção.
- 11População e unidade de amostragemPopulação é definida pelo controle interno de interesse e é constituída pela classe de transações que está sendo testada.
A unidade de amostragem é o elemento individual da população, pode ser um documento, o registro de um documento. - 12Amostragem de atributos (testes de controle)1- Risco de amostragem (risco de superavaliação de confiabilidade).
2. Taxa esperada de desvio, ou seja, o erro que o auditor espera encontrar em determinado procedimento de controle.
3. Taxa aceitável de desvios, ou seja, o erro máximo de um procedimento de controle estabelecido que o auditor está disposto a aceitar, baseado na avaliação preliminar de risco de controle. - 13Amostragem de atributos (testes de controle)1- Risco de amostragem (risco de superavaliação de confiabilidade).
2. Taxa esperada de desvio, ou seja, o erro que o auditor espera encontrar em determinado procedimento de controle.
3. Taxa aceitável de desvios, ou seja, o erro máximo de um procedimento de controle estabelecido que o auditor está disposto a aceitar, baseado na avaliação preliminar de risco de controle. - 14Amostragem de variáveis PPT (testes de detalhes)No caso de testes de controle , o auditor deve considerar cinco elementos:
1- Valor Contábil da população testada;
2- Distorção Esperada na população;
3-Distorção tolerável;
4-Fator de confiabilidade;
5-Fator de Expansão da distorção prevista. - 15métodos para selecionar amostra1. Seleção aleatória (randômica);
2. Seleção sistemática (por intervalo);
3. Amostragem de unidade monetária;
4. Seleção ao acaso;
5. Seleção de bloco; - 16Executar o plano de amostragem (procedimento de auditoria)Nesta fase, o auditor aplica o procedimento de auditoria adequado e determina
se há ou não desvio (amostragem de atributos) ou o valor real de cada
unidade lógica de amostragem (amostragem de variáveis). - 17Avaliar resultados da amostraFeita a análise da natureza dos desvios (testes de controle) e das distorções
(testes de detalhe), é necessário que se faça a projeção dos erros encontrados
na amostra para a população. - 18Documentação de auditoria (Papéis de Trabalho)são os registros mantidos pelo auditor
sobre os procedimentos aplicados, os testes realizados, as informações
obtidas e as conclusões tiradas durante a auditoria, a fim de apoiar sua
opinião sobre as demonstrações financeiras. - 19Os papéis de trabalho, normalmente são divididos nos seguintes tipos:Programa de auditoria;
Papéis elaborados pelo auditor;
Outros papéis de trabalho; - 20Técnicas de Amostragem

- 21Cálculo da Amostra (Simplificado)Tamanho da amostra =
Fator de confiança
-------------------------------
Taxa Aceitável de desvios - 22riscos de subavaliação e superavaliação de confiabilidadeRelacionados com Controle
(Riscos de Controle) - 23Risco de amostragem de auditoria nos testes de detalhesrejeição incorreta e aceitação incorreta.
- 24Atenção!Unidade de amostragem é cada um dos itens individuais que
constituem uma população, não a amostra. - 25amostragem casualQuando o auditor efetua a seleção da amostra com base na sua experiência
profissional - 26Anomaliadistorção ou o desvio que é
comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma
população. - 27limite superior de erro – LSELSE = EP + PRA
EP = erro projetado da população
PRA = provisão para o risco de amostragem - 28O Auditor deve reavaliar o risco de amostragem quandoo erro da população excede o erro tolerável
- 29Trilha de AuditoriaEvidencia o caminho pelo qual passaram as autorizações, alterações, atualizações, movimentações, etc, identificando os responsáveis por elas, ou as rotinas automatizadas que as processaram.
- 30Risco Inerente e de ControleSão riscos da entidade, existem independente da auditoria das demonstrações contábeis
- 31Quais os 2 componentes dos riscos de distorção relevante no nível das afirmações?Risco Inerente;
Risco de Controle - 32Risco de DetecçãoRisco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções
- 33Risco InerenteÉ a suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma transação, saldo contábil ou divulgação a uma distorção que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, antes da consideração de quaisquer controles relacionados
- 34Risco de ControleRisco de que uma distorção que possa ocorrer em uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação e que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, não seja prevenida, detectada e corrigida tempestivamente pelo controle interno da entidade
- 35Controle InternoÉ o processo planejado, implementa e mantido pelos responsáveis da governança, administração e outros funcionários para fornecer segurança razoável quanto à realização dos objetivos da entidade no que se refere à confiabilidade dos relatórios financeiros, efetividade e eficiência das operações e conformidade com leis e regulamentos aplicáveis
- 36Opinião com RessalvaTendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis
- 37Opinião AdversaTendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as Demonstrações Contábeis
- 38O que diferencia "com ressalva" de "adversa"É o efeito generalizado ou não nas demonstrações contábeis
- 39Abstenção de OpiniãoÉ feita quando o auditor não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião e ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as DC poderiam ser relevantes e generalizadas
- 40Parágrafo de ÊnfaseIncluído no no relatório de auditoria referente a um assunto apropriadamente apresentado ou divulgado nas DC que, de acordo com o julgamento do auditor, é de tal importância, que é fundamental para o entendimento pelos usuários das DC
- 41distorção factualé aquela que não deixa dúvida
- 42distorções de julgamentosão aquelas decorrentes de julgamento da administração sobre estimativas contábeis que o auditor não considera
razoáveis, ou a seleção ou aplicação de políticas contábeis que o auditor
considera inadequadas - 43distorção projetadaé a melhor estimativa do auditor de distorções em populações, envolvendo a projeção de distorções identificadas em
amostras de auditoria para populações inteiras de onde foram extraídas
as amostras. - 44O auditor deve incluir as evidências de que:* Todas as demonstrações que compõem as demonstrações contábeis,
incluindo as respectivas notas explicativas, foram elaboradas; e
* As pessoas com autoridade reconhecida afirmam que assumem a
responsabilidade sobre essas DC. - 45opinião não modificada, sem ressalvasCaso o auditor esteja satisfeito quanto à apresentação das demonstrações
contábeis, e julgue que estão elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável - 46auditor deve modificar sua opinião quando:* Concluir, com base em evidência de auditoria obtida, que as DC tomadas em conjunto apresentam distorções relevantes; ou
* Não conseguir obter evidência de auditoria apropriada e suficiente
para concluir se as DC tomadas em conjunto não apresentam distorções relevantes. - 47Opinião sem ressalvaé emitida
quando as demonstrações contábeis,
no julgamento do auditor, estão
elaboradas, em todos os aspectos
relevantes, de acordo com a estrutura
de relatório financeiro aplicável. - 48Opinião com ressalvaÉ emitida quando o auditor:
• tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou - 49Opinião com ressalva IIÉ emitida quando o auditor não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as DC poderiam ser relevantes, mas não generalizados.
- 50Opinião adversaO auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente,
conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. - 51Abstenção de opiniãoQuando o auditor não consegue obter
evidência de auditoria apropriada e
suficiente para suportar sua opinião e
ele conclui que os possíveis efeitos de
distorções não detectadas, se houver,
sobre as DC poderiam ser relevantes e
generalizadas. - 52A quem se destina o relatório de auditoria?Normalmente endereçado às pessoas
para quem o relatório de auditoria é elaborado, frequentemente para os
acionistas ou para os responsáveis pela governança da entidade, cujas
demonstrações contábeis estão sendo auditadas. - 53Como é a estrutura de um relatório-Título
-Destinatário
-Parágrafo introdutório
-Seção sobre a responsabilidade da adm sobre as DC
-Seção sobre a responsabilidade do auditor e extensão da auditoria
-Seção com a Opinião do Auditor - 54Parágrafos de ênfaseserve para o auditor chamar a atenção para um assunto apresentado ou divulgado nas demonstrações contábeis que, segundo seu julgamento, é fundamental para o entendimento pelos usuários das demonstrações contábeis.
- 55Parágrafos de ênfasesó poderá ser incluído no relatório se o auditor tenha obtido evidência de auditoria suficiente e apropriada de que não houve distorção relevante do assunto nas demonstrações contábeis. Pois, se houvesse, seria o caso de ressalva, não de ênfase.
- 56em todos os casos em que o nome do auditor esteja associado às demonstraçõeso relatório deve conter indicação clara
da natureza do trabalho do auditor e do grau de responsabilidade que
ele está assumindo. - 57sempre que o nome do auditor estiver associado com demonstrações ou informações contábeis que ele não auditouestas devem ser
claramente identificadas como “nãoauditadas”, em cada folha do conjunto. - 58Demonstrações contábeis do período anterior não auditadasSe as demonstrações contábeis do período anterior não foram auditadas, o
auditor deve especificar em um parágrafo de “Outros Assuntos” no relatório que os valores correspondentes não foram auditados. - 59Os procedimentos substantivos incluema) Testes de detalhes (de classes de transações, de saldos, de contas e de divulgações)
b) procedimentos analíticos substantivos - 60A auditoria interna busca a obtenção de provas .... suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações
- 61A empresa de auditoria pode retornar a empresa cliente após o rodízio obrigatório, após passados3 anos
- 62Na circularização o objetivo do auditor éIdentificar os passivos contingentes
- 63Quando a auditada se recusa a confirmar informações através de carta de confirmaçãoLimitação de Escopo
- 64Limitação de Escopo ouAbstenção de Opinião
(Negativa de opinião)
Informationen
- Beschreibung
- Graduação Auditoria Karteikarten am Dicas auditoria, erstellt von Gerson Richard am 19/08/2014.
- Erstellt von
- Gerson Richard · Aug 2014
- Aktualisiert
- 19 Feb 2016
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